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Thread: Facebook perde popularidade entre os adolescentes dos EUA

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    Facebook perde popularidade entre os adolescentes dos EUA





    Facebook perde popularidade entre os adolescentes dos EUA

    De acordo com um estudo do eMarketer, o uso do Facebook por adolescentes nos EUA diminuirá este ano. Pela primeira vez em sua existência, o Facebook deverá ver uma queda no uso entre um determinado grupo etário. O número de usuários de 12 a 17 anos cairá 3,4% para 14,5 milhões de pessoas em 2017.

    Os especialistas dizem que estão se voltando para Instagram e Snapchat. Ainda assim, o Facebook continua a ser a maior rede social com 2 bilhões de usuários mensais em todo o mundo. No entanto, está perdendo o brilho entre a Geração Z. Enquanto isso, estas são apenas previsões.

    A empresa de Mark Zuckerberg funciona bem. No segundo trimestre de 2017, o Facebook aumentou o seu lucro líquido em 71%, com a grande maioria da receita proveniente de publicidade. Suas ações subiram para registrar altas em resultados trimestrais fortes.

    O Facebook registrou uma receita líquida de US $ 3,889 bilhões (US $ 1,32 por ação) em comparação com US $ 2,283 bilhões (US $ 0,78 por ação) no ano anterior. Sua receita aumentou 45% para US $ 9,322 bilhões, de US $ 6,436.

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    Facebook rechaça acusações do New York Times sobre acesso a dados

    O Facebook rejeitou alegações do New York Times de que permitiu acesso profundo da Apple e de outros fabricantes de dispositivos a dados pessoais de usuários, dizendo que tais informações são rigidamente controladas e amplamente sujeitos a consentimento dos usuários.

    O software mencionado pelo jornal foi lançado há 10 anos e foi por cerca de 60 empresas, incluindo Amazon, Apple, Blackberry, HTC, Microsoft e Samsung, escreveu no domingo em um post o vice-presidente de parcerias de produtos do Facebook, Ime Archibong.

    O Times afirmou que o Facebook permitiu que as empresas acessassem os dados de amigos dos usuários sem consentimento explícito, mesmo depois de declarar que deixaria de compartilhar tais informações com pessoas de fora.

    Segundo o jornal, alguns fabricantes de dispositivos podem recuperar informações pessoais mesmo de amigos de usuários que acreditavam ter impedido qualquer compartilhamento.

    "Ao contrário do que afirma o New York Times, informações de amigos, como fotos, só eram acessíveis em dispositivos quando as pessoas tomavam a decisão de compartilhar suas informações com esses amigos", disse Ime Archibong.

    O Facebook tem estado sob escrutínio de reguladores e acionistas após os dados de cerca de 87 milhões de usuários terem sido compartilhados com a agora falida empresa de dados políticos Cambridge Analítica.

    O escândalo de dados foi relatado pela primeira vez em março pelos jornais New York Times e pelo Observe, de Londres.

    Archibong também disse que esses casos são "muito diferentes" do uso de dados por terceiros desenvolverdes, como na questão da Cambiardes.

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    Fundadores do Instagram anunciam saída da empresa

    Os fundadores do Instagram, Kevin Systrom e Mike Krieger, anunciaram na segunda-feira (24) que estão deixando a empresa, adquirida pelo Facebook em 2012, para "explorar novamente" sua "criatividade e curiosidade".

    "Vamos tirar um tempo de descanso para depois explorar novamente nossa criatividade e curiosidade. Construir coisas novas exige que demos um passo para trás, entender o que nos inspira e combiná-lo com o que o mundo necessita. Isso é o que planejamos fazer", disse Systrom, CEO do Instagram.

    "Mike e eu somos gratos pelos últimos oito anos no Instagram e os seis anos com a equipe do Facebook. Crescemos de 13 pessoas para quase 1 mil com escritórios em todo o mundo. Agora estamos prontos para nosso próximo capítulo".

    O americano Systrom e o brasileiro Krieger fundaram o Instagram em 2010, rede social que o Facebook adquiriu dois anos depois por cerca de US$ 1 bilhão.

    Seis anos depois, o Instagram ainda é a aquisição mais cara feita pelo Facebook, mas também a mais lucrativa, já que seu valor se multiplicou por 100, os usuários passaram de 30 milhões paras 1 bilhão.

    Além disso, dentro da crise que atravessa o Facebook há meses por conta de diversos escândalos com seu uso dos dados dos usuários, o Instagram segue em alta.

    O jornal "The New York Times" disse que Systrom e Krieger comunicaram nesta segunda ao Facebook sua decisão de deixar a companhia. A matéria também informou que eles não deram razões para sua saída, citando fontes anônimas familiarizadas com o assunto.

    Fonte: G1

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