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Thread: Economia global

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    Os índices acionários europeus


    Terminaram em leve alta nesta quarta-feira, com ganhos na
    maioria dos setores impulsionando o mercado em meio a
    especulações de que o Federal Reserve vai sinalizar uma postura
    mais dovish em sua política monetária.
    O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de
    0,3 por cento depois de quatro sessões seguidas de quedas, em
    maior parte devido a crescentes preocupações sobre a
    desaceleração econômica.
    Participantes do mercado esperam que o Fed aumente a taxa
    básica de juros dos Estados Unidos, mas alguns antecipam que o
    banco central vai indicar menos altas de juros que o esperado
    anteriormente.
    "Ao mesmo tempo em que os dados gerais permanecem sólidos,
    volatilidade no mercado financeiro, expectativas de inflação em
    queda e bolsões de desaceleração econômica provavelmente vão se
    combinar para produzir uma alta dovish em dezembro", escreveram
    analistas do BNP Paribas.
    Preocupações sobre a desaceleração do crescimento na China e
    na Europa ganharam evidência com a decisão da FedEx de
    cortar sua previsão para 2019.
    Os bancos italianos saltaram 2,1 por cento,
    depois que a Comissão Europeia fechou um acordo com a Itália
    sobre seu Orçamento de 2019, evitando medidas disciplinares
    contra Roma e encerrando meses de disputa verbal.
    Como resultado, a bolsa de Milão liderou os
    mercados acionários europeus ao terminar com alta de 1,6 por
    cento. Houve ganhos mais limitados em Paris e Frankfurt
    que subiram 0,5 e 0,2 por cento, respectivamente.

    O índice FTSEurofirst 300 fechou em alta de 0,34 por
    cento, a 1.348 pontos.
    Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,96 por
    cento, a 6.765 pontos.
    Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,24 por cento, a
    10.766 pontos.
    Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,49 por cento, a 4.777
    pontos.
    Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 1,59
    por cento, a 18.941 pontos.
    Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,78 por
    cento, a 8.769 pontos.
    Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,88 por cento,
    a 4.744 pontos.

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  3. #172
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    China diz que vai impulsionar as negociações comerciais com os EUA em 2019

    A China vai implementar o consenso alcançado pelos líderes chineses e dos Estados Unidos na Argentina sobre o comércio e avançar com as negociações comerciais no próximo ano, disseram os principais líderes do país em uma reunião econômica anual, de acordo com a Xinhua.

    O país também vai acelerar o uso comercial da tecnologia 5G em 2019 e vai se transformar em uma potência industrial, disse a Xinhua.

    Sobre a política de propriedades, o governo vai se ater ao princípio de que "as casas são para ser habitadas e não para servir de objeto de especulação" no próximo ano, segundo a Xinhua.

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    Países emergentes levarão mais tempo para superar economias desenvolvidas, diz Cebr

    Na corrida para superar as economias desenvolvidas, países emergentes como China, Índia e Brasil sofreram um revés este ano e vão ultrapassar as grandes economias mais tarde do que o esperado anteriormente, disse o Centro de Economia e Pesquisa de Negócios (Cebr, na sigla em inglês).

    A tabela da Liga Econômica Mundial de 2019 da consultoria Cebr foi mais pessimista sobre a economia global do que as perspectivas do ano passado.

    "No médio prazo, estamos mais ou menos tão otimistas quanto que estávamos há um ano, mas suspeitamos que o caminho para o crescimento será mais turbulento do que imaginávamos há 12 meses", disse o relatório, que prevê as perspectivas de 193 países até 2033.

    A China deve ultrapassar os Estados Unidos como a maior economia do mundo em 2032, dois anos depois do esperado, devido a uma política monetária mais frouxa e taxa de câmbio mais baixa, disse o Cebr.

    A expectativa é de que o Brasil supere a Itália em 2020, não em 2018.

    O Reino Unido provavelmente vai perder seu lugar como a sexta maior economia para a França no ano que vem devido aos problemas relacionados ao Brexit, mas deve recuperar essa posição até 2023.

    O Cebr também projetou a Irlanda como uma das economias que vão crescer mais rapidamente na zona do euro no ano que vem, mas disse que o Brexit representa um grande risco de queda para essa previsão.

    Os efeitos de uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo foram sentidos nos mercados globais este ano e prejudicaram o crescimento do comércio mundial.

    O volume do comércio mundial deverá aumentar 2,99 por cento este ano, menos de dois terços do aumento em 2017, estima o Cebr.

    Uma pesquisa da Reuters com economistas realizada no final de outubro sinalizou que as perspectivas para o crescimento global em 2019 diminuíram pela primeira vez.

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  7. #174
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    As três mulheres que lideram a análise da economia mundial

    O teto de vidro se quebra na alta hierarquia econômica global, um mundo que ainda é esmagadoramente dominado por homens, mas onde algumas mulheres começam a assumir o comando. Em seis meses, três mulheres foram nomeadas para a chefia dos departamentos econômicos das três instituições multilaterais de referência: Gita Gopinath acaba de ser indicada para o cargo no Fundo Monetário Internacional (FMI); Pinelopi Koujianou ocupa a mesma função no Banco Mundial (BM) e Laurence Boone, na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Basta passar pelas reuniões anuais do Fórum Econômico Mundial em Davos ou pelo simpósio dos banqueiros centrais em Jackson Hole para entender a relevância dessa tripla nomeação. As discussões que influenciam as políticas dos governos estão essencialmente limitadas aos homens. E isso acontece enquanto o número de mulheres que estudam economia está estagnado nas universidades dos Estados Unidos, onde são uma clara minoria entre os profissionais da área.

    Janet Yellen fez história quando se tornou em outubro de 2009 a primeira mulher a chefiar o Federal Reserve, dos EUA, como também Christine Lagarde foi precursora no Fundo Monetário Internacional, onde continua sendo a diretora-gerente. O Tesouro dos EUA nunca teve uma mulher no comando e elas estão em clara desvantagem nos departamentos das 20 grandes universidades norte-americanas, com uma diferença de seis para um em relação aos homens. Até o momento, apenas uma mulher recebeu o Prêmio Nobel de Economia, Elinor Ostrom, em 2009.

    A nomeação nesta segunda-feira de Gita Gopinath causou muita expectativa. A economista indiana, de 46 anos, impressionou o próprio Ben Bernanke, ex-presidente do Federal Reserve. Dois anos atrás, ele disse em uma entrevista que ela foi uma das melhores alunas que ele teve. O grande especialista da Grande Depressão foi seu orientador em Princeton quando ela preparava seu doutorado. Isso foi antes de ele ser nomeado para presidir o Federal Reserve.Gopinath, ainda professora de estudos econômicos internacionais de Harvard, assumirá o lugar de Maurice Obsfeld. Ocupará a mesma posição de outro de seus mentores, Kenneth Rogoff, que chefiou o departamento econômico do FMI entre 2001 e 2003.

    Koujianou, de origem grega, 55 anos, foi nomeada economista-chefe no final de abril. Ela era professora de economia em Yale. Passou grande parte de sua carreira examinando países emergentes e em desenvolvimento. Seu rigor e experiência acadêmica, portanto, serão fundamentais para definir na instituição-irmã do FMI políticas que preparem melhor essas economias antes de choques futuros e assegurem uma melhor distribuição das oportunidades decorrentes do crescimento.

    O grupo de grandes economistas das instituições globais é completado por Kristalina Georgieva, 65 anos. A búlgara, que concorreu com António Guterres para o Secretariado Geral das Nações Unidas, foi nomeada há um ano diretora-geral do Banco Mundial, depois de passar pela Comissão Europeia, onde era responsável pela gestão do orçamento. Também se pode incluir a britânica Clare Lombardelli, que aos 39 anos é a economista-chefe do Tesouro do Reino Unido.

    Outra economista que com sua reflexão e disciplina está influenciando o debate global é Carmen Reinhart. A professora da Escola de Governança da Universidade Harvard trabalhou como economista-chefe do banco de investimentos Bear Stearns e do FMI. Ela é considerada uma das pensadoras mais relevantes do momento.

    Dentre outras coisas, as três organizações também estão tentando fazer evoluir seu modo de pensar e suas práticas, para que seu exame se ajuste mais à realidade. Que a diversidade seja bem-vinda, e que pessoas competentes e preparadas tenham o reconhecimento merecido.

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    Negociações comerciais entre EUA e China são finalizadas com expectativas de acordo

    As equipes da China e dos Estados Unidos encerraram nesta quarta-feira as negociações comerciais em Pequim que duraram mais do que o esperado e autoridades disseram que os detalhes serão divulgados em breve, levantando expectativas de que uma guerra comercial em larga escala possa ser evitada.

    As discussões foram prorrogadas por um terceiro dia, mostrando "seriedade" de ambos os lados, disse o Ministério das Relações Exteriores da China.

    Ted McKinney, subsecretário de agricultura dos EUA para Assuntos Agrícolas Externos e Comerciais, disse que a delegação norte-americana retornará aos EUA ainda nesta quarta-feira após "alguns dias bons".

    "Acho que foram bem", disse McKinney sobre as negociações. "Foram boas para nós", disse ele a repórteres no hotel da delegação, sem dar detalhes.

    Falando à imprensa, o porta-voz do Ministério da Relações Exteriores chinês, Lu Kang, confirmou que ambos os lados concordaram em prorrogar as negociações além de segunda e terça-feiras, como marcado originalmente.

    Questionado se isso significa que as discussões foram difíceis, Lu disse: "Só posso dizer que prorrogar as discussões mostra que os dois lados estavam de fato sérios em conduzir as conversas."

    As reuniões desta semana foram as primeiras presenciais desde que os presidentes Donald Trump e Xi Jinping concordaram em dezembro com uma trégua de 90 dias que afetou os mercados financeiros.

    O editor de um jornal estatal chinês afirmou em uma publicação em uma mídia social acreditar que a China e os EUA divulgarão um comunicado na quinta-feira.

    "Pelo que sei, as negociações comerciais, embora árduas, foram conduzidas em uma atmosfera agradável e sincera. Nenhum lado fez um anúncio, porque a delegação dos EUA está no avião agora", escreveu Hu Xijin, editor do Global Times, publicado pelo oficial Diário do Povo, do Partido Comunista.

    "Os dois lados divulgarão mensagens ao mesmo tempo na quinta-feira de manhã, horário de Pequim", disse Hu.

    O dia extra de negociações aconteceu em meio a sinais de avanço em questões como compra de commodities agrícolas e energéticas dos EUA e acesso melhorado a mercados da China.

    Entretanto, pessoas familiarizadas com as negociações disseram na terça-feira que os dois lados estão mais distantes na questão das reformas estruturais chinesas que a administração Trump exige para acabar com o suposto roubo e transferência forçada de tecnologia dos EUA.

    Se nenhum acordo for alcançado até 2 de março, Trump afirmou que dará continuidade ao aumento das tarifas de 10 para 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas, no momento em que a economia da China está desacelerando com força. Pequim retaliou as tarifas dos EUA.

    Fonte:Reuters

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    Casa Branca prevê prejuízos à economia dos EUA causados por paralisação parcial no governo

    RIO DE JANEIRO, 16 JAN (GLOBO.COM) A economia dos Estados Unidos está sofrendo um abalo maior do que o esperado com a paralisação parcial do governo, mostraram estimativas da Casa Branca nesta terça-feira (15). Representantes do Partido Democrata no Congresso rejeitaram o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para discutir o assunto.

    A paralisação chega ao 25º dia nesta terça-feira sem que Trump ou os líderes democratas no Congresso mostrem sinais de que irão ceder no ponto que a desencadeou – o financiamento para o muro que Trump prometeu, ainda na campanha, construir ao longo da fronteira com o México.

    Trump convidou um grupo bipartidário de membros do Congresso para um almoço para discutir o impasse, mas a Casa Branca disse que democratas rejeitaram o convite. Era esperado que nove republicanos comparecessem.


    O presidente insiste para que o Congresso libere US$ 5,7 bilhões no momento em que cerca de 800 mil servidores públicos federais estão sem receber durante a paralisação parcial.

    "Já é a hora de democratas virem à mesa e fazerem um acordo", disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.
    Líderes democratas na Câmara dos Deputados disseram que não orientaram membros a boicotarem o almoço de Trump, mas que pressionaram aqueles que foram convidados a considerarem se as negociações seriam produtivas ou se seriam apenas uma oportunidade fotográfica para o presidente.

    "Estamos unidos", disse o líder da maioria na Câmara, Steny Hoyer, a repórteres na manhã desta terça-feira.
    Prejuízos à economia

    A administração Trump estimou inicialmente que a paralisação custaria à economia 0,1 ponto percentual em crescimento a cada duas semanas que servidores continuassem sem pagamento.

    Mas nesta terça-feira, surgiu um número atualizado: 0,13 ponto percentual a cada semana, em razão do impacto do trabalho que não está sendo executado por 380 mil servidores de folga, bem como trabalho pendente de prestadores federais, disse uma autoridade da Casa Branca.

    A paralisação parcial é a mais longa da história dos Estados Unidos e seus efeitos começaram a reverberar ao redor do país.

  12. #177
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    Com Mercosul e Venezuela na pauta, Bolsonaro se reúne com Macri no Planalto

    Em visita oficial ao Brasil, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, foi recebido nesta quarta-feira (16) no Palácio do Planalto pelo presidente Jair Bolsonaro.

    Este é o primeiro encontro entre os chefes de Estado desde a posse de Bolsonaro. O argentino não compareceu à cerimônia realizada em Brasília, em 1º de janeiro.

    O presidente da argentina Macri chegou por volta das 10h30 ao Planalto. O argentino passou as tropas em revista e subiu a rampa do palácio até a entrada do Salão Nobre, onde era aguardado por Bolsonaro. Houve a execução dos hinos de Brasil e Argentina e os presidentes posaram para fotos.

    Pauta do encontro

    Segundo o governo brasileiro, estão na pauta o futuro do Mercosul e a situação da Venezuela, que enfrenta uma grave crise política agravada com a posse de Nicolás Maduro. O mandato dele é considerado "ilegítimo" pelo Brasil.

    A Venezuela enfrenta há anos uma crise econômica e social que, no caso do Brasil, tem reflexo no fluxo migratório registrado em Roraima.

    A agenda da visita de Macri prevê encontro privado dos presidentes, seguida de uma reunião com ministros dos dois países e uma declaração à imprensa.

    Após as reuniões, haverá um almoço no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores (MRE), oferecido por Bolsonaro a Macri.

    No caso do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai), diplomas brasileiros defendem a conclusão das negociações de acordos com outros blocos, como a União Europeia. A flexibilização de acordos entre integrantes do Mercosul ficaria para um segundo momento.

  13. #178
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    Com Bolsonaro em Davos,Brasil volta a ser comandado por um vice-presidente

    Bolsonaro embarcou para a Suíça na noite deste domingo (20) e retornará na madrugada de quinta (24) para sexta (25).

    Acompanham Bolsonaro nessa viagem os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), da Economia (Paulo Guedes), Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). O deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, também embarcou para Davos.

    Nos últimos 10 anos, os presidentes brasileiros só estiveram no fórum duas vezes. O tradicional fórum, realizado nos Alpes Suíços, reúne todos os anos lideranças mundiais, políticos, banqueiros e investidores. O objetivo é discutir temas econômicos e desenvolvimento.

    A última participação brasileira foi no ano passado, quando o então presidente Michel Temer compareceu à edição. Antecessora de Temer, a ex-presidente Dilma Rousseff só foi a Davos em 2014. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareceu ao fórum em 2003, 2005 e 2007.

    O encontro, na Suíça, acontecerá entre entre terça (22) e sexta-feira (25) e reunirá cerca de 250 autoridades do G20 (grupo que reúne as 20 principais economias do mundo) e de outros países.

    No fórum, os líderes mundiais discutem a construção de uma agenda econômica global, regional e industrial comum. O encontro deste ano tem como tema "Globalização 4.0: moldando uma arquitetura global na era da quarta revolução industrial".

    Com a ausência de Bolsonaro do país, Mourão assumirá o Planalto. Ele despachará do gabinete da Vice-Presidência, localizado em um dos prédios anexos ao Palácio do Planalto – o gabinete de Bolsonaro fica no terceiro andar do prédio principal do palácio.

    Os compromissos do vice-presidente ainda serão repassados pelo gabinete de Bolsonaro.

    De acordo com a assessoria de Mourão, não há previsão de despacho de nenhuma medida administrativa, como decretos e atos normativos.

    Bolsonaro durante embarque para Davos neste domingo (20)

    Perfil do vice
    Antonio Hamilton Martins Mourão é general da reserva. Tem 65 anos e nasceu em Porto Alegre (RS). Ingressou na Academia Militar das Agulhas Negras em fevereiro de 1972, quando tinha 18 anos. Permaneceu na ativa durante 46 anos, até fevereiro de 2018.

    Durante a vida militar, Hamilton Mourão foi instrutor na Academia das Agulhas Negras, atuou na Missão de Paz em Angola e foi adido militar na Embaixada do Brasil na Venezuela. Também comandou o 27° Grupo de Artilharia de Campanha em Ijuí (RS), a 2ª Brigada de Infantaria de Selva em São Gabriel da Cachoeira (AM) e a 6ª Divisão de Exército, em Porto Alegre.

    Filiado ao PRTB, Mourão foi anunciado vice de Bolsonaro em 5 de agosto, depois que o senador Magno Malta (PR), o general Augusto Heleno (PRP) e a advogada Janaína Paschoal (PSL) recusaram convite para ocupar o posto.

    Polêmico, o vice acumulou, desde 2015, duas exonerações de postos de comando no Exército. A primeira, durante a gestão Dilma Rousseff, ocorreu após críticas ao governo. Ele disse, durante uma palestra, que era preciso um "despertar para a luta patriótica" como saída para a crise política do país.

    Devido à declaração, foi exonerado do Comando Militar do Sul e designado para assumir uma posição na Secretaria de Economia e Finanças do Exército, onde ficou até 2017.

    No fim do ano passado, foi destituído do cargo após fazer críticas ao governo Michel Temer. Em uma palestra, em dezembro, Mourão comparou o governo Temer a um "balcão de negócios". Mourão entrou para a reserva do Exército em fevereiro de 2018.

    Em junho do ano passado, Mourão assumiu o comando do Clube Militar, antes de ser designado vice na chapa de Bolsonaro.

  14. #179
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    Negociações comerciais entre USA e China oscilam

    O presidente Donald Trump não planeja se encontrar com o presidente chinês Xi Jinping antes do prazo final de 1 de março para assinar um acordo comercial, o que provocou uma grande venda das ações asiáticas da noite para o dia, enquanto as ações de Wall Street despencaram.

    A falta de um encontro entre os dois líderes diminui as esperanças de um acordo comercial e aumenta as chances de aumento de tarifas entre as duas maiores economias do mundo.

    Shusuke Yamada, estrategista-chefe de câmbio do Japão e estrategista de ações do Bank Of America Merrill Lynch, disse que investidores estão ficando nervosos, já que o mercado estava otimista quanto à resolução da disputa comercial desde o começo do ano.

    O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, e o representante comercial Robert Lighthizer são esperados na China na próxima semana para mais uma rodada de negociações comerciais para pressionar por um acordo e evitar o aumento, no dia 2 de março, tarifas dos EUA sobre bens chineses.

    A possibilidade de um acordo ainda é incerta.
    Last edited by Mike_Mike; 02-08-2019 at 05:21 PM.

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    Vendas no varejo chinês durante Ano Novo Lunar aumentam mas ritmo é lento

    As vendas no varejo da China durante o feriado do Ano Novo Lunar cresceram 8,5 por cento na comparação com o ano anterior, elevando as ações de consumo nesta segunda-feira, mas o ritmo mais lento de crescimento amplia as evidências de que a economia está desacelerando.

    Segundo informação do Ministério do Comércio em um comunicado, as empresas de varejo e alimentação faturaram mais de 1 trilhão de iuanes (148,3 bilhões de dólares) entre 4 e 10 de fevereiro, durante o período de feriado.

    O aumento foi atribuído a vendas mais fortes de presentes de ano novo, alimentos tradicionais, produtos eletrônicos e produtos especiais.

    O feriado é considerado um medidor para o consumo privado chinês, pois é visto como um momento para a realização de reuniões familiares, assim como para presentear.

    Mas a taxa de aumento das vendas no varejo no feriado caiu para o nível mais fraco desde ao menos 2011. Durante o Ano Novo Lunar de 2018 o aumento anual foi de 10,2 por cento

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