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Thread: | Brasil - Notícias |

  1. #551
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    Brasil tem déficit primário de R$8,224 bi em maio, melhor que o esperado

    O setor público consolidado brasileiro registrou déficit primário de 8,224 bilhões de reais em maio, abaixo do esperado pelo mercado e ajudado pelo desempenho positivo dos Estados, municípios e estatais, cenário que pode ser afetado à frente diante da atividade econômica mais fraca.

    Em pesquisa Reuters, a expectativa dos analistas consultados era de déficit primário de 11,6 bilhões de reais para maio.

    O resultado do governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) ficou negativo em 11,120 bilhões de reais em maio, bem menor que o rombo de 32,106 bilhões de reais visto um ano antes, divulgou o BC nesta sexta-feira.

    Já os governos regionais (Estados e municípios) tiveram superávit primário de 2,229 bilhões de reais em maio, contra superávit de 894 milhões de reais um ano antes. A empresas estatais tiveram salto positivo de 688 milhões de reais em maio, contra dado positivo em 475 milhões de reais no mesmo mês do ano passado.

    Em 12 meses, o déficit primário consolidado foi a 95,885 bilhões de reais, equivalente a 1,44 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Para 2018, a meta é de rombo de 161,3 bilhões de reais, que deverá marcar o quinto ano que o país não consegue economizar para pagar juros da dívida pública.

    O governo vem reiterando a viabilidade da meta fiscal deste ano, mas a tarefa ficou mais difícil após a greve dos caminhoneiros em maio, que causou forte desabastecimento no país e afetou a atividade econômica. Além disso, o governo teve custo fiscal de mais de 15 bilhões de reais para arcar com o pleito da categoria e garantir preço menor do diesel.

    Por isso, os economistas pioraram muito as expectativas para o déficit primário do governo central neste ano, segundo o relatório Prisma Fiscal divulgado pelo Ministério da Fazenda. Pela mediana, a projeção subiu a 151,192 bilhões de reais, contra 138,543 bilhões de reais anteriormente. Neste caso, a meta do ano é de 159 bilhões de reais.

    Pesquisa Focus do BC, que ouve uma centena de economistas todas as semanas, mostra que a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país neste ano estava em torno de 1,50 por cento, depois de ter chegado a 3 por cento alguns meses antes.

    No mês passado, ainda segundo o BC, a dívida pública bruta ficou em 77,0 por cento do PIB, ao passo que a dívida líquida atingiu 51,3 por cento do PIB. Em pesquisa Reuters, a expectativa de 76,3 e 51,4 por cento do PIB, respectivamente.

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    BRASIL: Taxas diárias abrem mais altas acompanhando o USD

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Size:  76.1 KBAs taxas futuras de depósito interbancário de um dia (taxas DI) no Brasil abriram em alta nesta quarta-feira, acompanhando o dólar negociado localmente, em face da maior aversão ao risco no exterior. Os investidores também avaliam a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de fixar a meta de inflação para 2021 abaixo de 4%, em um dia de menor volume de negociações devido à partida da seleção brasileira na Copa do Mundo.

    Traders disseram que os leilões de linha programados para segunda-feira de manhã, com lances de duas horas, ajudam a aliviar a pressão sobre o dólar após se aproximar da barreira de R $ 3,80 na terça-feira. No exterior, a moeda dos EUA é cotada no nível mais alto em uma semana. No mercado de taxas futuras, os investidores reagem à decisão do CMN de fixar a meta de inflação para 2021 em 3,75%, abaixo da meta de 4% para 2020. "O movimento anunciado pelo CMN até 2021 leva o mercado a precificar taxas de juros mais altas até que as reformas evoluam ", disse Luís Felipe Laudisio, um operador de renda fixa na Renascenia Corretora.

    Para o CM Capital Markets, o cenário doméstico mais adverso devido à falta de clareza em relação à política econômica do próximo governo deixa algumas dúvidas sobre a decisão do CMN. "A meta é viável, mas deve depender da linha de ação do próximo governo", observou Camila Abdelmalack, economista da CM. Perto da metade da sessão, a taxa de contrato DI de janeiro de 2019 estava em 6,94%, de 6,925% na sessão anterior, enquanto a taxa DI de janeiro de 2020 caiu de 8,41% para 8,50%. A taxa de contrato DI de janeiro de 2021 foi de 9,49%, em 9,47%.

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  6. #553
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    Confiança no setor de serviços do Brasil cai em junho com greve de caminhoneiros

    O Índice de Confiança do Setor de Serviços (ICS) brasileiro caiu pelo quarto mês consecutivo, caindo 2,1 pontos em junho sobre maio, para 86,7 pontos, disse a Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O ICS atingiu seu menor nível desde setembro de 2017. A queda no índice reflete a piora tanto do momento presente como dos próximos meses. O Índice da Situação Atual (ISA-S) caiu 1,5 ponto, para 85,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-S) caiu 2,7 pontos, para 88,7 pontos. A confiança caiu em dez das 13 principais atividades pesquisadas.

    Segundo o consultor da FGV Silvio Salves, o índice manteve a trajetória descendente iniciada em março, influenciado pela calibração das expectativas, mas também mostrou uma deterioração devido à greve dos caminhoneiros. "A greve dos caminhoneiros em maio desorganizou significativamente vários segmentos da economia e contribuiu para os efeitos negativos sobre a confiança relacionada à incerteza política.

    O cenário é de uma recuperação bastante modesta no nível de atividade para os próximos meses", afirmou.

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  8. #554
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    Meirelles diz que, se eleito, fará "ampla" reforma tributária com adoção do IVA

    O pré-candidato do MDB à Presidência, Henrique Meirelles, afirmou nesta quarta-feira que fará uma ampla reforma tributária que simplifique a cobrança de impostos e defendeu a adoção do imposto de valor adicionado (IVA) para que haja um sistema mais justo e transparente.
    "Isso será a primeira reforma a ser feita no Congresso Nacional. Na minha equipe já temos profissionais trabalhando no detalhamento dessa proposta", disse, em sabatina promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com os pré-candidatos ao Palácio do Planalto.

    O ex-ministro defendeu uma redução na burocracia no país para aumentar a competitivdade. Ele citou que no Brasil se gasta em média 101 dias para abrir uma empresa
    "Nós temos que simplificar esse processo, alguns avanços foram feitos com a reforma trabalhista", disse. "Temos que reformar a economia brasileira, dar condições e musculatura para as empresas produzirem melhor e aí dar condições de competir mais e melhor", completou.

    Em sua exposição, Meirelles destacou os oito anos dele à frente do Banco Central (BC) no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, naquele momento foi criado um período de estabilização da política econômica brasileira.
    "A gente começou a enfrentar a questão cambial e com sucesso", disse. "Ficamos livres do FMI", completou, sobre o pagamento dos empréstimos ao Fundo Monetário Internacional.
    O pré-candidato afirmou que a economia melhorou naquele período, no qual 60 milhões de brasileiros deixaram as classes pobres para a classe média. "Vou mostrar com clareza quem era o responsável da política econômica", disse.
    Meirelles afirmou que, depois, a presidente eleita Dilma Rousseff mudou a orientação da política econômica, o que levou à recessão que até hoje o país sofre as consequências. "Foi a maior crise econômica no país, maior do que a crise de 1929", afirmou.
    O pré-candidato do MDB citou que depois assumiu o Ministério da Fazenda a convite do presidente Michel Temer. Segundo ele, medidas foram tomadas para tirar o país da crise, embora tenha reconhecido que a melhora ainda não ocorreu.

    "Podemos ter quatro anos com presidente eleito em voto direto. Podemos colocar o Brasil na rota de crescimento por um período longo", defendeu.
    O ex-titular da Fazenda disse que os investimentos no país arrefeceram este ano devido às incertezas do período eleitoral. Ele contou ter se reunido com investidores estrangeiros que lhe contaram que farão isso até o resultado final da eleição.
    "Vai ter um conflito entre os brasileiros por propostas radicais ou o Brasil vai seguir adiante", avaliou.
    Meirelles disse que hoje o Brasil começa a decolar de novo, mesmo reconhecendo a situação difícil. Ele disse que, além dos investidores, os consumidores também estão adiando a realização de compras.

    O ex-ministro disse que seu nome poderia ajudar a melhorar esse ambiente. "Confiança em alguém que sabe fazer, confiança demonstrada, tem planos concretos, experiência para fazer e integridade pessoal. Não está envolvido em problema de nenhuma ordem", destacou.
    Segundo o pré-candidato, se eleito, vai colocar um time de primeira linha na Esplanada dos Ministérios para restabelecer a confiança. O ex-ministro também tratou como fundamental aprovar reformas e frisou que a experiência dele no governo foi positiva.
    "Aprovamos o teto de gastos", exemplificou. Ele disse que vai trabalhar para aprovar a reforma da Previdência. "Tenho segurança de que aprovaremos os projetos fundamentais, como já temos aprovado no Congresso", afirmou.
    O ex-ministro afirmou que, se a economia voltar a crescer, será possível haver mais investimentos em segurança pública e educação. "Criação de emprego para a população, criação de renda, controle da inflação, educação, saúde, segurança para a população e ensino profissionalizante", concluiu, em sua exposição inicial.
    Estacionado com 1 ponto porcentual nas pesquisas de intenção de voto, Meirelles procurou se mostrar confiante na vitória. Citou levantamentos qualitativos que mostram que, quando conhecido, seu percentual de apoiadores cresce significativamente.
    O pré-candidato destacou ainda o fato de o MDB ter muito tempo de rádio e TV na campanha. "Não entrei em uma aventura, eu sabia o que estava fazendo", destacou, ao citar novamente os sucessos de suas gestões nos governos Lula e Temer.
    "Esse homem serve ao país e quando está lá o país cresce e quando não está o país entra em recessão", completou.
    Válido notar que Meireles também foi citado na operação Lava Jato. Citado em 41 delações da JBS, o dublê de ministro da Fazenda foi por muitas vezes preservado pela velha mídia.

    O candidato a presidente presidia o Banco Original, controlado pelo Grupo J&F, dono do Frigorífico JBS. Alguns pensam que Meireles não representa o novo e está dentro de um governo corrupto, a questão é se Meireles vai crescer nas pesquisas e aumentar a intenção de votos que no momento não ultrapassa 1%.

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    Poupança líquida no Brasil registram R $ 5,639 bilhões em junho

    As contas de poupança no Brasil registraram uma captação líquida de R $ 5,639 bilhões em junho, mais que o dobro dos R $ 2,405 bilhões registrados em maio, informou o Banco Central do país nesta quinta-feira.

    O saldo é resultado de R $ 179,9 bilhões em depósitos e R $ 14,358 bilhões em saques de poupança.

    No primeiro semestre do ano, houve um financiamento líquido de R $ 7,349 bilhões. No mesmo período de 2017, a poupança registrou saída líquida de R $ 12,290 bilhões. A economia total em junho foi de R $ 749,8 bilhões, com alta de 0,7% em relação a maio.

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    Forte relatório de empregos sustenta mais 2 aumentos de juros apesar da inflação

    O relatório de empregos de junho reforçou a ideia de que a economia dos EUA está seguindo em frente com um mercado de trabalho sólido que, no entanto, não está vendo a inflação salarial sair do controle.

    As folhas de pagamento não agrícolas (NFP, na sigla em inglês) tiveram aumento de 213.000 em junho, superando expectativas de criação de 200.000 empregos no mês passado.

    Embora a taxa de desemprego tenha decepcionado com um aumento inesperado para 4,0% a partir dos 3,8% anteriores, o economista internacional chefe do ING, James Knightley, apontou que a taxa de participação aumentou de 62,7% para 62,9%.
    "Houve 600.000 novas pessoas que ingressaram na força de trabalho, o que elevou a taxa de desemprego por bons motivos", explicou Knightley.
    Na verdade, os EUA agora criaram empregos por 93 meses consecutivos, o trecho mais longo já registrado, e houve mais de 1 milhão de empregos criados até agora em 2018.

    Apesar desses números positivos, a inflação salarial permaneceu favorável. Mês a mês, os {{ec-8||ganhos por hora médios}} desaceleraram e tiveram aumento de 0,2%, em relação ao ganho anterior de 0,3%. Em uma base anualizada, a inflação de salários cresceu 2,7% em junho, alinhada à leitura anterior e frustrando expectativas de um aumento para 2,8%.

    O aumento nos salários é acompanhado de perto pelo Federal Reserve na busca de evidências de menor folga no mercado de trabalho e pressões inflacionárias ascendentes. Economistas geralmente consideram que um aumento de 3,0% ou mais seria consistente com inflação em alta.
    As atas da última reunião do Federal Reserve mostraram que os membros da instituição sentiram que as pressões salariais permaneceram “moderadas”, embora esperem que a inflação salarial melhore em breve.

    Na quinta-feira, uma pesquisa da Federação Nacional de Empresas Independentes (NFIB, na sigla em inglês) mostrou que o número de pequenas empresas que estão contratando ou tentando contratar novos trabalhadores atingiu a máxima de 19 anos.
    A busca por trabalhadores qualificados continua sendo o maior problema dos proprietários, mas muitos continuam planejando aumentar a remuneração para atrair trabalhadores”, disse a NFIB.

    A conclusão de Knightley é que a inflação salarial inevitavelmente subirá, com a economia americana crescendo em torno de 4% no trimestre atual, um mercado de trabalho incrivelmente apertado e a inflação de preços ao consumidor possivelmente chegando a 3% na semana que vem.
    “Isso sugere que o Federal Reserve precisa continuar elevando as taxas de juros com pelo menos mais dois aumentos de juros neste ano", disse ele.
    Os mercados parecem concordar com as expectativas de um aumento da taxa em setembro em 79,6%. Embora investidores estejam mais cautelosos no segundo movimento em dezembro, as probabilidades estão acima do patamar de 50%, em 52,2%.

    Podemos concluir que a economia norte americana está fortalecendo, e que a gestão de Trump está criando empregos e devolvendo aos cidadãos americanos esperanças de crescimento.
    Após a reforma de Trump, que tinha como objetivo revitalizar a atividade econômica e estimular o crescimento do país, um número crescente de empresas norte-americanas anunciou o pagamento de bônus, aumento de salários, melhora de benefícios trabalhistas e outros investimentos. Houve efeitos positivos para empresas, e consequentemente o aumento do emprego. A américa está voltando a ser grande novamente.

  12. #557
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    BNDES prevê redução na demanda por recursos por proximidade das eleições e PIB fraco

    O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, espera uma redução na demanda por recursos do banco de fomento devido à proximidade do período eleitoral e da redução nas projeções para o desempenho da economia brasileira neste ano.
    Segundo ele, as decisões de investimento devem ser postergadas por empresários até que o cenário político eleitoral fique mais claro. Além disso, após um começo de ano mais fraco que o esperado e um 2º trimestre afetado pela greve dos caminhoneiros, as projeções de expansão do PIB esse ano baixaram sensivelmente.
    “Com o período eleitoral esperamos que haja uma retração das empresas porque os investimentos dependem do cenário político ... a desaceleração também impacta o BNDES. Estamos com esse cenário até o fim do ano", disse Oliveira a jornalistas nesta terça-feira, após visitar um museu com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, na capital fluminense.
    No ano até junho, as consultas e enquadramentos, passos que antecedem os desembolsos do BNDES, cresceram cerca de 5 por cento em relação ao mesmo período do ano passado
    O presidente do BNDES disse ainda que deve se reunir ainda nesta terça-feira com um representante da Embraer (SA:EMBR3), na qual o banco tem uma participação, para tratar da parceria da fabricante de aviões brasileira e a norte-americana Boeing.
    “Vamos a partir de agora discutir mais detalhadamente essa questão. Com certeza é um bom negócio(para acionistas)", disse.
    Esta questão vai além do mercado, pois segundo uma fonte consultada por reportagem feita pela Reuters confirma-se que o interesse da "parceria" com a Embraer, na aquisição da brasileira, é também dominar as áreas de Defesa e serviços mundiais. Como acionista na categoria "golden share", o governo brasileiro, hoje sob o comando de Temer, é quem precisa dar a resposta para o seguimento das negociações.
    Por isso, ainda não houve uma oferta formal, mas o objetivo da companhia norte-americana é o de "ir bem além de uma joint venture ou de uma simples injeção de capital", afirmando a fonte consultada pelo jornal: "Uma associação mais ampla seria preferível, mas a Boeing está sensível a preocupações que o governo pode ter quanto a Defesa. Se isso puder ser equacionado, esse acordo pode vingar".
    De acordo com apurações feitas pelo GGN junto a interlocutores da companhia, a entrega da fabricante de aviões representa um risco direto não apenas aos negócios estimulados dentro do país, como também a um setor estratégico de Defesa do Brasil, uma vez que é responsável pela fabricação de aeronaves militares.
    A publicação da agência de notícias mundial destaca, ainda, que a subida do governo Temer ao Planalto "animou a Boeing". “As empresas estão agora atravessando os temas regulatórios do governo brasileiro. O portfólio de Defesa seria gerenciado de acordo com o governo do Brasil e as discussões gerais e sobre a golden share estão em andamento", teria completado a fonte.
    Segundo alguns tudo o que nos é de valor que foi construído com dinheiro público durante décadas está sendo entregue a empresas internacionais. Mas o fato é que os meios estão debilitados, e os governos de esquerda jamais fizeram algo significativo, já para alguns a Direita está destruindo e/ou entregando a o patrimônio nacional a terceiros.
    Será que se trata de uma questão ideológica ou simplesmente uma questão de tecnologia.

  13. #558
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    Brasileiro usa mal previdência, diz Bradesco

    O Brasil tem como hábito cultural, desde de sua base, não pensar no futuro. E os que pensam nem sempre o fazem de maneira planejada. Um exemplo é o baixo número de brasileiros que têm seguro de vida. “O brasileiro é malandro, ele não morre”, ironiza Jorge Poholmann Nasser, diretor-presidente da Bradesco (SA:BBDC4) Vida e Previdência. “Quem morre são os outros, vez ou outra um amigo ou conhecido, mas nós não, e por isso não nos preocupamos com o amanhã”, diz. Mas, tão ruim quanto os que não fazem seguro são os que pensam que fazem. Eles compram algum seguro sem planejamento e se acham protegidos, mas nem sequer sabem de quanto é a indenização. “Ter o seguro, mas não saber de quanto é, é como não ter”, avalia Nasser.
    Para ele, isso faz parte da cultura do brasileiro, de achar que coisas ruins só acontecem com os outros e nunca pensar nelas. E a mesma lógica se aplica à previdência privada. Poucos se preocupam em poupar para o futuro, mas mesmo entre os que têm um plano, muitos aplicam mensalmente, mas não sabem de quanto é o benefício esperado no futuro, qual o rendimento da aplicação hoje ou seu custo. “E a previdência exige mais atenção ainda que o seguro de vida”, alerta Nasser.
    Para o executivo, esse desconhecimento se torna mais grave com o aumento na portabilidade de fundos de previdência entre as instituições, movimento que, diz, pode ser prejudicial para o investidor. “Chega alguém e diz: vamos analisar seu plano e encontrar algo mais barato, olhando apenas a taxa de administração”, afirma. “É obvio que a pessoa deixa algo para trás e às vezes sai de um plano melhor para um mais barato, mas com condições piores”, diz.
    Isso ocorre porque os planos antigos têm tábuas atuariais que preveem uma vida mais curta para o beneficiário, o que eleva o benefício na hora de transformar o plano em renda vitalícia. Planos novos já trabalham com tábuas atuariais de vida mais longa, que preveem benefícios menores. Mas poucos consideram essa variável e olham apenas o custo da taxa de administração do fundo na hora da migração. Até porque consideram que a pessoa não vai transformar o plano em renda, mas simplesmente ir sacando o dinheiro como um fundo de investimentos.
    Para Nasser, o maior risco do mercado de previdência privada hoje é a disputa de taxas administração, uma vez que muitas gestoras independentes e seguradoras estão criando fundos de previdência também, com custos menores de gestão. O crescimento de corretoras independentes que oferecem esses fundos aos seus investidores também coloca maior pressão sobre os grandes bancos. “Isso dilapida o valor de mercado e todo mundo vai perder, inclusive o cliente”, diz o executivo do Bradesco. Segundo ele, não necessariamente uma taxa de administração baixa dá garantia de retorno maior para o investidor. “Claro que tem limites, havia um certo exagero nas taxas, especialmente nos tempos de inflação alta, mas era em um tempo em que ninguém sabia o que ia ser o futuro”, admite.
    Hoje, Nasser estima que as taxas de administração podem partir de 0,20% ao ano para grandes investidores, ficando em torno de 1% para o varejo nos grandes bancos. “Mas se eu quero um fundo dinâmico, com mais diversificação, preciso pagar um pouco mais”, afirma. Por isso, ele recomenda que o investidor analise periodicamente sua previdência privada. “A pessoa pode estar pagando pouquinho, mas não ter nada de gestão no fundo”, explica.
    Ele diz também que os grandes bancos estão acabando com a taxa de carregamento, que era cobrada sobre cada aplicação feita em fundos de previdência aberta, e que podia chegar a 3% do valor aplicado. A taxa representava um custo além da taxa de administração. “Hoje, no Bradesco, nós não cobramos mais o carregamento e vários outros bancos estão fazendo o mesmo”, diz. O Itaú Unibanco (SA:ITUB4) isentou a taxa para os clientes do Personnalité, mas os de varejo continuam pagando. Esse é outro reflexo da concorrência entre as instituições.
    A previdência aberta enfrenta também o desafio cultural no Brasil com relação à poupança de longo prazo. Hoje, apenas 13 milhões de pessoas têm planos de previdência privada, um número baixo. “E nesse número tem gente que faz plano de previdência para trocar de carro, o que mostra que falta ao brasileiro a cultura de separar os recursos de curto, médio e longo prazo”, afirma Nasser.
    Medo de oscilações atrapalha investidor
    O brasileiro também é pouco resiliente a oscilações de mercado, o que dificulta a poupança de longo prazo, afirma Nasser. “Agora mesmo, em maio e junho, tivemos rentabilidade negativa em fundos de renda fixa, e todo mundo fala: ‘Como assim?’; mas é normal”, observa. “Dependendo do cenário de mercado, de forte alta ou queda dos juros, podemos ter perdas ou ganhos virtuais na renda fixa, mas é a taxa que você acertou na aplicação que vai receber no fim”, explica. “Mas falta conhecimento do investidor e resistência para olhar a aplicação caindo e não pular do barco em ele andando”.
    O fato de o Brasil nunca ter enfrentado grandes guerras ou tragédias, como os europeus e americanos, reduz a preocupação com o futuro. “Até em casa isso acontece: um colega nosso perdeu a irmã cedo e ela não tinha seguro”, diz. ”Assusta muito as pessoas não pararem para pensar na família ou no futuro.”
    Nasser estima que 25% das pessoas convertem seus planos de previdência privada em renda, que pode ser temporária, vitalícia ou apenas parte em renda vitalícia. “Não é um percentual tão baixo, mas poderia ser maior”, diz. Segundo ele, em parte isso se deve ao fato de o brasileiro querer continuar cuidando do próprio dinheiro. “Enquanto o europeu se aposenta e vai viajar, o brasileiro vira consultor ou usa o dinheiro para colocar em um negócio da família e continuar trabalhando”, afirma Nasser. “Ele tem vergonha de dizer que é aposentado”, diz. Muitos também não convertem o plano em renda porque o fundo foi usado como planejamento sucessório, já que ele não entra em inventários.
    O executivo espera que o interesse pela previdência privada aumente nos próximos anos, já que a previdência social pública é insustentável no modelo atual. Ele lembra que alguns países, como a Grécia, tiveram de tomar medidas muito mais drásticas para ajustar seus sistemas previdenciários. “E vai chegar o momento em que vamos ter de falar que as pessoas não vão receber benefícios, pois não tem milagre”, afirma. Nasser lembra que, na década de 40, quando Getulio Vargas incentivou o modelo atual de previdência social, havia 15 contribuintes para cada aposentado. Hoje são 9 e a projeção do governo é de que, em 20 anos, sejam 4 trabalhadores na ativa para cada aposentado. “E tem pessoas que contribuíram por dois, três anos e acham que vão ter direito a aposentadoria, esperam um milagre de receber renda porque não pararam para olhar como o sistema funciona”, explica.

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    Mansueto: ‘Caminhamos para um resultado consolidado bem melhor do que a meta’

    O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse que o resultado do setor público consolidado deve ser bem melhor do que a meta estabelecida para este ano, que permite déficit de até R$ 161,3 bilhões.

    Em entrevista coletiva, Mansueto ressaltou o aumento nas transferências de receitas aos Estados e municípios de 7,7% neste ano. Ele lembrou que houve aumento de receitas em relação ao originalmente previsto no orçamento de R$ 12 bilhões, de acordo com o divulgado no último relatório de receitas e despesas, e que a maior parte será transferida aos entes.

    Com isso, o governo projeta resultado R$ 9,3 bilhões melhor nas contas de Estados e municípios. Também é esperado resultado melhor em R$ 3,2 bilhões para as estatais. “A situação é bastante controlável e o resultado deve ser melhor do que o estabelecido”, afirmou.
    Mansueto disse que o governo espera cancelar pelo menos R$ 30 bilhões em restos a pagar com a nova regra de cancelamento, estabelecida por decreto no fim de junho.

    O decreto estabeleceu que serão cancelados automaticamente os restos a pagar não processados que permanecerem sem liquidação até um ano e meio depois de serem bloqueados.

    O secretário lembrou que há um estoque de R$ 42,7 bilhões em restos a pagar não processados que não foram empenhados e que, em tese, poderão ser cancelados até 2019. Como há a expectativa de que parte desses valores seja efetivamente empenhado, a estimativa é que pelo menos R$ 30 bilhões possam ser cancelados até 2019. “Isso vai ajudar no cumprimento da regra de ouro do próximo governo”, afirmou.


    Mansueto disse que o pagamento antecipado de R$ 70 bilhões do BNDES à União neste ano contribuirá para reduzir a relação dívida bruta/PIB em 1 ponto porcentual. Desde maio de 2016, o BNDES antecipou o pagamento de R$ 280 bilhões de sua dívida com o Tesouro Nacional e, na quinta-feira, 26, o conselho aprovou um cronograma para antecipar o pagamento do estoque da dívida de cerca de R$ 250 bilhões em 20 anos. Segundo Mansueto, o pagamento será em torno de R$ 25 bilhões nos próximos anos.
    A antecipação ajudará o governo a cumprir a regra de outro, que impede que o governo se endivide acima do patamar que investe. “Grande parte do problema da regra de ouro neste ano está solucionado”, afirmou Mansueto.
    O secretário disse ainda que o acordo será bom para os dois lados e que o BNDES continuará com capital para emprestar tranquilamente.
    Mansueto afirmou ainda que o dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 que exige a formulação de um plano de corte de 10% das renúncias no ano que vem “é bem interessante”, mas que a equipe econômica precisa discutir as formas de aplicá-lo. “Em alguns casos precisamos de aprovação de lei, outras coisas são constitucionais”, disse.

    Como mostrou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, a equipe econômica iniciou as discussões para elaborar um plano para cortar, no ano que vem, pelo menos 10% das renúncias de receita em vigor atualmente. A exigência foi incluída na LDO de 2019 pelo relator, senador Dalírio Beber (PSDB-SC), com apoio de integrantes da oposição e não deve ser alvo de vetos. A medida tem apoio da área econômica, que trava uma batalha para melhorar o controle sobre esses benefícios e também barrar a concessão de novos incentivos.

    Técnicos do Congresso Nacional se reuniram na quarta-feira (25) com integrantes dos Ministério da Fazenda para começar a delinear a proposta e sanar dúvidas em relação à interpretação do dispositivo da LDO. A principal questão é qual será a base de cálculo para as metas de corte de renúncias.
    O governo precisa enviar o plano de redução de 10% dos benefícios até 31 de agosto, junto com a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019. Depois, o governo que assumir precisará elaborar no primeiro trimestre do ano que vem um segundo plano, mais agressivo, para cortar as renúncias à metade ao longo de uma década.

    Tudo indica que o novo governo que virá enfrentará novos e velhos desafios, solidificar alianças, e fazer com que a economia cresça cada vez mais para que o país se torne atraente para investimento.

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    Moody’s vê cooperativas de crédito crescendo mais que bancos

    As cooperativas de crédito, que historicamente focavam em pequenas comunidades agrícolas e áreas rurais, estão crescendo em um ritmo mais rápido do que os bancos tradicionais, de acordo com a Moody’s Investors Service. É o que mostra o relatório “Cooperativas de Crédito Brasileiras – Cooperativas com crescimento rápido começam a se tornar uma alternativa aos bancos tradicionais”.

    Segundo a Moody’s, enquanto o sistema bancário como um todo se contraiu tanto em 2016 quanto em 2017, em meio à pior recessão do país na história, o crédito cooperativo cresceu 9,4% e agora representa 3,6% do crédito total no Brasil, explica Farooq Khan, analista da Moody’s. “O crescimento do crédito cooperativo vem sendo impulsionado pela indústria agrícola do Brasil, que cresceu mesmo quando o restante da economia passava por dificuldades”, diz. “Acreditamos que a participação de mercado das cooperativas de crédito deverá se expandir ainda mais à medida que eles oferecerem uma gama mais completa de produtos e serviços e que sua presença geográfica continue a crescer,” complementa Khan.

    Como instituições financeiras que não visam maximizar os lucros, as cooperativas de crédito podem oferecer crédito a taxas abaixo do mercado. Elas também se beneficiam do fato de que bancos tradicionais têm se retirado de áreas rurais a fim de cortar custos, deixando as cooperativas com pouca concorrência direta em muitos aspectos. À medida que as cooperativas de crédito continuam crescendo, a concorrência com bancos deve aumentar.

    Porque cooperativas de créditos crescem mais que bancos?

    - Custos mais baixos

    Além disso, o relatório da Moody’s afirma que as cooperativas se beneficiam de custos de depósitos mais baixos que os de bancos tradicionais devido à forte lealdade de seus depositantes, muitos dos quais também são proprietários-membros. Isso vem aumentando a margem líquida de juros e equilibrando os custos operacionais muito altos, que decorrem da extensa rede de agências das cooperativas. “Quando as taxas de juros permanecem baixas, a captação de depósitos barata e os custos de crédito estáveis suportam o lucro, mantendo os níveis de capital elevados,” afirma Khan.

    Vulnerabilidades

    O foco das cooperativas no crédito para o setor agrícola as deixa vulneráveis às flutuações nos ciclos das safras e aos preços das commodities. No entanto, políticas conservadoras de concessão de crédito permitem que essas empresas mantenham uma qualidade de ativos mais forte que os bancos. Embora os riscos de ativos possam aumentar caso as cooperativas de créditos cresçam para novos tipos de crédito, como empréstimo consignado e financiamento de veículos, ainda esperamos que a qualidade de ativos continue maior do que a dos bancos tradicionais.
    Duas cooperativas respondem por 80% dos empréstimos

    Em conjunto, as duas maiores cooperativas agrícolas do Brasil, Sicredi e Sicoob, representam aproximadamente 80% de todos os empréstimos cooperativos. Apesar do crescimento rápido nos últimos anos, ambas continuam pequenas quando comparadas ao Banco do Brasil (SA:BBAS3) (“BB”). Em março de 2018, o crédito agrícola do BB totalizou R$ 184,7 ou seis vezes o total do crédito agrícola das cooperativas.
    Diante da retração no setor bancário, as cooperativas aproveitaram para expandir a oferta de serviços financeiros, incluindo cartões de crédito, consórcios, previdência e seguros.

    Mesmo em caderneta de poupança, Sicoob e Sicredi conseguiram captação positiva no ano passado, na contramão do mercado.
    Segundo o presidente do Sicoob, Henrique Castilhano Vilares, esses números podem revelar que as cooperativas têm conseguido um relacionamento mais próximo e personalizado com os tomadores de crédito e serviços financeiros do que os bancos. Tornando-se concorrentes diretos para os bancos.
    Diferente das instituições financeiras convencionais, os resultados das cooperativas retornam para o associado, segundo Vilares em documento enviado à Reuters. O Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasi se apresenta como a sétima maior instituição financeira do país, com um patrimônio líquido de 13,88 bilhões de reais.

    A Sicredi, por exemplo, lançou um programa de parceria com startups, a iniciativa foi criada para aproximar o Sicredi do ecossistema de startups, aportando mais inovação nos negócios e gerando mais valor aos associados da instituição financeira cooperativa, além dos benefícios para os associados já citados.
    O Sicredi é uma instituição financeira comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. O que nos leva a acreditar que oferecem mais benefícios que os bancos.

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