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Thread: Brent Crude Oil - Análise e Notícias

  1. #481
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    Preços do petróleo aumentam com interrupção da oferta venezuelana

    Os preços do petróleo se recuperaram na quinta-feira para reduzir algumas das perdas da sessão anterior, sustentadas pelo declínio nas exportações da Venezuela.

    Os futuros do petróleo tipo Brent negociaram 33 centavos ou 0,4%, para US $ 75,69 por barril. Enquanto isso, o petróleo não refinado do WTI dos EUA subiu 33 cêntimos ou 0,6 por cento, a $ 65,11 por barril. Terminou a sessão anterior 1,2 por cento mais baixa em 64,73 dólares por barril.

    A Venezuela, membro da Opep, está atrasada no embarque de petróleo para clientes de seu principal porto de exportação de petróleo há quase um mês, segundo dados da Reuters, pois, adiamentos crônicos ameaçam romper contratos de fornecimento de petróleo da estatal se não forem entregues rapidamente .

    Os petroleiros que esperam para carregar mais de 24 milhões de barris de petróleo bruto, quase tanto quanto a PDVSA absorveu em abril, aguardam no principal porto de petróleo do país. Os dados da Reuters mostraram que o atraso é tão sério que a PDVSA informou a alguns clientes que ele pode anunciar força maior, permitindo que ele pare temporariamente os contratos se eles não aceitarem novos termos de entrega.

    Os problemas de abastecimento na Venezuela ocorrem em meio a cortes voluntários na produção da Opep, implementados desde 2017, para reequilibrar o mercado e elevar os preços. O cartel está agendado para se reunir em sua sede em Viena, juntamente com o principal produtor, mas não membro da OPEP Rússia, em 22 de junho para falar sobre a política de produção.

    O Irã, membro da Opep, disse na quarta-feira que o aumento na produção não está sendo considerado, já que o mercado está estável e os preços estão bons.

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  4. #482
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    Petróleo em baixa com atenções voltadas à produção dos EUA

    O petróleo estava em baixa nesta sexta-feira, já que investidores aguardavam a apresentação semanal da atividade de extração por parte da Baker Hughes nesta sexta-feira. O relatório fornecerá aos investidores uma nova visão sobre a produção e demanda de petróleo dos EUA, à medida que os investidores continuavam a se preocupar com o ritmo acelerado da produção dos EUA.

    Dados da semana anterior mostraram que os exploradores dos EUA acrescentaram duas plataformas de petróleo na semana encerrada em 1º de junho, elevando a contagem total para 861, o nível mais alto desde março de 2015.

    A produção de petróleo dos EUA saltou para um recorde de 10,8 milhões de barris por dia, informou a Administração de Informação de Energia dos EUA na quarta-feira.

    Os contratos futuros de petróleo bruto nos EUA recuavam 0,39%, para US$ 65,69 às 06h56, enquanto o petróleo Brent tinha queda de 0,53%, com o barril negociado a US$ 76,91.

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  6. #483
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    Petróleo: Panorama da semana

    Novos comentários de produtores mundiais de petróleo, que podem apresentar mais sinais se planejam sair ou não de seu atual acordo de cortes na produção, permanecerão em destaque.

    A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) deve se reunir em sua sede em Viena, juntamente com a Rússia, país externo à organização, em 22 de junho para discutir a política de produção.

    Os preços do petróleo estiveram na defensiva nas últimas sessões devido a preocupações de que a Opep e países externos à organização, liderados pela Rússia, decidiriam elevar a produção em até 1 milhão de barris por dia já neste mês em reação a perdas na oferta da Venezuela e do Irã.

    A Opep e outros produtores, liderados pela Rússia, estão reduzindo a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia para impulsionar os preços e reduzir os estoques globais de petróleo. O pacto teve início em janeiro de 2017 e deverá valer até o final de 2018.

    No entanto, a Arábia Saudita e a Rússia disseram que os cortes poderiam ser aliviados depois de receberem pedidos de países consumidores, incluindo Estados Unidos, China e Índia, para darem sustentação à demanda global.

    Enquanto isso, investidores de petróleo também irão continuar a pesar o aumento constante nos níveis de produção dos EUA na semana a seguir, já que o aumento na atividade de extração do país tem dado destaque as preocupações com a produção norte-americana.

    Exploradores dos EUA acrescentaram uma sonda de petróleo à atividade já existente na semana passada, levando o total para 862, número mais alto desde março de 2015, afirmou a Baker Hughes da General Electric (NYSE:GE), empresa prestadora de serviços de energia, em seu relatório na sexta-feira.

    A produção norte-americana de petróleo, guiada pela extração de shale oil, atualmente está na máxima histórica de 10,8 milhões de barris por dia. Apenas a Rússia atualmente tem produção maior, com 11 milhões de barris por dia.

    Novos dados semanais sobre os estoques comerciais de petróleo bruto nos EUA na terça e na quarta-feira para avaliar a força da demanda do maior consumidor de petróleo do mundo e a rapidez com que os níveis de produção irão continuar a subir irão capturar a atenção do mercado.

    Os contratos futuros de petróleo bruto fecharam em ligeira baixa na sexta-feira e registraram uma queda marginal durante a semana.

    A referência norte-americana, o petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI) recuava US$ 0,21, ou cerca de 0,3%, e era negociado a US$ 65,74 o barril no fechamento do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York, com a commodity registrando queda na semana de 0,1%. Isso marcou o terceiro declínio semanal consecutivo.

    Do outro lado do Atlântico, o petróleo Brent, referência global, recuou US$ 0,86, ou 1,1%, e fechou em US$ 76,46 o barril na Bolsa de Futuros ICE (ICE Futures Exchange) em Londres, encerrando a semana com queda de 0,4%. O Brent registrou quedas em duas das últimas três semanas.

    Enquanto isso, o ágio do Brent em relação aos contratos futuros de petróleo bruto WTI permanecia próximo à máxima de três anos acima de US$ 11 o barril. O ágio dobrou em menos de um mês, já que ou aumento da produção norte-americana e a falta de capacidade de um oleoduto do país mantiveram grande parte da produção dentro dos EUA.

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  8. #484
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    Mercados de petróleo aguardam dados semanais dos estoques dos EUA

    A Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês), divulgará seu relatório semanal oficial dos estoques de petróleo referente à semana encerrada em 8 de junho às 11h30 em meio a expectativas de redução em torno de 1,4 milhão de barris.

    Os dados também oferecerão novas indicações sobre a rapidez com que os níveis de produção domésticos continuam a subir. A produção norte-americana de petróleo, guiada pela extração de shale oil, chegou à máxima histórica de 10,80 milhões de barris por dia.

    Após os mercados fecharem na terça-feira, o Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês) afirmou que os estoques de petróleo dos EUA tiveram aumento de 833.000 barris na semana passada.

    Os preços do petróleo estavam em baixa antes dos dados, com os contratos futuros de petróleo West Texas Intermediate, dos EUA, recuando US$ 0,24, ou cerca de 0,4%, para US$ 66,12 o barril, ao passo que contratos futuros de petróleo Brent, negociados em Londres, estavam cotados a US$ 75,45 o barril, caindo US$ 0,40 ou cerca de 0,6%.
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  9. #485
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    Mercados de petróleo aguardam dados semanais dos estoques dos EUA

    A Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês), divulgará seu relatório semanal oficial dos estoques de petróleo referente à semana encerrada em 15 de junho às 11h30 em meio a projeções de redução em torno de 2,1 milhões de barris.

    Os dados também oferecerão novas indicações sobre a rapidez com que os níveis de produção domésticos continuam a subir. A produção norte-americana de petróleo, guiada pela extração de shale oil, chegou à máxima histórica de 10,90 milhões de barris por dia.

    Após os mercados fecharem na terça-feira, o Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês) afirmou que os estoques de petróleo dos EUA tiveram redução de 3,0 milhões de barris na semana passada.

    Os preços do petróleo estavam em alta, com os contratos futuros de petróleo West Texas Intermediate, dos EUA, avançando US$ 0,48, ou cerca de 0,7%, para US$ 65,38 o barril, ao passo que os contratos futuros de petróleo Brent, negociados em Londres, estavam cotados a US$ 75,68 o barril, subindo US$ 0,59 ou cerca de 0,8%.

    No entanto, o que pairava sobre os mercados era a reunião de 22 de junho em Viena da Organização dos Países Exportadores de Petróleo com alguns outros produtores, incluindo a Rússia, para discutir a oferta.

  10. Os seguintes 2 Usuários Dizem Obrigado o a Leonardo Mendes por este post útil:

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  11. #486
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    Mercados de petróleo permanecem voláteis após o acordo de produção da Opep

    Os mercados de petróleo bruto permaneciam voláteis enquanto os investidores de energia continuavam a reagir à decisão tomada na semana passada pelos grandes produtores de começar a produzir mais petróleo bruto para compensar as perdas na produção global.

    Os contratos futuros do petróleo Brent, referência internacional, recuavam US$ 0,69, ou 0,9%, para US$ 74,63 após o salto de 3,4% na sexta-feira. Porém, o petróleo dos EUA era negociado na Bolsa Mercantil de Nova York em alta de US$ 0,26, ou 0,4%, cotado a US$ 68,84 o barril após seu aumento de 4,6% na sexta-feira.

    As duas referências tiveram seu melhor dia desde o final de 2016 na sexta-feira, depois que os produtores da Opep e externos à organização concordaram com um aumento modesto na produção a partir do próximo mês, sem anunciar uma meta clara para o aumento da produção.

    A Arábia Saudita disse no sábado que a medida se traduziria em um aumento nominal de produção de cerca de 1 milhão de barris por dia.

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  13. #487
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    Petróleo em alta com foco na produção dos EUA

    cotação do petróleo estava em alta nesta sexta-feira, já que investidores aguardavam os dados que avaliam a produção dos EUA.

    A apresentação semanal da atividade de extração, a ser feita pela Baker Hughes ainda nesta sexta-feira, mostrou na semana passada que o número de sondas de petróleo em atividade nos EUA caiu pela primeira vez em semanas, indicando sinais de aperto na produção dos EUA, embora o número total permaneça pouco abaixo da máxima de março de 2015 registrada na semana anterior.

    No entanto, a produção de petróleo dos EUA permanece em níveis recordes de cerca de 10,9 milhões de barris por dia, informou a Administração de Informação de Energia do país na quarta-feira.

    Participantes do mercado também irão monitorar possíveis atualizações sobre as sanções dos EUA com base nas preocupações de que os Estados Unidos possam permitir que alguns países continuem importando petróleo iraniano.

    O petróleo disparou nesta semana e chegou à máxima de dois meses uma vez que a garantia da Arábia Saudita de aumentar a produção não conseguiu acalmar as preocupações de que interrupções do Canadá, Líbia e Irã afetariam os mercados globais.
    Last edited by Angelmarket; 06-29-2018 at 04:20 PM.

  14. #488
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    Petróleo em alta com preocupações sobre oferta em foco

    Os contratos futuros de petróleo estavam em alta, já que investidores deixavam de lado preocupações com maior produção e voltavam a se concentrar nas interrupções no fornecimento depois que a Líbia declarou força maior a respeito de quantidades significativas de petróleo bruto.

    Os contratos futuros do petróleo Brent estavam cotados a US$ 77,85 por barril, alta de US$ 0,54 ou 0,7% em relação ao seu último fechamento, ao passo que os contratos futuros de petróleo West Texas Intermediate avançavam US$ 0,78, ou 1%, para US$ 74,72.

    O Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês) deve divulgar seu relatório semanal relativo à semana encerrada em 29 de junho às 17h30 desta terça-feira em meio a expectativas de redução de 3,2 milhões de barris nos estoques.

  15. #489
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    Atas do Fed, dados norte-americanos em pauta

    A cotação do petróleo tinha ligeira baixa depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, enviou um tuite pedindo de forma imperativa que a Opep reduzisse os preços do petróleo bruto. Mais uma interferência do Sr. Trump no mercado.
    Na quarta-feira, o presidente norte americano disse que o cartel de produtores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) está elevando os preços dos combustíveis.
    Além disso, os dados dos estoques da Administração de Informação de Energia dos EUA serão divulgados ao meio-dia desta quinta-feira, um dia depois do habitual devido ao feriado de hoje do Dia da Independência dos EUA na quarta-feira, em meio a projeções de redução de 5,2 milhões de barris nos estoques.
    Os dados também oferecerão novas indicações sobre a rapidez com que os níveis de produção domésticos continuam a subir. A produção norte-americana de petróleo, guiada pela extração de shale oil, chegou à máxima histórica de 10,90 milhões de barris por dia.
    Após os mercados fecharem na terça-feira, o Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês) afirmou que os estoques de petróleo dos EUA tiveram redução de 4,5 milhões de barris na semana passada.
    Os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI) avançavam US$ 0,22 para US$ 74,36 o barril, ao passo que os contratos futuros de petróleo Brent eram negociados a US$ 78,07 por barril, queda de US$ 0,18 a partir de seu último fechamento.

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  17. #490
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    Petróleo estão em alta apesar do declínio na semana

    A cotação do petróleo estava em alta nesta sexta-feira, recuperando parte de seu declínio semanal, já que investidores se concentravam em comentários de que a Arábia Saudita reduziria as exportações em agosto e esperavam pelos dados semanais mais recentes sobre a atividade de extração nos EUA.

    O dirigente da Opep na Arábia Saudita, Adeeb Al Aama, disse que as exportações do maior produtor do cartel em julho estarão aproximadamente em linha com os 7,2 bilhões de barris por dia que foram exportados em junho, de acordo com informações doDow Jones.

    Ele notou ainda que o reino planeja cortar as exportações em cerca de 100.000 barris por dia em agosto, uma vez que trabalha para garantir que não jogue petróleo para o mercado além das necessidades dos clientes, evitando preocupações de que o excesso de oferta reduziria os preços.

    Al Aama indicou que as preocupações de que a Arábia Saudita, o maior produtor da Opep e o líder efetivo do cartel, e seus parceiros gerariam excesso nos mercados, "não têm base".

    Os contratos futuros de petróleo dos EUA avançavam 0,66% para US$ 68,69 às 07h03, enquanto o petróleo Brent subia 0,80%, com o barril negociado a US$ 73,16.

    Ainda assim, o petróleo está a caminho de perdas semanais de cerca de 3% e caiu quase 8% este mês, já que as preocupações com a oferta pesaram sobre a cotação da commodity.

    A produção dos EUA também estará em foco na sexta-feira quando a Baker Hughes divulgar seu relatório semanal sobre a atividade de extração. A contagem de sondas de petróleo em atividade nos EUA permaneceu inalterada em 863 na semana passada, já que os exploradores pareciam manter a produção estável devido à queda nos preços.

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