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Thread: América do Norte - Notícias

  1. #221
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    . Trump se prepara para discursar sobre a 'crise' da fronteira

    O presidente dos EUA Donald Trump anunciou que fará um pronunciamento a noite para sobre a “crise” na fronteira sul com o México.

    O governo continua sob o paralisação parcial enquanto Trump negocia com o Congresso sobre o financiamento para o muro da fronteira.

    Todas as principais as redes de televisão dos EUA concordaram em transmitir o discurso de Trump, levando os democratas, que alegam que um muro seria caro, ineficiente e imoral, a buscar tempo igual.

    As negociações para encerrar a paralisação parcial do governo fracassaram pela insistência do presidente em financiar US$ 5,7 bilhões, deixando várias agências governamentais fechadas e cerca de 800 mil funcionários do governo em recesso ou trabalhando sem remuneração.

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    Trump, um homem preso em seu muro

    O muro de Trump entrará na história como um prodígio do marketing político e um paradigma dos perigos que implica levá-lo às últimas consequências. A ideia foi forjada na excêntrica corte de assessores do magnata imobiliário quando este começou sua corrida presidencial, por volta de 2014. A indisciplina do candidato, incapaz de se ater a um roteiro, levou seus conselheiros a buscar um slogan para garantir que falasse sobre imigração, um assunto que tinham identificado como o cavalo vencedor que o levaria à Casa Branca.

    Em entrev ista ao New York Times, Sam Nunberg lembra que a questão era "Como faz~elo falar sobre imigração?" então surgiu a ideia de fazê-lo falar sobre o muro, um muro que já separou familias, nações, progresso e a liberdade.

    A ideia funcionou. Ela se encaixava perfeitamente com a personalidade do candidato, partidário de mensagens simples, e apelava ao construtor que é. “Acho que ele ouve o bip, bip, bip de um caminhão betoneira dando marcha a ré, o produto sendo vertido e o muro crescendo, e ele não consegue resistir a isso. Ele adora”, disse no mesmo jornal Michael D’Antonio, jornalista e biógrafo de Trump.

    O candidato fez seu o slogan e este se tornou o cabo que o conectou com seus eleitores. Em auditórios de todo o país, Trump era recebido com o grito de “Construa o muro!”. O problema é que Trump ganhou as eleições e seus acólitos não tiraram as camisetas do muro. O presidente, que não conseguiu aumentar seu espectro de eleitores nestes dois anos, precisa manter suas bases em guarda, e nada os mobiliza mais do que a construção do muro. No iniio era algo abstrato que servia para falar da segurança na fronteira, mas logo se tornou um símbolo eficaz da necessidade de lutar contra a imigração, o comércio, o terrorismo... de frear a globalização e enfrentar todos os seus males. O problema é que Trump acabou completamente ligado a um muro que começou como uma poderosa peça de simbolismo.

    Por ironia os democratas conquistaram a maioria na Câmara dos Representantes e o país começa agora uma nova fase de poder compartilhado. Não financiar o muro, para os democratas, é um símbolo de resistência. Assim, a disputa provocou uma paralisação parcial do Governo que está prestes a se tornar a mais longa desde 1980. Nesta mesma quarta-feira, o presidente abandonou repentinamente uma nova reunião com os líderes democratas do Congresso para tentar encontrar uma saída, reunião que definiu como “total perda de tempo”. Depois de quatro anos falando sobre o assunto, o presidente está preso em uma armadilha que ele próprio armou.

    O muro se tornou o elemento definidor da presidência de Trump e o mais notável é que nem mesmo o setor duro o vê como prioridade na luta contra a imigração. A prioridade para eles é impedir que os imigrantes entrem no sistema legal.

    O presidente, como ficou claro em sua mensagem à nação na terça-feira, justifica agora seu pedido de financiamento para o muro, alegando “uma crise humanitária e de segurança, exageros a parte, será que Trump irá ser bem sucedido em sua cruzada.

    Fala de crimes cometidos por imigrantes sem documentos, de um fluxo de terroristas e de drogas que provoca a epidemia de opiáceos que sofre o país. Tudo com uma frágil base factual: nem os imigrantes sem documentos cometem mais crimes do que os nacionais, nem há rastro de terroristas se esgueirando pela fronteira, nem o grosso dos opiáceos são introduzidos pelas pessoas que a atravessam ilegalmente.

    Quando o presidente começou a falar do muro, a imigração ilegal estava em seu nível mais baixo em quase meio século. Hoje, por outro lado, é mais justificável falar em crise: a chegada maciça de famílias solicitando asilo, combinada com a exigência do Governo de que permaneçam em reclusão até que seu pedido seja resolvido, saturou os centros de acolhida. O número de prisões na fronte ira continua estável, a mudança é que cada vez mais crianças e famílias estão chegando, e mais centro-americanos e menos mexicanos. O mexicano que cruzava costumava ser um indivíduo sozinho, os centro-americanos tendem a vir com a família.

    Mas a verdade é que a maioria das pessoas sem documentos não entra cruzando ilegalmente, mas chega legalmente e fica mais tempo do que o permitido. É por isso que o muro é uma solução do século XX para um problema do século XXI”, conclui.

    Será que Trump, como um menino mimado que não conseguiu o que queria, vai encontrar outras formas de financiar o muro? Certamente não poupará esforços, naõ importa as conseguências disso.

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  7. #223
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    Inflação nos EUA será o centro das atenções

    Os números da inflação no varejo serão o foco do calendário econômico de sexta-feira, à medida que o Departamento de Trabalho divulga o relatório do índice de preços ao consumidor (IPC) de dezembro às 11h30.

    Em média, os economistas esperam que o {{ec-69||IPC}} tenha caído 0,1% no mês passado. Mas o {{ec-56|núcleo do IPC}}, que exclui preços voláteis de alimentos e energia, deve ter subido 0,2% em dezembro.

    Anualmente, espera-se que o {{ec-736|IPC principal}} apresente um aumento de 2,2%, ligeiramente acima da meta de 2% da Reserva Federal.

    Os diretores do Fed, especialmente o chefe Jerome Powell, dominaram mais os mercados do que os indicadores econômicos dos últimos tempos. Mas é importante notar que a "paciência" do Fed também tornará os formuladores de políticas mais dependentes dos dados.

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