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Thread: Commodities - Preços/Notícias

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    Commodities - Preços/Notícias

    Commodity

    Commodity é um termo de língua inglesa que, como o seu plural commodities, significando literalmente mercadoria, é utilizado para designar bens para o quais existe procura sem atender à diferenciação de qualidade do produto no conjunto dos mercados e entre vários fornecedores ou marcas.

    As commodities são habitualmente substâncias extraídas da terra e que mantém até certo ponto um preço universal.


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    Transacção de commodities

    Os mercados de mercadorias (Commodities exchange) mundiais incluem:~

    Chicago Board of Trade (CBOT)
    Chicago Mercantile Exchange (CME)
    Dalian Commodity Exchange (DCE)
    Euronext.liffe (LIFFE)
    Kansas City Board of Trade (KCBT)
    Kuala Lumpur Futures Exchange (KLSE)
    London Metal Exchange (LME)
    New York Mercantile Exchange (NYMEX)
    National Commodity Exchange Limited (NCEL)
    Multi Commodity Exchange (MCX)
    International Indonesian Forex Change Market (IIFCM)~

    Os mercados para a transacção de mercadorias podem ser muito eficientes, em particular se a divisão em grupos corresponder aos segmentos da procura. Estes mercados responderão rapidamente às mudanças na oferta e na procura para encontrar um equilíbrio de mercado entre o preço e a quantidade. Para além disso, os investidores podem obter uma exposição passiva aos mercados de mercadorias através de índices de preços de mercadorias (commodity price index).

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    IBGE prevê safra de grãos 6,9% maior em 2013~
    Jornal do Brasil

    Em novembro de 2012 o IBGE realizou o segundo prognóstico de área e produção para a safra de 2013. A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas é estimada em 173,8 milhões de toneladas, 6,9% superior à safra colhida em 2012. Este incremento deve-se à recuperação e ao aumento previsto para as regiões Sul (20,8%) e Nordeste (26,2%), que sofreram com problemas climáticos em 2012. A área a ser colhida deve crescer 2,5% na região Sul e 21,1% na Nordeste. A região Centro-Oeste apresenta 4,3% de expansão de área, impulsionado pelos bons preços dos produtos, notadamente de soja e milho.

    A 11ª avaliação da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totaliza 162,6 milhões de toneladas, 1,6% superior à obtida em 2011 (160,1 milhões de toneladas) e maior que a estimativa de outubro em 31.443 toneladas (0,0%). A área a ser colhida em 2012, de 48,9 milhões de hectares, apresenta acréscimo de 0,4% frente à área colhida em 2011 e diminuição de 0,2% na comparação com a avaliação do mês anterior. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representam 91,3% da estimativa da produção e respondem por 85,2% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior o arroz apresenta uma redução na área de 13,6%, o milho um acréscimo de 7,9% e a soja acréscimo de 3,6%. No que se refere à produção, a do milho é 27,3% maior, enquanto a de arroz e soja sofreram redução de respectivamente, 15,1% e 12,5%, quando comparados a 2011.

    Entre as grandes regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresenta a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 70,6 milhões de toneladas; Sul, 56,0 milhões de toneladas; Sudeste, 19,1 milhões de toneladas; Nordeste, 12,2 milhões de toneladas; e Norte, 4,7 milhões de toneladas. Comparativamente à safra passada, são constatados incrementos nas regiões Norte de 7,4%, Sudeste de 11,2% e Centro-Oeste de 25,9% e decréscimos nas regiões Sul (17,4%) e Nordeste (16,7%). Em 2012, o Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 24,9%, seguido pelo Paraná, com 19,1% e Rio Grande do Sul, com 12,1%. Somados, estes estados representam 56,1% do total nacional.

    Estimativa de novembro de 2012 em relação à produção obtida em 2011

    Dentre os 26 produtos selecionados, 11 apresentam variação positiva em relação ao ano anterior: amendoim em casca 1ª safra (25,6%), amendoim em casca 2ª safra (3,7%), aveia em grão (11,9%), cacau em amêndoa (4,0%), café em grão – arábica (15,6%), café em grão – canéfora (9,8%), cebola (5,5%), cevada em grão (3,1%), feijão em grão 3ª safra (10,0%), milho em grão 2ª safra (73,4%) e sorgo em grão (4,9%). Com variação negativa: algodão herbáceo em caroço (-2,2%), arroz em casca (-15,1%), batata-inglesa 1ª safra (-8,5%), batata-inglesa 2ª safra (-19,0%), batata-inglesa 3ª safra (-12,6%), cana-de-açúcar (-7,6%), feijão em grão 1ª safra (-36,3%), feijão em grão 2ª safra (-1,8%), laranja (-3,9%), mamona em baga (-74,9%), mandioca (-3,5%), milho em grão 1ª safra (-2,6%), soja em grão (-12,5%), trigo em grão (-14,9%) e triticale em grão (-0,6%).

    Destaques na estimativa de novembro em relação a outubro 2012

    AMENDOIM (em casca) 2ª safra - O país produziu, em 2012, 16.335 toneladas do produto. Em relação a outubro, o decréscimo é de 12,8%. A área colhida sofreu redução de 16,0%. As maiores quedas ocorreram no Nordeste, em função de retificações, dada a gravidade da estiagem que se prolongou por todo o ano. Este resultado é atribuído principalmente à Bahia, segundo maior produtor, com 38,3% do total nacional produzido e que apresenta redução de 17,8%.

    FEIJÃO (em grão) Total - A produção de feijão em grão, estimada em 2.814.388 toneladas, indica redução de 1,0% frente a outubro. O feijão 2ª safra, em relação ao último levantamento, registra redução de 2,5% decorrente da diminuição de 3,6% na área colhida, apesar do rendimento médio ter aumentado 1,1%. Esta redução deve-se principalmente à região Nordeste, que, com participação de 11,8%, teve sua produção reduzida em 18,7% devido à estiagem.

    MAMONA (baga) - Em novembro, a cultura apresentou queda de 1,3% na produção e de 1,6% na área colhida.

    SORGO (em grão) - A previsão de produção do sorgo em novembro é de 2.002.013 toneladas, indicando um crescimento de 0,9% em relação a outubro. A área colhida e a produtividade estão crescendo 0,7% e 0,2% respectivamente. O destaque para o mês foi Goiás, que informou um aumento de produção de 2,3% (18.332 t), reflexo de reavaliações positivas na área colhida (2,1%) e no rendimento (0,2%). É o segundo maior rendimento médio do país (3.360 kg/ha), somente perdendo para Minas Gerais (3.549 kg/ha), que este mês não informou alteração em sua estimativa de produção.

    Perspectivas para a produção agrícola de 2013

    Dentre os dez produtos de maior importância analisados para a próxima safra de verão, seis apresentam variações positivas: arroz (1,3%), feijão 1ª safra (26,5%), fumo (6,9%), mandioca (2,8%), milho 1ª safra (7,4%) e soja (23,9%). Com decréscimo, estão o algodão (-22,5%), amendoim 1ª safra (-7,8%), batata-inglesa 1ª safra (-1,1%) e cebola (-4,0%). Com relação à área prevista, apresentam variação positiva o arroz (0,1%), feijão 1ª safra (18,4%), milho 1ª safra (4,6%) e soja (7,5%). Os produtos que devem ter retração são o algodão herbáceo (-22,4%), amendoim 1ª safra (-0,3%), batata-inglesa 1ª safra (-3,9%), cebola (-0,6%), fumo (-0,3%) e mandioca (-4,8%).

    ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) - O prognóstico do algodão herbáceo para 2013 considera a redução na área de cultivo em 24,5% frente a 2012. Com informações dos estados que, somados, representam 96,8% da produção, a previsão de redução é de 1.111.594 toneladas. Só em Mato Grosso, maior produtor nacional, a redução deve ser próxima de 800.000 toneladas, reflexo da intenção de plantio de outras culturas em áreas que foram destinadas ao algodão no ano anterior. Na Bahia, a redução da área de plantio é próxima de 30%, assim como a produção.

    ARROZ (em casca) - A estimativa de produção é de 11.561.805 toneladas, sendo 1,3% maior que em 2012, enquanto a área plantada está caindo 1,1%, a área colhida e o rendimento médio estão aumentando 0,1% e 1,2% em relação a 2012. O Rio Grande do Sul, maior produtor nacional, contribuindo com 67,2% da produção de arroz, deve colher 7.767.237 toneladas, um aumento de 0,5% em relação ao ano passado. Santa Catarina, segundo maior produtor, está informando uma safra de 1.100.610 toneladas para 2013, prevendo um aumento de apenas 0,3% em relação a 2012, enquanto o Mato Grosso, terceiro maior produtor, está informando uma produção esperada de 483.184 toneladas, 5,8% maior que em 2012.

    FEIJÃO (em grão) 1ª safra - A segunda estimativa da produção de feijão 1ª safra para 2013 é de 1.572.293 toneladas, sendo 26,5% maior que a colhida em igual período de 2012. Em relação ao 1º prognóstico, realizado em outubro, o acréscimo é de 3,1%. O rendimento nacional aumenta 6,8% em relação a 2012 e 2,5% quando comparado ao rendimento estimado no 1º prognóstico, em outubro. O maior produtor de feijão 1ª safra é o Paraná, devendo participar com 22,7%. A área plantada ou a plantar cai 15,9%, o rendimento médio deve crescer 21,9%, refletindo em um aumento de 2,5% na produção, que deve alcançar 356.561 toneladas. Todas estas variáveis decrescem, quando comparadas ao prognóstico de outubro. Em Minas Gerais, segundo maior produtor, participando com 15,6% da produção estimada, espera-se uma safra de 245.846 toneladas, sendo 12,4% superior à obtida em 2012.

    MANDIOCA (raízes) - Embora as áreas plantadas e a serem colhidas em 2013 estejam caindo 9,3% e 4,8% respectivamente, em relação a 2012, a estimativa de produção está crescendo 2,8%, devendo alcançar 25.131.715 toneladas de raízes. Este aumento de produção é creditado à elevação de 8,0% no rendimento médio do país, que está sendo puxado para cima pelo Piauí (120,8%), Bahia (16,2%) e pela projeção de acréscimo de 8,0% no rendimento médio dos outros estados que ainda não informaram e que representam 59,4% da produção total brasileira (projeção).

    MILHO (em grão) 1ª safra - Neste 2º prognóstico, espera-se uma produção de 35,7 milhões de toneladas, 7,4% maior que a de 2012 e 2,8% maior que o primeiro prognóstico. A área plantada, estimada em 7,4 milhões de hectares, aumentou 1,0% e o rendimento médio (4.832 kg/ha), 1,7% em relação ao último levantamento. Observa-se uma previsão de redução de área plantada (-3,9%) quando comparado com a última safra, devido à perda de área para a soja, que, no momento do plantio, é mais interessante que o milho. Comparativamente à safra de 2012, o Paraná prevê uma queda de 12,2% na área do milho 1ª safra, em função do plantio da soja. Já o Rio Grande do Sul estima crescimento de 54,2% devido à recuperação do rendimento médio (48,1%), que foi baixo na última safra por problemas climáticos, enquanto a área plantada deve diminuir 4,8%. A Bahia estima produção 42,9% superior a de 2012 em uma área plantada 10% maior. O Piauí, considerado uma das últimas fronteiras agrícolas do Brasil, prevê aumento de 40,6% na produção.

    SOJA (em grão) – A área destinada à soja deve aumentar cerca de 1.741.434 ha. Com ótimos preços praticados em negócios futuros, a quebra de safra em outros países e as boas perspectivas para 2013 estimularam o produtor a investir na cultura para a próxima safra. Em Mato Grosso, maior produtor, apesar da preocupação com o escoamento da produção, a previsão é de aumento de 10% na área de cultivo.

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    Portugal
    Governo assinou hoje oito novos contratos para ouro, prata e chumbo

    O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, assinou hoje oito novos contratos de prospeção e pesquisa de minerais metálicos como ouro, prata e chumbo, correspondentes a um investimento de 3,786 milhões de euros.
    «São investimentos na ordem dos quatro milhões de euros e é mais um reforço na aposta do setor mineiro e de exploração de novos recursos minerais. São investimentos importantes feitos por empresas portuguesas», disse Álvaro Santos Pereira após a assinatura dos contratos.

    O ministro adiantou que espera «umas boas centenas de milhões de euros» em investimentos no setor.
    Diário Digital / Lusa

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    Preço dos alimentos atingiu valor mais baixo desde Junho

    O Índice de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) atingiu, em Novembro, o valor mais baixo desde Junho. Os cálculos da FAO apontam para uma média de 211 pontos em Novembro, que compara com os 200,4 alcançados em Junho. A partir de Setembro, a tendência do índice foi para cair, chegando, em Novembro, ao valor mais reduzido e 1,5% abaixo de Outubro. Comparando com 2011, o índice de preços do mês em análise caiu 3%. Contudo, nos cereais os preços aumentaram 12% em Novembro comparando com o mesmo mês do ano passado.

    Este indicador da FAO mede as alterações mensais nos preços internacionais de um conjunto de cinco bens alimentares. Da lista, apenas os lacticínios registaram uma subida face a Outubro (de 0,5%). “Os preços parecem estar a estabilizar”, refere a organização, que explica este comportamento com o facto de existir a quantidade adequada de produtos para a procura.

    Nos cereais, o índice caiu quatro pontos face a Outubro, mas ainda está 27 pontos acima dos valores de Novembro de 2011. Os preços do arroz e do trigo têm vindo a descer. No caso do arroz, deve-se à elevada produção. Já no trigo, as quedas devem-se a aos receios de uma restrição das exportações na Ucrânia, que não se concretizou.

    As descidas no preço dos alimentos afastam os receios de uma nova crise alimentar como a que sucedeu em 2007 e 2008. A seca que assolou os Estados Unidos – a pior dos últimos 56 anos – aliada à fraca produção na Rússia e na Ucrânia (o maior exportador do mundo de cevada) fizeram disparar os preços dos cereais entre Janeiro e Março, fazendo temer uma nova carência alimentar. A crise sentida há quatro anos levou para uma situação de fome mais 75 milhões de pessoas, diz a FAO.

  9. #6
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    Grãos - Trigo e milho perto de baixa de 6 meses no último dia do ano

    Os contratos futuros de grãos apresentaram ampla queda nas leves negociações europeias de feriado da manhã desta quinta-feira, com os preços do trigo e do milho pairando perto do menor nível desde julho em meio a preocupações com uma redução na demanda pelas reservas norte-americanas.

    Os volumes de negociação devem permanecer leves, com muitos mercados fechados para o feriado de Ano Novo e uma vez que os participantes do mercado continuaram acompanhando as conversas em torno da crise do "penhasco fiscal" nos EUA.

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    Futuros de açúcar, café e algodão abrem 2013 em alta com dólar fraco

    Os contratos futuros de açúcar, café e algodão apresentaram alta acentuada nesta quarta-feira, o primeiro pregão de 2013, uma vez que o dólar norte-americano ficou sob forte pressão de venda após os legisladores dos EUA terem conseguido fechar um acordo orçamentário de última hora, evitando assim os efeitos do penhasco fiscal.

    As commodities agrícolas atraíram forte apoio de um dólar amplamente mais fraco, após a Câmara dos Deputados dos EUA ter votado ontem à noite a favor de um acordo para evitar o penhasco fiscal, bloqueando uma série de aumentos de impostos e cortes de gastos iminentes que poderiam ter feito a economia norte-americana re-entrar em recessão.

    O índice do dólar, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, caiu 0,5%, para 79,49, perto de uma baixa de duas semanas.

    Um dólar mais fraco aumenta o apelo das safras norte-americanas para os compradores no exterior e torna as commodities num investimento alternativo mais atraente.

  12. #8
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    Grãos: trigo e milho em baixas de 6 meses devido a temores com demanda

    Os contratos futuros de grãos ficaram em ampla baixa nas negociações europeias da manhã desta quinta-feira, com os preços do trigo e do milho sendo negociados no menor nível desde julho em meio a preocupações com uma desaceleração na demanda pelas reservas norte-americanas.

    As commodities agrícolas ficaram sob pressão da ampla aversão ao risco do mercado, uma vez que as preocupações com mais batalhas orçamentárias nos EUA entraram em foco.

    O índice do dólar, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, subiu 0,45%, para 80,27, o maior nível desde 11 de dezembro.

    Um dólar mais forte reduz o apelo das safras norte-americanas para os compradores estrangeiros e faz das commodities um investimento alternativo menos atraente.

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    Grãos em cenário misto com investidores aguardando o relatório do USDA

    Os contratos futuros de grãos apresentaram cenário misto nas negociações europeias da manhã desta terça-feira, uma vez que os investidores estavam aguardando um relatório mensal importante do Ministério da Agricultura dos EUA (USDA) sobre as reservas globais de grãos, a ser divulgado no final desta semana.

    Os participantes do mercado também continuaram monitorando atentamente as condições climáticas nos principais produtores sul-americanos, o Brasil e a Argentina.

    O USDA divulgará seus relatórios atualizados de oferta e procura e de produção de safra na sexta-feira, 11 de janeiro.

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    Importação de aço em 2012 é igual à de 2011, diz IABr

    Agência Estado

    O setor siderúrgico importou 3,78 milhões de toneladas de aço em 2012, cravando o mesmo resultado do ano anterior, segundo o Instituto Aço Brasil (IABr). O volume de aços longos e planos comprados do exterior ficou ligeiramente abaixo da previsão da entidade para o período, que era de 3,8 milhões de toneladas.

    Para este ano, o presidente do IABr, Marco Polo de Mello Lopes, traça um cenário de importações mais fracas. Segundo ele, as medidas do governo de defesa comercial e o aumento da importação em alguns tipos de aço devem contribuir para impulsionar as vendas internas de aço.

    Outro ponto positivo lembrado pelo executivo foi o fim da "guerra dos portos", com a eliminação de incentivos estaduais a partir de deste mês.

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