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Thread: | Brasil - Notícias |

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    Focus: Mercado vê Selic em 7,00% em 2019 e avanço de 2,53% do PIB

    O Banco Central divulgou nesta segunda-feira a edição do relatório Focus de 2019, que ainda traz dados de 2018. A pesquisa semanal realizada com analistas de mercado aponta redução do IPCA no fechamento de 2018 se mantendo no patamar de 3,69%. Para 2019, a estimativa dos analistas é que o índice oficial de inflação encerre o período em 4,01%, sendo a mesma estimativa anterior.

    Para a taxa de câmbio, a moeda americana fechou o ano a R$ 3,85. Para o encerramento de 2019, a aposta foi mantida em R$ 3,80.

    Os números de 2018 também ficaram inalterados para a taxa Selic em 6,50% no fechamento de 2018 que o período se encerrou. Para 2019, a aposta foi reduzida de 7,13% para 7,00%. Já para 2020, a aposta segue de 8,00%.

    Em relação ao crescimento da economia brasileira, a pesquisa Focus manteve a aposta do PIB em 1,30% em 2018, mas reduziu de 2,55% para 2,53% em 2019.

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    Governo vai ampliar programa Brasil Mais Produtivo e revisar todos os subsídios

    O governo do presidente Jair Bolsonaro vai ampliar o programa voltado às pequenas e médias empresas Brasil Mais Produtivo e revisar todos os programas de subsídios do país, afirmou nesta terça-feira o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa.

    Segundo ele, há evidências de que "Brasil Mais Produtivo" funcionou muito bem, e que por este motivo deve ser ampliado, o programa busca a elevação da produtividade via melhoria da gestão e otimização da produção do chão de fábrica. Atualmente o programa contempla cerca de 3 mil empresas.

    Em relação revisão dos programas de subsídios, incluindo programa de incentivo à indústria automobilística Rota 2030, ele afirmou que tudo que o governo resolver mudar será feito de maneira gradual, obedecendo à segurança jurídica. O foco é aumentar a produtividade e reduzir aquilo que dificulta e não colocar muletas para que o setor produtivo continue a sobreviver.

    Após o órgão de apelação da Organização Mundial do Comércio (OMC) ter mantido algumas condenações contra medidas de incentivos tributários do Brasil, Costa disse que as decisões têm fundamentos que devem ser considerados para construção de um país mais produtivo.

    Segundo Costa, o governo vai convocar empresários para conversas em mesas executivas com o intuito de reduzir entraves à atividade produtiva. Nesse sentido, pontuou que é necessário tirar o peso de regulações excessivas.

    Sobre o programa Brasil Mais Produtivo

    O Brasil Mais Produtivo (B+P) é uma iniciativa do governo federal que visa elevar a produtividade de processos produtivos, com a promoção de melhorias rápidas, de baixo custo e alto impacto. Tendo como foco as pequenas e médias empresas industriais do Brasil, o programa enfrenta de maneira prática e assertiva um dos principais desafios para o desenvolvimento do país: o crescimento da produtividade industrial. A promoção desse crescimento passa por uma série de medidas, dentre elas, a melhoria da gestão e a otimização da produção no chão de fábrica. Desse modo, o B+P difunde práticas consolidadas pela cultura de aperfeiçoamento contínuo como forma de aumentar a produtividade, reduzir o consumo de energia elétrica e reduzir perdas e desperdícios nos processos produtivos de empresas industriais.

    Fonte: Reuters

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    IBGE prevê produção agrícola 3,1% maior para 2019


    A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2019 deve ser 3,1% maior que a do ano passado, somando 233,4 milhões de toneladas. É o que aponta estimativa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (10).

    Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), a área a ser colhida também deve aumentar este ano, em 2,1%, totalizando 62,2 milhões de hectares.

    Com a previsão do IBGE, a colheita de grãos em 2019 deve ser a segunda maior da série histórica, iniciada em 1975. O recorde continua sendo de 2017, cuja produção totalizou 240,6 milhões de toneladas.

    Milho em alta

    Segundo a previsão, o milho deve responder por boa parte do crescimento da safra em 2019, com aumento na produção estimado em 8,6%. O aumento é esperado especialmente na segunda safra, disse em nota o gerente da pesquisa, Carlos Alfredo Guedes.

    “Nos principais estados produtores, as chuvas chegaram mais cedo, permitindo o plantio antecipado da primeira safra. Além disso, os preços ao produtor também estão mais atrativos que no ano passado”, explicou.

    O IBGE também projeta um crescimento de 0,8% na produção de soja, e de 6,6% no algodão herbáceo. Por outro lado, são esperadas quedas de 4,8% no arroz, e de 8% na primeira safra do feijão.

    Para a safra do ano passado, a estimativa de dezembro totalizou 226,5 milhões de toneladas, montante 5,9% inferior ao volume de 2017. Dos principais produtos, houve quedas de 18,3% na colheita do milho e de 5,8% do arroz, enquanto a safra da soja aumentou 2,5%.

    Já a previsão da área total a ser colhida também caiu e alcançou 60,9 milhões de hectares, uma queda de 0,4% em relação a 2017.

    Segundo o IBGE, o estado de Mato Grosso é líder na produção nacional de grãos, com uma participação de 26,9%, seguido pelo Paraná, com 15,5%, e Rio Grande do Sul, 14,6%. Juntos, os três estados respondem por 57% da safra nacional.

    Fonte: G1

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  8. #704
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    Embaixada em Jerusalém: o que o Brasil pode ganhar e perder se aproximando de Israel

    Em termos de geopolítica, a aproximação do Brasil com Israel no governo Jair Bolsonaro tem sido vista como um sinal de alinhamento com os Estados Unidos de Donald Trump. Em matéria de apoio interno, atende ao pleito de grupos evangélicos que se baseiam em interpretações bíblicas para defender que Jerusalém deve ser "protegida" e habitada pelos judeus.

    Mas o que o Brasil pode ganhar ou perder com a intenção de Bolsonaro de seguir os passos de Trump e transferir a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém? Na economia, que setores produtivos podem se prejudicar ou ganhar espaço? E o que muda para o Brasil como ator no cenário internacional?


    Em termos econômicos, o peso das transações com países árabes é muito maior que o comércio com Israel.

    Para determinados setores, como de produção de açúcar, carne de boi e de frango e milho, o comércio com nações islâmicas é crucial e há um temor de que a aproximação do Brasil com Israel gere retaliações do mundo árabe.

    Por outro lado, Israel é um polo tecnológico e o Brasil poderia, potencialmente, se beneficiar com parcerias que incluam transferência de conhecimento científico. Irrigação para o setor agrícola, dessalinização de água em áreas de seca e segurança cibernética para uso no combate ao crime organizado estão na mira do governo brasileiro.

    Mas a guinada diplomática na presidência de Bolsonaro não tem efeitos apenas na economia. Impacta, também, a forma como o Brasil é visto internacionalmente e, por consequência, as alianças políticas que conseguirá costurar em organismos internacionais, como na Organização Mundial do Comércio (OMC) e nas Nações Unidas (ONU). Atualmente, é com países árabes que o Brasil tem contado em votações internacionais importantes.

    A questão é - Bolsonaro está considerando todas estas possibilidades?

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  10. #705
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    O Brasil encerrou 2018 com uma inflação de 3,75%, o segundo menor valor desde 2006

    O Brasil encerrou 2018 com uma inflação de 3,75%, o segundo menor valor desde 2006, informou o IBGE nesta sexta-feira.

    O índice ficou ligeiramente acima das previsões de mercado (3,69%) coletadas no último levantamento do Banco Central (Boletim Focus) e abaixo do centro da meta oficial, que no ano passado foi de 4,5%. com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

    O índice de 2018 foi influenciado principalmente pelos gastos com produtos e serviços dos grupos Habitação (+ 4,72%), Transportes (4,19%), Alimentação (4,04%).

    Os dados devem servir ao novo governo de Jair Bolsonaro para manter seu tom otimista em relação à economia, depois de prometer um plano abrangente para o ajuste fiscal e as privatizações liderado por Paulo Guedes.

    Também deve afastar a possibilidade de um aumento na taxa básica de juros, que está em seu mínimo histórico de 6,5% desde março.

    Segundo a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é a segunda menor inflação anual desde 2006 (3,14%).

    A inflação em 2018 foi 0,8 ponto percentual maior que a de 2017 (2,95%), que perfurou o piso da meta com o menor valor em duas décadas, após dois anos de profunda recessão com altas taxas de inflação (10,67% em 2015 e 6,29% em 2016).

    A inflação em dezembro de 2018 foi de 0,15%, segundo o IBGE, principalmente devido à influência da categoria Alimentos e Bebidas, que registrou aumento de 0,44%.

    Uma inflação baixa permite que o governo de Bolsonaro faça manobras para melhorar a economia, assim esperamos, pois, dentre outras coisas, o novo presidente eleito quer reduzir a carga tributaria no Brasil, que é uma das maiores do mundo, e o retorno de investimentos são péssimos, especialmente no setor de saúde e educação. Com esta redução tributária, e desburocratização, a intenção é trazer investimentos para o país. É o que realmente esperamos, mas sabemos que milagres não acontecem, e, que o novo governo tem muito o que fazer, e esperamos que o faça de forma prudente. Nos resta torcer para o melhor.

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  12. #706
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    Bolsonaro quer comércio com o mundo todo

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende aproveitar sua viagem a Davos na semana que vem, para o Fórum Econômico Mundial, para mostrar que o Brasil quer fazer comércio com o mundo todo.

    Bolsonaro disse que quer mostrar que o Brasil quer fazer comércio com o mundo todo, prezando pela liberdade econômica, acordos bilaterais e saúde fiscal, para que assim o Brasil caminho rumo ao pleno emprego e prosperidade. Bolsonaro tem mudado o tom que tinha inicialmente a respeito da China, adotando uma posição de maior disponibilidade para negociar. Será que o novo governo fará e trará acordos positivos para o Brasil, assim esperamos, e nos resta aguardar.

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  14. #707
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    Produção de bicicletas aumenta 15,9% no Brasil

    As fabricantes de bicicletas produziram 773.641 unidades em 2018, volume 15,9% superior ao de 2017 (667.363 unidades), de acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), divulgados hoje (14) em São Paulo.

    Em dezembro, foram produzidas 21.857 unidades, volume equivalente ao do mesmo período de 2017 (21.879 unidades). Na comparação com novembro de 2018 (83.726 unidades), houve queda de 73,9%.

    Segundo o vice-presidente do Segmento de Bicicletas da Abraciclo, Cyro Gazola, a retomada nos negócios, após quatro anos em declínio, foi impulsionada pela maior oferta de produtos, preços mais competitivos e expansão da mobilidade urbana.

    “Isso mostra com clareza o impacto positivo da ampliação das redes de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas nas cidades brasileiras”, disse. Ele ainda atribui ao desempenho positivo a uma redução do índice de inadimplência dos consumidores, aliada ao aumento da oferta de crédito pelas instituições financeiras.

    Os volumes de bicicletas produzidos no Polo Industrial de Manaus (PIM) em 2018 foram distribuídos para comercialização para as seguintes regiões do País: Sudeste, com 55,4% das unidades; Sul, 19,5%; Nordeste, 14,7%; Centro-Oeste, 5,8%; e Norte, 4,6%.

    Projeções



    De acordo com a Abraciclo, a produção de bicicletas deve ter um aumento de 10,8% em 2019, chegando a 857.000 unidades.

    Segundo Gazola, a expectativa está baseada nas mudanças e implantação de novas medidas na economia, que podem ocorrer com o novo governo, além da continuidade dos lançamentos de bicicletas de maior valor agregado.

    De acordo com o executivo, o mercado percebe e responde positivamente à melhoria contínua da tecnologia, qualidade e gama de oferta dos produtos e marcas nacionais, que têm preços mais acessíveis aos consumidores.

    “Com a redução do endividamento das famílias, devem ser retomadas as compras planejadas, tendo, ainda, o apoio do varejo na oferta de crédito mais acessível. Esses fatores podem levar a uma aceleração da demanda já no primeiro semestre do ano”, finalizou.

    Será que se trata apenas de melhora na economia, ou mudança de habito do brasileiro, não somente por meios de transportes alternativos, como também de saúde e preocupação com o meio ambiente.

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    Khris Mathias (01-14-2019),Unregistered (1 )

  16. #708
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    Acusada de pirâmide, Unick Forex desafia CVM e continua com ofertas em criptomoedas

    A Unick Forex, acusada de esquema de pirâmide, não conseguiu reverter a decisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que proibiu a companhia de fazer oferta pública de qualquer tipo de investimento. Mas isso não tem sido empecilho para a empresa que diz operar com arbitragem em criptomoedas.

    A companhia continua fazendo oferta pública de investimentos em seu site mesmo após o colegiado ter confirmado em novembro de 2018 a decisão tomada pela Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI) em suspender a oferta pública de ativos pela empresa.

    A SMI havia expedido o Ato Declaratório nº 16.169, em março de 2018. Por meio desse documento a agência reguladora afirmou que a empresa não estaria autorizada pela CVM “a captar clientes residentes no Brasil, por não integrarem o sistema de distribuição previsto no art. 15 da Lei nº 6.385/76”.

    Por esse motivo, o órgão determinou que houvesse a imediata suspensão da veiculação de qualquer oferta pública de investimento no “denominado mercado Forex, de forma direta ou indireta, inclusive por meio da página https://unick.forex ou de qualquer outra forma de conexão à rede mundial de computadores, sob cominação de multa”.

    Apesar da empresa ter entrado com recurso de retratação da decisão. O colegiado manteve por unanimidade a suspensão de oferta pública de investimentos e usou como fundamento a decisão emitida pela área técnica, por meio do memorando nº 167/2018-CVM/SMI/GME.

    Além de atuar de forma irregular no mercado de valores mobiliários, a empresa estaria organizada num “esquema fraudulento, sendo o ardil empregado para cooptar investidores composto da oferta de altos retornos sem qualquer risco”.

    Isso porque a Unick Forex traz promessas de altos ganhos sem a existência de risco, podendo os retornos chegarem a 40% ao mês. A empresa, contudo, usava de grande artimanha para manter pessoas injetando capital nela, como a exigência de que os investidores aplicassem o dobro para rever seus rendimentos quando esses não passavam de 3%.

    “Os rendimentos de 1,5% a 3% serão pagos até que o investidor dobre o capital investido. Para ganhos maiores seria preciso fazer novos aportes. Dessa forma os ganhos para os investidores chegariam a 500% ao ano (“cinco vezes em um ano”).

    Fonte: portaldobitcoin

    Segundo o memorando a Unick está proibida de captar investidores, mas esta não trabalha com investimentos de terceiros, aportam um valor e ela opera com capital próprio, portanto não há piramide, as pessoas deveriam realmente entender o que é realmente algo antes de reportá-lo como fraude.

  17. #709
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    Economia cresce 0,29% em novembro, indica BC

    Depois de ficar praticamente estável em outubro, a economia brasileira voltou a crescer em novembro, segundo apontam números divulgados pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (17).

    De acordo com a instituição, o chamado Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) registrou uma alta de 0,29% em novembro do ano passado, na comparação com outubro de 2017. O número foi calculado com "ajuste sazonal", que é uma compensação para comparar períodos diferentes de um ano.

    O IBC-Br, do Banco Central, é usado como uma forma de antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Na parcial deste ano, informou o BC, foi registrada uma expansão de 1,38% no indicador do nível de atividade da economia brasileira (sem ajuste sazonal).

    Já no acumulado em 12 meses até novembro de 2018, houve uma expansão de 1,44% (também sem ajuste), segundo dados da instituição.

    PIB x IBC-Br

    O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

    O cálculo do IBC-Br, porém, é um pouco diferente do usado no PIB. O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos. Os resultados do IBC-Br nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais divulgados pelo IBGE.

    O próprio BC já informou que "há que se ter cuidado nas comparações trimestrais do IBC-Br e o PIB". Segundo a instituição, características conceituais e metodológicas do IBC-Br (entre as quais o processo de dessazonalização) podem ocasionar diferenças temporárias entre a sua evolução e a do PIB, "ensejando cautela em comparações nos horizontes mais curtos".

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    Confiança do Consumidor avança 12% em 2018

    O Indicador de Confiança do Consumidor aumentou 12% em dezembro de 2018 em relação ao mesmo período do ano anterior, ao alcançar 45,8 pontos. Em dezembro de 2017, o índice estava em 40,9 pontos, de acordo com dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Mesmo com a elevação, a taxa mostra que a maioria dos consumidores ainda está pessimista, já que a escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos mostram uma percepção mais otimista.

    Quando avaliado o cenário econômico atual e da própria vida financeira dos consumidores, sete em cada dez brasileiros (72%) enxergam o momento da economia de forma negativa. As principais razões apontadas são desemprego elevado (63%), aumento dos preços (59%), alta na taxa de juros (38%), desvalorização do real frente ao dólar (25%) e menor poder de compra do consumidor (22%). Para 25%, o quadro econômico é regular e apenas 2% consideram bom.

    Quanto à vida financeira, 40% dos brasileiros avaliam sua situação como negativa, enquanto 47% classificam como regular e somente 12% como boa. Para quem compartilha da visão negativa, o alto custo de vida é a razão mais citada, por mais da metade (55%) desses entrevistados. O desemprego aparece segundo lugar (40%), ao passo que 24% culpam a queda da renda familiar.

    Futuro

    Para 34% dos brasileiros, a economia para os próximos meses deve melhorar, mas 43% não sabem explicar por que pensam isso. Para 40%, o clima de otimismo está ligado ao fato de o cenário político se mostrar mais favorável, 12% atribuem à percepção de queda do desemprego e 11% por enxergarem uma estabilização nos preços.

    Enquanto isso, outros 34% se mantêm neutros e não afirmam que as condições estarão melhores ou piores daqui seis meses. Já 27% disseram estar pessimistas, devido aos escândalos de corrupção (46%), o receio de que a inflação saia do controle (42%) e o desemprego (37%) como fatores que mais pesam.

    Quando questionados sobre o que esperam para os próximos seis meses em relação às suas finanças, seis em cada dez brasileiros (61%) acham que sua vida financeira vai melhorar, contra apenas 9% que acreditam em uma piora. Há ainda 25% de entrevistados neutros.
    Desemprego

    A pesquisa mostrou que quatro em cada dez consumidores (41%) afirmaram ter ao menos um desempregado em sua residência. Além disso, 66% dos brasileiros que trabalham temem, em algum grau, serem demitidos, ante 34% que disseram não ter esse risco.

    O custo de vida é o que tem pesado mais na vida financeira familiar para 51% dos entrevistados. Em seguida aparece falta de emprego (18%), endividamento (14%) e queda dos rendimentos (10%). O aumento da conta de luz foi o serviço mais mencionado por 89% dos entrevistados. Outros 88% citaram a alta nos produtos comprados em supermercados, enquanto 80% destacaram o valor dos combustíveis e 75% os artigos de vestuário.

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