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Thread: Europa - Notícias

  1. #171
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    Inflação da Espanha aumenta a 4 meses de alta

    A inflação de preços ao consumidor da Espanha atingiu alta de quatro meses em março, informou o escritório estatístico do INE na terça-feira. A inflação subiu para 1,2 por cento, ante 1,1 por cento em fevereiro.


    Este foi o maior desde novembro passado, mas abaixo do nível esperado de 1,4%. Da mesma forma, a inflação baseada no índice harmonizado de preços ao consumidor subiu de 1,3% para 1,3%. Isso também ficou abaixo da previsão de 1,5 por cento. Em uma base mensal, os preços ao consumidor subiram 0,1 por cento, mais lento do que o aumento esperado de 0,3 por cento.

    Entretanto, o IHPC registou um crescimento mensal de 1,2 por cento em comparação com a previsão de 1,6 por cento.

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  3. #172
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    Irã diz que pode produzir urânio enriquecido acima de nível pré-acordo se EUA deixar

    O Irã tem capacidade técnica para enriquecer urânio a um nível mais alto do que tinha antes de assinar um acordo internacional para conter seu programa nuclear, afirmou o chefe da organização de energia atômica do Irã, Ali Akbar Salehi, à televisão estatal do país.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu aos signatários europeus do acordo de 2105 com o Irã um prazo até 12 de maio para corrigirem "as terríveis falhas" do acordo, ou irá se recusar a renovar o alívio nas sanções impostas pelos EUA contra o Irã.

    Salehi alertou Trump a não tomar esse caminho. "O Irã não está blefando ... Tecnicamente, estamos totalmente preparados para enriquecer urânio acima do que costumávamos produzir antes do acordo... Espero que Trump caia em si e continue no acordo".

    Sob o acordo, que levou à suspensão da maioria das sanções internacionais contra o Irã, o nível de enriquecimento de urânio do Irã deve permanecer em torno de 3,6 por cento.

    O Irã parou de produzir urânio enriquecido a 20 por cento e abandonou a maior parte do seu estoque como parte do acordo firmado com Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha, China e Rússia.

    O urânio refinado a 20 por cento de pureza físsil está bem além dos 5 por cento normalmente necessários para abastecer usinas nucleares civis, embora ainda muito abaixo da pureza altamente enriquecida, de 80 a 90 por cento, necessária para uma bomba nuclear.

    Teerã já descartou qualquer possibilidade de negociar o programa de mísseis balísticos do país, suas atividades nucleares após 2025 e seu papel internacional no Oriente Médio, como exige Trump.

    Grã-Bretanha, França e Alemanha apoiam o acordo, que afirmam ser a melhor maneira de impedir que Teerã consiga armas nucleares, mas pediram ao Irã que limite sua influência regional e reduza o programa de mísseis.

  4. #173
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    Macron diz não ter certeza de que Trump irá manter acordo nuclear do Irã

    O presidente francês, Emmanuel Macron, disse nesta quarta-feira que não sabe se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá se ater ao acordo nuclear firmado em 2015 com o Irã, que muitos no Ocidente veem como a melhor esperança de impedir Teerã de obter uma bomba nuclear.

    Macron visitou Washington na semana passada na esperança de persuadir Trump a não reinstaurar sanções contra o Irã e colocar o acordo em risco, mas a Casa Branca não pareceu convencida.

    Segundo o acordo, Teerã concordou em limitar seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções dos EUA e outras punições econômicas. O acordo foi assinado por China, EUA, França, Reino Unido, Rússia, Alemanha e Irã."Não sei se o que o presidente dos EUA decidirá no dia 12 de maio", disse Macron a repórteres em Sydney depois de se reunir com o primeiro-ministro, Malcolm Turnbull, durante uma visita rara de um presidente da França à Austrália.Na terça-feira, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o acordo para limitar o desenvolvimento iraniano de armas nucleares foi acertado sob pretextos falsos porque o programa nuclear do regime estava mais avançado do que este indicou à época.Macron disse ter abordado a ideia de um acordo muito mais amplo com Trump, o que foi recebido "muito positivamente"."Só quero dizer que, seja qual for a decisão, teremos que preparar uma negociação tão mais ampla e um acordo mais amplo porque acho que ninguém quer uma guerra na região, e ninguém quer uma escalada em termos de tensão na região", acrescentou Macron.(Por Colin Packham e Jane Wardell)

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  6. #174
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    UE aprova tarifas de 2,8 bilhões de euros em resposta às medidas dos EUA

    Bruxelas, 20 jun (EFE).- A União Europeia (UE) impôs nesta quarta-feira tarifas no valor de 2,8 bilhões de euros a uma lista de produtos procedentes dos Estados Unidos em resposta à decisão do governo desse país de sobretaxar as importações de alumínio e aço da Europa.

    "Não gostaríamos de estar nesta posição. No entanto, a decisão unilateral e injustificada dos Estados Unidos de impor tarifas ao aço e ao alumínio da Europa significa que não temos outra opção", anunciou a comissária europeia de Comércio, a sueca Cecilia Malmström, em comunicado.

    A lista de importações afetadas foi notificada à Organização Mundial do Comércio (OMC) em 18 de maio e inclui produtos americanos como o milho doce, o suco de laranja e o mirtilo.

    Hoje termina o prazo de 30 dias de espera após a notificação que, segundo as normas da OMC, a UE deveria aguardar antes de adotar as medidas oficialmente.

    A regulação que implementa essas medidas será publicada amanhã e as tarifas entrarão em vigor à meia-noite de quinta-feira para sexta-feira, no horário de Bruxelas.

    Os comissários europeus deram sinal verde à lista em 6 de junho e os Estados-membros expressaram seu "apoio unânime" a esta reação, explicou a Comissão Europeia, o órgão executivo do bloco.

    As medidas impostas hoje estão voltadas para importações avaliadas em 2,8 bilhões de euros, o máximo que a UE pode impor neste momento apesar do total de aço e alumínio europeus afetados pelos encargos americanos chegar a 6,4 bilhões de euros.

    Os 3,6 bilhões de euros restantes poderão "ser reequilibrados" no futuro, após uma decisão favorável no sistema de solução de controvérsias da OMC ou quando passarem três anos desde a primeira imposição de tarifas por parte dos EUA.

    Todos os produtos incluídos na lista adotada hoje estarão sujeitos a tarifas adicionais de 25%, salvo os baralhos de cartas, que terão 10%, enquanto os produtos da segunda relação terão encargos de entre 10% e 50%, dependendo do produto.

    "As regras do comércio internacional, que desenvolvemos durante anos lado a lado como nossos sócios americanos, não podem ser violadas sem uma resposta de nossa parte. A nossa reação é comedida, proporcional e condizente com as normas da OMC", detalhou Malmström, que acrescentou que as tarifas adicionais serão canceladas quando e se os Estados Unidos voltarem atrás.

    As medidas de reequilíbrio são uma das vias de ação com as quais a UE tomará represálias frente às tarifas americanas ao aço (25%) e ao alumínio (10%), depois de denunciar o caso na OMC em 1º de junho.

    A Comissão também monitora os fluxos comerciais de aço e alumínio para detectar um potencial aumento repentino nas entradas destes produtos à UE devido ao fechamento parcial do mercado americano, uma medida que já causou a abertura de uma investigação no caso do aço.

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    Europa concede alívio da dívida à Grécia

    Credores da zona do euro finalmente concordaram com um acordo de alívio da dívida que ajudará a Grécia a sair do programa de resgate.

    O país tem vivido principalmente de dinheiro emprestado de governos da zona do euro em três resgates desde 2010, quando perdeu o acesso ao mercado por conta de um crescente déficit orçamentário, enorme dívida pública e economia ineficiente e sistema de bem-estar social.

    Após as negociações de fim de noite no Luxemburgo, o Eurogroup concordou em conceder à Grécia uma parcela final de empréstimos de 15 bilhões de euros (US$ 17,5 bilhões).

    Isso proporcionará a Atenas uma reserva de caixa de cerca de 24 bilhões de euros (US$ 27,9 bilhões), já que o país retorna aos mercados financeiros em agosto.

    O acordo também significa que o pagamento de 96 bilhões de euros (US$ 111,7 bilhões) em empréstimos de resgate - o equivalente a cerca de 40% do total de que a Grécia precisa para pagar a zona do euro nas próximas décadas - será adiado em 10 anos. Os primeiros prazos de pagamento mudam de 2023 para 2033.

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