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Thread: Notícias mundiais

  1. #11
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    ONU pede que EUA encontrem alternativas à detenção de crianças imigrantes

    O escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu ao governo Trump nesta sexta-feira que reformule suas políticas imigratórias e encontre alternativas às detenções, dizendo que crianças nunca deveriam ser mantidas sob custódia, mesmo sem seus pais.

    Os Estados Unidos vêm sendo alvo de críticas duras por separarem mais de 2.300 crianças de suas famílias para processar seus pais por cruzarem a fronteira ilegalmente.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, recuou na quarta-feira, assinando um decreto para manter as famílias juntas em detenção no decorrer dos procedimentos de imigração.

    "Embora reconheçamos a decisão do governo dos EUA de não continuar separando crianças de seus pais, entendemos que a prática agora será deter as crianças com seus pais", disse a porta-voz de direitos humanos da ONU, Ravina Shamdasani, em um boletim à imprensa em Genebra.

    "Dissemos várias vezes que as crianças nunca deveriam ser detidas por causa de seu status imigratório ou o de seus pais. Nunca é do interesse das crianças ser detidas", acrescentou.

    Vídeos de crianças sentadas em "jaulas" e uma gravação de áudio de crianças chorando provocaram indignação mundial.

    Washington precisa reformular suas políticas imigratórias e proporcionar soluções baseadas na comunidade e outras alternativas às detenções, algo garantido pelos direitos dos imigrantes, alegou Ravina.

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    Greve contra Macri paralisa Argentina; bancos e exportações são afetados

    Uma greve geral em protesto contra as políticas econômicas do presidente da Argentina, Mauricio Macri, paralisou o país nesta segunda-feira, afetando importantes atividades como a exportação de grãos e o sistema bancário.

    A Confederação Geral do Trabalho (CGT), a principal central sindical da Argentina, convocou a greve de 24 horas junto com outros importantes grupos para protestar contra os ajustes na economia realizados pelo governo e pedir aumentos salariais em linha com a elevada inflação esperada para este ano.

    Geralmente bastante engarrafadas, as ruas de Buenos Aires tinham trânsito leve nesta segunda-feira, devido à ausência do transporte público.

    Na região de Rosário, onde se encontra o maior pólo agroexportador da Argentina, os embarques de grãos foram paralisados pela greve de trabalhadores do porto e de funcionários da alfândega.

    "Não conseguimos exportar nada. Infelizmente, estará paralisado o dia todo", disse Guillermo Wade, gerente da Câmara de Atividades Portuárias e Marítimas (CAPyM).

    Embora os mercados financeiros estejam funcionando, espera-se um dia com pouca atividade porque os trabalhadores bancários também aderiram à paralisação.

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  6. #13
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    Artista de rua Banksy pinta murais sobre a imigração em Paris

    Banksy aproveitou paredes de Paris para pintar murais sobre a imigração – um ato político do grafiteiro esquivo, realizado no momento em que governos se desentendem sobre a maneira de tratar as pessoas que fogem para a Europa.

    Acredita-se que as obras começaram a aparecer já na última quarta-feira, designada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Mundial do Refugiado, e algumas já foram vandalizadas.

    Um mural em uma rua do norte de Paris onde imigrantes dormem ao relento mostra uma menina negra pichando o desenho de um papel de parede rosa sobre uma suástica. Mais tarde a imagem foi adulterada para fazer parecer que ela desenha o próprio símbolo nazista.

    Outros trazem marcas registradas do artista britânico, como uma ratazana familiar em outras obras suas, neste caso voando pelo ar em uma rolha de uma garrafa de champanhe.

    Um agente de relações públicas que trabalhou com Banksy anteriormente não respondeu a pedidos de comentário.

    Banksy, cuja identidade real é desconhecida, é famoso por seus grafites em ambientes externos, inclusive na barreira de Israel na Cisjordânia e na Disneylândia, onde pintou uma figura em tamanho real de um detido da Baía de Guantánamo.

    As obras de Banksy, outrora um grafiteiro de pouco renome da cidade inglesa de Bristol, vêm se tornando cada vez mais valiosas. As autoridades francesas colocaram uma capa de proteção sobre sua pintura de Steve Jobs, fundador da Apple, como um refugiado em um campo de imigrantes de Calais em 2015.

  7. #14
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    Pesquisa revela os 10 países mais perigosos do mundo para as mulheres

    A Índia foi apontada como o país mais perigoso do mundo para as mulheres em uma pesquisa com especialistas internacionais divulgada nesta terça-feira.

    O levantamento da Thomson Reuters Foundation com cerca de 550 especialistas em temas femininos colocou Afeganistão e Síria em segundo e terceiro lugares, com Somália e Arábia Saudita a seguir.

    A pesquisa foi uma repetição de um estudo semelhante feito em 2011, que listou os países mais perigosos para as mulheres à época como Afeganistão, República Democrática do Congo, Paquistão, Índia e Somália.

    A pesquisa indagou quais cinco dos 193 países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) são os mais perigosos para as mulheres nos quesitos sistema de saúde, recursos econômicos, práticas tradicionais, abuso sexual e não sexual e tráfico humano.

    Veja a seguir a lista dos 10 países mais perigosos para as mulheres segundo a sondagem feita entre 26 de março e 4 de maio.

    1. ÍNDIA – Lidera a lista, uma vez que o nível de violência contra as mulheres ainda é alto mais de cinco anos depois de o estupro e assassinato de uma estudante em um ônibus em Nova Délhi ter provocado uma revolta nacional e o governo prometer lidar com o assunto.

    2. AFEGANISTÃO – Especialistas dizem que as mulheres ainda enfrentam problemas graves 17 anos após a deposição do Taliban.

    3. SÍRIA – Depois de sete anos de guerra civil, é visto como o segundo país mais perigoso para as mulheres em termos de acesso ao sistema de saúde e de violência não sexual, o que inclui violência relacionada a conflitos e abusos domésticos.

    4. SOMÁLIA – Mergulhada em conflitos desde 1991 e listada como o terceiro país mais perigoso para as mulheres em termos de acesso ao sistema de saúde e por colocá-las em risco de práticas tradicionais e culturais prejudiciais.

    5. ARÁBIA SAUDITA – Em quinto no geral, o reino conservador foi considerado o segundo país mais perigoso em termos de acesso econômico e discriminação, inclusive no ambiente de trabalho e em termos de direitos de propriedade.

    6. PAQUISTÃO – O sexto mais perigoso e o quarto pior em termos de recursos econômicos e discriminação, além do risco advindo de práticas tradicionais, culturais e religiosas.

    7. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO – A ONU alertou que milhões de pessoas enfrentam "condições de vida infernais" depois de anos de violência entre facções e ausência da lei.

    8. IÊMEN – Oitavo da lista devido às deficiências no acesso ao sistema de saúde, recursos econômicos, risco de práticas tradicionais e culturais e violência não-sexual.

    9. NIGÉRIA – Grupos de direitos humanos acusam os militares do país de torturarem, estuprarem e matarem civis durante o confronto de nove anos contra militantes do Boko Haram.

    10. ESTADOS UNIDOS – A única nação ocidental entre as 10 compartilha a terceira posição com a Síria no quesito dos riscos que as mulheres enfrentam em termos de violência sexual, incluindo estupro, assédio, coerção e falta de acesso à justiça em casos de estupro.

    Fonte:Reuters

  8. #15
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    Deportados após decreto de Trump, cidadãos da América Central lamentam perda de filho

    Antes de deportá-lo algemado na semana passada, agentes de imigração dos Estados Unidos devolveram ao postulante a asilo hondurenho Melvin García seus poucos objetos pessoais e uma pequena carteira azul pertencente à sua filha de 12 anos, Daylin, que ficou detida no país.

    Sem saber quando voltará a vê-la depois de ser expulso dos EUA com uma ordem de deportação, García, de 37 anos, engrossa um número incerto de pais mandados para casa pelo governo Trump sem os filhos.

    Frustrado por ver imigrantes e postulantes a asilo da América Central serem soltos com frequência para aguardar audiências judiciais, o presidente Donald Trump implantou uma política de "tolerância zero" em abril para processar todos os adultos que cruzem a fronteira EUA-México ilegalmente, inclusive aqueles viajando com crianças –o que aumentou dramaticamente a quantidade de famílias separadas na divisa.

    Horas depois de voltar a Honduras sozinho no dia 21 de junho, García se recolheu a um barraco de concreto em um setor da cidade de Choloma controlado pela Barrio 18, uma de duas gangues cujas ameaças de morte ele disse terem causado sua fuga com Daylin em março.

    Torturado pela ideia de que pode passar anos sem vê-la, García, todas as vezes que relembrava sua busca desesperada por Daylin na detenção dos EUA ele irrompia em lágrimas.

    Trump voltou atrás na semana passada, ordenando o fim das separações familiares, mas o governo ainda tinha 2.047 crianças em custódia até terça-feira, disse o secretário de Saúde e de Serviços Humanos, Alex Azar, a um comitê do Senado norte-americano, acrescentando que reuni-las com os pais será difícil.

    Na noite de terça-feira um juiz federal determinou que o governo deve reaproximar as famílias que foram separadas depois de entrarem no país, mas advogados de imigração alertaram que a situação é tremendamente complicada para os pais que foram enviados de volta para casa sem os filhos.

    "Não existe uma estrutura em funcionamento, nenhuma estrutura legal em funcionamento para realmente reunificar os pais que já foram deportados", disse Jenna Gilbert, advogada que administra a filial de Los Angeles da organização de direitos legais Human Rights First.

    Na semana passada a Reuters rastreou ao menos seis imigrantes da América Central que haviam sido deportados e cujos filhos continuavam em abrigos nos EUA ou, como no caso da filha de Garcia, sob custódia de cuidadores.

    A ordem de deportação de Garcia, vista pela Reuters, não diz por quanto tempo ele está proibido de voltar aos EUA, mas o Departamento de Justiça norte-americano disse que pessoas deportadas em tais casos normalmente são impedidas de voltar por cinco anos ou mais.

  9. #16
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    Agências da ONU recebem com cautela acordo da UE sobre imigração

    Agências da ONU receberam com cautela, nesta sexta-feira, um acordo sobre imigração alcançado por líderes da União Europeia, pedindo que os Estados-membros do bloco compartilhem a responsabilidade e ajudem países mais vulneráveis como a Itália.

    "Nós vamos acolher qualquer resultado que leve a uma abordagem mais colaborativa e harmônica ao asilo, e que também tenha em seu centro e como prioridade salvar vidas no mar", disse Charlie Yaxley, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), em coletiva de imprensa em Genebra.

    Leonard Doyle, da Organização Internacional para Migração da ONU, disse que "qualquer solução precisa ser uma solução europeia".

    "Não estamos falando sobre centros de processamento externos, esse é o ponto-chave... Esses centros precisam ser na Europa", disse, acrescentando que pontos de desembarque não devem ser localizados na Líbia devido à insegurança.

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    Chanel reproduz margem do Sena na passarela em homenagem a Paris

    Modelos desfilaram por pontos turísticos de Paris, incluindo as barracas verdes que vendem livros ao longo do rio Sena, em um desfile da Chanel nesta terça-feira em que a marca de luxo reproduziu parte da capital francesa para apresentar sua mais recente coleção de alta costura.

    A casa de moda, conhecida por suas passarelas extravagantes e inovadoras, apresentou seus modelos de inverno em frente a uma imponente recriação do prédio neoclássico do Instituto da França, localizado na beira do rio.

    As primeiras roupas incluíram uma série de conjuntos em tweed --um clássico da Chanel recriado para todas as coleções pelo estilista octogenário Karl Lagerfeld- em tons de cinza, evocando o estilo parisiense dos anos 1940.

    Nessa coleção, as jaquetas e saias retas foram marcadas com fendas. Outros destaques incluíram vestidos de festa mais ousados, com brilho metálico e estilo roqueiro.

    A semana de alta costura de Paris vai até o dia 5 de julho.

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    Marketlady (07-03-2018)

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    Centros no Mediterrâneo solucionarão problema da imigração para a UE?

    Name:  crise europeia.jpg
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Size:  50.6 KBA crise de refugiados na Europa é uma crítica situação humanitária vivida pelas centenas de milhares de refugiados, oriundos majoritariamente da África , Oriente Médio e da Ásia (em menor proporção), que buscam chegar na Europa Ocidental, devido a problemas políticos e guerras em suas nações de origem.

    Esse fluxo migratório atingiu níveis críticos ao longo de 2015, com um aumento substancial de imigrantes que tentam entrar na Europa e solicitar asilo, fugindo de seus países, devido à guerras, conflitos, fome, intolerância religiosa, terríveis mudanças climáticas, violações de direitos humanos, desesperança e outros, e somando-se a tudo isso, uma ação massiva de intimidação, violência e opressão executadas por grupos que controlam o tráfico ilegal e exploram esses migrantes totalmente vulneráveis.

    A crise surgiu em consequência do crescente número de migrantes irregulares que buscam chegar aos estados membros da União Europeia, através de perigosas travessias no Mar Mediterrâneo e pelos Bálcãs, procedentes da África, Oriente Médio e Ásia do Sul.
    Certamente está é a maior onda migratória e consequente crise humanitária enfrentada pela Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo o vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, é uma "crise mundial que necessita de resposta europeia". Mas nem todas as nações estão dispostas a recebe-los, por inúmeras razões.

    Atualmente, novos centros que estão sendo planejados nos arredores do Mar Mediterrâneo para acolher imigrantes não serão uma solução milagrosa para o problema da imigração para a União Europeia, disse uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) a respeito da ideia que será solicitada a implantar.

    A imigração irregular pelo mar foi reduzida dramaticamente, e só cerca de 45 mil pessoas chegaram à Europa desta forma neste ano, mas a questão polêmica está no topo da agenda política da EU, no entanto, ainda não há uma solução.
    Na semana passada Estados do bloco concordaram em reforçar suas fronteiras externas e gastar mais no Oriente Médio e no norte da África para diminuir a quantidade de recém-chegados.

    Na segunda-feira a chanceler alemã, Angela Merkel, tentou salvar sua coalizão ao aceitar a criação de campos de imigrantes na fronteira de seu país, enfatizando como a UE é incapaz de acertar políticas imigratórias comuns e levando mais governos a agirem por conta própria.
    Uma coisa com que os líderes do bloco concordaram foi criar "plataformas de desembarque" para lidar com as pessoas resgatadas de travessias perigosas. A maioria é conduzida às praias da Itália, mas mais de 1.300 já morreram em 2018.

    Eugenio Ambrosi, chefe da missão da Organização Internacional para as Migrações (OIM) , disse a Reuters que, o Mediterrâneo é um espaço compartilhado, norte-sul e tem uma responsabilidade conjunta de governar o que acontece neste espaço, inclusive evitando que as pessoas se afoguem.
    Mas o fato é que nem todos os países estão dispostos a recebê-los, alguns por questões políticas –econômicas, outros por questões xenofóbicas (aversão a estrangeiros) e tudo que isso pode causar.

    A OIM e o Acnur, a agência de refugiados da ONU, auxiliarão administrando os novos centros.

    Ambrosi disse que 10 centros para imigrantes já existentes na Grécia e na Itália podem ser reforçados e que mais tarde outros podem ser montados em Malta, mas que abrir mais deles no extremo sul do Mediterrâneo – como querem alguns países da UE – levará tempo.

    "Antes de sair da Europa e pedir que outros países ajudem, precisamos fazer com que países europeus suficientes ajudem uns aos outros", argumentou Ambrosi em uma entrevista.

    Mais tarde, dependendo da região do Mediterrâneo em que foram resgatadas, as pessoas serão levadas a centros da UE ou da África.

    Mas a ideia amplamente divulgada de campos no Mediterrâneo só funcionará juntamente com a criação de mais opções legais para se chegar à Europa a partir de países de fora da UE, afirmou Ambrosi.
    Mas, será que a União Europeia pode fazer mais?
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    Last edited by bravomercado; 07-04-2018 at 03:14 PM.

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    Mais de 50 países pedem que Venezuela aceite ajuda humanitária

    Cinco anos após a morte do líder venezuelano Hugo Chávez, a revolução bolivariana sobreviveu, mas num país marcado pelas constantes convulsões sociais e econômicas que o atual Presidente, Nicolás Maduro, não consegue estancar.
    Apesar de a Venezuela ter uma das maiores reservas de petróleo do mundo, a crise econômica interna se intensificou, especialmente nos últimos três anos.
    Segundo um estudo divulgado pela Hercon Consultores, em fevereiro, a situação da economia venezuelana agravou-se desde 2014 com 89,5% dos venezuelanos a obterem rendimentos insuficientes para satisfazer as necessidades básicas.
    Maduro sempre assumiu a sua lealdade incondicional aos ideais “chavistas”, regime que se inspira no movimento nacionalista iniciado por Simón Bolívar, general venezuelano do século XIX que liderou a luta pela independência de vários países sul-americanos.
    O ideário antiamericano e a revolução permanente da esquerda da América Latina são duas das marcas do ‘chavismo’, inspirado pela Revolução Cubana, e que influenciou vários governos de esquerda na região. No entanto, a população venezuelana, sofre com as mazelas criadas por um governo autoritário, que oprime seu povo privando-os de seus direitos mais básicos.
    Devido à situação alarmante no país, mais de 50 países, liderados pelo Peru exortaram a Venezuela nesta quinta-feira a restaurar o Estado de Direito e a abrir as portas para assistência humanitária, uma vez que uma grave crise econômica tem provocado escassez de remédios e uma desnutrição crescente.
    As forças de segurança da Venezuela são suspeitas de matar centenas de pessoas e são imunes de processos, o que indica que o Estado de Direito está "praticamente ausente" do país, disse o escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em um relatório no mês passado.
    Críticos dizem que o presidente Nicolás Maduro vem usando táticas cada vez mais autoritárias à medida que a economia mergulha na recessão e na hiperinflação. As condições levaram centenas de milhares de venezuelanos a emigrar no ano passado.
    Claudio Julio de la Puente Ribeyro, embaixador peruano, disse não só o Peru, mas também todos os países envolvidos nesta ação conjunta estão preocupados com relatos a respeito de violações graves de direitos humanos que incluem execuções extrajudiciais, uso excessivo da força, prisões arbitrárias, tortura e maus tratos, e a ausência de acesso à justiça.
    A escassez está forçando famílias venezuelanas a reduzirem drasticamente o consumo de alimentos, e instalações de saúde carecem de remédios e equipamentos, disse De la Puente Ribeyro.
    "Conclamamos a Venezuela a reconhecer a gravidade de sua situação e a abrir as portas para a assistência humanitária, a cooperar com os mecanismos de direitos humanos do Conselho".
    A Venezuela, apoiada pelas aliadas Cuba e Bolívia, interrompeu De la Puente Ribeyro várias vezes durante sua leitura. Os três países fizeram objeções processuais para tentar impedi-lo de falar, mas o presidente do fórum, o embaixador esloveno Vojislav Suc, determinou que ele podia prosseguir.
    O vice-embaixador da Venezuela, Félix Peña Ramos, rejeitou uma "interferência arbitrária ou ilegal".
    Mas a embaixadora mexicana, Socorro Flores Liera, disse: "Receamos que os países que falam de politização sejam, na verdade aqueles que estão politizando os debates, impedindo um grupo de países de fazerem declarações".
    Em sua sede de poder, e ideais que estão levando o país para um abismo, e, empurrando milhões de seres humanos para a Miséria e a Doença pelo Social-Comunismo. Apesar de ter uma das maiores reservas de petróleo do mundo, a Venezuela sangra assim como seu povo, que busca asilo, para garantir o direito a própria vida. Será que a Venezuela ainda poderá se tornar um pais com governantes capazes de utilizar as riquezas rumo a uma recuperação?

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    Tailândia transformará caverna em museu sobre resgate de meninos perdidos

    Um complexo de cavernas da Tailândia onde 12 meninos e seu técnico de futebol ficaram presos por mais de duas semanas até serem resgatados será transformado em um museu sobre o resgate, disse o chefe da operação nesta quarta-feira.
    Dois mergulhadores britânicos encontraram os meninos e seu treinador em uma caverna no sistema de cavernas inundado de Tham Luang, situado na província de Chiang Rai, no norte tailandês, na segunda-feira passada, nove dias depois de eles se perderem durante uma excursão.
    Todos foram resgatados sãos e salvos após uma missão repleta de obstáculos que foi encerrada na noite de terça-feira. Um mergulhador de resgate tailandês morreu na sexta-feira, ressaltando os perigos da empreitada.
    "Esta área se tornará um museu vivo, para mostrar como a operação transcorreu", disse o chefe da operação de resgate, Narongsak Osottanakorn, em uma coletiva de imprensa.
    "Uma base de dados interativa será criada", disse. "Será mais uma grande atração para a Tailândia."
    Autoridades tailandesas disseram que o drama dos meninos e do resgate multinacional colocou a caverna definitivamente no mapa e que existem planos para convertê-la em um destino turístico.
    Mas ainda na terça-feira o primeiro-ministro Prayuth Chan-ocha disse que precauções adicionais terão que ser implantadas dentro e fora da caverna para garantir a segurança dos turistas.
    Um guia de viagem descreve a caverna relativamente inexplorada de Tham Luang dizendo que ela possui uma "câmara de entrada impressionante" que leva a um caminho demarcado e de lá a uma série de câmaras e seixos.
    Moradores de um vilarejo dizem que ela é sujeita a enchentes, e muitos exortaram as autoridades a instalarem sinais de alerta mais claros.
    Chongklai Worapongsathorn, vice-diretor-geral do Departamento Nacional de Parques, Vida Selvagem e Conservação da Flora, disse que a caverna ficará fechada a partir de quinta-feira, mas não informou por quanto tempo.
    Ele disse haver planos para "reviver" um parque nacional adjacente onde centenas de agentes de resgate e militares montaram acampamento durante a operação de busca e resgate.
    Tailandeses supersticiosos se impressionam com uma lenda sobre o local, cujo nome completo significa "caverna da dama reclinada", segundo a qual uma linda princesa fugiu para a caverna com seu amante plebeu. Seu pai então enviou soldados para matá-lo, levando-a a cometer suicídio. As montanhas ao redor assumiram a forma de seu corpo.

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