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Thread: Esportes de Inverno e Olimpíadas de Inverno.

  1. #1
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    Esportes de Inverno e Olimpíadas de Inverno.

    Aqui você pode comentar e interagir sobre esportes de inverno, e também sobre as olimpíadas de inverno.

  2. Fb
  3. #2
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    Jogos Olímpicos de Inverno são um evento multiesportivo realizado a cada quatro anos, reunindo modalidades de desportos de inverno disputadas no gelo e na neve, sendo um dos eventos máximos do Movimento Olímpico, ao lado dos Jogos Olímpicos de Verão.

    A primeira competição de caráter mundial a reunir desportos de inverno foi a Semana Internacional de Desportos de Inverno, realizada em 1924 na cidade francesa de Chamonix. Apenas dois anos depois o Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu dar o estatuto de Jogos Olímpicos àquela competição, que passaria a acontecer regularmente.

  4. #3
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    Três cidades entram na disputa para sediar as Olimpíadas de Inverno de 2026

    O Comitê Olímpico Internacional (COI) recebeu o relatório do Grupo do Trabalho dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, que avalia a viabilidade das quatro cidades interessadas para sediar o evento: Calgary (Canadá), Erzurum (Turquia), Milão/Cortina d’Ampezzo (Itália) e Estocolmo (Suécia).

    Os planos preliminares foram analisados sob o mesmo viés da agenda das Olimpíadas de Tóquio 2020, enfatizando o uso máximo de estruturas já existentes.

    O COI também observou no relatório que as cidades interessadas planejam aproveitar 80% da infraestrutura da Olimpíada, contra 60% das que pretendiam sediar os Jogos de Inverno em 2018 e 2022. Além disso, os custos operacionais iniciais dos Jogos são em média 15% mais baixos que os das outras cidades nos dois processos anteriores de candidatura.

    Assim, a entidade recomendou que cidades fossem convidadas para as sessões que definem o Estágio de Candidatura e que acontecerão em Buenos Aires, nos dias 8 e 9 de outubro:

    -Calgary: A cidade respira o legado dos Jogos de 1988 e pode fazer ótimo uso das estruturas já existentes para 2026. A cidade canadense tem uma experiência valiosa em receber competições esportivas de inverno e outros grandes eventos.

    -Milão/Cortina d’Ampezzo: A candidatura se beneficia da forte história, tradição e experiência da região com esportes de inverno, assim como o amor e a paixão dos italianos por esporte. O projeto pode também alavancar a economia e a prosperidade da região norte da Itália.

    -Estocolmo: A Suécia tem experiência em receber e amor pelos esportes de inverno, além de locais da Copa do Mundo já estabelecidos e necessários para a realização dos Jogos. Estocolmo desenvolveu ainda um conceito dos Jogos que visa melhorar a vida de todos os seus cidadãos.

    -Erzurum: O investimento em infraestrutura, assim com acomodação, transporte, energia e telecomunicações seria muito alto. Outros investimentos significativos seriam necessários para os locais esportivos. A região tem pouca experiência em receber grande eventos internacionais. A cidade é, no entanto, uma grande promessa para o futuro a longo prazo, tendo uma visão ambiciosa para desenvolver uma jovem e vibrante cidade universitária em um centro de esportes de inverno.

    O processo todo deve ter fim apenas em setembro de 2019.

    Fonte: Gazeta Esportiva

  5. #4
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    COI cria sete novas disputas em programa dos Jogos de Inverno de Pequim-2022

    Em reunião do seu Conselho Executivo, nesta quarta-feira, o Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu ampliar o número de disputas valendo medalhas nos Jogos de Inverno de Pequim-2022. Com a decisão, sete novas disciplinas serão acrescentadas ao programa olímpico, que agora tem 109 provas.

    As disputas adicionadas à competição chinesa são: bobsled feminino, esqui Big Air de estilo livre para homens e mulheres, time misto para esqui de velocidade em pista curta, salto de esqui, esqui estilo livre e snowboardcross.


    Ao mesmo tempo que a organização aumentou o número de disputas valendo medalhas, reduziu o número de atletas que poderão competir em cada prova. A expectativa é que a próxima Olimpíada de Inverno tenha 41 atletas a menos que a edição realizada em fevereiro deste ano, em Pyeongchang, na Coreia do Sul - em solo coreano houve 2.933 esportistas.

    O COI também decidiu manter o mesmo número de locais de competição em solo chinês. A meta é reduzir custos, uma vez que já preocupa a entidade a falta de candidatos a receber a edição 2026 dos Jogos de Inverno, justamente em razão dos altos custos para organizar um evento olímpico.

    De acordo com o diretor esportivo do COI, Kit McConnell, as mudanças para Pequim são "uma forte mensagem sobre o controle quanto ao tamanho dos Jogos Olímpicos de Inverno", declarou nesta quarta-feira.

    Pelas contas do COI, três modalidades vão ter reduzido o número de atletas em 2022. As provas de esqui vão perder 41 atletas, sendo 26 no esqui skating e 20 no biatlon. Em compensação, o hóquei no gelo vai ganhar mais duas equipes, tornando-se uma competição com dez equipes. No total, serão acrescidos 46 esportistas.

    Fonte: Portal Terra

  6. #5
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    Maior medalhista dos Jogos Olímpicos de Inverno anuncia a aposentadoria

    A norueguesa Marit Bjorgen anunciou que está se despedindo do esporte. A esquiadora de 38 anos é a maior medalhista em Jogos Olímpicos de Inverno com 15 láureas (oito ouros, quatro pratas e três bronzes). Este ano, na Olimpíada de PyeongChang, Marit levou para casa dois ouros, uma prata e dois bronzes. A última competição da multicampeã será o Campeonato Norueguês de Esqui Cross-Country, neste fim de semana, na cidade de Alta.

    - Não tenho mais motivação para me doar 100% em mais uma temporada. É por isso que eu escolhi me aposentar. Foi uma era na minha vida, mais de 20 anos competindo, então é muito especial dizer que essa é a minha última temporada - afirmou a atleta em entrevista à emissora pública da Noruega, a NRK.

    Marit Bjorgen iniciou a sua trajetória olímpica nos Jogos de Salt Lake City, em 2002. Na ocasião, ela conquistou a praia no revezamento 4 x 5km. Quatro anos mais tarde, nos Jogos de Turim, a norueguesa obteve nova prata, dessa vez nos 10km individual. A história começou a mudar a partir de Vancouver 2010. Mais experiente, ela abocanhou três ouros, uma prata e um bronze, chamando a atenção do mundo.

    O bom desempenho se repetiu em Sochi 2014. Com ouros no skiathlon, nos 30 km e no sprint equipe, a esquiadora adicionou mais três medalhas no currículo. Este ano, Marit subiu no lugar mais alto do pódio nos 30km e no revezamento 4 x 5km. Para coroar de vez a sua trajetória olímpica, ela ainda conquistou a prata no skiathlon, além de ter sido bronze nos 10km e no sprint equipe.

    Fonte: Globo Esporte

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    Mãe deixa de ir às Olimpíadas por gravidez e 18 anos depois se emociona com ouro da filha

    O esporte é capaz de contar histórias fascinantes e únicas - e talvez por este e outros contextos seja tão apaixonante. A argentina Dolores Amaya tem emoções de sobra para sentir e uma destas histórias singulares para ecoar pelo mundo. Não somente como atleta, quando foi uma jovem remadora olímpica nos Jogos de Atlanta, em 1996, mas, principalmente, por ter deixado de estar presente nos Jogos de Sydney, quatro anos mais tarde. Agora, dezoito anos depois, o elo mais forte da ex-atleta, sua filha, faz com que ela olhe com orgulho para os acontecimentos do passado e vibre com o presente.

    Início dos anos 2000. E, aos 20 anos, Dolores Amaya tem uma temporada promissora pela frente. Depois de ser a atleta mais jovem da delegação argentina nos Jogos de Atlanta, quatro anos antes, ela vislumbra os Jogos de Sydney, na Austrália. Contudo, uma notícia faz com seja necessário frear e interromper os sonhos olímpicos para um sonho ainda mais especial: Dolores está grávida e não poderá competir na Oceania.

    Maria Sol Ordas. Esse é o nome da filha de Dolores e Damian Ordás, também remador - e que participou dos Jogos da Austrália. E quis o destino que a pequena Maria nascesse e crescesse com o mesmo amor pelo esporte dos pais. A pequena argentina se transforma em uma potencial remadora, aquela mesma modalidade em que sua mãe fora destaque.

    Outubro de 2018. Maria Sol Ordas, em Buenos Aires, faz história e dá sequência a um ciclo. Sob os olhares ansiosos dos pais, ela cumpriu aquilo que o destino havia preparado: conquistou o primeiro ouro da Argentina nos Jogos Olímpicos da Juventude.

    - Ela foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. A gravidez foi uma surpresa, mas de qualquer forma, eu sabia que não iria buscar uma medalha de ouro, então ela foi a melhor coisa que aconteceu. Ter um filho é a melhor coisa do mundo, melhor até do que estar nas Olímpiadas. E agora é incrível ver que ela está em um nível fantástico e eu posso ver, certamente, que ela estará nas Olímíadas no futuro. Tenho certeza que ela vai longe e, como mãe, eu estou aqui para dar apoio em tudo que ela precisar. Ela precisa aproveitar aquilo que ela faz - disse a mãe, orgulhosa da filha.

    Uma família, uma história e um amor em comum: o esporte. Agora, com um atraso de 18 anos, a mãe Dolores tem também uma importante parcela desta medalha de ouro.

    Fonte: Globo Esporte

  7. #6
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    Em referendo, canadenses recusam sediar Olimpíadas de Inverno de 2026

    Calgary, Canadá – A candidatura da cidade de Calgary, no Canadá, para sediar as Olimpíadas de Inverno de 2026 está em risco. Em referendo organizado nesta terça-feira, a população local rejeitou a ideia de receber novamente os Jogos, que já aconteceram na região no ano de 1988.

    Dados preliminares divulgados pelas autoridades duas horas após o fechamento das urnas apontam que 56,4% votou pelo “não”, enquanto que 43,6% votou “sim” para a candidatura. Dos 767 mil eleitores, 304,7 mil participaram do referendo.

    Fonte: Exame

  8. #7
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    Argentina pode sediar as Olimpiadas de Inverno de 2026

    A Argentina pode se tornar uma anfitriã improvável dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026. O Comitê Olímpico argentino analisa a possibilidade e a viabilidade de lançar uma candidatura oficial que poderia entrar para a história, já que o evento jamais foi realizado em um país localizado no Hemisfério Sul do planeta.

    A ideia teria surgido pelo fato de as três candidaturas apresentadas até o momento estarem mal das pernas. Calgary, no Canadá, enfrenta sérios problemas financeiros, enquanto Estocolmo, na Suécia, e a candidatura conjunta entre Milão e Cortina d’Ampezzo, na Itália, não têm o apoio de seus respectivos governos nacionais.

    Dessa forma, a Argentina passou a acreditar que realmente poderia “abraçar” a competição organizada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Em um comunicado, o país sul-americano divulgou que usaria Buenos Aires, capital e cidade mais estruturada, para os esportes disputados em ginásios fechados, sem a necessidade de neve. Para aqueles em que a neve é imprescindível, a ideia seria usar Ushuaia, cidade mais ao sul do planeta e popularmente conhecida como “Fim do Mundo”.

    Outro ponto a favor dos argentinos seria o fato do COI ter gostado do que viu no último mês de outubro, quando o país sediou os Jogos da Juventude.

    Há, no entanto, questões que podem atrapalhar. A principal delas é a econômica. Apesar de possuir a terceira maior economia da América Latina, a Argentina passa por uma grave crise financeira, com os níveis de inflação fixados em 42% até o final de 2018.

    Vale lembrar que, se decidir lançar uma candidatura oficial, a Argentina poderia estar concorrendo para sediar dois dos maiores eventos esportivos do planeta em um período de quatro anos. Isso porque o país já sinalizou que tentará receber a Copa do Mundo de 2030 ao lado de Paraguai e Uruguai, no ano em que o maior torneio de futebol do mundo completará 100 anos de existência.

  9. #8
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    China desenvolve comboios de alta velocidade sem condutores para Olimpíadas de Inverno

    O sistema permite que o comboio arranque, circule e pare com precisão nas estações ferroviárias, segundo a agência noticiosa oficial Xinhua.

    As autoridades esperam que os comboios entrem em funcionamento na linha de quase 200 quilómetros, que liga Pequim a Zhangjiakou, o local onde se realizam os Jogos Olímpicos de Inverno, na província de Hebei.

    Um sistema semelhante está já em funcionamento na província de Guangdong, sudeste do país, com comboios interurbanos, que alcançam 200 quilómetros por hora.

    Mas os comboios que ligarão Pequim a Zhangjiakou vão deslocar-se a uma velocidade de 350 quilómetros por hora.

    Este ano, a China planeia expandir a sua malha ferroviária de alta velocidade em 3.200 quilómetros, para um total de 30.000 quilómetros, anunciou na quarta-feira Lu Dongfu, o diretor-geral da China Railway, entidade que opera as ferrovias do país.

    A primeira linha chinesa de alta velocidade - um troço de 117 quilómetros entre Pequim e Tianjin - começou a funcionar em 2008, quando a capital chinesa organizou os Jogos Olímpicos, 28 anos depois do nascimento do TGV francês.

    E quando o Japão lançou o seu "comboio-bala", em 1964, a China era um país pobre e isolado, mergulhado em constantes "campanhas políticas" e empenhada em "aprofundar a luta de classes".

    Em 2012, o país inaugurou a linha de alta velocidade mais extensa do mundo, com 2.298 quilómetros, que liga Pequim a Cantão.

    Hoje, a malha ferroviária de alta velocidade da China compõe dois terços do total do mundo.

    Durante a última dinastia imperial (1644-1911), o governo chinês começou por se opor ao caminho-de-ferro e só em 1881 autorizou a construção da primeira via-férrea.

    O acelerado desenvolvimento da rede chinesa de alta velocidade ficou também marcado por um grave acidente, que matou 40 pessoas, no verão de 2011.


    Fonte: DN.pt

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    RIO DE JANEIRO, 16 JAN (GLOBOESPORTE.COM) A brasileira Isadora Williams, finalista olímpica dos Jogos de Inverno de Pyeongchang, na Coreia do Sul, no ano passado, conquistou a sétima medalha internacional da carreira, a prata no torneio Mentor Cup de Patinação Artística no Gelo, nesta sexta, em Torun, na Polônia. O ouro ficou com a italiana Marina Piredda e o bronze com a finlandesa Linnea Ceder.

    Isadora Williams estava há mais de dois meses sem competir, por conta de uma lesão no pé. Nos dois dias de programa, a brasileira, que nasceu e treina nos Estados Unidos, fechou tanto o programa curto quanto o programa longo com a melhor nota de componentes artísticos dos dois dias: 147.14 pontos, também a melhor marca dela na temporada. A italiana Marina Piredda foi a campeã com 158.67 e a finlandesa Linnea Ceder ficou em terceiro com 146.81 pontos.

    Foi a quinta medalha de prata de Isadora Williams, das sete conquistadas em torneios internacionais. Agora, a atleta volta aos treinos nos Estados Unidos para o principal desafio do ano: o Campeonato Mundial de Patinação Artística, em Saitama, Japão, a partir do dia 18 de março.

    Isadora tem 22 anos e foi a primeira patinadora artística a ganhar uma medalha pelo Brasil em uma competição internacional, o bronze no Golden Spin, em Zagreb, em 2012. Também foi a primeira patinadora a representar o país nos Jogos Olímpicos de Inverno, em 2014, em Sochi, na Rússia. Em fevereiro de 2017, ela conquistou a medalha de ouro no Sofia Trophy, o primeiro ouro do Brasil na modalidade em uma competição internacional. E, em 2018, fez história ao classificar o país pela primeira vez em uma final olímpica da patinação artística no gelo, em Pyeongchang, na Coreia do Sul.

  12. Fb
  13. #10
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    Por incrível que pareça, o quente Quênia tem uma equipe de Hóquei e pretender ir as olimpíadas de Pequim.

    Os quenianos além de bons maratonistas, agora querem ser bons jogadores de hóquei, isso pois em Nairobi há uma pista de gelo e lá treina um grupo oficial que pretende representar o modesto país nos jogos olímpicos de inverno em 2022.

    Boa Sorte aos rapazes.

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