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Thread: Moda

  1. #21
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    Beyoncé vai dar ingressos 'vitalícios' em troca de hábitos ecológicos. Entenda!

    Name:  2924147-beyonce-esta-oferencendo-ingressos-vital-opengraph_1200-1.jpg
Views: 29
Size:  74.8 KBQueen B e seu marido, Jay-Z, são muito preocupados com o meio ambiente. Além de o casal ter a preocupação de seguir hábitos que fazem bem ao planeta, eles querem que seus 'súditos' sigam seus passos. Mãe de Blue Ivy e dos gêmeos Sir Carter e Rumi, Beyoncé compartilhou em suas redes sociais, nesta quinta (31), uma promoção na qual oferece ingressos para seus shows e de Jay-Z por 30 anos, desde que os fãs compartilhem o impacto de seus hábitos no meio ambiente. Saiba mais detalhes!

    O sonho de muita gente é assistir a um show da Beyoncé. Se for de graça, melhor ainda! Agora, imagina ter a chance de assistir aos shows da rainha do Beyhive e de seu maridão, Jay-Z, até o fim da vida, ou melhor, num intervalo de 30 anos? O casal divulgou em suas redes sociais uma promoção na qual oferece essas condições em troca dos participantes compartilharem suas pegadas ecológica através de uma espécie de quizz. Apesar de querer escutar todos os hinos ao vivo e ainda ter uma chance de ver a versão miniatura de Beyoncé, como ela mostrou outro dia nas redes sociais, Blue Ivy, e Rumi e Sir, a promoção é válida só para maiores de 18 anos e residentes dos Estado Unidos.

    A pegada ecológica é o impacto de seus hábitos no meio ambiente. Para reduzi-lo, o site da promoção divulga algumas premissas bem simples. A ideia é que a dieta do indivíduo tenha pelo menos uma refeição à base de plantas e que essa mudança acabe durando a vida toda. Beyoncé e Jay-Z já são adeptos desse hábito há algum tempo. Em dezembro de 2013, o casal estabeleceu um desafio de ser completamente vegano por 22 dias. A decisão teve motivos cabalísticos. "Os psiquiatras dizem que demora 21 dias para criar ou quebrar um hábito. No 22º dia, você terá encontrado seu caminho", contou o marido da texana. "Dá para chamar isso de uma limpeza espiritual e física", completou o rapper. Beyoncé, que sempre se mostra engajada na política, nos direito humanos, no feminismo e nas questões raciais, acabou se empolgando com o desafio e resolveu se juntar ao marido.

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  4. #22
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    Como usar a moda a seu favor?

    Para se vestir bem não é necessário ter um armário repleto de roupas ou aderir a qualquer tendência de moda. Pelo menos é isso o acredita a consultora de moda e estilista Mary de Sá. Ela explica que a grande dica para quem andar sempre linda sem precisar gastar muito é conhecer o próprio corpo. “É claro que ninguém precisa usar algo que não gosta só porque valoriza algum ponto do corpo. Mas existem truques muito simples que podem ajudar a ter roupas mais interessantes no armário”, segundo a estilista.

    Outra dica é ter peças coringas, que podem ser usadas em ocasiões diferentes. “Você pode um estilo mais elegante, mas usar uma camisa amarrada, por exemplo. Isso transforma a produção e permite que você use uma roupa mais fechada em uma festa ou balada”, acrescentou. Saber combinar as cores é outra informação importante e pode transformar a produção. “Vale pesquisar na internet e ver quais paletas ficam mais interessantes”, finalizou.

    Veja as cinco dicas abaixo:
    1 – Conheça o seu corpo e invista em peças que valorizam seus pontos fortes;
    2- Tenha peças coringas para várias ocasiões. Uma mesma saia pode ter uma proposta elegante ou ousada. Tudo depende da composição da blusa e outros acessórios;
    3- Saiba combinar as cores. Em caso de dúvidas, consulte paletas na internet. Isso ajuda muito!
    4- Tenha personalidade. Entenda que você não precisa usar tudo o que está na moda. Aposte nas peças que você realmente gosta e sabe que vai usar;
    5- Invista nos acessórios. Quando você tem peças coringas e que combinam entre si, basta investir nos acessórios para ter produções completamente diferentes!
    6-Invista em tecidos de qualidade, pois o barato sai caro, sem falar no caimento que fica muito melhor, além da duração, vai poder usar várias vezes, e, o dinheiro investido valerá a pena. Ao comprar uma peça questione, quantas vezes usará esta peça, se ela se adequa ao seu estilo, depois, moda é investimento, neste caso na sua imagem.

  5. #23
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    Karl Largerfeld morre aos 85 anos.

    Name:  Karl largerfeld.jpg
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Size:  37.4 KBO mundo da moda está de luto, o designer e diretor criativo da Chanel e um dos grandes responsáveis por reavivar a marca evitando sua falência Karl Lagerfeld faleceeu esta manhã em Paris.Vários famosos e personalidades ligadas a moda se manifestaram a respeito.

    O estilista alemão, conhecido por seus trajes, luvas e óculos pretos que constratavam com seus cabelos brancos, foi um icone mundial da moda, Lagerfeld era diretor artístico da maison Chanel desde 1983.

    Karl Otto Lagerfeld nasceu em Hamburgo, em 10 de setembro de 1933, apesar do próprio estilista já ter tentando mentir sua idade, dizendo que nascera em 1938. Além da Chanel, o estilista trabalhou para a italiana Fendi, dando um toque inconfundível à marca, e criou sua própria grife, que leva seu nome.

    Discípulo de Pierre Balmain, de quem foi estagiário no começo da carreira, e conhecido como "Kaiser" no mundo da moda, ele era considerado o último grande costureiro dos tempos da haute couture ainda na ativa. Largerfeld além do seu talento ímpar, também era conhecido pelo seu humor, ácido e declarações polêmicas.

    A perda de Karl Lagerfeld marca o fim de uma era. Ele era um dos últimos grandes criadores da velha guarda, dos grandes nomes da moda que fizeram acontecer o estilo do século 20, como Saint Laurent, Chanel e Dior. Aos 85 anos, ele conseguia se manter criativo, soube acompanhar seu tempo e ir se atualizando. Manteve-se no topo na longuíssima trajetória que teve.

  6. #24
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    Gucci apresenta desfile mascarado em abertura da Fashion Week de Milão

    Máscaras de todas as cores, formas e tamanhos dominaram a passarela da Gucci nesta quarta-feira, à medida que a marca de luxo italiana deu início à etapa de Milão da temporada de desfiles de outono-inverno com um show eclético, rico em estampas, cores e acessórios de cabeça.

    Sob um caleidoscópio de luzes e cercadas de espelhos, o diretor de criação da Gucci, Alessandro Michele, enviou modelos exibindo peças de cabeça compostas por máscaras cobrindo parcialmente ou totalmente os seus rostos, por vezes com spikes, longos brincos, se assemelhando a elfos, mas também com peças de bronze intricadamente esculpidas.

    Notas da apresentação continham os dizeres “a máscara como um corte entre o visível e o invisível” e convidados receberam uma dica do que esperar com um convite de papel machê no formato de uma máscara de Hermafrodito.

    A coleção de Alessandro Michele contou com um mix de blusas estampadas, algumas com laços, vestidos curtos brilhosos, malhas coloridas e bordadas jaquetas de lã, vestidas ora com colarinhos com spikes ou com longas peças semelhantes a cordões, assim como com punhos de pelo ou cachecóis jogados sobre um ombro.

    Coloridas estampas decoravam diversos modelos, algumas blusas eram brilhosas e plissadas, em um estilo reminiscente da moda disco dos anos 1970, e laços eram por vezes vistos ao redor de tornozelos ou em ternos femininos, que apareceram em formas largas, com coletes ou gravatas para mulheres.

  7. #25
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    Alexandra Moura encerram Fashion Week de Milão- Feras Fantásticas

    Name:  LYNXNPEF1O1AG_L.jpg
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Size:  43.8 KBFeras fantásticas dominaram o desfile de Alexandra Moura nesta segunda-feira, quando a estilista portuguesa encerrou a Fashion Week de Milão com uma coleção de estampas conflitantes e tecidos sobrepostos.

    Para as linhas masculinas e femininas do outono/inverno 2019, a designer nascida em Lisboa se inspirou na ceramista portuguesa Rosa Ramalho, que conquistou a fama aos 68 anos com suas figuras de criaturas surrealistas.

    As modelos, cuja maquiagem também lembrou o trabalho de Rosa com seus círculos largos ao redor dos olhos e dentes desenhados nos rostos, usaram jaquetas, capas e vestidos com estampas conflitantes –normalmente xadrez e listras– e muitas camadas, às vezes incluindo dois pares de meias.

    Macacões com capuz apareceram como se estivessem envoltos no pescoço e sobre jaquetas acolchoadas, que muitas vezes tinham uma manga pendendo do lado.

    As pregas vieram em vestidos e barras de saias, além de macacões. Alexandra também ofereceu camisetas e blusas de moletom com figuras de feras.

    A coleção usou sobretudo cores escuras de inverno –azul-marinho, vinho tinto e mostarda–, mas havia toques de prata brilhante em golas, leggings, um vestido, um lenço de cabeça, uma capa pregueada e luvas.

    Os calçados consistiam de tênis e botas de alpinista.

    Para os homens, as jaquetas acolchoadas se transformaram em jaquetas com grandes bolsos frontais. As peças também tinham estampas conflitantes nas mangas e nas pernas das calças.

    As palavras "não é nenhum sonho", escritas em português, surgiram pintadas em alguns dos trajes.

    A Fashion Week de Milão, na qual grifes de peso como Giorgio Armani, Prada, Gucci e Versace apresentaram suas coleções, é a terceira etapa do calendário de um mês de desfiles que começou em Nova York e seguiu para Londres.

    A Fashion Week de Paris, a última parada da temporada de moda feminina do outono/inverno 2019, começa ainda nesta segunda-feira.

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    Issey Miyake leva caleidoscópio de cores a ginásio escolar na Semana de Moda de Paris

    Issey Miyake é uma designer de moda japonesa. Ele é conhecido por seus designs, exposições e fragrâncias voltadas para a tecnologia, como L'eau d'Issey, que se tornou seu produto mais conhecido. Nesta sexta-feira (01/03/2019) o estilista Yoshiyuki Miyamae transformou um ginásio escolar em uma passarela para a Semana de Moda de Paris nesta sexta-feira, apresentando uma coleção feminina de inverno em um caleidoscópio de cores.

    Miyamae colocou modelos para desfilarem com uma paleta predominantemente escura de capas, jaquetas e vestidos cinzas e pretos, às vezes estampados, antes de criações em verde maçã, roxo, amarelo e água-marinha irromperem na passarela.

    O programa do desfile disse que as peças foram feitas com um novo tecido estampado de resina chamado “Blink”, concebido para lembrar um padrão de cores semelhante ao de um caleidoscópio. Segundo o estilista, uma das características deste novo tecido é que ele começa de algo bidimensional, mas depois, quando alguém o veste, algo de estilo 3D aparece nas roupas, então, ele começa a se mexer e mudar de forma de acordo com o movimento ou as formas corporais da pessoa.

    As estampas surgiram em padrões abstratos com formas geométricas e redemoinhos, o que Miyamae disse ter sido inspirado por sensações do cotidiano.

    Um tecido moldável “Dough Dough”, que pode ser moldado e estilizado pelo usuário, apareceu em uma versão mais suave e similar à lã na coleção. Será que cairá no gosto popular?

    Veja foto abaixo:

    Name:  moda.png
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    Moda e a economia criativa

    O que é economia criativa? E o que a moda tem a ver com isso?

    Para quem não sabe, economia criativa é o conjunto de negócios baseados no capital intelectual e cultural e na criatividade que gera valor econômico. O conceito de Economia Criativa é relativamente novo, portanto, não há uma definição “pronta” e única sobre o termo. O que podemos afirmar é que a ideia da Economia Criativa, como o próprio nome diz, é unir economia com criatividade, possuindo como matéria-prima o capital intelectual, isto é, carregado por valores simbólicos.

    Assim, de um lado temos a Economia, que diz respeito à ciência que regula a produção, a distribuição e o consumo de bens e serviços. E, de outro lado, temos a criatividade, que significa ser capaz de criar algo novo ou transformar algo que já existe.

    A indústria criativa estimula a geração de renda, cria empregos e produz receitas de exportação, enquanto promove a diversidade cultural e o desenvolvimento humano.

    A Economia Criativa abrange os ciclos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que usam criatividade, cultura e capital intelectual como insumos.

    De acordo com um estudo feito, sobre o mapeamento da indústria criativa do Brasil, moda, arquitetura e design representa 82.8% do trabalho criativo do Brasil. A moda, em especial, é um dos setores principais da economia criativa, pois gera empregos formais e informais, em vários setores deste segmento. Em um estudo feito a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que vem mapeando a indústria criativa desde 2008, a indústria criativa pode superar 18% do PIB do país.

    O pesquisador e especialista na área, John Howkins aborda esse tema em seu livro publicado em 2001, "The Creative Economy - Howe Peopole Can Make Money From Ideas" foi o primeiro a usar o termo. As pessoas podem ganhar dinheiro a partir de ideias, projetos e conceitos inovadores.

    Vivemos em uma era em que a criatividade, se usada de forma sustentável e inovadora, pode nos levar a patamares jamais vistos.

    No Brasil, um passo importante, ocorreu por meio do Decreto nº 7.743 do ano de 2012, que criou a Secretaria da Economia Criativa, vinculada ao Ministério da Cultura (esta secretaria foi desfeita e atualmente os assuntos referentes sobre a Economia Criativa foram realocados para a Secretaria de Educação e Formação Artística e Cultural). Além disso, nesse mesmo ano criou-se o Observatório de Economia Criativa (OBEC) um local de pesquisas e difusão de dados sobre a economia criativa brasileira.

    A partir de todo esse debate, no ano de 2011 foi formulado o Plano da Secretaria de Economia Criativa, uma maneira de direcionar as ações que serão estabelecidas na área e utiliza como base os mesmos setores criativos definidos pela UNCTAD, como ilustrado na figura anterior. O objetivo do Plano é implementar políticas públicas transversais, de forma articulada com outros ministérios, como o Ministério de Ciência e Tecnologia, Ministério das Comunicações, Ministério das Cidades, Ministério do Trabalho, dentre outros. Por abranger diversas áreas, ainda há discordâncias sobre qual seria o ministério mais adequado para estar à frente da Economia Criativa, já que não se refere apenas à área artística e cultural.

    Em relação aos empregos em economia criativa, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), os bens e serviços culturais participam aproximadamente 7% do PIB mundial, e há expectativas de crescimentos anual entre 10% e 20%.

    O número de pessoas envolvidas e com ocupações formais e informais vem crescendo, contudo a participação da Economia criativa no PIB do país ainda é baixa, quando se compara com outros países, o orçamento direcionado para este setor ainda é baixo, não basta estabelecer diretrizes e ações no âmbito das políticas públicas se a fase de implementação não é alcançada, situação que depende das escolhas e prioridades políticas e do momento econômico, mas também da participação e acompanhamento da sociedade.

    Em suma, economia criativa é uma forma de criar um produto ou serviço, sempre com um valor simbólico embutido, servindo como ferramenta para desenvolvimento econômico e social.

    É possível informar-se mais sobre o tema no texto "Panorama da Economia Criativa no Brasil" disponível no Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, disponível para download : http://www.ipea.gov.br/portal/images...Ds/td_1880.pdf

    Para saber mais sobre o mapeamento da industria criativa no Brasil acesse: http://www.firjan.org.br/industriacriativa/

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  13. #28
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    "Blackface" Gucci - o politicamente correto na moda.

    A marca de luxo italiana Gucci vinha sendo acusada de racismo desde o lançamento de uma blusa de gola alta reproduzindo uma grande boca vermelha. Diante das críticas, a grife decidiu retirar a peça polêmica de suas lojas e se desculpou nas redes sociais.

    Quando a marca Gucci teve a ideia de lançar em sua coleção deste inverno (no hemisfério norte) uma blusa preta decorada com uma fenda vermelha em sua gola alta, não imaginava que esse detalhe iria causar tanta polêmica. Ao ser desenrolada, a gola em questão cobre uma parte do rosto, deixando apenas a boca aparente através da fenda, reproduzindo um efeito de lábios carnudos que suscitou reações imediatas nas redes sociais. Os internautas viram no suéter uma referência ao chamado “blackface”, uma representação caricatural e racista dos negros. Um pouco exagerado!

    Mas, segundo a grife, o sueter “se inspirava em máscaras de esqui vintage”. Mas após receber várias criticas, a direção preferiu não perder tempo com explicações e decidiu agir rapidamente. No twitter, a grife pediu desculpas pela ofensa causada pelo suéter, e assegurou que o produto seria (e foi de fato) retirado imediatamente de todas as lojas e do site online da grife.

    Desde a chegada do diretor artístico Alessandro Michele em 2015, a Gucci, que pertence ao grupo de luxo Kering (dona de marcas como Saint Laurent, Balenciaga ou Alexander Mcqueen), investe em uma moda chamada por uns de neobarroca, com peças repletas de estampas, bordados, xadrezes e listras, além de uma boa dose de ironia, e, muito dessa iconografia faz referência a cultura africana. A fórmula tem dado certo, visto que parte do sucesso da Gucci vem da mobilização dos millenials nas redes sociais, que aderem ao estilo carregado da grife e compartilham as fotos produzidas pela marca.

    Essas novas caracteristicas da Gucci ajuda a construir uma nova reputação da marca, mas também levou rapidamente a polêmica, como no caso da blusa que faria referência ao "blackface".

    Em tempos de polêmica, e militarismo, ou até eterna vigilância do politicamente correto, será que a moda ficará sob liberdade vigiada,e estilistas deverão ser cada vez mais cuidadosos em suas fontes de inspirações? morte a criatividade, ou inovar com mais consciência?

    Name:  blackface.jpg
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    Last edited by Yala Balduin; 04-12-2019 at 06:18 PM.

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    SPFW - Qual a sua Utopia? Um novo conceito na moda.

    O SPWF - Semana de moda em São Paulo que acontece entre os dias 22 e 24 de abril, está com uma nova cara, um novo conceito do que é moda, o consumo sem propósito não é mais o foco, o foco agora é consumir de forma sustentável. A SPFW se apoia em novos nomes. Apensas quatro marcas - Bobstore, Lenny Niemeyer, PatBo e Cavalera voltam ao evento, a maioria das marcas são desconhecidas, sem cadeias gigantes de lojas , e algumas, só no varejo online "Hyppie varejo"

    As marcas precisam se adequar aos novos tempos, além de não utilizarem trabalho escravo, a forma como as peças são feitas, o impacto que irá causar no meio ambiente, e adequação aos novos gêneros "moda gender", a moda que se adequa a qualquer corpo sem forçar as ideias de padrão, são as novas preocupações, pois a novas gerações são mais exigentes, e se questionam quanto a origem do que está usando. Discussão central é "Qual a sua Utopia?"

    Marcas como, Haight, Neriage, Flávia Aranha, Another Place e Ocksa -, que reforçam o espaço de um novo empreendedorismo na moda brasileira. Comunicação digital e vendas online, inclusão, diversidade, sustentabilidade dão propósito para uma era de consumo mais consciente e público engajado.

    O público vai ativar o ambiente do evento ao abraçar a ideia do coletivo. Respostas à pergunta tema, quando compartilhadas nas redes sociais usando #MinhaUtopiaHoje, poderão ser projetadas em grandes telas, assinadas pelo Santander, que envolvem a “praça” do SPFW N47, construindo um mosaico coletivo de utopias.

    É neste ambiente que os convidados também poderão acompanhar a transmissão dos desfiles do calendário. Serão 36 marcas lançando suas coleções na temporada, incluindo os desfiles do Projeto Estufa. A temporada traz ainda o desfile da marca Borana pelo Projeto Top5, iniciativa conjunta do Instituto Nacional de Moda e Design e Sebrae para aceleração de pequenos negócios.

    Um conceito novo e criativo que dá abertura a marcas menos conhecidas e a novos rostos é a aposta da SPFW. E você qual a sua Utopia?

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    Fashion Revolution Week - Transparência e respeito ao planeta

    A partir de segunda 22 de abril começou a "Fashion Revolution Week", organizada pela GoParity, “uma plataforma de investimento em projetos de energia sustentável que promove o alargamento do acesso a oportunidades e da partilha dos benefícios gerados.” A semana de sensibilização para o verdadeiro custo da roupa já começou, tendo em vista um futuro mais sustentável, é assinalada a partir desta segunda-feira com várias atividades, em mais de 100 países, Portugal incluído. Entre segunda e domingo decorrem mais de mil iniciativas, em mais de cem países em todo o mundo, em nome de “uma indústria de moda mais justa, segura e transparente”, de acordo com informação disponível no site oficial do movimento Fashion Revolution.

    Válido notar que comentamos sobre a SPFW em São Paulo, que segue basicamente o mesmo conceito, dando voz a novos talentos e novas interpretações da moda, que deve respeitar o planeta, e as pessoas, ser totalmente consciente e contra o trabalho escravo e infantil.

    A FRP foi criada pela associação britânica sem fins lucrativos Fashion Revolution, fundada após o colapso, em abril 2013, do complexo têxtil Rana Plaza, situado em Dacca, em Bangladesh, no qual morreram 1.100 trabalhadores. O Rana Plaza era um edifício com nove andares que albergava diversas unidades de confecções, onde eram fabricadas peças para várias marcas de moda, como a Benetton, a Primark ou a Mango.

    A industria da moda está se adequando, e ao que parece estamos caminhando para um consumo mais consciente e menos desenfreado, para alguns , pelo menos.

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