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Thread: Bitcoin - Noticias e Analises

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    Especialistas questionam substitutivo que proíbe emissão de moedas virtuais

    Agência Câmara Notícias - O relatório para a regulamentação das moedas virtuais e dos programas de milhagem aérea, apresentado nesta semana pelo deputado Expedito Netto (PSD-RO), ainda gera discordância, não só entre os parlamentares, mas também entre os estudiosos do tema.


    A comissão especial que analisa o tema realizou audiência pública nesta quarta-feira (20), para retomar o debate sobre o assunto. O substitutivo do relator ao Projeto de Lei 2303/15 proíbe a emissão de moedas virtuais no Brasil.


    O especialista em direito bancário, Evandro Pontes, afirmou que um dos problemas centrais da proposta apresentada pelo relator é a punição penal.


    “O fundamento utilizado aqui para o uso do Direto Penal não me parece ser um bom fundamento. Por que o tráfico de entorpecentes é considerado crime? Porque é absolutamente comprovado que faz mal para a saúde. Não tem discussão. Então com este fundamento fica difícil usar o Direto Penal para regulamentar essa atividade, que pode ser regulamentada por outros mecanismos disponíveis em lei”, afirmou.


    O advogado e professor Marcelo Godke, concordou, mas destacou também que no âmbito dos programas de milhagem aérea, a proposta do deputado Expedito Netto, ao permitir a troca dos pontos por reais, pode beneficiar o consumidor.

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    Bitcoin sofre forte desvalorização e evidencia sua grande volatilidade



    Nova York, 22 dez (EFE).- O valor do bitcoin despencou nesta sexta-feira, o que demonstra a grande volatilidade que afeta esta criptomoeda, que registrou uma desvalorização próxima de 20% nas últimas 24 horas, dias depois de estrear no mercado de futuros nos Estados Unidos.


    A desvalorização começou quando os mercados dos Estados Unidos estavam fechados durante a noite, sem que se conheça uma razão específica, algo difícil tendo em conta as lacunas legais desse mercado e a pouca, ou quase nula, transparência das transações.


    O alarme tem se espalhado tanto que a Coinbase, considerada a plataforma de compra e venda de moedas virtuais mais importante dos Estados Unidos, anunciou que tinha interrompido temporariamente as operações e que estava fazendo o possível para restabelecê-las.


    O anúncio foi feito às 16h11 GMT (14h11 em Brasília) de hoje e, pouco depois, atribuiu a interrupção ao "enorme tráfego" nas operações.


    Naquela hora, a mais bem-sucedida das mais de 29 criptomoedas que têm capitalização superior a US$ 1 bilhão estava cotada a US$ 12,8 mil, uma queda de 18,2% desde o dia anterior no mesmo horário.


    No entanto, durante o dia a criptomoeda chegou a registar um mínimo de US$ 11.069, uma queda que começou a se agravar pouco antes da abertura dos mercados financeiros em Wall Street.


    A cotação de hoje está muito abaixo do valor de mais de US$ 19,8 mil que tinha no último domingo, um dia antes de o bitcoin começar a operar no CME, o principal mercado de derivados financeiros dos Estados Unidos, com sede em Chicago.


    A entrada do bitcoin no CME e a oferta que foi feita uma semana antes pelo CBOE, outro mercado de derivados financeiros de Chicago menor que o anterior, gerou expectativas de que haveria uma diminuição da volatilidade que a moeda virtual vem registando nos últimos anos.


    Há um ano, o bitcoin era cotado a cerca de US$ 800 e, desde então, sofreu uma valorização de 1.367%.


    Mas o empurrão maior ocorreu em meados de novembro, quando o bitcoin estava cotado em torno dos US$ 6 mil, e já iniciou dezembro acima dos US$ 10 mil.


    A razão da queda de hoje que foi apontada pelos meios especializados está vinculada a problemas técnicos que, aparentemente, as principais plataformas de compra e venda estão experimentando nos últimos dias devido à popularidade crescente da criptomoeda.


    A Coinbase reconheceu na quarta-feira que não estava conseguindo concluir muitas transações pela avalanche de solicitações nos últimos dias.


    A plataforma anunciou então que as transferências poderiam levar até cinco dias úteis para serem concluídas e os problemas se agravaram hoje.

  4. #153
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    Bitcoin sobe 10% em recuperação após forte perda na semana passada



    CINGAPURA/TÓQUIO (Reuters) - A moeda digital bitcoin ampliou sua recuperação em um pregão mais fraco em razão de feriado, subindo 10 por cento para ficar mais de um terço acima das mínimas da semana passada abaixo de 12 mil dólares.


    O bitcoin, a maior e mais conhecida criptomoeda do mundo, caiu quase 30 por cento momentaneamente na sexta-feira para 11.159,93 dólares e apesar de uma recuperação tardia, teve sua pior semana desde 2013. Nesta terça-feira, a moeda era cotada a 15.285 dólares, em alta de 9,87 por cento, na bolsa Bitstamp em Luxemburgo.


    A moeda digital aumentou em torno de vinte vezes desde o início do ano, subindo de menos de 1.000 dólares para 19.666 dólares em 17 de dezembro na Bitstamp e para mais 20.000 dólares em outras bolsas. Mas, desde então, registou fortes quedas.


    Apesar de os investidores e analistas bitcoins acreditarem que o declínio em seu valor foi uma correção natural depois de um rali nas cotações, houve novas advertências dos reguladores do mercado e dos bancos centrais.


    "Não há preço atual correto que reflitiria a avaliação atual correta", disse Andrei Popescu, co-fundador da COSS, que se descreve como uma plataforma que abrange todos os recursos de uma economia digital baseada em criptografia.


    "Embolsar o lucro é certo, enquanto a compra para uma projeção de longo prazo também é correta. Você não precisa estar certo neste mercado, apenas menos errado do que o resto", disse Popescu.


    Shmuel Hauser, presidente da autoridade de valores mobiliários de Israel, disse na segunda-feira que irá propor uma regulamentação para proibir as empresas com base em bitcoin e outras moedas digitais de negociarem na bolsa de Tel Aviv.


    O banco central de Cingapura emitiu na semana passada um alerta contra investimentos em criptomoedas, dizendo que considera a recente alta nos preços da moeda como resultado de especulação e que é elevado risco de uma queda nas cotações.


    Os preços de outras moedas digitais, que recuaram com o bitcoin na semana passada, também se recuperaram com o Ethereum, a segunda maior criptomoeda por tamanho de mercado, cotado em cerca de 771 dólares, ante 689 dólares no domingo, mas ainda longe das máximas de cerca de 900 dólares na semana passada.

  5. #154
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    Bitcoin retoma os US$ 15.000 e mostra força após tombo de quase 50%


    A recuperação dos preços do bitcoin mostrou força nesta terça-feira sinalizando que poderá encerrar o fantástico ano dos criptomercado com um tom positivo.


    Na Bitfinex, o bitcoin avançou para US$ 15.560, alta de US$ 1.680, ou 12%, em uma indicação de recuperação das ordens de compra após intensa realização de lucros da semana passada.


    A moeda digital afundou quase 50% em seis dias de realização de lucros e fuga dos compradores, que levou o bitcoin do recorde histórico de US$ 19.891 para tocar na mínima de duas semanas nos US$ 10.718 na sexta-feira.


    A retomada das compras ocorre em paralelo a novo sinal de que os reguladores estão se aproximando do criptomercado, após o presidente do órgão regulador do mercado de Israel, Shmuel Hauser, dizer onem que ele vai propor banir todas as empresas de criptomoedas da bolsa de Tel Aviv. O movimento é significativo, pois o país é conhecido por sua posição de destaque em desenvolvimento de tecnologias e start-ups de sucesso como o Waze.


    A subida do bitcoin é a primeira forte recuperação de valor após o lançamento de futuros pelo grupo CME e CBOE, o que poderá marcar uma entrada de recursos institucionais de olho na volatilidade e resiliência do criptomercado.

  6. #155
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    Operação de venda do bitcoin retomada após repressão sul-coreana a criptomoedas[/B]


    A recuperação de curto prazo do bitcoin teve fim nesta quinta-feira após o governo sul-coreano anunciar que tomaria várias medidas para combater a especulação nas negociações de moedas digitais.


    A Coreia do Sul, que é responsável por aproximadamente 20% das transações de bitcoin, aprovou medidas que incluem a proibição de abertura de contas anônimas de criptomoedas, juntamente com a nova legislação que permite aos reguladores fechar corretoras virtuais de moeda, caso necessário.


    "A especulação em criptomoedas foi irracionalmente superaquecida na Coreia", afirmou o governo em uma declaração. "O governo não pode deixar a situação anormal de especulação ocorrer por mais tempo".


    Na corretora Bitfinex, o bitcoin recuava US$ 2.257,00 ou 14,37% para US$ 13.448 às 09h09.


    A criptomoeda número um está em baixa de 30% desde a máxima histórica de US$ 19.891 de 17 de dezembro, mas ainda está no caminho de ganhos no mês em torno de 42% e subiu mais de 1.300% em 2017.
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    Last edited by Trader Lusitano; 12-29-2017 at 11:24 AM.

  7. #156
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    Bitcoin e criptomoedas rivais ameaçadas por regulamentações sul-coreanas

    Em outro dia de negociações voláteis, o bitcoin caía nesta quinta-feira enquanto a Coreia do Sul anunciava medidas para reduzir a especulação em criptomoedas.


    O bitcoin recuava 12,79%, ou US$ 1.279,00, na corretora Bitfinex e era negociado a US$ 13.701 às12h11, e está agora em queda de cerca de 31% a partir de sua máxima recorde de 17 de dezembro.


    A Coreia do Sul, país cujas estimativas são de que seus cidadãos possuam aproximadamente um milhão de bitcoins e que 20% das transações de bitcoin aconteçam por lá, aprovou medidas que incluem a proibição da abertura de contas anônimas de criptomoedas, em conjunto com nova legislação que permite aos reguladores fechar corretoras virtuais de moedas, caso necessário.


    "A especulação em criptomoedas foi irracionalmente superaquecida na Coreia", afirmou o governo em uma declaração. "O governo não pode deixar a situação anormal de especulação ocorrer por mais tempo".


    A Coreia do Sul ainda ameaçou fechar quaisquer contas anônimas, embora detalhes não tenham sido apresentados sobre como o governo daria andamento a este plano.

  8. #157
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    Índia compara moedas virtuais a esquema Ponzi e alerta investidores

    NOVA DÉLHI (Reuters) - O Ministério das Finanças da Índia divulgou nesta sexta-feira alertas sobre os riscos de negociação em criptomoedas, como o bitcoin, dizendo que os investimentos em moeda digital são como "esquemas Ponzi".


    As criptomoedas não são legais e não têm permissão ou proteção regulatória no país, informou o Ministério em comunicado, sem anunciar uma proibição definitiva ou impor qualquer restrição.


    Segundo o documento, os investidores e outros envolvidos que lidam com moedas digitais estão fazendo isso "sob seus riscos e devem evitar participar disso".


    "Existe um risco real e aumentado de bolhas de investimento como visto nos esquemas de Ponzi", com investidores arriscando um súbito e prolongado colapso, informou o comunicado.


    Um esquema de Ponzi é uma operação fraudulenta que oferece retornos excepcionalmente altos, em que os primeiros investidores são pagos com dinheiro de investidores posteriores.


    O Ministério também advertiu que transações criptografadas em moedas virtuais provavelmente eram usadas para atividades ilegais, como "financiamento do terrorismo, tráfico de drogas, e outros atos de lavagem de dinheiro".


    Atualmente, a Índia não tem regulação para criptomoedas e, como outros legisladores no mundo, procura entender como supervisionar um mercado que muitos sentem ser uma bolha especulativa.


    "A mera emissão de um aviso não é suficiente quando milhares de pessoas perderam dinheiro com moedas virtuais", disse Pavan Duggal, especialista cibernético e advogado no Tribunal Superior da Índia. "O governo tem o dever soberano de criar um quadro legal para regular as criptomoedas e proteger investidores".


    Na semana passada, o órgão regulador do mercado de capitais da Índia informou que estava em negociações com o governo e o banco central sobre como regular as moedas digitais.

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    Coreia do Norte levanta milhões de dólares em moedas virtuais com ataques cibernéticos, dizem pesquisadores


    CINGAPURA/SEUL (Reuters) - Uma série de recentes ataques cibernéticos rendeu milhões de dólares norte-americanos em moedas virtuais, como o bitcoin, para hackers da Coreia do Norte e mais ataques são esperados à medida que as sanções internacionais levam o país a buscar novas fontes de recursos, disseram pesquisadores.


    Os hackers apoiados pelo governo da Coreia do Norte foram responsabilizados por um crescente número de ataques cibernéticos, incluindo o chamado ataque WannaCry que paralisou hospitais, bancos e outras empresas em todo o mundo este ano.


    Os analistas afirmam que o crescimento explosivo do valor do bitcoin faz com que a moeda virtual e outras criptomoedas sejam alvo atraente para a Coreia do Norte, que está cada vez mais isolada sob as sanções internacionais impostas por causa de seus programas de armas nucleares e de mísseis.


    O bitcoin era negociado nesta terça-feira por cerca 18.211 dólares, ante menos de 1.000 dólares no início de 2017, de acordo com a Coinmarketcap.com.


    Os pesquisadores da Coreia do Sul, que hospedam algumas das mais movimentadas bolsas de moedas virtuais do mundo e que respondem por 15 a 25 por cento das transações mundiais de bitcoins em qualquer dia, disseram que os ataques neste ano a bolsas como Bithumb, Coinis e Youbit possuem as impressões digitais de hackers da Coreia do Norte.


    As descobertas dos pesquisadores não foram verificadas de forma independente.


    A Coreia do Norte rejeitou as acusações de que esteja envolvida nos ataques cibernéticos.


    Representantes da Bithumb e Coinis recusaram-se a comentar.


    Um porta-voz do Ministério da Unificação da Coreia do Sul, que lidera os assuntos da Coreia do Norte, disse na segunda-feira que o governo estava considerando "contramedidas", incluindo mais sanções, sobre os ataques cibernéticos.


    Na segunda-feira, uma porta-voz da Youbit disse à Reuters que a empresa não havia sido alvo de hackers norte-coreanos e, na terça-feira, a empresa anunciou que sofreu outro ataque cibernético que custou 17 por cento dos seus ativos, forçando a bolsa a interromper as operações e declarar falência.


    Os hackers por trás do segundo ataque não foram identificados, mas um pesquisador de segurança cibernética, que disse que não estar autorizado a falar sobre o assunto, avaliou que há semelhanças entre o ataque relatado pela bolsa Youbit na terça-feira e o ataque anterior à empresa, que foi vinculado à Coreia do Norte.


    O serviço de inteligência da Coreia do Sul informou que cerca de 7,6 bilhões de wons (7 milhões de dólares) em criptomoedas foram roubadas nos ataques anteriores em múltiplas bolsas, de acordo com o jornal Chosun Ilbo da Coreia do Sul. [NL4N1OG018]


    Mas esse valor poderia agora valer cerca de 90 bilhões de wons coreanos (82 milhões de dólares), disse à Reuters Moonbeom Park, pesquisador da Agência de Segurança e Internet da Coreia do Sul.


    O código utilizado nos ataques durante o verão foi "praticamente idêntico" aos ataques anteriores conectados à Coreia do Norte, disse o pesquisador.


    Cristiana Brafman Kittner, principal analista da empresa de segurança cibernética FireEye, disse que não poderia confirmar se a Coreia do Norte realmente roubou moedas virtuais, mas disse que os hackers ligados ao país tinham mirado "múltiplas bolsas" nos últimos seis a nove meses.


    "Nós acreditamos que algumas das atividades criminosas que estamos observando originárias da Coreia do Norte são resultado do regime que busca fontes alternativas de receita", disse ela.


    "Os atores da ameaça cibernética da Coreia do Norte apresentam um risco imediato para o setor de serviços financeiros em todo o mundo."

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    Quem comprou com esta noticia em baixo já esta a aganhar!

    Não se deixem manipular por noticias!


    Bitcoin cai com aumento dos alertas; investidores buscam altcoins


    O bitcoin parecia deixar de ser utilizado pelos investidores nesta terça-feira uma vez que o volume foi influenciado por alertas sobre criptomoedas em geral, embora rivais digitais pareciam ainda atrair interesse como alternativa.

    Na corretora Bitfinex, o bitcoin recuava 7,02%, ou US$ 1.325,00, para US$ 17.586,00 às 13h49. A moeda digital, que é negociada 24 horas por dia e sete dias na semana, continuava a recuar da máxima histórica de US$ 19.891,00 atingida no domingo em seu terceiro dia de declínio.

    A virada para baixo ocorre apesar da excitação por trás do fato de que a Bolsa Mercantil de Chicago (CME, na sigla em inglês) passou a negociar seus próprios contratos futuros de bitcoin no domingo, uma semana depois da versão da rival CBOE.

    O início das negociações de contratos futuros teve reação ambígua dos investidores, uma vez que permite que os participantes do mercado tenham a opção de fazerem apostas pessimistas no bitcoin, o que pode pressionar os preços da moeda digital.

    Outros participantes do mercado acreditam, entretanto, que o lançamento de contratos futuros abre o caminho para o bitcoin se tornar uma classe de ativos estabelecida, o que poderia incentivar a demanda institucional.

    Alguns operadores sugeriram que os recentes declínios estão mais relacionados a coleta de lucros conforme investidores vendiam devido ao lançamento de contratos futuros da CME.

    Apesar dos três dias de perdas, o bitcoin, a maior moeda digital com uma capitalização de mercado de US$ 305,44 bilhões, ainda possui ganhos apenas neste ano de mais de 1.700%.

    O impressionante rali há muito tem levado detratores a sugerir que a criptomoeda é uma "bolha" apesar do fato de que o bitcoin continuava a quebrar marcas importantes de US$ 1.000 durante todo o ano, passando de pouco abaixo de US$ 1.000 no final de 2016 para quase US$ 20.000 no último final de semana.

    Reguladores observam de perto as criptomoedas uma vez que elas são amplamente desregulamentadas. No entanto, a movimentação das bolsas ao criar derivativos baseados no produto deixou as criptomoedas em evidência em um nível global.

    A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) está com os olhos abertos e alertou recentemente, na semana passada, quanto à investigação sobre criptomoedas, afirmando que a negociação e ofertas públicas da classe emergente de ativos podem violar a lei federal de valores mobiliários.

    "Uma série de preocupações surgiram a respeito dos mercados de criptomoedas e de ICOs (ofertas inicias de moedas, na sigla em inglês), incluindo que ... há substancialmente menor proteção a investidores que em mercados tradicionais de valores mobiliários, com proporcionalmente maiores oportunidades de fraude e manipulação", alertou Jay Clayton, presidente da SEC.

    O banco central de Cingapura se juntou à brita na terça-feira solicitando "cautela extrema" quando se comprar criptomoedas.

    Especificamente, a Autoridade Monetária de Cingapura (MAS, na sigla em inglês) afirmou em uma declaração oficial nesta terça-feira que "está preocupada com o fato de que membros do poder público possam ser atraídos ao investimento em criptomoedas, como o bitcoin, devido à recente escalada nos seus preços".

    No entanto, reguladores financeiros estão preocupados com sua capacidade de regulamentar as moedas digitais que se apresentam como "tokens utilitários" em vez de um "ativo" de fato que poderia estar sob sua jurisdição.

    Uma corretora sul-coreana de criptomoedas declarou falência na terça-feira após ter sido hackeada pela segunda vez neste ano, destacando as preocupações com segurança enquanto aumentam as negociações de bitcoin e outras moedas virtuais.

    A corretora, chamada Youbit, anunciou em seu site na terça-feira que havia sido hackeada, o que causou um prejuízo no valor de 17% do total de seus ativos, e anunciou que todos os ativos em criptomoedas de seus consumidores serão desvalorizados para 75% de seu valor.

    Além disso, o Serviço de Supervisão Financeira da Coreia do Sul (FSS, na sigla em inglês) destacou nesta terça-feira a dificuldade de controlar estes tipos de investimentos.

    "Tudo o que podemos fazer é alertar as pessoas que não vemos as moedas virtuais como tipo de moeda de fato, o que significa que não podemo intensificar a regulamentação por enquanto, afirmou Choe Heung-sik, presidente da FSS, em uma entrevista coletiva.

    Fora dos reguladores, o número de detratores do bitcoin têm aumentado quase tão rapidamente quanto a sua base de fãs tem se espalhado. Um estudo realizado pelo Instituto de Liderança Executiva da Universidade de Yale com 87 líderes corporativos revelou que 88% acreditavam que o bitcoin é uma bolha "perigosa", prevendo que isso "não vai acabar bem", ao passo que 85% dos que responderam o estudo afirmaram que as criptomoedas são superestimadas e perigosas.

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    Coreia do Sul inspeciona seis bancos sobre serviços de moeda virtual oferecidos a clientes


    SEUL (Reuters) - As autoridades financeiras sul-coreanas disseram na segunda-feira que estão inspecionando seis bancos locais que oferecem contas em moeda virtual para instituições, em meio a preocupações com o uso crescente de tais ativos pode levar a um aumento da criminalidade.


    A inspeção conjunta da Comissão de Serviços Financeiros (FSC, na sigla em inglês) e do Serviço de Supervisão Financeira (FSS) verificará se os bancos estão respeitando regras de lavagem de dinheiro e usando nomes reais nas contas, disse o presidente do FSC, Choi Jong-ku, em uma conferência de imprensa.


    Os seis bancos citados pelo regulador forneceram contas em moeda virtual para clientes que lidam com criptomoedas, de acordo com o FSC. Os bancos são NH Bank, Industrial Bank of Korea, Shinhan Bank, Kookmin Bank, Woori Bank e Korea Development Bank.


    Choi disse que as inspeções visam dar orientação aos bancos e não são o resultado de qualquer suspeita de irregularidades.


    "A moeda virtual atualmente não pode funcionar como meio de pagamento e está sendo usada para fins ilegais, como lavagem de dinheiro, fraudes e operações fraudulentas de investidores", disse Choi.


    "Os efeitos colaterais têm sido graves, levando a problemas de hacking nas instituições que lidam com a criptomoedas e a um pico irracional na especulação."


    Um porta-voz do Woori Bank disse à Reuters que o banco estava preenchendo uma lista de verificação para a inspeção. O porta-voz disse que Woori deixou de fornecer serviços de contas virtuais no mês passado, pois os custos de usar um sistema de transação de nome real eram muito proibitivos.


    Os representantes do NH Bank e Shinhan Bank se recusaram a comentar, enquanto os outros três bancos não puderam ser imediatamente contactados para comentários.


    Choi disse que as autoridades também estão buscando maneiras de reduzir os riscos associados ao comércio de criptomoedas no país, o que poderia incluir a extinção de instituições que usam essas moedas.


    No mês passado, o governo disse que iria impor medidas adicionais para regular a especulação no comércio de moedas digitais no país, incluindo a proibição de contas de criptomoedas anônimas e uma nova legislação para permitir que os reguladores fechem bolsas de moedas virtuais, se necessário.

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