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Resultados de 61 a 65 de 65

Thread: Cinema:

  1. #61
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    David Harbour está diabólico em pôster do novo 'Hellboy'

    Aqueles que têm a imagem de David Harbour como o doce e corajoso detetive Hopper, de Stranger Things, podem ficar um pouco chocados com o físico e a imagem do ator após se transformar no icônico Hellboy.

    O novo filme do anti-herói terá como base o arco A Ascensão da Rainha de Sangue, nos quais o protagonista precisará enfrentar Nimue, vivida por Milla Jovovich (Resident Evil).

    Na trama, Nimue, conhecida como a Rainha de Sangue, era considerada uma das maiores bruxas britânicas a viver na era do Rei Arthur. Em uma relação com Merlin, ela aproveitou a afeição do feiticeiro para aprender alguns de seus feitiços e o aprisionou.

    Após a morte de Merlin, contudo, ela enlouqueceu e até as outras bruxas decidiram que seria melhor matá-la, para evitar tudo que a vilã pode fazer.

    Além do pôster, outras duas imagens já tinham dado uma prévia do visual do protagonista.


    Além de Harbour e Jovovich, o elenco ainda conta com nomes como Ian McShane (American Gods). A direção é assinada por Neil Marshall (Westworld, Constantine, Game of Thrones).

    Hellboy tem estreia marcada para o dia 12 de abril de 2019.

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  3. #62
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    Venon estréia no cinema

    Eddie Brock, personagem vivido peço ator indicado ao oscar Tom Hardy, é um jornalista investigativo, que tem um quadro próprio em uma emissora local. Um dia, ele é escalado para entrevistar Carlton Drake (Riz Ahmed), o criador da Fundação Vida, que tem investido bastante em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais para a humanidade. Após acessar um documento sigiloso enviado à sua namorada, a advogada Anne Weying (Michelle Williams), Brock descobre que Drake tem feito experimentos científicos em humanos.

    Ele resolve denunciar esta situação durante a entrevista, o que faz com que seja demitido. Seis meses depois, o ainda desempregado Brock é procurado pela dra. Dora Skirth (Jenny Slate) com uma denúncia: Drake estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos, muitos deles mortos como cobaias.

    Lá ele é infectado, e a criatura e o infectado se misturam, sem saber quem domina quem, segundo a critica o filme tem efeitos questionáveis e uma narrativa absolutamente esquemática.

    Melhor conferir naas telas e tirar suas própias conclusões!

  4. #63
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    Estreia de "Venom" arrecada US$80 mi nos EUA



    A história de super-heróis "Venom", com Tom Hardy no papel principal, arrecadou 80 milhões de dólares, superando as previsões iniciais.

    "Venom" quebrou o recorde de lançamento para o mês de outubro, superando os 55,8 milhões de dólares de "Gravidade". "Venom" e o aclamados pela crítica "Nasce uma Estrela" foram capazes de atrair espectadores bem além de seus públicos principais.

    As estreias levaram o valor total arrecadado no fim de semana a cerca de 174 milhões de dólares, ou 15 por cento acima da antiga melhor marca para o mês, de 151,5 milhões de dólares, em 2015, quando "Perdido em Marte", de Matt Damon, foi lançado, segundo a comScore.

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  6. #64
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    Nasce Uma Estrela - Estreia nas telas

    “Talento todos têm. A diferença está em quem tem algo a dizer”, explica Jackson Maine (Bradley Cooper) sobre o que define uma estrela. Ele enxerga esse algo mais em Ally (interpretada por Lady Gaga), uma cantora resignada ao espaço que tem para se apresentar em um bar de Drag Queens.

    A história de Nasce uma Estrela é clássica, não só por ser esse o quarto filme a contá-la (depois das versões anteriores de 1937, 1954 e 1976). É um conto de fadas. A fama assume o lugar da fantasia e o felizes para sempre é um momento, não a eternidade. Ally é a Cinderela e Jackson é tanto fada-madrinha como príncipe encantado.

    Na sua estreia como diretor, Bradley Cooper mantém essa estrutura, mas seu interesse está mais nas relações entre seus personagens - entre si ou com a música - do que nos percalços da fama. Isso garante ao novo Nasce Uma Estrela profundidade emocional ímpar, mas limita seu alcance pelas obrigações de uma história que já foi contada.

    Enquanto Ally ascende, Jackson decai, mas essa transição se torna desimportante. É no palco, durante as canções, ou nos diálogos íntimos, seja entre amantes, pais ou irmãos, que o filme se sobressai. A palavra, dita ou cantada, é a fundamental no longa, assim como a sua entrega. Gaga, Cooper, Sam Elliot (Bobby, o irmão mais velho de Jackson) e Andrew Dice Clay (Lorenzo, o pai de Allie) dominam cada nota, mesmo quando não cantam uma palavra em cena. Nasce Uma Estrela segue a cartilha musical dentro de um drama: os personagens se desenvolvem em pequenos momentos catárticos, seja no palco ou dentro de um carro.

    Cooper, ancorado pela direção de fotografia de Matthew Libatique, capta o apelo da performance pela perspectiva de quem está no palco e também do público. O filme não apenas diz que seus protagonistas são estrelas, mostra. A direção musical, somada ao alcance da voz de Gaga e o talento inesperado de Cooper como cantor, elevam essa constatação visual: o filme é um espetáculo de fato.

    A ascensão de Ally, contudo, é mais interessante do que seu sucesso. Conforme o longa segue as linhas estabelecidas pelos seus predecessores, Nasce uma Estrela perde a intensidade. Há um grande esforço para distanciar Gaga da sua personagem, mas quando a narrativa a transforma em diva pop, a versão ficcional se torna uma paródia da cantora. Se no primeiro e segundo atos a estrela de Ally brilha, no terceiro se torna questionável. Suas escolhas não parecem suas, mesmo quando ela diz que são. Do outro lado, a decadência de Jackson a torna ainda mais alheia ao que acontece ao seu redor.

    A nova versão de Nasce uma Estrela poderia ter se atualizado para além da inclusão de celulares e redes sociais, tornando a Estrela do título menos reativa. Ainda assim, a habilidade de Cooper para criar vínculos afetivos em tela, com seus personagens e com a música, torna o filme mais do que um remakeque tem para dizer vale a pena ser ouvido.

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  8. #65
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    O Primeiro Homem - Trajetória de Neil Armstrong

    Em O Primeiro Homem, Damien Chazelle toma o caminho oposto para narrar a chegada do homem à Lua. Pela ótica de Neil Armstrong, o filme observa calmamente a trajetória de oito anos até que o grande passo para a humanidade fosse dado.

    É uma abordagem sustentada tanto pelo protagonista - um homem de pouquíssimas palavras e expressões -, como pelas escolhas de Chazelle e do roteirista Josh Singer (baseado no livro de James R. Hansen). O diretor, Linus Sandgren dá preferência para luz natural e simula um documentário para fugir da idealização dos eventos - o ponto de vista é próximo, reproduzindo a percepção dos envolvidos. As situações registradas são pessoais e também burocráticas, o que acentua a noção de que a chegada à Lua foi um processo longo, difícil e, em boa parte do tempo, chato.

    Pode-se notar que é um momento cuja importância depende da longa preparação que o antecede para ser mais do que mero conceito. Chegar à Lua foi a realização de muito trabalho e sacrifício, não de algumas doses de heroísmo. O mais importante, é entender como um homem rompeu barreiras para todo um planeta e continuou a ser apenas humano.

    Essa relação está implícita na famosa frase de Armstrong - “Um pequeno passo para o homem, um grande passo para humanidade”. O feito coletivo é grandioso e histórico, mas sua realização depende de esforços individuais, tanto de astronautas e engenheiros, como das suas famílias.

    Mantendo o senso prático, o filme constrói uma base emocional sólida sem recorrer a clichês. Feito do roteiro, que evita discursos sentimentais fabricados, e do elenco. Se Ryan Gosling se encaixa perfeitamente no charme inexpressivo de Armstrong, Claire Foy dá força para a representação de Janet, sua esposa. Dramas cotidianos se misturam a conquista do espaço em plena Guerra Fria, reforçando as contradições de um homem corajoso o suficiente para realizar o impossível, mas incapaz de ter uma conversa franca com os filhos.

    O filme não pode ser uma biografia propriamente, mas não popde-se dizer que é pura ficção cientifica. Mas, o resultado, contudo, deixa uma marca tão duradoura quanto as pegadas de Armstrong e Aldrin, que permanecem até hoje na superfície lunar.

    Curioso para tirar as suas próprias conclusões, confira filme.

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