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Thread: Economia global

  1. #161
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    Eleitores democratas querem impeachment de Trump e proteção do sistema de saúde

    Os eleitores democratas dos Estados Unidos têm uma expectativa clara para os políticos do partido que assumirão o controle da Câmara dos Deputados no ano que vem: a proteção do sistema de saúde e o impeachment do presidente Donald Trump, segundo uma pesquisa de opinião Reuters/Ipsos.

    A sondagem divulgada nesta quinta-feira revelou que 43 por cento das pessoas que se identificam como democratas querem que o impeachment seja uma das maiores prioridades do Congresso. Esse objetivo só perde em importância para a saúde, que teve um grande destaque na reta final das campanhas democratas antes das eleições de terça-feira.

    Mas eles podem se decepcionar: na quarta-feira, líderes do partido prometeram usar sua maioria recém-conquistada na Câmara para impor um novo nível de vigilância sobre a Casa Branca de Trump, mas disseram que um impeachment exigiria provas de ações para subverter a Constituição contundentes o bastante para abalar até os apoiadores do presidente.

    A pesquisa pela internet coletou respostas de 904 democratas e 840 republicanos entre 30 de outubro e 5 de novembro, portanto, antes da eleição parlamentar, mas àquela altura a maioria das pesquisas de opinião e institutos apartidários previam que os democratas assumiriam o controle da Câmara.

    De acordo com a pesquisa, 24 por cento dos americanos entrevistados apoia o processo de impeachment,18 por cento dos democratas querem que o congresso analise as declarações de imposto de Trump, e 11 por cento citam esta análise como prioridade, já para 54 por cento dos democratas e 55 por cento dos entrevistados acham que o novo congresso deveria priorizar questões relativas ao sistema do país, mas não foi perguntado como seriam estas mudanças.
    O fato é que a hipótese de um impeachment exigiria provas de ações para subverter a Constituição suficientes para abalar até mesmo os apoiadores do presidente. Mas caso houvesse uma real especulação, qual seria a reação dos apoiadores de Trump?

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  4. #162
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    Estamos no primeiro minuto do primeiro tempo', diz fundador do Nubank

    No escritório do Nubank em São Paulo, cinco dinossauros desenhados na parede de um grande salão fazem referência aos principais bancos do país. Fundado em 2013, o Nubank aparece no desenho como um meteoro em queda, num claro sinal de que a empresa luta para ser uma ameaça para o atual sistema financeiro brasileiro.

    Desde que lançou o seu primeiro produto, o cartão de crédito, em 2014, o Nubank já alcançou 5 milhões de clientes. Recentemente, também inaugurou uma conta digital, a NuConta, em que oferece uma remuneração melhor do que a da poupança. Já são 2,5 milhões de pessoas nesse produto.

    Em outubro, o Nubank recebeu uma nova rodada de aporte. A empresa chinesa de internet Tencent fechou acordo para comprar uma fatia minoritária do Nubank por US$ 90 milhões. Ao todo, já foram captados US$ 420 milhões.

    O fundador e CEO do Nubank, David Vélez disse que a meta de longo prazo é ser uma plataforma financeira completa em que nossos clientes consigam todos os produtos financeiros.

    Será que o Nubank se tornará uma ameaça para o atual sistema financeiro do país? Bem, o número de clientes aumenta cada vez mais, e inovar é ordem.

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  6. #163
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    Mercado global de petróleo registrará superávit ao longo de 2019, prevê IEA

    A oferta global de petróleo vai superar a demanda ao longo de 2019, à medida que um aumento implacável na produção compensa o crescimento do consumo, que está em risco diante da desaceleração econômica, disse a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) nesta quarta-feira.

    Em seu relatório mensal, a organização com sede em Paris deixou suas previsões de crescimento da demanda global para 2018 e 2019 inalteradas em relação ao mês passado, em 1,3 milhão de barris por dia (bpd) e 1,4 milhão bpd, respectivamente.

    Mas a IEA cortou sua previsão de crescimento do consumo para países não membros da OCDE, motores de expansão do consumo mundial de petróleo.

    Para o primeiro semestre de 2019, com base em suas perspectivas de produção de nações não integrantes da Opep e de demanda global, e assumindo a produção estável do cartel, a IEA disse que os estoques aumentariam em 2 milhões de bpd.

    A produção em todo o mundo aumentou desde meados do ano, enquanto uma crescente disputa comercial entre os Estados Unidos e a China ameaça o crescimento econômico global.

    Na quarta-feira, três fontes familiarizadas com o assunto disseram à Reuters que a Opep e seus parceiros estão discutindo uma proposta para reduzir a produção de petróleo em até 1,4 milhão de barris por dia em 2019, a fim de evitar um excesso de oferta que enfraqueceria os preços.

    Desde o início de outubro, o preço do petróleo caiu cerca de um quarto, para menos de 70 dólares o barril, o menor nível em oito meses, o que pode sustentar a demanda até certo ponto, disse a IEA.

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  8. #164
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    OMC vai criar painéis para decidir sobre briga em torno de tarifas dos EUA

    Os Estados Unidos e opositores das tarifas de importação de aço e alumínio criadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, confirmaram nesta quarta-feira interesse de partirem para litígio sobre a questão, disparando a abertura de procedimento de disputa na Organização Mundial de Comércio (OMC), afirmou um representante comercial em Genebra.

    China, União Europeia, Canadá, México, Noruega e Rússia confirmaram a escalada de disputas com a abertura dos painéis, enquanto os EUA confirmaram interesse em painéis contra Canadá, China e UE.

    Pedidos similares pela Turquia contra os EUA e pelos EUA contra o México provavelmente serão confirmados ainda nesta quarta-feira. A OMC também aceitou pedido dos EUA para um painel de disputa envolvendo queixas do país sobre violação de propriedade intelectual pela China.

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  10. #165
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    Banco Central vai leiloar hoje US$ 2 bilhões para conter alta do dólar

    Para conter a alta do dólar, o Banco Central (BC) leiloará hoje (27) US$ 2 bilhões das reservas internacionais com o compromisso de comprar o dinheiro daqui a alguns meses. Desde o fim de agosto, a autoridade monetária não fazia esse tipo de operação.

    Os leilões ocorrerão em duas etapas, das 12h15 às 12h20 e das 12h35 às 12h40. O montante a ser leiloado é superior ao US$ 1,25 bilhão do leilão de linha realizado no fim de agosto que vencerá em 4 de dezembro.

    Num dia de forte tensão no mercado financeiro, o dólar subiu 2,5% nesta segunda-feira (26) e fechou o dia vendido a R$ 3,918, no maior nível desde o início de outubro. A moeda foi afetada pela saída de recursos em meio a tensões externas, como a votação do acordo da saída do Reino Unido da União Europeia e a divulgação da ata da reunião do Federal Reserve, Banco Central norte-americano, nesta semana. No mercado interno, os investidores estão cautelosos com o cenário político local.

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  12. #166
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    China exalta encontro Trump-Xi e diz estar "muito confiante" em acordo comercial

    A China expressou nesta quinta-feira confiança em alcançar um acordo comercial com os Estados Unidos dentro do período de 90 dias de trégua acertado entre as partes, e considerou o encontro recente entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, um grande sucesso.

    Trump e Xi acertaram na semana passada, durante cúpula do G20 na Argentina, um cessar-fogo que adiou um aumento nas tarifas impostas a 200 bilhões de dólares de bens chineses de 10 para 25 por cento, planejado para 1º de janeiro, enquanto negociam um pacto comercial.

    "Estamos muito confiantes de chegar a um acordo (com os EUA) dentro dos próximos 90 dias", disse o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, em um boletim semanal, acrescentando que os dois lados têm se comunicado e cooperado "tranquilamente" desde que os líderes se encontraram em Buenos Aires.

    O grande objetivo da China durante os três meses de negociações comerciais é cancelar todas as tarifas impostas pelos EUA aos seus bens, disse Gao.

    Seus comentários coincidiram com a prisão de uma importante executiva da gigante tecnológica chinesa Huawei por parte de autoridades canadenses a pedido de Washington, o que ameaça aumentar novamente as tensões entre as duas maiores potências econômicas do mundo.

    EUA e China adotaram tarifas sobre bens de centenas de bilhões de dólares em setores como o de automóveis, agrícola e energético, travando o comércio e reformulando as cadeias de suprimento globais.

    Pela primeira vez desde o encontro, Gao confirmou que Pequim concordou em adotar o consenso alcançado pelos dois lados nestes três setores, mas não deu detalhes de nenhuma medida específica.

    "Começaremos com produtos agrícolas, energia, automóveis para implementar imediatamente as questões sobre as quais os dois lados chegaram a um consenso", disse Gao quando indagado sobre o que está na pauta das negociações.

    "Depois, nos próximos 90 dias, seguiremos um cronograma e um itinerário claros para negociar questões como a proteção do direito de propriedade intelectual, cooperação tecnológica, acesso ao mercado e equilíbrio comercial", afirmou, enfatizando que as consultas devem ter como base atender os interesses das duas partes.

    A Casa Branca disse que a China se comprometeu a comprar mais produtos norte-americanos e a remover barreiras tarifárias e não-tarifárias de imediato, ao mesmo tempo iniciando conversas sobre mudanças estruturais ligadas a transferências forçadas de tecnologia e proteção da propriedade intelectual.

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  14. #167
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    Volatilidade ronda os mercados

    Diante de tantas notícias que vêm afetando o comportamento do mercado financeiro nesta reta final de 2018, a volatilidade parece ser um “novo normal” dos negócios – pelo menos para os próximos meses. Ao cenário de tensão com a guerra comercial entre as duas maiores potencias mundiais , Estados Unidos e China e de desaceleração econômica mundial, acrescentou-se ontem a preocupação com o Brexit, abalando de vez a confiança dos investidores. Não se sabe se o Reino Unido deixará a UE ou não, com direito a uma nova votação sobre o Brexit.

    A prisão da executiva da chinesa Huawei abalou o mercado financeiro, que continua monitorando os desdobramentos da relação entre EUA e China.As bolsas da China até que tentaram se animar com a mais recente rodada de negociações entre Washington e Pequim, após o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, conversar por telefone com o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, para falar sobre o cronograma e o roteiro das negociações comerciais.

    As moedas europeias também se recuperam. A libra oscila em alta em relação ao dólar, mas segue no menor nível em cerca de 20 meses, após o tombo da véspera, quando a primeira-ministra britânica, Theresa May, adiou a votação no Parlamento sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (UE). A moeda norte-americana está de lado em relação aos rivais, reduzindo o fôlego de alta visto ontem, em meio à estabilização nos títulos norte-americanos.

    O Banco Central dos EUA reúne-se na semana que vem, no que deve ser o último grande evento de 2018, e os investidores esperam por uma mensagem mais suave (“dovish”), que sinalize a proximidade do fim do ciclo de alta da taxa de juros, iniciada em 2015.

    Nesta terça-feira quem se reúne é o BC brasileiro, que anuncia amanhã a decisão sobre a taxa básica de juros. A previsão é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) mantenha a Selic estável em 6,50% pela sexta vez seguida, após ter interrompido o ciclo de cortes em maio.

    No Brasil o mercado financeiro se recupera, como um doente do sistema de saúde pública, sujeito a altos e baixos, apesar de o novo governo já ter praticamente completado a sua equipe para 2018, muitos deles são investigados, e, tudo pode mudar, pois, como disse Bolsonaro, a caneta BIC poderá atuar se houver a confirmação de algumas denúncias. Esperamos que, apesar da volatilidade em todos os mercados se estabilize, e que em 2019 a economia se recupere e caminhe para um crescimento positivo.

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    Comentários de Mario Draghi e Juros na Europa

    O Banco Central Europeu (BCE), como esperado, afirmou seu plano de paralisar seu programa de compras mensais de ativos no final do mês. O BCE manteve suas taxas de juros inalteradas, também como esperado, e assegurou o compromisso contínuo de deixar as taxas nos níveis atuais pelo menos até o verão de 2019.

    O BCE disse que pretendia continuar reinvestindo os recursos dos títulos em maturação “por um período prolongado “para além da data em que começa a aumentar as taxas de juros” e, em qualquer caso, durante o tempo necessário para manter condições de liquidez favoráveis ​​e um amplo grau de acomodação monetária.

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    O presidente Mario Draghi disse que as perspectivas para a Zona do Euro são “amplamente equilibradas”, mas que os riscos estão mudando para o “lado negativo” devido às incertezas geopolíticas, à ameaça do protecionismo, às vulnerabilidades dos mercados emergentes e à volatilidade do mercado financeiro.

    Em uma coletiva de imprensa depois da reunião de política monetária do BCE, Draghi disse que os dados econômicos foram mais fracos do que o esperado, mas que a força subjacente deixou os políticos confiantes de que a inflação continuaria se movendo em direção à meta do banco central.

    A equipe do BCE reduziu suas previsões para o crescimento econômico em 2018 e 2019 de suas estimativas de setembro. A autoridade monetária vê um crescimento de 1,9% este ano, abaixo dos 2%, e 1,7% em 2019, abaixo dos 1,8%. As projeções para 2020 e 2021 ficaram inalteradas em 1,7% e 1,5%, respectivamente. Sobre a inflação, a equipe do BCE espera agora um aumento de 1,8% em 2018, em comparação com uma previsão anterior de 1,7%. A inflação em 2019 agora é de 1,6% contra uma previsão anterior de 1,7%.

    Com as declarações de Draghi, principalmente com o fim do programa de flexibilização, o euro passou a operar em queda ante o dólar e as bolsas de ações do Velho Continente também azedaram, com destaques para o índice de Frankfurt, Paris e Londres.

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  18. #169
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    Banco central da França reduz a 1,5% perspectiva de crescimento para 2018 e 2019

    A economia da França deve crescer ligeiramente menos que o esperado anteriormente neste e no próximo ano, disse o banco central nesta quinta-feira, alertando que quanto mais durarem os protestos que se alastraram pelo país maior será seu peso sobre atividade econômica.

    Em uma atualização trimestral de suas previsões econômicas, o Banco da França projetou que a economia iria crescer 1,5 por cento em 2018 e em 2019, abaixo do 1,6 por cento para ambos os anos previstos anteriormente.

    As previsões não levam em conta os 10 bilhões de euros em cortes de impostos antecipados para o ano que vem e as despesas extras anunciadas nesta semana pelo presidente Emmanuel Macron em uma concessão para os manifestantes.

    O presidente do banco central, François Villeroy de Galhau, disse que embora os protestos estejam pesando sobre a atividade de fim de ano, poderia se esperar uma recuperação no início do próximo ano.

    Macron anunciou as concessões nesta semana para conter a revolta popular que teve início para protestar contra um aumento de impostos sobre combustíveis, cancelados desde então, mas se ampliaram e passaram a atacar também o alto custo de vida.

    O movimento dos coletes amarelos, intitulados pela vestimenta de alta visibilidade que os motoristas franceses devem manter em seus automóveis, levou aos protestos urbanos de maior violência em décadas.

    O banco central já havia previsto que os protestos iriam reduzir o crescimento do trimestre para 0,2 por cento, ante 0,4 por cento na estimativa anterior.

    "No geral, quanto mais dura o movimento, maior é a perda para a economia francesa", disse Villeroy ao jornal francês de negócios Les Echos.

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    Semana teve decisão de política monetária no Brasil e na Europa antes de Fed na 4ª

    Enquanto a aguardada reunião de política monetária do Fed não chega na semana que vem, os Bancos Centrais de Brasil e da Zona do Euro apresentaram suas decisões nesta semana.

    No Brasil, a surpresa foi o comunicado do Copom com a avaliação do cenário-base para a manutenção da taxa básica de juros em 6,5% ao ano, o que era esperada pelo mercado. Os diretores do Banco Central do Brasil avaliaram que houve elevação no risco de a ociosidade na economia resultar em inflação mais baixa que a esperada, somando-se à redução de chances de frustração quanto às reformas e ajustes necessários para a economia não serem realizadas.

    O cenário com a Selic em 6,5% ao ano e taxa média de câmbio de R$ 3,85/US$ leva a uma melhor projeção para a inflação em 2018, com a estimativa de o IPCA encerrar este ano em 3,7%, ante 4,4% na projeção anterior. Em 2019, a projeção foi para 3,9% - contra 4,2% anteriormente - e 3,6% para 2020. Em todos os casos a inflação fica abaixo do centro da meta de inflação.

    á o Banco Central Europeu (BCE) confirmou o seu cronograma de encerrar os estímulos monetários neste mês, após uma compra total de títulos de 2,6 trilhões de euros em quatro anos. Tornar a política monetária da zona do euro mais restritiva ainda vai levar tempo, pois o BCE manteve a taxa de juros inalterada, em 0%, e prometeu mantê-la no mesmo nível por um longo período, em meio a preocupações com a desaceleração econômica e turbulências políticas. Além disso, a taxa de depósito do BCE foi mantida em -0,40%, e houve a promessa de prolongar estímulos para tirar a economia da zona do euro da inércia do baixo crescimento.

    Por fim, o presidente dos EUA Donald Trump iniciou a preparação do clima para a reunião do Federal Reserve na próxima quarta-feira (19), em que deve se confirmar a quarta elevação do ano dos juros americanos em 2018. Em entrevista à Reuters, Trump voltou a discordar do aumento da taxa de juros na próxima reunião dos diretores do Fed, acreditando ser necessária a manutenção do atual patamar do intervalo de juros para manter o crescimento da economia americana em meio à guerra comercial contra a China e potencialmente contra outros países. Indicado pelo presidente ao cargo, Powell foi qualificado de “bom homem” por Trump, que deu indicativo de respeitar a autonomia do Fed nas decisões de política monetária mesmo discordando dela.

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