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Thread: | Brasil - Notícias |

  1. #731
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    Prévia da inflação fica em 0,54% em março, a maior para o mês desde 2015

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, acelerou para 0,54% em março, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Trata-se da maior taxa para um mês de março desde 2015, quando o índice foi de 1,24%. Em março do ano passado, a taxa foi de 0,10%.

    No acumulado em 12 meses, o índice ficou em 4,18%, acima dos 3,73% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Com isso, o resultado se aproxima da meta oficial de inflação do governo para 2019: de 4,25% pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Os preços do grupo Alimentação e Bebidas registrou a maior variação na passagem de fevereiro para março (1,28%), com impacto de 0,32 ponto percentual (p.p.) no IPCA-15 do mês. Já o grupo Transportes subiu 0,59%, contribuindo com impacto de 0,11 p.p. "Juntos, os dois grupos corresponderam a cerca de 80% do índice do mês", destacou o IBGE.

    Entre os itens que mais subiram no mês, destaque para o feijão-carioca (41,44%), batata-inglesa (25,59%), frutas (2,74%), leite longa vida (2,35%) e alimentação no domicílio (1,91%).

    No grupo dos Transportes, as maiores altas foram passagem aérea (7,54%) e etanol (2,64%) e ônibus urbanos (0,73%). Já a gasolina subiu 0,28%, após três meses consecutivos de quedas.

    Por outro lado, Artigos de Residência e Comunicação apresentaram deflação no mês de março.

    No que diz respeito aos índices regionais, todas as áreas pesquisadas pelo IBGE apresentaram aceleração de fevereiro para março, à exceção de Belo Horizonte.

    O maior índice ficou com a região metropolitana de Fortaleza (0,92%), seguida por Belém (0,75%), Goiânia (0,74%) e Recife (0,64%).

    O menor resultado, por sua vez, foi registrado na região metropolitana de Salvador (0,29%).

    Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as taxas foram de 0,56% e 0,58%m respectivamente. Em 2018, a inflação oficial fechou o ano em 3,75%, abaixo do centro da meta fixada pelo governo, que era de 4,5%. Para 2019, os economistas do mercado financeiro mantiveram sua previsão para o IPCA no ano estável em 3,89%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central divulgada na véspera.

    Ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central indica que a taxa de juros deve se manter estável nos próximos meses. O Bacen afirma que irá "observar o comportamento da economia brasileira ao longo do período" e acrescentou que "esta avaliação demanda tempo e não deverá ser concluída a curto prazo".

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    Confiança do consumidor do Brasil recua ao seu menor nível desde outubro de 2018

    A confiança do consumidor do Brasil recuou 5,1 pontos em março na comparação com fevereiro, passando de 96,1 para 91,0 pontos. Este foi o menor nível desde outubro de 2018, segundo a sondagem da Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (27).

    Com a queda de março, o índice acumulou perda de 5,6 pontos nos dois últimos meses, o que corresponde a 42% da alta acumulada entre setembro de 2018 e janeiro de 2019.

    Em março, tanto as avaliações sobre o presente quanto às expectativas em relação aos próximos meses pioraram.

    Após quatro meses seguidos de altas, o Índice de Situação Atual (ISA) recuou 1,5 ponto, para 76,6 pontos, retornando ao patamar próximo do resultado de janeiro. A maior contribuição para a queda, no entanto, veio do arrefecimento das expectativas: o Índice de Expectativas (IE) caiu 7,6 pontos, para 101,4 pontos, o menor valor desde outubro do ano passado (95,3).

    Entre os indicadores que medem a satisfação dos consumidores sobre o momento atual, após quatro meses de resultados positivos, o indicador que mede a percepção da situação econômica caiu 1,9 ponto, para 83,5 pontos, e o que mede a percepção em relação às finanças familiares diminuiu 1,1 ponto, para 70,3 pontos.

    O indicador que mede o grau de otimismo com a situação econômica futura foi o que mais contribuiu para a queda da confiança no mês ao cair 8,3 pontos, para 118,3 pontos, o menor desde outubro de 2018 (106,0).

    O indicador que mede as perspectivas futuras quanto à situação financeira das famílias nos meses seguintes também piorou e caiu 5,0 pontos, para 100,9 pontos.

    A queda foi vista em todas as faixas de renda, para as famílias com renda até R$ 2.100,00, o índice acumulou nos últimos dois meses queda de 9,9 pontos influenciado por uma diminuição das perspectivas sobre a situação financeira da família.

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  6. #733
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    Brasil teve mais uma década perdida, aponta estudo da FGV

    De acordo com artigo publicado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação getúlio Vargas (FGV Ibre), a década de 2011-20 provavelmente será a pior dos últimos 120 anos em termos de crescimento econômico. Com base em informações da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, estima-se que o desempenho seja ainda pior do que o da década de 1980, também conhecida como a “década perdida”, quando o crescimento médio do PIB foi de 1,6% ao ano.

    A média do crescimento do PIB no Brasil entre 2011 e 2018 foi de 0,5% a.a contra 1,6% da década de 1980. Sobre o PIB per capita, a média chega no negativo, -0,3% anual, igualando-se ao percentual médio de 1981-90. Segundo a secretaria, esse cenário é fruto do crescimento da dívida pública e, por consequência, do aumento dos desequilíbrios na economia, considerando a crise política e sócio-economica que assola o país nestes últimos anos.

    Para que a década atual não se torne a pior, seria preciso que o PIB brasileiro subisse 5,7% em 2019 e 2020, algo que parece ser bastante improvável na visão dos analistas.

    “Para que o PIB per capita volte a crescer de maneira sustentável, é necessário que as reformas estruturais ocorram”, explica a secretaria. Por isso, há uma grande expectativa em torno da reforma da Previdência. “A Nova Previdência é condição necessária para o equilíbrio fiscal de longo prazo da economia, melhorando o ambiente de investimento e evitando uma nova década perdida”, completa.

    O novo governo ainda está tentado acertar, com escolhas um tanto quanto desastrosa em algumas áreas, e, com a necessidade de aprovação da reforma da previdência, o país ainda permanece estagnado em relação ao crescimento.

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  8. #734
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    Pessimismo no Brasil reflete aversão ao risco no exterior; crise interna amplifica

    Após atingir os 100 mil pontos na semana passada, o Ibovespa encerrou apenas uma sessão no positivo, acumulando perdas de 8,09% no período. Há também aumento no preço do dólar, com a moeda americana se valorizando 4,7% ante real e passando dos R$ 4,00 na abertura da sessão de quinta-feira (28). Às 10:31, a cotação foi a R$ 3,9656 após intervenção do Banco Central, que oferece em leilão até US$ 1 bilhão em operação venda com compromisso de recompra, além dos tradicionais swaps cambiais, correspondentes a venda futura de dólares para rolagem do vencimento de abril.

    A crise política entre o governo Jair Bolsonaro e o Congresso, especialmente as trocas de farpas com o presidente da Câmara Rodrigo Maia, coloca em dúvida a aprovação da reforma da Previdência. O desentendimento é um dos principais fatores para a desvalorização dos ativos brasileiros, mas também aumenta muito os efeitos do crescente sentimento de aversão ao risco nos mercados internacionais.

    No exterior, a percepção de desaceleração do crescimento das principais economias se confirma com a frequência de divulgação de indicadores econômicos fracos, auxiliado pelo tom dovish do Fed em anunciar, na semana passada, o objetivo de não elevar os juros nos EUA este ano e finalizar o programa de redução de balanço em setembro.

    A consequência disso, é a queda dos rendimentos dos títulos americanos. A desconfiança chega nos mercados emergentes, tais países apresentam as principais desvalorizações monetárias e de índices acionários na semana, combinando o pessimismo nas economias desenvolvidas com problemas políticos e econômicos internos.

    No mercado da moeda, o peso argentino sofre a maior perda, perdendo 6,23% ante o dólar na semana por causa da perspectiva crescente de escassez de divisas para honrar compromissos externos.

    Já a bolsa de valores da Turquia (BIST 100) tem o pior desempenho, com queda acumulada de 9,84% na semana, com dólar se valorizando mais de 3% sobre a lira turca apenas no início da sessão de hoje após o fracasso do Banco Central turco de conter vendas a descoberto offshore. A Turquia está sob desconfiança dos investidores internacionais desde o mal-fadado golpe de Estado, em 2016, que buscou a destituição do presidente do país, Erdogan, do cargo. Desde então, Erdogan centralizou o poder com autoritarismo. Neste domingo, serão realizadas eleições municipais no país.

    O Brasil não fica alheio a esse panorama. O real e o Ibovespa são a segunda moeda e índice acionário, ambos, com maiores perdas na semana entre os países do G-20. A combinação entre pessimismo no exterior e crise política interna entre os Poderes Executivo e Legislativo acaba levando o país a estar presente nas maiores perdas internacionais desta semana entre os principais mercados internacionais.

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  10. #735
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    Mercado prevê alta do PIB abaixo dos 2% este ano

    Economistas de importantes instituições financeiras reduziram estimativa de alta do PIB para 2019 para abaixo 2%, a estimativa caiu de 2% para 1,98%.
    De acordo com o boletim FOCUS, publicado pelo Bancen, esta é a quinta queda consecutiva.
    Com o impasse sobre reforma da previdência, investidores aguardam para determinar algum tipo de ação, válido lembrar que houve um recuo na confiança do investidor no país.

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  12. #736
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    A saga da reforma da previdência continua.

    Quando questionados sobre o governo de Bolsonaro 33,95% dos deputados federais, percentual que era de 22,95% em fevereiro, segundo pesquisa feita pela consultoria política Arko Advice, de Brasília. Foram entrevistados pessoalmente 109 parlamentares de 25 partidos políticos, respeitando o critério da proporcionalidade partidária. As entrevistas foram realizados entre os dias 26 e 28 de março.

    A relação de Bolsonaro com o congresso se deteriorou, e, segundo a pesquisa, 60,55% classificam a relação entre Executivo e Legislativo como ruim ou péssima. Em fevereiro, eram 17,4%. Outro dado preocupante é que caiu de 68,8% para 55,96% o percentual dos deputados que afirmam ser favoráveis à Reforma da Previdência.

    O número de parlamentares que afirmam ser contrários à proposta de reforma, de 23,85% em fevereiro para 33,94% em março (diferença de 10 pontos percentuais).

    A reforma precisa ser votada, é uma questão de tempo para que este sistema atual de aposentadoria não funcione mais, a velha política ainda parece querer voltar como ,moeda de troca, cargos em troca de aprovação nas reformas, na realidade ainda temos um congresso que legisla em causa própria, Bolsonaro por sua vez não está se comunicando de forma efetiva com o congresso, dificil missão à frente. a questão é, será que todos os parlamentares foram entrevistados?É válido lembrar que estamos na situação atual em partes devido a política do toma lá dá cá, e cá entre nós este sistema não poderá continuar mais.

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  14. #737
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    Guedes vai discutir agenda de pacto federativo a partir desta quarta-feira

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, o posto Ipiranga, apelido dado por Bolsonaro, irá tocar a agenda do pacto federativo a partir de quarta-feira, e o processo se dará paralelamente à tramitação da reforma da Previdência, disse o deputado Silvio Costa Filho (PRB-PE) nesta terça-feira.

    Coordenador da frente parlamentar mista em defesa do novo pacto federativo, Costa Filho participou de reunião com Guedes mais cedo nesta terça-feira, juntamente com outros nove parlamentares.

    Ao sair do encontro Guedes disse que o governo criou um grupo de trabalho para tratar do tema e citou, dentre os assuntos debatidos, a repartição de recursos do pré-sal, a securitização de dívidas e a desvinculação do Orçamento público. O ministro defende publicamente uma completa desvinculação e desindexação do Orçamento federal, com descentralização de recursos da União para Estados e municípios.

    Válido notar que em tempos de crise econômica, estados e municípios brigam com o governo federal pela divisão do dinheiro dos impostos arrecadados. Prefeitos e governadores querem rediscutir o chamado pacto federativo, que é o conjunto de regras sobre quem faz o quê e com que fonte de arrecadação. Este mesmo pacto federativo está em discussão no Congresso Nacional. Rodrigo Maia, o presidente da Câmara, pensa que o pacto federativo pode atrapalhar o andamento da reforma da Previdência, que é de suma importância para o governo para o reequilíbrio das contas públicas.

    Será que esta reforma será votada em tempo hábil? e, Será que com a divulgação da real importância da reforma previdenciária irá convencer os parlamentares a aprová-la, após algumas alterações?

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    Mercado reduz projeção de crescimento da economia pela sexta vez

    Instituições financeiras voltaram novamente a reduzir as previsões econômicas para a economia do Brasil, considerando o cenário ainda incerto da reforma da previdência.

    Estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – de 1,98% para 1,97% este ano. Foi a sexta redução consecutiva.

    Para 2020, o cálculo para o crescimento do PIB recuou de 2,75% para 2,70% na terceira redução consecutiva. As projeções de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%.

    A estimativa da inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada de 3,89% para 3,90% este ano. Para 2020, a previsão para o IPCA segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração: 3,75%.

    Meta de inflação para 2019 definida pelo Conselho Monetário Nacional é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%, a estimativa para 2020 é de 4% e para 2021 é de 3,75%.

    Com um cenário diferente de aprovação da reforma, os números talvez possam ser mais otimistas?

    Os números constam do boletim Focus, divulgados semanalmente pelo Bacen.
    Last edited by Mpaiva; 04-08-2019 at 12:52 PM.

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    Petrobras guia alta do Ibovespa, mas cautela com Previdência limita ganhos

    O tom positivo prevalecia na bolsa paulista na manhã desta quinta-feira, véspera de feriado, com Petrobras liderando após reajuste do preço do diesel, enquanto Cielo desabava após movimento agressivo da rival Rede acirrar competição no setor de meios de pagamentos.

    Às 10:50, o Ibovespa subia 0,95 por cento, a 94.168,7 pontos. O volume financeiro somava 2,27 bilhões de reais.

    O noticiário político relacionado à proposta de reforma da Previdência continua no foco, após adiamento de votação do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, impulsionado pelo famoso centrão, bloco de partidos com formados por – PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade , que até quer a reforma, mas esta terá que sofrer alterações, aliás, algumas alterações serão feitas no CCJ, então seguirá para a Câmara para mais alterações, parece que a proposta de Paulo Guedes não será cumprida na íntegra, alterações na aposentadoria rural entre outros serão feitas. O adiamento também deve-se a falta de articulação política e organização por parte do governo mantêm a bolsa sem uma tendência definida.

    O Ibovespa caminha para fechar a semana no azul, mas em abril ainda acumula perdas de mais de 1 por cento.

    Os investidores não receberam bem esta notícia do adiamento da votação da reforma.

    PETROBRAS PN (SAETR4) subia 3,2 por cento e PETROBRAS ON (SAETR3) avançava 2,9 por cento, após anunciar na quarta-feira um aumento de 4,8 por cento no preço médio do diesel em suas refinarias. Em entrevista na véspera, o ministro da Economia, Paulo Guedes, também afirmou que não foi "atingido" em sua autonomia no episódio em que o presidente Jair Bolsonaro agiu para evitar alta do preço do diesel pela Petrobras. O ministro acrescentou que o presidente "levantou a sobrancelha" sobre o tema de privatizar a petrolífera, num indicativo de menor resistência a essa ideia.

    O que fica no ar é que Bolsonaro terá que ser mais flexível, e ainda mais quando se trata de um congresso dominado pelo centrão, muito perigoso isso.Vamos aguardar o desenrolar dos fatos.

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  21. #740
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    Inflação de abril é a maior desde 2016

    Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil, ficou em 0,57% em abril, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi influenciado pelos preços de alimentos, combustíveis, saúde e cuidados pessoais.Este percentual é o maior desde abril de 2016 , quando a taxa ficou em 0.61%, mas menor em relação ao mês de março.
    Confira abaixo tabela do percentual:

    Transportes: +0,94%
    Alimentação e Bebidas: +0,63%
    Saúde e Cuidados Pessoais: +1,51%
    Habitação: +0,24%
    Vestuário: +0,18%
    Despesas Pessoais: +0,17%
    Educação: +0,09%
    Comunicação: +0,03%
    Artigos de Residência: -0,24%

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