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Thread: | Brasil - Notícias |

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    Bancos veem maior demanda por crédito agrícola diante de incertezas sobre frete

    Agricultores brasileiros devem elevar a procura por crédito e outros instrumentos financeiros em bancos na safra 2018/19, iniciada em julho, dada a ausência de referência para comercialização futura de safras em meio a incertezas quanto ao tabelamento de fretes, além de custos de produção mais altos.
    O tabelamento de fretes no Brasil vem gerando críticas e sendo contestado judicialmente pelo setor produtivo, que reclama de maiores gastos para produção e escoamento.

    Os preços mínimos, instituídos por medida provisória aprovada pelo Congresso Nacional após as paralisações dos caminhoneiros de maio, afetam negociações futuras, uma vez que o frete é componente importante para fechar negócios antecipados com as tradings.
    Isso em momento em que há dúvidas sobre como vai se posicionar o Supremo Tribunal Federal sobre ações pedindo a inconstitucionalidade da lei.
    "A tabela de fretes afeta o agronegócio como um todo", destacou Tarcísio Hübner, vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil (SA:BBAS3), maior instituição de crédito agrícola do país, com oferta de 103 bilhões de reais para financiamento rural em 2018/19.
    Segundo Hübner, o Banco do Brasil, e o sistema financeiro como um todo, dispõe de recursos suficientes para atender à demanda que "advir da ausência de negociação futura", reflexo de produtores evitando fechar negócios antecipadamente em meio às indefinições sobre os custos para transportar as colheitas.
    Sem detalhar, ele também disse que a instituição está pronta para ajudar o produtor em operações de "barter", como são conhecidas as trocas de grãos por insumos agrícolas, um modo de o agricultor financiar seus custos.

    Já o diretor de Agronegócios do Santander Brasil (SA:SANB11), Carlos Aguiar, comentou que o tabelamento de fretes "atrapalha o escoamento da produção".
    Conforme ele, o banco, o maior estrangeiro com atuação no Brasil, já está alongando prazos de dívidas de agricultores "até que a situação se normalize". "E acredito que os produtores vão procurar mais os bancos para hedge", acrescentou.
    Recorrer a bancos também pode ser necessário para conseguir recursos para compras de caminhões, uma vez que há produtores que começam a investir em frotas próprias diante de fretes mais caros, disse o superintendente de Agronegócios do Bradesco (SA:BBDC4), Rui Pereira Rosa.
    "O produtor estava com um planejamento de investimento e agora vai ter que investir em algo que não estava planejado, no caso, caminhão. Os produtores estão procurando comprar seus próprios caminhões", disse.
    Mais cedo, ele já havia comentado que a disponibilidade de crédito pelo Bradesco em 2018/19 deve aumentar 6 por cento.
    As declarações dos representantes foram dadas durante o Congresso Brasileiro do Agronegócio, promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e pela bolsa paulista B3, em São Paulo.

    IMPACTOS
    Segundo o diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Mendes, o Brasil gasta agora 80 dólares por tonelada a mais que os Estados Unidos para escoar uma tonelada de soja ou milho, de 60 dólares antes da imposição da tabela.
    Brasil e EUA são os maiores exportadores globais de grãos, mas os norte-americanos levam vantagem em custos para embarques graças a uma infraestrutura logística eficiente, envolvendo modais mais baratos, como ferrovias e hidrovias, ao passo que os sul-americanos ainda dependem fortemente de rodovias.
    Segundo mendes , o ponto central do nosso setor, no Brasil, é a logística. É onde as empresas conseguem ganhar algum dinheiro... Com a tabela de fretes, isso acaba com a rentabilidade das companhias.
    Outro setor que sente os efeitos da tabela de fretes é o de carnes suína e de frango, cuja indústria deve lidar com custos maiores até o fim do ano, afirmou o vice-presidente de Mercado da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin.
    Para o sócio-diretor da Agroconsult, André Pessôa, a logística começa a se normalizar em relação às entregas de fertilizantes, com agricultores e indústrias assumindo custos maiores às vésperas do plantio da safra 2018/19.
    "As entregas se regularizaram, mas não tiram o atraso que observamos... Podemos ter entregas (mensais) recordes em julho, agosto e setembro. O limite (de entregas) no passado foi de 4,5 milhões de toneladas (por mês). Talvez alcancemos ou superemos isso", avaliou Pessôa no intervalo do evento.
    A Anda, associação que representa o setor de fertilizantes, ainda não divulgou dados de julho.

    Porque frete no Brasil é tão caro?

    Mesmo com o país passando por cortes e restrições econômicas, o preço do frete aumenta. Porém, engana-se quem pensa que esse valor cobrado aumenta a margem de lucro de quem oferece o serviço.
    O setor de transportes e logística sofre com problemas estruturais e outros fatores que dificultam a operação. Alguns fatores que contribuem para o aumento do custo do frete no Brasil e gera problemas para o segmento são:

    Burocracia para o frete- Aumento de impostos, restrições, multas e a burocracia em geral, principalmente nas grandes regiões metropolitanas do país se tornaram um problema para quem trabalha com frete. Na cidade de São Paulo, por exemplo, caminhões de médio e grande porte estão proibidos de circular no centro expandido durante o dia. Apenas caminhões de pequeno porte circulam, e obviamente, o transporte de produtos e cargas em maior escala é comprometido. Para obter licenças de circulação na região é preciso lidar com um longo processo burocrático para que os caminhões possam circular pela cidade.

    Mão-de-obra especializada - Essa não é segredo para ninguém. Não importa se o seu segmento está relacionado à transportes e logística, mão-de-obra especializada e de qualidade é cara. Quando falamos de transporte, o problema está na qualificação do funcionário. Cursos para essa área específica costumam ser caros e escassos.
    Os problemas vão desde o atendimento ao cliente, até lidar com as novas tecnologias dos caminhões e legislações de trânsito. Toda essa qualificação gera custo e todos os cursos encarecem a mão-de-obra e consequentemente o produto final.
    Aumento abusivo dos combustíveis- Quem se utiliza de transporte à motor percebe o aumento assustador dos preços dos combustíveis no Brasil. Apesar dos preços do barril de petróleo estarem despencando em todo o mundo, o preço de gasolina, álcool e diesel crescem sem parar em nosso país. Se esse aumento é um problema no planejamento de renda de uma família comum, imagina o que faz com empresas que necessitam dos combustíveis para seu negócio? Infelizmente, ao contrário de países de primeiro mundo que reduzem os impostos para incentivar o setor produtivo, gerando trabalho e fazendo a economia girar, o governo brasileiro optou por aumentar os impostos e taxar os combustíveis. O aumento é mais um dos problemas que todos os brasileiros precisam superar para sobreviver em tempos de crise e no caso do frete, é um custo que está diretamente relacionado ao preço final.

    Péssima infraestrutura das estradas- Também não é novidade que o Brasil possui um problema crônico quando falamos de infraestrutura das estradas. De acordo com a Confederação Nacional de Transporte (CNT), 57% das estradas pavimentadas do Brasil continuam em condições ruins.
    O novo ajuste fiscal feito pelo Governo Federal complicou ainda mais a situação. O orçamento para recuperar as estradas caiu de R$22 bilhões para R$15 bilhões, sendo que apenas 15% desse montante foi pago.
    Com estradas piores, os caminhões são submetidos à situações extremas e a quebra e desgaste de peças e pneus acontecem com mais frequência, fazendo com que as despesas e consequentemente o custo aumentem.

    Como vocês podemos perceber, em grande parte do tempo, para não dizer em todas as situações, o aumento no preço do frete não vai para o bolso de quem presta o serviço, mas sim para o governo com suas burocracias e aumento de combustíveis ou para solucionar problemas crônicos de infraestrutura que nosso país está bem longe de resolver. Uma solução importante para atenuar os problemas é buscar parcerias à longo prazo. Se o frete é necessário com frequência para distribuir suas mercadorias ou buscar matéria-prima, a dica é fazer uma parceria maior com empresas de transporte e logística.
    A parceria de longo prazo dá segurança quem precisa do serviço e quem fornece e essa segurança é um fator imprescindível para obter uma diminuição no valor do frete, afinal, sabe-se que haverá demanda e oferta durante um bom tempo.
    A conclusão é uma só. Em meio à crise e aos problemas que o Brasil está passando, para ganhar, é preciso ceder. Essa máxima vale para as duas pontas do setor. Quem contrata precisa estar ciente que o preço do frete é composto por uma série de fatores e despesas que precisam ser incluídos no custo. Quem fornece o serviço precisa entender o momento pelo qual o país passa, ser claro e objetivo ao conversar com seus clientes sobre a composição dos preços e oferecer parcerias sustentáveis para ambas as partes.
    Em tempos de crise, a máxima de Darwin se transforma em um mantra para empresas. Quem sobrevive não é o mais forte, mas sim o que se adapta melhor às transformações e ao meio em que está inserido.

    Fonte: Reuters

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    S&P mantém ratings do Brasil; perspectiva segue estável à espera da eleição

    A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) manteve hoje as notas de crédito em moeda local e internacional do Brasil, com perspectiva estável. As notas refletem a confiança na agência na capacidade do país pagar suas dívidas e tem impacto direto nos juros cobrados pelos investidores internacionais para comprar papéis do governo (soberanos) ou de empresas no mercado externo. Todos os países e empresas, ao vender papéis no exterior, são avaliados pelas agências de rating, que ajudam a definir o custo das ofertas ao avaliar o risco dos emissores. A perspectiva para o crédito indica se a agência está preparando algum movimento, para aumentar ou reduzir a nota no curto prazo.

    As notas em moeda local e em moeda estrangeira foram mantidas em BB- para prazos longos e em B para curtos. A agência lembra em relatório que a eleição presidencial está marcada para outubro em meio a um amplo universo de candidatos e altos níveis de desencanto dos eleitores. Eleitos, os políticos – tanto o presidente como o Congresso – enfrentarão um desafiante cenário fiscal e a necessidade de implementar reformas significativas para corrigir o desequilíbrio fiscal estrutural e reduzir o ritmo de aumento da dívida pública e reverter a fraqueza das classificações de risco.

    Os atrasos no avanço das medidas fiscais corretivas até o momento e as incertas perspectivas políticas após as eleições de 2018 pesam sobre o risco soberano do Brasil e sobre sua credibilidade, diz a S&P. “Estamos afirmando nossa nota de crédito soberano de longo prazo em ‘BB-‘ e de curto prazo em ‘B'”, informa a nota da agência. Já a perspectiva estável dos ratings reflete a visão de que o comparativamente sólido perfil externo do Brasil e a flexibilidade e credibilidade de suas políticas monetária e cambial ajudam a ancorar a classificação de longo prazo em ‘BB-‘ no próximo ano, equilibrando as fraquezas econômicas e fiscais e a incerteza com as eleições presidenciais de 2018.

  4. #563
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    Eleições Presidenciais

    Ontem a Rede Bandeirantes de Televisão mostrou o debate dos candidatos presidências em rede nacional. O debate foi acirrado e pode demostrar claramente o cenário politico do Brasil (Desordem).

    A pergunta inicial foi sobre a geração de emprego. Cabo Daciolo sugeriu a diminuição dos impostos e o aumento da malha ferroviaria no Brasil de 31 mils quilômetros para 150 mils quilômetros. O candidato Geraldo Alckmin sugeriu a integração do Brasil em negociações com as grandes nações do Brasil. O candidato Ciro Gomes afirmou a criação de 2 milhões de empregos porém não soube explicar como geraria esses postos.

    Os temas seguintes incluiam a educação. Geraldo Alckmin afirmou a abertura de novas escolas e melhorias na qualidade das atuais. O candidato Jair Bolsonaro afirmou a abertura de mais colégios militares e 10% do Pib exclusivo para a educação afirmou também 10% do Pib também para os militares do Brasil. A candidata Marina Silva ressaltou sua educação tardia, pelo fato da mesma ter sido analfabeta até os 16 anos e hoje ser mestre e doutora nos assuntos que domina, e afirmou que reservaria mais investimentos a educação brasileira.

    O debate foi atrapalhado pelos candidatos Jair Bolsonaro, Guilherme Boulos, Alvaro Dias e de certa forma Ciro Gomes que atacavam-se incessantemente dificultando o entendimento das demandas reais do país. Os candidatos voltarão a debater suas questões em rede nacional nas demais emissoras.

    Todos nós aguardamos um debate justo, democrático e útil.

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  6. #564
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    As eleições podem dar um fôlego a economia.

  7. #565
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    Alckmin promete metas de redução da criminalidade e não vê necessidade de intervenção como no RJ

    O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira que um eventual governo seu terá metas estaduais para redução da criminalidade e uma guarda nacional permanente, ao mesmo tempo que afirmou não haver necessidade de uma intervenção federal na área de segurança como a que vigora no Estado do Rio de Janeiro.

  8. #566
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    Guardia: Brasil resiste mais à volatilidade do dólar do que a Turquia

    O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse que o Brasil é mais resistente à volatilidade do dólar do que a Turquia, que vem enfrentando desvalorização de sua moeda após crise com os Estados Unidos. A crise entre os dois países envolve o pastor norte-americano Andrew Brunson, preso na Turquia desde 2016, acusado de espionagem. Para os Estados Unidos, ele é um refém político que deve ser libertado imediatamente.

    “O Brasil tem uma situação muito diferente da Turquia, porque as nossas contas externas estão em situação bastante robusta, então o país não tem dívida externa. Na realidade, o setor público é credor em dólar, as reservas são superiores à dívida, o setor privado tem dívida menor, e nós temos uma posição de reserva internacional grande, déficit pequeno em conta corrente, financiado por investimento direto estrangeiro”, disse o ministro, em entrevista coletiva na capital paulista, após participar da 45ª edição do prêmio Melhores & Maiores da revista Exame, na noite de 13 de agosto.

    De acordo com Guardia, a Turquia tem situação externa pouco confortável, já que acumula um déficit elevado em transação corrente, que não é financiado por investimento estrangeiro direto, além de uma dívida externa de mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) e reservas internacionais em torno de 10% do PIB.
    O Banco Central da Turquia anunciou, nessa segunda-feira, o aporte de US$ 6 bilhões no sistema financeiro do país, para garantir a liquidez dos bancos e interromper a queda da lira turca em relação ao dólar.

    “Não obstante, eu sempre chamo a atenção, nesses momentos em que a gente olha maior volatilidade do cenário internacional, da absoluta necessidade da continuidade do processo de reformas estruturais, particularmente da consolidação fiscal”, disse Guardia. Para ele, isso deve assegurar a capacidade de maior resiliência da economia brasileira a crises internacionais.

    Questionado sobre a impotência do governo diante da incerteza de investidores por causa do cenário eleitoral, o ministro disse que é natural que haja mais dúvidas em momentos assim. “Agora, até por isso, é fundamental a gente reforçar os fundamentos da economia brasileira. Quanto mais sólidos forem, menor será a preocupação com o processo de transição política. Isso faz parte da democracia em qualquer país; em qualquer lugar do mundo há alternância de poder”, disse, ao reafirmar a importância da consolidação fiscal.

    Em relação a uma possível ação do Banco Central para conter a alta do dólar, Guardia lembrou que houve uma intervenção há cinco semanas porque o governo entendeu que, naquele momento, havia excesso de volatilidade e uma disfuncionalidade dos mercados de câmbio e juros. “Não é o que estamos observando neste momento, é uma desvalorização que afetou outras moedas também, vamos aguardar os acontecimentos, continuaremos a monitorar o mercado com muita atenção”.

  9. #567
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    Em artigo do New York Times Lula afirma ser vítima de um golpe direitista

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em artigo publicado nesta terça-feira no jornal The New York Times que sua prisão foi a última fase de um golpe orquestrado pela direita para impedi-lo de voltar à Presidência, e afirmou que o juiz Sérgio Moro e procuradores federais são aliados dos conservadores em uma ação coordenada para retirá-lo do processo político.

    “Meu encarceramento foi a última fase de um golpe em câmera lenta destinado a marginalizar permanentemente as forças progressistas no Brasil. Pretende-se impedir que o Partido dos Trabalhadores seja novamente eleito para a presidência”...“Com todas as pesquisas mostrando que eu venceria facilmente as eleições de outubro, a extrema direita do Brasil está tentando me tirar da disputa”

    Lula disse que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff permitiu aos conservadores implementar uma agenda econômica que incluiu a aprovação do teto de gastos públicos e a reforma trabalhista, e disse que as forças de direita estão trabalhando para “reverter o progresso” dos governos do PT, tendo o apoio do Judiciário.

    Apesar disso, o PT vai registrar a candidatura presidencial de Lula junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na quarta-feira, tendo o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice em sua chapa.

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  10. #568
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    Pt continua rumo a lugar algum, perdeu sua essência, e continua a fechar os olhos para a realidade! Voltar a presidência para fazer mais estragos, partidos de esquerdas tem sua utilidade, mas quando chegaram ao poder poderiam ter feito muito mais, mas com essa ideologia de poder e somente poder, não chegaram a lugar algum. Muito triste!

  11. #569
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    Realmente! Retirar esse partido da dianteira é limpar os olhos da sociedade Brasileira.

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  13. #570
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    PT vai usar pedido de comitê da ONU para tentar garantir Lula em debates


    (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira que o PT irá usar o pedido do Comitê de Direitos Humanos pela garantia dos direitos políticos de Lula durante a campanha eleitoral, para ingressar na Justiça para que o ex-presidente possa participar dos debates.

    "Agora com essa determinação da ONU, nós vamos ingressar na Justiça com esse aval das Nações Unidas para que as prerrogativas da candidatura sejam respeitadas”, disse Haddad, depois de sair de mais uma visita a Lula em Curitiba, onde o ex-presidente está preso há pouco mais de quatro meses.


    De acordo com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o pedido incluirá que Haddad possa participar dos debates no caso de impedimento de Lula.

    Haddad afirmou ainda que o partido está otimista porque “é muito raro que um país desafie as Nações Unidas, especialmente países como o Brasil, que subscreveram tratados internacionais.

    “O Estado brasileiro vive um período de democracia desde 1985, não vai desafiar uma recomendação como essa porque tem força no nosso ordenamento jurídico. Vamos aguardar, mas vamos conversar com o país todo nas nossas andanças”, afirmou.

    Na última sexta-feira, a defesa de Lula comemorou pedido do Comitê de Direitos Humanos da ONU, um órgão formado por especialistas independentes eleitos, que trata do cumprimento dos direitos políticos dos cidadãos dos países signatários do tratado que o constituiu.

    O comitê, que não analisou o mérito do caso de Lula, apontou que pode haver dano irreparável e pediu ao Estado brasileiro que o ex-presidente tenha garantido o direito de concorrer à Presidência até que todos os recursos sobre sua condenação sejam julgados e que Lula também tenha garantidos os direitos de campanha, inclusive acesso à imprensa.

    O governo brasileiro é signatário do tratado que criou o comitê e que admite o órgão como tendo jurisdição sobre os países. A reação do governo brasileiro, no entanto, foi fria. Em nota, o Itamaraty afirmou que a decisão seria encaminhada ao Judiciário mas teria apenas caráter de recomendação.

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