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Thread: | América do Sul - Notícias |

  1. #191
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    Raúl Castro faz duras críticas às políticas externa e comercial de Trump

    Raúl Castro fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira, afirmando que a política externa do norte-americano é "neocolonial" e pune de forma injusta parceiros comerciais como a China e a Europa, ao mesmo tempo que busca isolar Cuba e seus aliados.

    Raúl fez as declarações após entregar a Presidência de Cuba a seu sucessor, Miguel Díaz-Canel.

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  3. #192
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    Argentina busca financiamento junto ao FMI para lidar com volatilidade dos mercados,

    A Argentina está buscando um acordo de financiamento com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para lidar com a recente volatilidade do mercado que levou à queda do peso e ao aumento da taxa de juros para 40 por cento, disse o presidente argentino, Mauricio Macri, nesta terça-feira.

    "Há poucos minutos falei com a diretora (do FMI) Christine Lagarde, e ela confirmou que começaremos a trabalhar em um acordo hoje", disse Macri em um pronunciamento à nação.

    O movimento foi notável dado que muitas pessoas no país ainda culpam o FMI pelas políticas que levaram a um colapso financeiro e econômico em 2001 e 2002 que levou milhões de argentinos de classe média à pobreza.

    "Isso nos permitirá fortalecer nosso programa de crescimento e desenvolvimento, dando-nos maior suporte para enfrentar este novo cenário global e evitar crises como as que tivemos em nossa história", disse Macri ao defender sua decisão de recorrer ao FMI.

    O mercado acionário local reagiu positivamente às declarações de Macri. O índice Merval, que começou o dia em baixa de 5,3 por cento, reduziu as perdas para 1,6 por cento.

    O peso passou a recuar 1,92 por cento, a 22,4 por dólar, após Macri falar. Mais cedo, ele havia caído 6,5 por cento, para a nova mínima recorde de 23,5 pesos por dólar.

    "Uma linha de crédito do FMI é a opção menos cara para o crescimento na Argentina. Isso ajudará a reduzir o risco país", escreveu no Twitter Miguel Kiguel, ex-secretário de Finanças argentino que dirige a consultoria Econviews.

    Macri foi eleito no final de 2015 com uma plataforma favorável a investimentos após oito anos de comando de Cristina Kirchner.

  4. #193
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    UE prorroga sanções contra Venezuela devido à violações de direitos humanos,democr..

    É de conhecimento de todos que a Venezuela vem desrespeitando os direitos humanos em todos os seus sentidos, e apesar de sofrer sanções seu líder segue um caminho que parece ser sem volta.
    Mais uma vez a União Europeia prorrogou, até novembro de 2019, sanções impostas contra a Venezuela, acusando o país, nesta terça-feira, de violar os direitos humanos e comprometer a democracia e o Estado de Direito sob o comando do presidente Nicolás Maduro.
    O bloco impôs um embargo contra a Venezuela proibindo viagens, a venda de armas e de "equipamento para repressão interna", e congelando os bens de 18 autoridades do país.
    A ação é resposta a acusações de abusos de direitos humanos cometidos por autoridades durante protestos antigoverno em janeiro e à eleição presidencial de maio, que reelegeu Maduro mas, foi amplamente considerada como uma fraude.
    A profunda crise política, social e econômica que afeta a nação sul-americana fez com que mais de dois milhões de venezuelanos fugissem para o exterior, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
    Maduro acusa os Estados Unidos, que também adotaram sanções contra autoridades venezuelanas, de orquestrar uma conspiração internacional contra seu governo. O líder venezuelano parece fechar os olhos para o que acontece com o seu país culpando a tudo e a todos, exceto a si mesmo.

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  6. #194
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    Maduro denuncia que EUA articulou plano de golpe de Estado contra seu governo

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Size:  100.6 KBO presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou neste domingo (9) que os Estados Unidos ativaram um plano para derrubá-lo com o apoio da Colômbia.

    O líder socialista, que no passado denunciou supostos planos de Washington para derrubá-lo, anunciou que nos próximos dias oferecerá uma coletiva de imprensa para dar detalhes do suposto complô, por trás do qual ele disse que também está a vizinha Colômbia.

    O presidente fez referência a uma reportagem publicada em setembro pelo "The New York Times" sobre reuniões entre autoridades americanas e militares venezuelanos em um plano abortado para derrubá-lo, uma matéria que, segundo Caracas, ofereceu "evidência grosseira" de atividades conspiratórias da administração de Donald Trump.

    Maduro está pronto para iniciar um segundo mandato (2019-2025) em 10 de janeiro, depois de ser reeleito em uma votação que não foi reconhecida por Estados Unidos, União Europeia e vários países da América Latina.

    Parece que Maduro pretende se perpetuar no pode não importa como.

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  8. #195
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    Maduro diz que Brasil está envolvido em “plano americano” para derrubá-lo

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, veio a público nesta quarta-feira denunciar um suposto plano dos Estados Unidos para derrubá-lo e até assassiná-lo. Ele acredita que isso envolveria os governos dos vizinhos Brasil e Colômbia.

    “Chegou até nós boa informação que John Bolton , desesperado, ordenou missões de provocações militares na fronteira”, alegou ele em discurso, mas sem apresentar provas.

    Ainda segundo ele, Bolton teria tratado do assunto com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. No último domingo, Maduro havia dito que Washington tinha um plano para lhe dar um “golpe” com o apoio da Colômbia.

    “Ninguém no Brasil quer que o novo governo de Jair Bolsonaro se envolva em uma aventura militar contra o povo da Venezuela”, garantiu Maduro.

    Bolton e Bolsonaro tiveram um encontro em 29 de novembro, no Rio de Janeiro. Para Maduro, existe uma conspiração comandada por Washington.

    “Venho denunciar a conspiração que a Casa Branca prepara para violar a democracia venezuelana, para me assassinar e para impor um governo ditatorial na Venezuela”, disparou.

    Não é a primeira vez que o presidente venezuelano, que deve iniciar um novo mandato de seis anos em janeiro, denuncia conspirações contra seu governo, sem mostrar qualquer comprovação.

    Fantasia, ou realidade, o fato é que, não é necessário implementar um governo ditatorial na Venezuela como o próprio Maduro comenta, pois, este, já está implementado há anos por ele mesmo. Não há provas de nenhuma conspiração, a não ser da cabeça de Maduro que anseia continuar no poder, sem se importar com a crise humanitária que seu país enfrenta.

  9. The Following User Says Thank You to Fernando Maya For This Useful Post:

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  11. #196
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    Maduro assume segundo mandato na Venezuela, EUA denunciam “usurpação” de poder

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, iniciou nesta quinta-feira um segundo mandato que durará até 2025, desafiando um crescente cerco diplomático, liderado pelos Estados Unidos, que considera sua reeleição uma “usurpação ilegítima” do poder.

    Durante a cerimônia oficial, Maduro relembrou Simón Bolívar e seu mentor político, o falecido ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez, em uma sala repleta de funcionários, chefes militares e alguns convidados internacionais, como os presidentes da Nicarágua, Cuba, Bolívia, El Salvador e da Ossétia do Sul.

    Maduro prestou o juramento ante o Supremo Tribunal do país porque a Assembleia Nacional, controlada pela oposição, foi destituída de seus poderes desde que o governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) perdeu controle do Legislativo em 2016, uma medida que reforçou as críticas contra o presidente de governar com um estilo autocrático.

    Para os líderes de oposição, a cerimônia desta quinta-feira retratou Maduro internacionalmente como um ditador, após eleições em maio do ano passado que foram boicotadas pela maior parte das legendas de oposição devido à falta de garantias legais e consideradas como uma farsa por diversos países.

    Entretanto, com o apoio das Forças Armadas, uma oposição fragmentada que não consegue se articular e uma campanha severa contra adversários ideológicos, Maduro enfrenta poucos obstáculos em casa, apesar dos baixos níveis de aprovação.

    O governo Maduro enfrenta um isolamento diplomático com sanções da União Europeia e dos Estados Unidos. Além disso, países da região que fazem parte do Grupo de Lima já disseram que não reconhecerão o novo mandato.

    Poucos minutos após a posse, o governo do Paraguai anunciou que estava rompendo as relações diplomáticas com a Venezuela.

    O Departamento de Estado dos Estados Unidos condenou a “usurpação ilegítima” do poder por parte de Maduro e disse que continuará usando toda a sua capacidade econômica e diplomática para pressionar pela restauração da democracia no país.

    “É hora de a Venezuela começar um processo de transição que possa restaurar a ordem democrática e constitucional, realizando eleições livres e justas que respeitem a vontade do povo venezuelano”, afirmou o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, em comunicado.

    Em discurso após o juramento, Maduro garantiu ser “um presidente democrata, de verdade, profundo e com cultura de base”.

    O pais está mergulhado em uma hiperinflação, e uma enorme divida externa, mata seus cidadão de forme, estes estão fugindo do pais para sobreviver, além de torturar e matar seus opositores. Mas, Maduro parece não querer abrir mão do poder, não importa as consequências. Pobre Venezuela.

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