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Thread: G20- Grupo dos 20

  1. #31
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    Retomada do crescimento será principal recado do Brasil na reunião do G20


    A retomada do crescimento econômico será o principal recado do Brasil na reunião dos ministros de Finanças e presidentes dos Bancos Centrais do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta), que ocorrerá na próxima semana na Alemanha.

    O encontro será realizado entre os dias 15 e 18 em Baden-Baden, cidade do sul do país europeu.

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, participarão apenas dos dois últimos dias de reunião. Nos dias 15 e 16, Meirelles irá a um encontro Instituto de Finanças Internacionais em Frankfurt, também na Alemanha.


    De acordo com representantes do governo ouvidos pela Agência Brasil, os sinais de que a recessão acabou e de que a inflação está convergindo para o centro da meta (4,5% em 2017) são inequívocos. A única dúvida persiste na velocidade da recuperação, que dependerá da aprovação de reformas, como a da Previdência e a do trabalho.


    Meirelles também apresentará, na reunião do G20, as medidas para reduzir a burocracia e melhorar o ambiente de negócios que estão em fase de implementação ao longo deste ano.
    O encontro dos ministros de Finanças servirá de preparação para a reunião dos chefes de governo do G20, que ocorrerá em setembro em Hamburgo, no norte da Alemanha, e terá a presença do presidente Michel Temer. Paralelamente à reunião do G20, haverá um encontro entre ministros de Finanças dos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).


    Entre os temas a serem discutidos nos seminários durante o encontro do G20, estão o incremento da cooperação internacional, medidas de estímulo ao crescimento da economia global e planos de estímulo ao desenvolvimento da África. Haverá ainda debates sobre o papel do Fundo Monetário Internacional (FMI) e dos bancos internacionais de desemvolvimento, a regulação do sistema financeiro e os subsídios aos combustíveis fósseis.

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  3. #32
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    G20 tem crescimento de 0,9% no segundo trimestre de 2017




    Paris, 14 set (EFE).- O crescimento econômico do G20 foi de 0,9% no segundo trimestre de 2017, um décimo a mais do que entre janeiro e março, anunciou nesta quinta-feira a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).


    A essa aceleração contribuíram, em particular, os Estados Unidos (que passou de 0,3% no primeiro trimestre a 0,8% no segundo), a China (de 1,3% a 1,7%), a Turquia ( de 1,3% a 2,1%), a África do Sul (de -0,1% a 0,6%) e a Austrália (de 0,3% a 0,8%).


    O aumento do Produto Interno Bruto (PIB) se manteve estável na Indonésia (1,2%), na França (0,5%) e na Itália (0,5%), enquanto houve uma notável desaceleração no Brasil (de 1% a 0,2%) e menos pronunciada na Alemanha (de 0,7% a 0,6%) e no México (também de 0,7% a 0,6%).


    Em termos interanuais, o PIB do G20 (grupo de países desenvolvidos e emergentes) como conjunto progrediu 3,6% entre abril e junho com relação ao mesmo período de 2016, frente aos 3,4% no trimestre precedente.


    Os crescimentos mais importantes foram constatados na China (6,9%), na Turquia (6,1%), na Índia (5,9%), na Indonésia (4,9%) e no Canadá (3,7%).

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    Início da reunião do G20 em meio a temores de guerra comercial entre EUA e China

    Ministros de finanças e autoridades de bancos centrais das vinte maiores economias do mundo deverão se reunir em Buenos Aires durante os próximos dois dias, com a situação da economia global e os riscos ao crescimento no topo da agenda.

    A questão do comércio multilateral provavelmente será um tópico importante de discussões após mudanças recentes na política comercial norte-americana ter criado um sentimento crescente de incerteza e ter gerado temores sobre uma guerra comercial.

    Várias autoridades do G20, incluindo ministros das finanças da Argentina, país anfitrião, e da Alemanha, disseram que insistirão em manter na comunicação do grupo a linguagem que enfatiza "o papel crucial do sistema de comércio internacional baseado em regras".

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    Líderes mundiais se reúnem em Buenos Aires para cúpula do G20 ofuscada por disputas

    Emmanuel Macron se propõe como alternativa. Em Buenos Aires, tenta se tornar um líder mundial dos defensores da globalização, do livre comércio, do liberalismo e, principalmente, da luta contra o aquecimento global, tudo o que Donald Trump rejeita. E não deixa de alertar sobre o risco de que a cúpula do G-20 seja um fracasso. Antes da reunião dos principais líderes internacionais, na sexta-feira e no sábado, o clima ficou um pouco mais tenso com o anúncio, feito por Trump, de cancelar seu encontro previsto com Vladimir Putin por causa do grave atrito entre a Rússia e a Ucrânia.

    Macron dedicou o dia anterior à abertura da cúpula do G-20 para realizar encontros culturais, se reunir afetuosamente com o presidente Mauricio Macri e divulgar sua mensagem. O presidente francês insistiu que tanto a Arábia Saudita quanto a Turquia deveriam “ir a fundo” nas investigações sobre o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, no qual parece estar diretamente envolvido o príncipe herdeiro saudita Mohamed Bin Salman, presente na cúpula.

    Mohamed Bin Salman permanece trancado na embaixada saudita, transformada em um bunker. Macron, por outro lado, desfruta de um contundente protagonismo antes da cúpula e não deixa de apertar mãos na rua. No entanto, sua chegada, na noite de quarta-feira, foi infeliz. A vice-presidenta da Argentina, Gabriela Michetti, que deveria recebê-lo ao pé da escada do avião ao lado do embaixador francês, foi retida pela polícia em uma sala do aeroporto por supostas razões de protocolo e de segurança, e Macron encontrou apenas alguns funcionários com coletes amarelos, a roupa que agora simboliza a revolta contra ele na França. Foram as primeiras pessoas que Macron cumprimentou em sua primeira visita à Argentina. “Foi horrível, uma falha no protocolo, mas o presidente francês encarou com bom humor”, disse Michetti, que não pôde correr para a pista (sofre paraplegia por causa de um acidente) e chegou quando Macron já estava entrando em um carro rumo ao hotel.

    Macron retaliou no dia seguinte. Foi cedo para a livraria Ateneo Grand Splendid, a mais famosa de Buenos Aires, para conversar com o gerente e com vários clientes sobre literatura argentina. Em seguida foi à Fundação Internacional Jorge Luis Borges e conversou com sua viúva, María Kodama. “Borges foi o meu acesso ao imaginário sul-americano”, disse, “é o homem que levou a sensibilidade argentina à universalidade”. De lá rumou à Plaza de Mayo, que percorreu a pé com a esposa entre uma pequena multidão, e entrou na Casa Rosada para realizar com Macri a primeira reunião bilateral da cúpula, seguida de um almoço em uma ilha do delta de Tigre.

    Em uma entrevista ao jornal La Nación, Macron já havia anunciado sua intenção de usar a cúpula do G-20 para reunir “aqueles que não apenas querem preservar o Acordo de Paris [sobre o clima], mas ir mais longe” e advertiu sobre o risco de uma guerra comercial aberta entre Estados Unidos e China que seria “destrutiva para todos”. “Se não conseguirmos acordos concretos, nossas reuniões internacionais se tornam inúteis e até contraproducentes”, afirmou. Isso continua sendo uma possibilidade nesta cúpula, cujo sucesso ou fracasso se decidirá realmente no último minuto, durante o jantar que reunirá no sábado os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping. Há meses ambos estão infligindo severas sanções comerciais um ao outro.

    Depois da reunião entre Macri e Macron, abundante em gestos de cordialidade, os dois concederam uma rápida entrevista coletiva em que o argentino enfatizou a necessidade de alcançar finalmente um acordo entre a União Europeia e o Mercosul, depois de duas décadas de negociações, o que o francês descartou por enquanto. Disse que lhe parecia impossível avançar agora por causa da mudança política no Brasil, que nos próximos anos será presidido pelo ultradireitista Jair Bolsonaro — a França, contudo, é um dos países com mais ressalvas ao acordo que se tenta há décadas. E recorreu a um argumento que vale também para suas discussões com Trump, com quem, disse, mantém “uma relação fácil, com acordos e desacordos”: “Eu não posso pedir aos meus empresários e aos meus trabalhadores que façam sacrifícios em nome da transição energética e da luta contra a mudança climática e, ao mesmo tempo, assinar acordos comerciais com países que não pretendem fazer o menor esforço nessa área”. É o que Macron chama de “compatibilizar os problemas do fim do mundo com os problemas do fim do mês".

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    Macri pensou que a Argentina ia ser vitrine, mas passa o chapéu no G20

    Quando foi estabelecido que Buenos Aires seria a sede do G20 em 2018, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, estava surfando em uma onda de popularidade. Ele achava que a cúpula das maiores economias do mundo, da qual seu país faz parte, seria a coroação de seu prestígio internacional e popular entre a população.

    Nos últimos dias, Macri recebeu seus maiores credores – desde que a Argentina, em uma profunda crise econômica, foi resgatada pelo FMI (Fundo Monetário Internacional), e está praticamente "passando o chapéu" em uma série de reuniões bilaterais, fazendo o seu melhor para atrair investidores e fechar acordos com os líderes do grupo, que representam 85% da fortuna do mundo.

    O anfitrião do evento, Macri programou até domingo (2) 1

    7 reuniões relações bilaterais, incluindo os presidentes da China, Xi Jinping, russo Vladimir Putin e chanceler alemã, Angela Merkel. Já se reuniu com os presidentes dos EUA Donald Trump, e com o francês Emmanuel Macron. O presidente brasileiro, Michel Temer (MDB), não estava na agenda das reuniões privadas de Macri.
    "A Argentina prometeu algo que não se concretizou. O próprio Macri, quando foi eleito presidente em 2015, prometeu muito e até agora não deu certo. Esperava-se que o ano de 2018 fosse muito positivo para a Argentina, para dar frutos e estabelecer o país como um grande player internacional. "

    Para Oliver Stuenkel, Professor de Relações Internacionais da FGV (Fundação Getúlio Vargas, Fundação Getúlio Vargas – Fundação Getúlio Vargas) Getúlio Vargas e autor de" The Post- Mundo Ocidental: Poderes Emergentes e a Nova Ordem Global ", Macri é visto como uma pessoa com uma reputação muito boa entre os líderes mundiais, apesar da situação argentina.

    "Ele viu, a princípio, como uma pessoa que fez as propostas certas. Mas ele enfrentou uma situação muito difícil. A idéia de Macri era se projetar como um ator de política externa com o G20, sem se preocupar tanto sobre os desafios internos. E isso não funcionou ", diz o especialista.

    Tanto prestígio garantiu para a Argentina o maior pacote de ajuda já dado pelo FMI, de US $ 56 bilhões. No lar, no entanto, o cenário é outro: taxas de apoio popular em queda livre (sua popularidade, segundo pesquisas recentes, foi de 35%), previsão de inflação para entre 45% e 50% em 2018 desemprego de mais de 9,5% da população e uma contração econômica esperada de 2,6% neste ano, além de uma situação fiscal ruim.

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