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Thread: | Brasil - Notícias |

  1. #451
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    Agências Fitch e S&P cortam rating da
    operadora brasileira Oi


    As agências de notação financeira Standard & Poor’s e Fitch baixaram o rating de longo prazo da empresa de telecomunicações brasileira Oi, segundo o comunicado enviado ao mercado.


    A informação foi avançada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) pela empresa portuguesa Pharol, a antiga PT SGPS, que detém 27,5% da operadora Oi, entre participação direta e indireta.


    A Standard & Poor’s baixou o ‘rating’ atribuído à operadora brasileira em um nível, de ‘BB-‘ para ‘B+’, enquanto a Fitch diminuiu em três níveis, de ‘BB’ para ‘B’.
    Em ambos os casos, os ‘ratings’ atribuídos estão fora do grau de investimento (ou seja, são considerado investimento especulativo ou 'lixo'), sendo que poderão ainda voltar a ser cortados, uma vez que a perspetiva atribuída pelas agências de 'rating' é "negativa".


    Na semana passada foi conhecido que a operadora italiana TIM informou o fundo russo LetterOne Technology de que não pretende aprofundar as negociações com a Oi com vista a uma fusão dos ativos.
    Dinheiro Digital com Lusa

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  3. #452
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    Analistas da Economist pioram previsão de recessão no Brasil para 3,7% este ano

    A Economist Intelligence Unit (EIU) reviu em baixa a previsão de evolução da economia
    brasileira, antecipando agora uma recessão de 3,7% este ano.

    A Economist Intelligence Unit (EIU) reviu em baixa a previsão de evolução da economia brasileira, antecipando agora uma recessão de 3,7% este ano, uma estabilização em 2017 e uma subida do PIB acima de 2% até 2020.


    “O ambiente desafiante para a economia do Brasil deve continuar este ano, com uma retração esperada pelo menos até ao terceiro trimestre, chegando ao final do ano com uma contração de 3,7%, o que representa uma revisão face aos 3,1% de recessão esperada no mês passado, devido às implicações da crise política cada vez mais profunda”, escrevem os peritos da unidade de análise económica da revista britânica The Economist. Lusa

  4. #453
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    Bancos brasileiros podem estar subestimando inadimplência, diz Moody's

    SÃO PAULO (Reuters) - O crescente volume de reestruturação de empréstimos dos bancos brasileiros pode estar subestimando a inadimplência, enquanto a cobertura com provisões pode estar superdimensionada, afirmou a agência de classificação de risco Moody's nesta segunda-feira.
    Segundo a agência, o volume de reestruturação de crédito no país subiu 37 por cento em 2015 sobre um ano antes, impulsionado por calotes e pelo que chamou de pré-inadimplência em diferentes classes de empréstimos, levando os principais bancos a mudarem cada vez mais os termos e condições dos contratos de empréstimo.


    Empréstimos reestruturados são buscados por tomadores em dificuldades financeiras e que já têm operações em atraso. A Moody's diz temer que os bancos brasileiros tenham usado a reestruturação para evitar reconhecer o aumento da inadimplência.
    "O aumento das reestruturações pode mascarar o crescimento da inadimplência e também aponta para um declínio da cobertura com provisões", afirmou o analista Farooq Khan.


    A agência calcula que o aumento das reestruturação de empréstimos provocaria uma alta de 180 pontos-base no índice de calotes acima de 90 dias em dezembro e um declínio de 60 pontos-base na cobertura com provisões. Segundo o Banco Central, o índice era de 5,3 por cento no fim do ano passado.
    De acordo com a Moody's, embora cinco dos maiores bancos do país tenham provisionado o equivalente a 51 por cento de seus empréstimos renegociados, eles não divulgam seus níveis de renegociação de empréstimos.

  5. #454
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    Impeachment de Dilma poderá ser favorável para
    Petrobras, dizem investidores

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A endividada Petrobras (SA:PETR4), controlada pelo governo federal, poderá ser uma das maiores beneficiárias de uma eventual aprovação pelo Congresso Nacional do impeachment da presidente Dilma Rousseff, disseram à Reuters investidores e analistas nesta segunda-feira.
    A Câmara dos Deputados aprovou no domingo o pedido de abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma, tornando seu afastamento da Presidência praticamente irreversível.
    O vice-presidente Michel Temer, substituto de Dilma caso o impeachment seja aprovado pelo Senado, é considerado mais acessível à indústria em seus pedidos de alterações de regras do setor, criadas pela presidente e pelo Partido dos Trabalhadores.


    As regras foram instituídas na última década para aumentar o controle estatal sobre as descobertas do pré-sal, mas críticos de Dilma afirmam que as medidas trouxeram aumento de custos, limitando a produção e ajudando a elevar a dívida da Petrobras para 126 bilhões de dólares, a maior do mundo para uma empresa do setor de petróleo.
    "Primeiro, a Petrobras deixará de ser usada como uma ferramenta de política monetária", disse Edwin Gutierrez, chefe de dívida soberana de mercados emergentes na Aberdeen Asset Management, em Londres. "Ela (Dilma) congelou os preços da gasolina por anos destruindo os retornos da área de refino e aumentando a dívida. Esses dias acabaram e não vai acontecer com o Temer." Muitos dizem também que as políticas de Dilma, instituídas após as gigantes descobertas em mar, que começaram em 2007, deixaram o setor no Brasil e a Petrobras com poucas opções e, com a queda dos preços do petróleo no último ano e meio, o setor sofreu com demissões, corte de investimentos e vendas de ativos. "Com base no potencial futuro, o governo mudou as regras do jogo e começou a tentar comer o bolo antes de terminar de assá-lo", disse David Elms, diretor da Global Energy Research Network da Warwick Business School, na Inglaterra.
    Com o petróleo no mar do Brasil entre os mais caros para explorar e com os preços baixos no cenário global, qualquer novo governo terá que fazer mudanças importantes no setor ou poderá correr riscos de perder investimentos para outros países, acrescentou.
    A Federação Única dos Petroleiros (FUP), uma dos maiores opositoras do impeachment de Dilma, está convencidos de que Temer (PMDB), que até semanas atrás era um aliado de Dilma, vai aliar-se com o PSDB. Isto, disse Deyvid Bacelar, filiado à FUP e representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobras, poderá terminar com políticas rígidas de conteúdo nacional, trazer mais demissões e acabar com a obrigatoriedade de a Petrobras ter um percentual mínimo nas principais áreas de petróleo em mar.


    Bacelar também teme uma onda de vendas de ativos da Petrobras para estrangeiros. O PMDB e PSDB estão em acordo sobre a necessidade de reduzir a presença da Petrobras em todos os novos desenvolvimentos em mar, uma tarefa que a empresa disse que não pode pagar, e abrir o país para mais investimento estrangeiro, disse Adriano Pires, um consultor de longa data do PSDB e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).


    Ainda assim, a Petrobras deverá continuar um símbolo de orgulho nacional, limitando o potencial de mudanças reais, destacou John Baur, gerente global de portfólio de rendimentos que administra parte dos 306 bilhões de dólares de ativos da Eaton Vance Investment Managers, em Boston.
    "Com tantos velhos conhecidos ainda em cena, as chances de grandes mudanças são difíceis de alcançar", disse ele.


    Outros ficarão satisfeitos se o governo, seja ele qual for, evitar interferências políticas na Petrobras que no passado contribuíram com a corrupção, trazendo baixas contábeis enormes, redução dos preços das ações e perdas de oportunidades.


    "A experiência de gestão puramente política se mostrou bem ineficiente. Imagino que, seja lá quem esteja no governo, eles vão olhar a Petrobras de forma muito mais cuidadosa do que foi olhada até bem pouco tempo atrás", afirmou o consultor de óleo e gás da Fundação Getúlio Vargas e ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Nelson Narciso.

  6. #455
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    Fitch corta rating do Brasil a "BB" e país fica mais
    dentro do grau especulativo

    SÃO PAULO (Reuters) - A agência de classificação de risco Fitch rebaixou nesta quinta-feira o rating soberano do Brasil de "BB+" para "BB", colocando a nota do país ainda mais dentro do grau especulativo.


    A perspectiva para o rating é negativa, o que significa que novos cortes da nota poderão ocorrer adiante.
    Entre outros motivos, a Fitch citou contração maior que a esperada da economia brasileira, finanças públicas sob pressão e mudanças repetidas nas metas fiscais que minam a credibilidade fiscal.


    A agência de risco calcula que a dívida bruta do Brasil poderá alcançar quase 80 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, tornando o país uma das nações mais endividadas na categoria "BB".


    Na quarta-feira, o diretor da Fitch no Brasil, Rafael Guedes, afirmou em evento que "houve uma piora importante em vários dos indicadores do país, incluindo ambiente político, finanças públicas e aspectos estruturais". Ele avaliou que será "um desafio corrigir todos" os pontos necessários.


    O Brasil perdeu o selo de bom pagador atribuído pela Fitch em 16 de dezembro de 2015, quando a nota foi reduzida de "BBB-" para "BB+".


    Com o rebaixamento nesta quinta-feira, a Fitch se alinha às outras duas grandes agências de risco Standard & Poor's e Moody's, que já tinham o rating do Brasil dois degraus dentro da faixa considerada como especulativa.


    Para a Fitch, o ambiente político continua muito desafiador, às vésperas de votação no Senado na próxima semana que deve culminar no afastamento da presidente Dilma Rousseff, que enfrenta processo de impeachment.


    Segundo a agência de risco, embora qualquer transição política para o vice-presidente Michel Temer possa representar uma nova oportunidade para ajustes na economia e reformas, os riscos de implementação irão permanecer.


    "A vinda do Temer não está sendo entendida como a solução dos problemas fiscais que são muito profundos dada a queda da arrecadação", disse o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.


    Em seu comunicado, a Fitch citou também a expansão do alcance da operação Lava Jato, que investiga esquema bilionário de corrupção envolvendo a Petrobras (SA:PETR4), políticos e executivos de empreiteiras.


    A Fitch estima que a economia brasileira terá retração de 3,8 por cento neste ano e crescimento de 0,5 por cento em 2017.
    "Agora precisaremos provar que nossas fraquezas vão ser superadas. Nós temos expectativa de melhora da economia, mas as agências não trabalham com expectativas", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani.

  7. #456
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    Mercado recebe placar do impeachment com otimismo;
    Ibovespa Futuro sobe e BC segura dólar

    SÃO PAULO - Negociado na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros), o índice Ibovespa Futuro, que reúne expectativas para o comportamento futuro do Ibovespa, opera em alta nesta quinta-feira (12) diante da aprovação do afastamento de Dilma Rousseff com placar folgado.
    Foram 55 votos favoráveis ao impedimento, mais do que a maioria simples necessária para afastar Dilma Rousseff da Presidência por até 180 dias e os dois terços suficientes para decretar o impeachment de Dilma em julgamento futuro.


    O número preocupa a base aliada, que já sabia que perderia a batalha terminada hoje, às 6h33, após mais de 20 horas de discussões.
    “As chances de afastamento definitivo são elevadas. Ainda que o processo não deva durar 180 dias, deve levar em torno de três meses para uma decisão final”, afirma Thaís Zara, economista-chefe da Rosenberg Associados.


    “Mais do que o placar generoso, os mercados devem comemorar hoje a boa escalação da equipe técnica, com nomes como Ilan Goldfajn no BC, Mansueto no Tesouro, Marcos Mendes, Diogo Oliveira, Carlos Hamilton”, acrescenta Zara.
    Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora, avalia que os holofotes se voltam agora para os primeiros atos do novo governo, com especial atenção para a área econômica.


    Silva acredita que, com Henrique Meirelles na Fazenda, Goldfajn no Banco Central e apoio do Congresso, Temer terá as condições necessárias para implementação de reformas e adoção de medidas desenvolvimentistas.
    “O pronunciamento de Temer às 15h, provavelmente ambicioso, também tem um potencial positivo. Agora é aguardar as primeiras medidas e as primeiras aprovações”, afirma Thaís Zara.


    Nos mercados internacionais, as bolsas chinesas encerraram em alta após o governo anunciar um plano de investimento no transporte de US$ 724 bilhões, impulsionando as ações de infraestrutura.


    As bolsas europeias e os índices futuros norte-americanos operam em alta sustentados pela valorização do preço do petróleo. A commodity sobe após a queda dos estoques de petróleo em 3,4 milhões de barris na semana passada em comparação com as expectativas dos analistas de um aumento de 714.000 barris, segundo o Departamento de Energia dos EUA.
    Às 9h10 (horário de Brasília), o Ibovespa Futuro operava com alta de 0,96%, sinalizando uma abertura positiva do principal índice de ações do Brasil.
    Câmbio


    O Banco Central anunciou na noite de quarta-feira (11) um leilão de swap cambial reverso – equivalente a uma compra futura de dólares – para esta manhã na tentativa de trazer a moeda de volta ao piso psicológico de R$ 3,50 e evitar prejuízos às exportações e contas externas do país.
    O mercado já reagia com otimismo diante da proximidade do afastamento de Dilma Rousseff da Presidência. Diante da confirmação da votação no Senado, a tendência de desvalorização do dólar deve se manter, a despeito das intervenções do Banco Central, na avaliação de Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora.


    No mercado de câmbio, o dólar à vista subia 0,11%, cotado a R$ 3,4564.

  8. #457
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    Petrobras paga juro recorde para emitir dívida

    A petrolífera brasileira lançou esta terça-feira, 17 de Maio, uma emissão de 6,75 mil milhões de dólares em obrigações com vencimento a 5 e 10 anos, avançou a Reuters. Trata-se da primeira emissão da Petrobras no último ano.


    A Petrobras quer captar 6,75 mil milhões de dólares com a emissão de dívida da empresa e, para isso, está a oferecer juros recorde para captar investidores para a sua primeira grande venda internacional de dívida no último ano.

    A petrolífera pretende arrecadar cinco mil milhões de dólares com a venda de obrigações a cinco anos, com uma rendibilidade de 8,625% ao ano, e ainda 1,75 mil milhões de dólares com a emissão de dívida a 10 anos e um juro de 9%, afirmou à Reuters uma fonte que pediu o anonimato por a informação ser privada.

    A Petrobras pretende, segundo a mesma fonte, usar as receitas desta emissão para recomprar o equivalente a três mil milhões de obrigações com maturidade em 2018.

    As acções e obrigações da petrolífera estatal brasileira têm disparado este ano, devido à especulação de que um novo governo no Brasil estará mais capacitado para restaurar o crescimento da maior economia da América Latina.

    A Petrobras tem 126 mil milhões de dólares de dívida, tornando-a na empresa mais endividada dos mercados emergentes.

    Recorde-se que a Petrobras está a ser investigada - devido a um esquema de corrupção - no âmbito da Operação Lava Jato, que tem uma equipa formada por procuradores, promotores, policiais e juízes, que já prendeu e condenou dezenas de empresários e ex-funcionários da Petrobras.

  9. #458
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    Desemprego sobe em todas as regiões
    do Brasil no primeiro trimestre do ano


    A taxa de desemprego no Brasil subiu em todas as grandes regiões do país em comparação com o mesmo período de 2015, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


    Comparando os resultados de janeiro a março de 2016 com os obtidos no mesmo trimestre do ano anterior, verificou-se na região Sudeste, onde se concentra o maior número de trabalhadores do país, que o desemprego subiu de 8% para 11,4%.


    O desemprego na região Nordeste cresceu 3,2 pontos percentuais (9,6% para 12,8%); na região Norte 1,8 pontos percentuais (8,7% para 10,5%); no Centro-Oeste 2,4 pontos percentuais (7,3% para 9,7%); e no Sul 2,2 pontos percentuais (5,1% para 7,3%).


    No geral, a taxa de desemprego no Brasil no primeiro trimestre do ano ficou em 10,9%, resultado que determina a existência de 11,1 milhões de pessoas economicamente ativas sem emprego no país.


    A média do nível de ocupação no Brasil, que determina a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar, ficou em 54,7% no primeiro trimestre de 2016.


    Já o rendimento médio real dos trabalhadores ficou em 1.966 reais (cerca de 480 euros) no período em referência.
    Dinheiro Digital com Lusa

  10. #459
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    Brasil vai fazer "roadshow" para vender activos

    O Governo brasileiro pretende levar a cabo uma ronda de reuniões com investidores para vender activos, avançou a agência Reuters.O Governo do Brasil, sob o comando interino de Michel Temer (na foto) desde o "impeachment" de Dilma Rousseff, quer avançar com uma ronda de reuniões com investidores. A intenção é vender activos, uma iniciativa-chave para angariar capital e reduzir o elevado défice orçamental, disseram à Reuters algumas fontes conhecedoras do processo.

    Segundo Wellington Moreira Franco, chefe da agência governamental responsável pela captação de investimento externo para o Brasil, serão realizados "roadshows" com o objectivo de promover os activos para venda e de divulgar a estrutura jurídica e regulatória que lhe está inerente.

    Moreira Franco, que é secretário executivo do Programa Crescer, não adiantou pormenores sobre quais os activos que irão estar à venda nem sobre o calendário previsto para executar este programa.

    "A venda destes activos, que poderá ser a mais ambiciosa iniciativa de privatizações do Brasil nas últimas duas décadas, é mais uma demonstração da mudança de política no país desde a decisão do Senado, no início deste mês, de suspender a governação de Dilma Rousseff", sublinha a Reuters.

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    Confiança do comércio do Brasil atinge em junho maior
    nível desde maio de 2015, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil subiu pelo segundo mês seguido em junho e atingiu o nível mais alto desde maio do ano passado, de acordo com dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgados nesta quinta-feira.


    O Icom avançou 2,8 pontos e chegou a 73,7 pontos em junho, patamar mais elevado desde os 75,3 pontos registrados em maio de 2015
    O resultado deriva da alta de 3,3 pontos do Índice de Expectativas (IE), para 83,6 pontos, maior patamar desde janeiro do ano passado (84,9); e do ganho de 2,4 pontos do Índice da Situação Atual (ISA), para 64,9 pontos.


    "A combinação de relativa estabilização do Índice da Situação Atual e alta expressiva do Índice de Expectativas no ano sugere que o ritmo de queda do consumo vem se arrefecendo em 2016 e que o setor vai se tornando gradualmente menos pessimista em relação à evolução futura da economia", disse em nota o superintendente-adjunto para ciclos econômicos da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr.


    Ele destacou, entretanto, que se os níveis elevados de incerteza política permanecerem isso pode dificultar novos avanços da confiança.

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