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Thread: | Brasil - Notícias |

  1. #681
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    Bolsonaro diz que BC manterá status de ministério até ter independência aprovada

    O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira que o Banco Central manterá o status de ministério até que o Congresso Nacional aprove uma proposta de independência da autoridade monetária que já tramita no Parlamento.

    Em entrevista coletiva no gabinete de transição, ao lado do indicado para comandar o Ministério da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, Bolsonaro disse ainda que a Advocacia-Geral da União (AGU) também manterá o status de ministério em sua gestão.

    De acordo com o presidente eleito em entrevista a jornalistas, o Banco Central (terá status de ministério) até a sua independência. Entende-se que a AGU tem que ter o status de ministério. Então, onde perde-se um pouquinho, a intenção era que fossem 15 ministérios, por questão de funcionalidade.

    Já tramitam no Congresso propostas para dar independência ao Banco Central e uma delas tem sido defendida pelo atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, que deixará o posto no final deste ano e será substituído por Roberto Campos Neto, que comandará o banco no governo Bolsonaro.

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    Banco Central voltará a leiloar dólares das reservas nesta quarta

    Pelo segundo dia seguido, o Banco Central (BC) voltará a leiloar dólares das reservas internacionais para segurar a cotação da moeda norte-americana. Em comunicado divulgado no fim da tarde, a autoridade monetária informou que venderá US$ 1 bilhão das reservas com compromisso de recompra, quando o dinheiro volta para o caixa do banco depois de alguns meses.

    Os leilões de linha ocorrerão amanhã (28) em duas etapas, das 12h15 às 12h20 e das 12h35 às 12h40. O volume será menor que o ofertado nesta terça (27). Hoje, o BC leiloou US$ 2 bilhões das reservas internacionais, também com compromisso de recompra.

    A atuação do Banco Central conseguiu conter o dólar nesta terça-feira. O dólar comercial interrompeu uma sequência de cinco sessões de alta e fechou o dia vendido a R$ 3,877, com queda de 1,04%. Ontem, a divisa tinha subido 2,49%, a maior alta percentual diária desde o fim de junho, e encerrado a sessão vendido a R$ 3,918, no maior nível desde o início de outubro.

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  6. #683
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    Trabalho no governo Bolsonaro terá funções divididas entre outros 3 ministérios, diz

    O governo de Jair Bolsonaro irá dividir as atribuições do atual Ministério do Trabalho entre as pastas de Justiça, Economia e o Ministério da Cidadania, afirmou nesta segunda-feira o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), em entrevista à rádio Gaúcha.

    O ministro confirmou que, como havia pedido Bolsonaro, o Ministério do Trabalho, criado em 1930 -primeiro ano de governo de Getúlio Vargas- vai ser extinto e suas secretarias espalhadas por outras áreas de governo.

    "Uma parte vai ficar com o ministro (Sérgio) Moro, que é aquela parte de concessão de carta sindical, a parte mais visível e que por inúmeras vezes a imprensa brasileira registrou os problemas que ocorriam ali naquela pasta de desvios, de problemas graves de corrupção", disse Onyx.

    "A outra parte, aquela que trata de políticas ligadas a emprego, vai ficar uma parte dela na Economia e a outra parte vai ficar na Cidadania."

    Questionado sobre onde ficaria a fiscalização de condições de trabalho, como o combate ao trabalho escravo, Onyx disse acreditar que deve ir também para a Justiça, mas que não lembrava exatamente.

    Há duas semanas, Onyx já havia informado sobre a decisão do governo em dividir as atribuições do Trabalho. Na época, a intenção era que uma parte ficasse com o novo Ministério da Cidadania e a outra, com uma Pasta da Produção, mas o futuro governo desistiu de criá-la.

    "A produção acabou ficando no Ministério da Economia, até para poder fazer a retomada de emprego e renda e ele (Paulo Guedes) ter sob seu comando essas duas pontas. Ele tem o Planejamento, tem a Receita, a Fazenda, precisa uma parte do seu ministério ter atuação mais direta na geração de emprego e renda", explicou.

    Onyx disse ainda que o governo terá 20 ministérios "funcionais", incluindo Direitos Humanos, e dois que deverão perder o status nos próximos meses, Banco Central e Advocacia-Geral da União.

    "Quando vier a independência (do BC) ele automaticamente deixa de ter o status de ministério, e o segundo é a AGU, que pretendemos fazer um ajuste constitucional, através de uma emenda, e quando isso estiver definido não haverá necessidade nenhuma de status de ministério", contou.

    O ministro confirmou ainda que a pastora evangélica Damares Alves, assessora parlamentar do senador Magno Malta (PR-ES), deve ser confirmada essa semana como ministra dos Direitos Humanos.

    "Ela é, vamos dizer assim, mais provável que seja confirmada ao longo da semana. Quem confirma sempre, e essa disciplina mantenho, é o presidente", disse Onyx.

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    Ministério do Trabalho será extinto, confirma Onyx Lorenzoni

    O futuro titular da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta segunda-feira (3), em entrevista para a Rádio Gaúcha, que o Ministério do Trabalho será extinto, “ao menos no formato atual, tendo suas funções distribuídas entre outras três pastas: Justiça, Economia e Cidadania”.

    Veja quem já foi escolhido ministro

    Além disso, segundo ele, o governo terá “20 ministérios funcionais e dois eventuais”. O Banco Central e a Advocacia-Geral da União (AGU) — perderão status de ministério. Para isso, será necessário aprovar Propostas de Emenda à Constituição (PECs).

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    BC alerta que manutenção da Selic e inflação dependem de reformas

    A inflação baixa e os juros básicos, taxa Selic, no menor nível histórico, relevantes para o crescimento da economia, só vão se manter no médio e longo prazo se forem aprovadas reformas como a da Previdência. O alerta é do presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, na manhã de hoje (5).

    “De março para cá, houve uma resiliência das nossas instituições, das nossas expectativas, de forma que foi possível manter a taxa de juros em 6,5% ao ano, apesar da volatilidade e o ambiente mais desafiador para as economias emergentes [como o Brasil]”, disse.

    “Esses resultados, ligados à inflação baixa, juros na mínima histórica, relevantes para o crescimento, só vão poder se manter no médio e longo prazo desde que a gente se mantenha no processo de aprovação de reformas, notadamente as de natureza fiscal e ajustes na economia brasileira”, disse.

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    Reforma de Bolsonaro deve exigir de servidor 65 anos de idade para aposentadoria

    Ontem o presidente eleito Jair Bolsonaro, declarou que iria fatiar a reforma da previdência, tão esperada e necessária para a economia. Segundo ele, a reforma não seria aprovada da forma como estava, e que deve ser feita nos seis primeiros meses de seu governo. Hoje (05.11.2018) Bolsonaro voltou atrás e informou que a reforma será feita logo no inicio do governo.

    A proposta de reforma da Previdência elaborada pela equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, prevê que servidores públicos que ingressaram na carreira antes de 2003 só poderão se aposentar com integralidade (recebendo o último salário) e paridade (tendo direito ao mesmo reajuste salarial que os ativos) se atingirem idade mínima de 65 anos. Ainda não se sabe se haverá diferença de idade para homens e mulheres. Essa regra já fazia parte da reforma que foi apresentada pelo presidente Michel Temer ao Congresso e sofreu forte resistência do lobby do funcionalismo. No entanto, a nova equipe econômica avalia que é preciso manter o discurso de combate aos privilégios para ganhar apoio à reforma.

    É importante que Bolsonaro tenha foco, e, um bom diálogo com os parlamentares, e que seja, coerente em suas falas, pois, a cada declaração não muito bem interpretada por investidores oscilam na confiança na economia sob o comando do novo governo.

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    Boletim Focus

    A estimativa de instituições financeiras para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saiu de 3,89% para 3,71%, a variação ocorre pela sétima semana consecutiva, conforme mostrou o Boletim Focus desta segunda-feira pelo Banco Central do Brasil. O resultado tem como base as projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

    Para as instituições financeiras, o IPCA saiu de 4,11% para 4,07% em 2019, variação pela quinta semana consecutiva. Para 2020, o índice ficou em 4,00% pela 75ª semana consecutiva e saiu de 3,78% para 3,75%, variação de quarta semana consecutiva, para 2021.

    De acordo com as instituições financeiras, a Selic permanece em 6,50% pela 28ª semana consecutiva ao ano de 2018. Para 2019, a projeção saiu de 7,75% para 7,50%. Para 2020, a estimativa permanece em 8% pela sexta semana consecutiva e ficou também em 8% pela 75ª semana consecutiva para 2021.

    A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos – saiu de 1,32% para a 1,30% ante a semana passada. A previsão de crescimento do PIB para 2019 permaneceu em 2,53%. As instituições financeiras projetam o crescimento de 2,5% do PIB em 2020 pela 41ª semana consecutiva. O mesmo número (2,50%) foi mantido para o ano seguinte e pela 91ª semana consecutiva.

    A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar saiu de R$3,75 para R$3,78, variação ante a semana anterior. Para 2019, a cotação permaneceu em R$3,80. Em 2020, a previsão permaneceu em R$3,80. Para 2021, o valor permaneceu em R$3,86 como na semana anterior.

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    Mercado reduz estimativa de inflação pela sétima vez

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Size:  118.0 KB Instituições financeiras consultadas todas as semanas pelo Banco Central (BC) reduziram mais uma vez a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPC-A) caiu pela sétima vez seguida, ao passar de 3,89% para 3,71%, neste ano. Para 2019, a projeção foi reduzida pela quinta vez consecutiva, de 4,11% para 4,07%. Em 2020, a expectativa é que a inflação fique em 4%, a mesma projeção há 75 semanas e, para 2021, houve ajuste de 3,78% para 3,75%.

    As informações são do boletim Focus, publicado toda segunda-feira no site do BC, com estimativas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia.

    A revisão na estimativa para a inflação ocorreu após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informar que o IPCA registrou deflação de 0,21% em novembro e acumulou alta de 4,05% em 12 meses, abaixo do centro da meta de inflação, que é de 4,5%. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

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  17. #689
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    Brasil fica no acordo para francês ver

    Ricardo Salles, futuro ministro do Meio Ambiente, disse que o Brasil deve permanecer no Acordo de Paris, mas, com autonomia.

    Ou seja, vai fazer como a maioria: fingir que baixa as emissões de CO2, enquanto continua mandando brasa.

    É acordo para francês ver. Aceitar este acordo de Paris é um verniz. Afinal, existe a “política internacional”. Não é obrigatório ser aliado, nem é bom ser adversário.

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    BRASIL

    No Brasil, o Estado do Mato Grosso liderou o abate nacional de bovinos no terceiro trimestre de 2018, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram abatidas 1,4 milhão de cabeças de gado, o que levou o estado a uma participação nacional de 17,2%, seguido por Goiás, com 10,3%, e Mato Grosso do Sul, com 9,7%.

    Os dados fazem parte da Estatística da Produção Pecuária, divulgada hoje pelo IBGE. Além dos resultados regionais, a pesquisa traz a atualização das informações nacionais preliminares disponibilizadas no dia 11 de novembro.

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