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Thread: | Brasil - Notícias |

  1. #671
    Member Jane_st's Avatar
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    Bolsonaro sobre anúncio de investimentos de empresas: 'É apenas o começo'

    O presidente eleito, Jair Bolsonaro, comemorou nesta sexta-feira, 9, pelo Twitter o anúncio de investimentos de empresas no País, após o resultado eleitoral. Ele considerou que é "apenas o começo".

    "Após as eleições, grandes empresas já anunciaram milhões em investimentos no Brasil nos próximos anos. É só o começo! Comércio com o mundo todo sem viés ideológico + Redução de impostos + Desburocratização = Mais confiança, mais investimentos e mais empregos", escreveu o presidente eleito.

    No tuíte, porém, Bolsonaro não citou quais empresas e o volume de investimento que elas teriam anunciado.

    Mais cedo, pela mesma rede social, ele negou que sejam de autoria da equipe de governo propostas para a reforma da Previdência que estabelecem 40 anos de contribuição para a integralidade de benefícios e o aumento para 22% da alíquota de desconto para o INSS.

    Resta saber se a proposta como está será aprovada pela Câmara na votação?

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  4. #672
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    Joaquim Levy deve ser novo presidente do BNDES, diz fonte

    Ex-ministro da Fazenda, e atual diretor financeiro do Banco Mundial, o economista Joaquim Levy foi convidado para assumir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, de acordo uma fonte próxima às discussões para a montagem da nova equipe de governo.

    Segundo a fonte, que pediu para não ser identificada, é praticamente certo que Levy será o novo comandante do banco de fomento no lugar de Dyogo Oliveira.

    No domingo, a colunista Sonia Racy, do jornal O Estado de S. Paulo, disse que Levy já estaria esvaziando as gavetas na sede do Banco Mundial em Washington para retornar ao Rio de Janeiro para assumir o BNDES.

    Levy foi secretário do Tesouro Nacional no primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e assumiu o ministério da Fazenda no segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, com a incumbência de mudar o rumo da política econômica e equilibrar as contas públicas, mas ficou menos de um ano no cargo.

    A nomeação ainda não foi formalmente confirmada. Contactados pela Reuters, o Banco Mundial e o BNDES não comentaram a informação sobre Levy.
    Last edited by Martha Santos; 11-12-2018 at 01:48 PM.

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    Hugo (11-12-2018),Unregistered (2 )

  6. #673
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    Nos resta fiscalizar antes de criticar, Joaquim Levi foi demonizado pela esquerda e culpado pelos fracasso para não dizer crimes da gestão petista. Mas tem um curriculum invejável, mas pode enfrentar problemas de ligação do seu nome a escândalos realcionadas da gestão da presidenta Dilma, vamos torcer para que não aconteça. A esquerda já está criticando que é a vitória de banqueiros em cargos de confiança, mas esquecem que este que dizem que é favorável ao banqueiros, foi ministro da gestão de esquerda, meio contraditório isso.

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  8. #674
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    Empresários mostram otimismo com Bolsonaro e 97% dizem que vão investir em 2019

    Após um período sombrio, e de incertezas, os empresários estão mais otimistas após a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República e devem investir mais no ano que vem, segundo a Agenda 2019, pesquisa da consultoria Deloitte com 826 empresas que somaram faturamento de R$ 2,8 trilhões em 2017, ou 43% do Produto Interno Bruto (PIB). A pesquisa mostrou que 97% dos empresários pretende realizar algum investimento em 2019, o maior percentual da série histórica. Dos que vão investir, os que vão lançar produtos são 60%, 59% vão adotar novas tecnologias, 49% vão manter iniciativas de treinamento e formação para funcionários, 38% vão criar iniciativas de treinamento, 37% vão incrementar a frente de produtos e desenvolvimento de produtos ou serviços, 30% vão substituir máquinas e equipamentos e 25% vão ampliar os pontos de venda.
    Setenta por cento dos empresários pretendem captar recursos este ano, sendo que 24% virão de aportes de acionistas, 24% de empréstimos do BNDES, 24% de empréstimos de bancos de varejo, 20% do controlador e 11% de fundos de investimento. Apenas 6% dizem que pretendem emitir dívida no mercado a 1% somente vão abrir capital.

    Sobre emprego, 47% dizem que vão aumentar o quadro de funcionários, enquanto 32% pretendem manter com substituições e 14% manter sem substituições. Os que vão diminuir o quadro são 7%, mas, destes, quase a metade, 46% das demissões serão por conta de automação e por melhora na qualificação.

    Sobre as perspectivas para os negócios no ano que vem, 69% acham que as vendas vão aumentar, 46% consideram que os investimentos em equipamentos irão aumentar.

    Já sobre o governo Bolsonaro, 93% acham que a prioridade deveria ser a reforma tributária, 90%, a reforma previdenciária e 80%, a reforma política.

    Outros 36% consideram prioridade rever as leis trabalhistas, 14% a revisão da política de preços dos derivados de petróleo, 14% a revisão das regras de financiamentos eleitorais e 11% a revisão dos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário. Outros 8% consideram que a prioridade deveria ser a revisão dos marcos regulatórios de exploração de recursos naturais, 8% a revisão da legislação ambiental e 6% a revisão da regulação da internet e dos canais digitais.

    Sobre as medidas de impacto na gestão pública, 62% citaram o combate à corrupção, 61% o ajuste das contas públicas, 33% novas privatizações, 31% reforma da estrutura de administração pública direta federal, 24% novos mecanismos de fiscalização e controle dos gastos públicos. Outros 20% citaram a melhoria da qualidade dos serviços públicos e 15% estímulos fiscais para determinados setores econômicos.Outros 12% acham que o governo deveria manter a PEC dos gastos públicos e 9% a reforma da estrutura de administração pública direta estadual.

    Sobre as medidas de impacto na atividade econômica, 80% citaram o estímulo à geração de empregos, 58% manter a inflação abaixo dos 5% ao ano e 53% políticas para ampliar a participação do Brasil no comércio exterior.

    Sobre medidas de estímulo à atividade empresarial, 52% citaram melhorar e ampliar as parcerias público-privadas, 51% ampliar a oferta de crédito para as empresas, 48% investir na melhoria dos processos e abertura de empresas, mesmo percentual dos que pedem mais incentivos para que as empresas se adaptem aos conceitos da Indústria 2.0 e da transformação Digital e dos que citaram mais incentivos tributários para programas, pesquisas e projetos de inovação.

    Sobre investimentos sociais, os empresários destacam, com 84% das opiniões, a Educação. Outros 77% citaram segurança pública e 65% a saúde. Aguardamos por mudança, talvez não agrade a gregos e troianos, mas desta vez, conseguimos ver algo além do horizonte.

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    Economistas melhoram novamente projeção para déficit primário em 2018 e 2019, aponta

    Economistas melhoraram mais uma vez as contas para os resultados primários em 2018 e 2019, com as metas fiscais sendo cumpridas com folga ainda maior, segundo relatório Prisma Fiscal divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Fazenda.

    Conforme dados coletados até o quinto dia útil deste mês, a estimativa passou a ser de deficit primário de 131 bilhões de reais em 2018, sobre saldo negativo de 137,260 bilhões de reais calculado anteriormente.

    Com isso, a sobra em relação à meta de 159 bilhões de reais para o ano passa a ser de 28 bilhões de reais.

    O governo vem repetidamente apontando que entregará um resultado fiscal melhor que o alvo fiscal, ajudado por bilionários recursos empoçados em ministérios, para os quais a perspectiva segue sendo de não execução.

    Para 2019, a projeção agora é de deficit primário de 115,504 bilhões de reais, de 117,773 bilhões de reais no levantamento do mês passado. Como a meta para o ano é de um rombo de 139 bilhões de reais, a margem em relação ao objetivo fiscal passou, neste caso, a ser de 23,5 bilhões de reais.

    Apesar da melhoria apontada nas estimativas, o país fechará 2019 no vermelho pelo sexto ano consecutivo, sem conseguir economizar para pagar os juros da dívida pública.

    Em relação à dívida bruta, os cálculos foram ligeiramente melhorados no Prisma.

    Para 2018, os economistas agora veem a dívida batendo em 76,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), sobre 77 por cento anteriormente. Isso apesar de a dívida já ter chegado em setembro a 77,2 por cento do PIB, segundo dados do BC.

    Já para 2019, a expectativa é de que a dívida irá alcançar 78,5 por cento do PIB, sobre 78,65 por cento no levantamento Prisma anterior.
    Last edited by CSmercados; Hoje at 10:57 AM.

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