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Thread: Política

  1. #21
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    Acabar com as fake news nas redes sociais é possível ?

    A dois meses das eleições, o Facebook e o Twitter iniciaram uma campanha contra as famosas fake news. As duas redes sociais excluíram centenas de perfis, alegando que eles seriam responsáveis pela propagação de notícias falsas. Em entrevista a MONEY REPORT, Tiago Souza, professor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e especialista em mídias sociais digitais, diz que, em ano eleitoral, a atuação das redes sociais é importante para melhorar o debate. Mas ressalta: zerar as fake news é praticamente impossível.

    Qual a importância da atuação das redes sociais contra as fake news?


    Como estamos em ano eleitoral, é mais clara a tendência para o aumento da propagação de fake news. Além disso, a maioria das pessoas acredita naquilo que veem sem sequer buscar a fonte. Nós precisamos de ferramentas para tentar diminuir a entrega desse tipo de notícia para que nenhum candidato seja eleito por uma mentira.


    Qual será a importância do WhatsApp no debate eleitoral?

    Com certeza o WhatsApp será importantíssimo nessas eleições por ser uma rede que oferece mais privacidade, em que o compartilhamento de informação é muito rápido, o que facilita a disseminação de notícias. A greve dos caminhoneiros, por exemplo, foi criada e mantida via WhatsApp. As mídias sociais, de um modo geral, são fortes indutores da opinião pública.


    O ministro Luiz Fux (STF e TSE) afirmou que as eleições podem ser anuladas caso o resultado seja influenciado por fake news. Você acha que isso pode mesmo acontecer?

    Não acredito que isso seja possível, é um evento de magnitude nacional. O Brasil tem quase 150 milhões de eleitores e seria muito complicado refazer o processo. Assim como eu acho impossível não termos fake news no meio digital em que vivemos. É humanamente impossível acabar com o problema.

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  3. #22
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    Candidatos à Presidência terão primeiro debate na TV nesta quinta-feira

    Os principais candidatos à Presidência da República se encontram pela primeira vez na noite de hoje para debater propostas e ideias para o país. Confirmaram presença no debate da Rede Bandeirantes os candidatos Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (Psol), Henrique Meirelles (MDB) e Ciro Gomes (PDT). O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – nome confirmado pelo PT como candidato mesmo estando preso – ainda briga na Justiça para participar do encontro.

    Nessa quarta-feira, os advogados da campanha petistas entraram com um recurso contra a decisão da juíza Bianca Arenhart, do Tribunal Regional Federal da 4º Região (TRF-4), que negou o pedido para que o ex-presidente Lula participe do debate. No mandado de segurança, a equipe do ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão disse que a execução provisória da pena “não pode ter o condão de cassar ou suspender os direitos políticos, ou mesmo sua liberdade de expressão e de comunicação”, do petista, que foi aclamado candidato do partido na convenção nacional, em 4 de agosto.

    O petista foi condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão no caso do triplex do Guarujá e está preso desde abril, em Curitiba. Na segunda-feira, ao negar o pedido da defesa de Lula, a juíza Bianca alegou questões processuais e disse entender que o PT não tem legitimidade para fazer o pedido em nome do ex-presidente.
    O novo recurso foi encaminhado ao presidente do TRF-4, Carlos Eduardo Thompson Flores. No pedido, os advogados insistem em que Lula participe do debate, nem que seja através de vídeos gravados de dentro da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

    Enquanto Lula tenta entrar no primeiro debate por medida judicial, o candidato a vice-presidente na chapa petista, Fernando Haddad, afirmou ontem que pretende fazer um debate paralelo ao que será transmitido na noite de hoje. Ao lado da deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB), Haddad quer comentar e responder aos temas do debate por meio das redes sociais e com uso de um telão.

    Ausências O candidato do Partido Novo, João Amoedo, também disse ontem que sua equipe avalia entrar na Justiça para que ele possa participar dos debates eleitorais na televisão. “Estamos avaliando. A gente gostaria de já participar deste debate nesta quinta (hoje). Entendemos que temos uma proposta diferente e o primeiro colocado nas pesquisas hoje são os 60% da população que não sabe em quem votar”, disse o candidato.

    A lei determina que apenas os candidatos de partidos ou coligações que tenham no mínimo cinco representantes no Congresso podem participar de debates na TV. Criado em 2016, o Novo não tem nenhum parlamentar no Congresso. Além de Amoedo, não participam do debate da Band os candidatos José Maria Eymael (DC), Vera Lúcia (PSTU) e João Goulart Filho (PPL).

    Regras

    Para o debate desta noite, ficou definido, após sorteio, que no primeiro bloco o candidato do Psol, Guilherme Boulos, vai abrir o debate escolhendo para quem fará a primeira pergunta, e o candidato do MDB, Henrique Meirelles, fará a última pergunta. No segundo e quarto blocos do debate, os candidatos responderão às perguntas de jornalistas. No terceiro bloco eles voltam a trocar perguntas e no último bloco fazem as considerações finais.

  4. #23
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    Acontece o primeiro debate presidencial na TV

    A emissora de TV brasileira – Bandeirantes, transmitiu o primeiro debates das eleições 2018 com os oito candidatos à presidência da República, em São Paulo.
    Participaram Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Ciro Gomes (PDT).

    Os candidatos responderam questões sobre o déficit fiscal do país, corrupção, aborto e programas sociais, entre outros temas.
    “O debate foi previsível e deu o tom que pautará toda a campanha. Fora o aspecto folclórico, o debate programático ficou entre Alckmin e Ciro: de um lado a defesa das reformas e do outro o desenvolvimentismo de traço populista”, avalia o cientista político Fernando Schüler.

    No primeiro bloco, houve embate entre Guilherme Boulos e Bolsonaro. O candidato do PSOL atacou o parlamentar e o chamou de racista, machista e homofóbico. Em seguida, a candidata Marina Silva (Rede) atacou a aliança do candidato Geraldo Alckmin (PSDB) com os partidos do chamado Centrão. O tucano criticou a vida partidária da ex-ministra e disse que há ótimas pessoas “em todos os partidos”.

    Quando o assunto foi a reforma trabalhista, aprovada no ano passado, a divergência foi entre os candidatos Ciro Gomes e Geraldo Alckmin. Ciro questionou o ex-governador se ele iria manter a reforma que, na avaliação do ex-ministro, introduziu insegurança jurídica no país. O tucano defendeu a reforma e a classificou como um avanço.

    Durante as discussões, Cabo Daciolo pediu a inclusão do seu nome nas pesquisas de intenção de voto e defendeu a mudança no formato de votação do País. Para o candidato do Podemos, há fraude nas urnas eletrônicas.

    É importante ressaltar que esse foi o primeiro debate, desde a redemocratização, sem a presença de um representante do Partido dos Trabalhadores (PT). Os únicos petistas presentes na plateia foram o tesoureiro do PT, Emídio Souza, e o advogado Marco Aurélio Carvalho.

    O que podemos dizer, o debate teve um formato já ultrapassado, não acrescentou nada e reforçou a pobreza programática dos candidatos a presidência, o que foi constatado forma as mesmas promessas, o mesmo formato ultrapassado, de que se ganharem farão tudo e muito mais, mas sabemos que a história é outra. Esperamos que os próximos debates, tenha mais questionamentos sobre planos de governos, e não esta “Ópera Buffa” que presenciamos.

  5. #24
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    Cinco candidaturas a presidente foram registradas até hoje no TSE

    Cinco partidos registraram até hoje candidaturas à Presidência da República. Segundo dados disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o último a pedir registro foi o candidato do PDT, Ciro Gomes, cuja chapa é composta pela senadora Kátia Abreu (PDT-TO) como vice. O PDT disputará a eleição com apoio do Avante.

    Esta será a terceira eleição presidencial que Ciro Gomes disputará. O candidato declarou R$ 1,7 milhão em bens, incluindo casa, apartamentos, carros e depósitos em conta corrente e poupança. Já a candidata a vice-presidente declarou um patrimônio de R$ 2,6 milhões.

    Também já registraram candidatura: Cabo Daciolo (Patri), Geraldo Alckmin (PSDB, coligado com PTB, PP, PR, DEM, SD, PPS, PRB e PSD), Guilherme Boulos (PSOL e PCB) e Vera Lúcia (PSTU).

    Os partidos têm até as 19h desta quarta-feira para protocolar os candidatos e as coligações da corrida presidencial no TSE. Pelo calendário eleitoral, até 17 de setembro, o TSE tem de julgar os pedidos de registro.

    O partido dos trabalhadores (PT), não trabalha com a hipótese de o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad assumiro lugar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e irá às últimas consequências com a postulação de Lula, que estará na campanha eleitoral "de um jeito ou de outro", disse nesta segunda-feira a presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann. Segundo ela, Haddad será registrado como vice na chapa de Lula e atuará como porta-voz do ex-presidente em viagens pelo Brasil, enquanto Lula estiver preso em Curitiba cumprindo pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá (SP).

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    O candidato popular talvez não consiga formalizar sua candidatura.

  7. #26
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    Lembrando que no próximo dia 17 os candidatos debaterão seus planos de governo na Rede TV.

  8. #27
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    João Amôedo declara maior patrimônio entre presidenciáveis

    O candidato do partido Novo possui mais de R$ 400 milhões em bens e é, até o momento, o mais rico entre os postulantes à Presidência da República. O prazo final para o registro de candidaturas termina nesta quarta-feira (15/08), e a campanha eleitoral começa oficialmente no dia a seguir. Até esta terça-feira, seis dos 13 candidatos à presidência, e seus respectivos vices, já haviam se registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral.

    No momento do registro, os postulantes precisam entregar uma lista de declaração de bens. Somado, o patrimônio de cinco deles representa apenas 0,6% do declarado por João Amôedo, o candidato mais rico da corrida presidencial. Três possuem mais de R$ 1 milhão em bens.
    Amôedo, que concorre pelo Novo, declarou R$ 425 milhões em patrimônio. Pouco mais da metade do valor, R$ 217 milhões, está investido em renda fixa. Formado em Engenharia, ele é um dos fundadores do partido pelo qual concorre, registrado apenas em 2015 pelo TSE, apesar da data de fundação ser 2011. Natural do Rio de Janeiro, ele fez carreira em bancos, atuando no alto escalão do Itaú e do Unibanco. Seu vice, Christian Lohbauer, também declarou patrimônio milionário, de pouco mais de R$ 4,1 milhões.
    Entre os vices, a lista mais volumosa de bens pertence à senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP), da chapa de Geraldo Alckmin (PSDB): R$ 5,1 milhões. Logo após Lohbauer, desponta a também senadora Kátia Abreu (PDT), que faz dobradinha com o colega de partido Ciro Gomes. Ela declarou R$ 2,6 milhões.
    A análise da ficha de registro dos candidatos permite ainda perceber o crescimento patrimonial que obtiveram nos últimos anos. O de Alckimin cresceu 29%. Nas eleições de 2014, quando concorreu ao governo de São Paulo, ele havia declarado R$ 1,06 milhão. Em 2018, o valor é de R$ 1,3 milhão. Já no caso de Ana Amélia, o patrimônio aumentou em mais de 100%. Nas eleições ao governo estadual, quando foi derrotada nas urnas no Rio Grande do Sul, a senadora havia declarado bens no valor de R$ 2,5 milhões.
    O patrimônio de Ciro pulou de R$ 426 mil em 2006, última vez em que ele disputou um cargo eletivo, para R$ 1,6 milhão. Já a vice da chapa pedetista tem uma maior discrepância nas declarações de bens entre os candidatos. No registro feito na última sexta-feira, 10 de agosto, Kátia Abreu declarou possuir R$ 2,6 milhões, entre imóveis, um terreno e participações societárias. Nas eleições suplementares do Tocantins, realizadas em junho e na qual ela concorreu à governadora, sua lista de bens somava R$ 3,8 milhões. Em 2014, quando postulou ao cargo de senadora pelo mesmo estado, informou R$ 4,1 milhões para a Justiça Eleitoral.
    Entre os presidenciáveis registrados até o momento, apenas Cabo Daciolo (Patriota) declarou não possuir bens. Guilherme Boulos (PSol) informou apenas um veículo no valor de R$ 15,4 mil como patrimônio. Já Vera Lúcia Salgado (PSTU) possui um terreno de R$ 20 mil.
    Last edited by Paulo_st; 08-14-2018 at 12:42 PM.

  9. #28
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    É o mais rico ou o que realmente declarou todas as posses?

  10. #29
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    Bolsonaro lidera intenções de voto com 23,9% em cenário sem Lula, aponta pesquisa

    O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, lidera as intenções de voto para as eleições de outubro com 23,9 por cento de preferência do eleitorado no cenário sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os concorrentes, de acordo com levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira.

    Na pesquisa sem Lula e em que o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad aparece como nome do PT, Marina Silva (Rede) é a segunda colocada com 13,2 por cento de apoio, em empate técnico com Ciro Gomes (PDT), que registra 10,2 por cento de apoio.

    Geraldo Alckmin (PSDB) vem a seguir com 8,5 por cento, à frente de Alvaro Dias (Podemos), com 4,9 por cento, e de Haddad, que registra 3,8 por cento. Nesse cenário, 6,8 por cento dos entrevistados disseram não saber em quem votar, e 23,1 por cento disseram que não votariam em nenhum dos candidatos.

    Em levantamento de julho do mesmo instituto, Bolsonaro tinha 23,6 por cento de apoio; Marina aparecia com 14,4 por cento; Ciro com 10,7 por cento; Alckmin com 7,8 por cento; Dias com 5,0 por cento e Haddad com 2,8 por cento.

    Segundo o Paraná Pesquisas, os levantamentos de julho e agosto não podem ser comparados diretamente, pois a pesquisa anterior incluía pré-candidatos cujas candidaturas não se confirmaram e que não constam da pesquisa deste mês.

    Quando Lula é incluído entre os concorrentes, o ex-presidente lidera as intenções de voto com 30,8 por cento de apoio no levantamento de agosto, contra 22,0 por cento de Bolsonaro, que ocupa a segunda posição nesse cenário.

    Lula, no entanto, está preso em Curitiba desde o início de abril cumprindo pena de 12 anos e 1 mês por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá (SP), e deve ficar inelegível pela Lei da Ficha Limpa, que barra a candidatura de condenados por órgãos colegiados da Justiça.

    Nesse outro cenário do levantamento, Marina ocupa a terceira posição com 8,1 por cento de apoio, ante 6,6 por cento de Alckmin, 5,9 por cento de Ciro e 4,0 por cento de Alvaro Dias. Disseram não saber em quem votar 4,6 por cento dos entrevistados, e 14,3 por cento disseram que não votariam em nenhum dos candidatos.

    No mês passado, Lula tinha 29,0 por cento e Bolsonaro aparecia com 21,8 por cento, contra 9,2 por cento de Marina; 6,2 por cento de Alckmin; 6,0 por cento de Ciro e 4,2 por cento de Dias.

    A pesquisa desta quarta-feira também apontou que o general Hamilton Mourão, companheiro de chapa de Bolsonaro, é o candidato a vice-presidente que os entrevistados mais gostam ou simpatizam, com 13,6 por cento de preferência. Haddad, atual companheiro de chapa de Lula, vem em seguida com 12,3 por cento, à frente de Ana Amélia (vice de Alckmin), com 6,8 por cento, e de Kátia Abreu (vice de Ciro), com 2,7 por cento.

    Questionados se o eventual apoio de Lula a Haddad caso o ex-presidente não seja candidato aumenta, diminui ou não muda a vontade de votar no ex-prefeito para presidente, mais da metade dos entrevistados (50,7 por cento) disseram que não muda, enquanto 25,2 por cento disseram que diminui a vontade e 19 por cento disseram que aumenta.

    Para 64,1 por cento dos entrevistados, a candidatura de Lula será impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acrescentou o Paraná Pesquisas, enquanto 30,4 por cento acreditam que o ex-presidente conseguirá ser candidato.

    O levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 9 e 13 de agosto em 168 municípios dos 26 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro estimada do levantamento é de aproximadamente 2,0 pontos percentuais, de acordo com o instituto.

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  12. #30
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    As eleições dos desencantos e dos medos. Pois até no momento de confirmar o candidato escolhido estarei perguntando-me se realmente é o mais preparado.

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