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Thread: Notícias mundiais

  1. #201
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    O recuo de Macron

    https://www.cartacapital.com.br/inte...99f5.jpegApós enorme pressão das ruas, o governo da França cancelou definitivamente o plano de aumentar os impostos sobre os combustíveis a partir de 1º de janeiro de 2019 e pediu calma à população.

    O ministro francês do meio ambiente, François de Rugy, afirmou à emissora de notícias BMF TV que o aumento, estopim das manifestações em todo o país nas últimas semanas, foi "descartado para o ano de 2019". O gabinete do presidente Emmanuel Macron alertou contra a violência no próximo dia nacional de protestos, marcado para o sábado.

    "O momento que atravessamos não é sobre oposição política, é sim, sobre a República", disse o porta-voz do governo Benjamin Griveaux, após uma reunião com Macron e seu gabinete. Segundo afirmou, o presidente pediu aos integrantes de seu governo que façam "um apelo claro e explícito por calma", enquanto as manifestações entram em sua quarta semana.

    Após a reunião, os ministros concederam diversas entrevistas a emissoras de rádio e televisão para explicar a decisão do governo. A ministra do Trabalho, Muriel Penicaud, alertou que gerar o caos "nada fará para resolver os problemas". O ministro do Interior, Christopher Castaner, pediu aos manifestantes "responsáveis" que não participem dos protestos em Paris. Ainda assim, ele ordenou um reforço policial, temendo novos atos de violência.

    Em discurso ao Parlamento, o primeiro-ministro Édouard Philippe afirmou que "o que está em risco é a segurança do povo francês e das instituições" e fez um "apelo por responsabilidade".

    O orçamento do governo para 2019 poderá ser negociado também durante o próximo ano, mas é improvável que Macron volte a sugerir o aumento das tarifas sobre os combustíveis, levando-se em conta a dimensão dos protestos.

    Considerados os mais violentos em décadas em Paris, os protestos começaram no dia 17 de novembro, com motoristas irritados com um aumento dos impostos, e ganharam dimensões maiores, passando a incorporar queixas sobre o que seria um descaso de Macron para com os problemas das pessoas comuns e sobre suas políticas, que, segundo os manifestantes, beneficiam apenas os mais ricos.

    Os chamados protestos dos "coletes amarelos" também denunciam aumentos nos gastos domésticos gerado pelo imposto sobre o diesel, que Macron justifica como necessário para o combate ao aquecimento global e proteção do meio ambiente. O nome pelo qual as manifestações ficaram conhecidas se refere ao colete fluorescente de sinalização que os motoristas possuem em seus veículos.

    As ações dos coletes amarelos se tornaram mais violentas na última semana, com cerca de 200 carros queimados nas ruas e lojas saqueadas. O famoso Arco do Triunfo na avenida Champs-Élysées foi pichado com frases antigoverno. Os manifestantes comemoraram a decisão do governo, embora alguns afirmem que veio tarde demais e que não será suficiente para apaziguar a revolta contra o presidente, que, na opinião de muitos, ignora os problemas das pessoas comuns.

    Macron, cujos índices de aprovação caíram para 23%, ainda não se pronunciou publicamente sobre a situação desde que retornou da cúpula do G20 na Argentina, no domingo passado. Seu gabinete afirmou que ele manterá a decisão de remover o chamado "imposto sobre as fortunas" que atinge a população de renda mais alta, uma das medidas que mais revoltam os manifestantes.

    Segundo pesquisas, em torno de 72% da população apoia o movimento dos coletes amarelos, percentual que se manteve alto mesmo depois dos atos de violência no ultimo sábado e da decisão do governo de voltar atrás no aumento dos impostos.

    Os protestos continuaram. Os coletes amarelos também tomaram algumas praças de pedágio, permitindo a passagem livre dos motoristas. A polícia conseguiu retomar o controle sobre a maioria dos depósitos de combustíveis que foram bloqueados pelos manifestantes no início da semana, mas a falta de abastecimento ainda afeta centenas de postos de serviço.

    Além das manifestações dos coletes amarelos, a França ainda enfrenta ameaças de protestos de agricultores e de greves de caminhoneiros. Estudantes ocuparam dezenas de escolas pelo país, protestando contra reformas que dificultam o acesso às universidades.
    Last edited by Martha Santos; 12-07-2018 at 03:34 PM.

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    "Foi uma honra", diz Merkel ao se despedir da liderança de partido

    A chanceler alemã, Angela Merkel, se despediu nesta sexta-feira do cargo de líder da União Democrata-Cristã (CDU) com um discurso emotivo, à medida que o partido conservador se reúne para escolher um sucessor que terá grandes chances de também substituí-la na liderança do país.

    Os principais candidatos são Annegret Kramp-Karrenbauer, aliada de Merkel e vista como a opção da continuidade, e Friedrich Merz, adversário da chanceler que tem questionado a garantia de asilo concedida pela chanceler e que acredita que a Alemanha, maior economia da Europa, deveria contribuir mais para a União Europeia.

    Em outubro, Merkel anunciou que renunciaria como líder do partido, mas permaneceria no cargo de chanceler, em um esforço para administrar sua saída após uma série de crises desde 2015, quando tomou a polêmica decisão de manter as fronteiras da Alemanha abertas para refugiados fugindo de guerras no Oriente Médio.

    Nesta sexta-feira, durante congresso da CDU em Hamburgo, Merkel expressou gratidão pela oportunidade de liderar o partido por 18 anos, 13 deles como chanceler, durante os quais dominou a política europeia e se consolidou como a principal gestora de crises da região.

    Merz, de 63 anos, que perdeu uma disputa política para Merkel em 2002 e está voltando para a política após uma década no setor empresarial, é apoiado por membros da CDU que estão insatisfeitos com Merkel. Nesta semana, Merz ganhou apoio do veterano do partido e ex-ministro de Finanças Wolfgang Schaeuble.

    O novo líder da CDU será escolhido por 1.001 delegados que votarão durante congresso do partido em Hamburgo. O vencedor provavelmente representará a legenda na próxima eleição federal, marcada para outubro de 2021.

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