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Thread: OPEP - Organização dos Países Exportadores de Petróleo

  1. #61
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    Mercado de petróleo pode precisar de medidas extraordinárias em 2018 para reajuste, diz chefe da Opep

    NOVA DÉLHI (Reuters) - A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros produtores podem precisar tomar "algumas medidas extraordinárias" no próximo ano para reequilibrar o mercado de petróleo, disse neste domingo o secretário-geral da Opep.


    "Há um crescente consenso de que... um processo de reequilíbrio está em andamento. Seguimos gradualmente atingindo nossos objetivos comuns e nobres", disse Mohammad Barkindo a jornalistas no Fórum da Energia da Índia, organizado pela CERAWeek, em Nova Délhi.


    "Para sustentar isso no próximo ano, algumas medidas extraordinárias podem ser tomadas para restaurar esta estabilidade de forma sustentável no futuro", acrescentou, sem elaborar.
    Arábia Saudita e Rússia auxiliaram a se fechar um acordo entre a Opep e 10 produtores concorrentes que prevê a redução da produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia (bpd) até o final de março de 2018, em um esforço para reduzir o excesso de oferta.


    De acordo com Barkindo, estuda-se a continuidade do acordo após março de 2018, abrindo para adesões de outros produtores. Ele também afirmou que Nigéria e Líbia, que estão isentas do acordo, estão "progredindo na recuperação total" da produção e poderão aderir ao pacto quando se recuperarem.

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  3. #62
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    Secretário-geral da Opep pede que produtores de xisto dos EUA ajudem a cortar oferta

    NOVA DÉLHI (Reuters) - O secretário-geral da Opep, Mohammed Barkindo, pediu nesta terça-feira que os produtores de óleo de xisto dos Estados Unidos ajudem a reduzir a oferta global de petróleo, alertando que medidas extraordinárias serão necessárias no próximo ano para o reequilíbrio do mercado no médio prazo.


    "Instamos nossos amigos, nas bacias de xisto da América do Norte, a assumirem essa responsabilidade compartilhada com toda a seriedade que merece, como uma das principais lições aprendidas com o atual ciclo de fornecimento", disse Barkindo.


    Os comentários do secretário da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) foram dados durante um discurso no Fórum da Energia da Índia, organizado pela CERAWeek em Nova Délhi.


    "No momento, nós (Opep e produtores independentes dos EUA) concordamos que temos uma responsabilidade compartilhada em manter a estabilidade, porque eles também não estão ilesos desse impacto de queda (nos preços)", disse Barkindo.


    Ele referia-se ao recuo das cotações internacionais do petróleo, a qual levou a Opep a concordar com cortes de produção no fim do ano passado.
    (Por Nidhi Verma, Promit Mukherjee e Neha Dasgupta)

  4. #63
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    Secretário-geral da Opep diz que mercado de petróleo está se reequilibrando a um ritmo acelerado

    LONDRES (Reuters) - Os esforços dos produtores mundiais de petróleo para reduzir a oferta estão ajudando a acelerar o equilíbrio do mercado de petróleo, disse o secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), nesta quinta-feira.


    "Não há dúvida de que este mercado está se reequilibrando a um ritmo acelerado", disse Mohammad Barkindo, em um discurso na conferência Oil & Money, em Londres.


    "A estabilidade está paulatinamente retornando e há muito mais luz no fim do túnel escuro em que viajamos nos últimos três anos".


    Os preços do petróleo caíram 50 por cento desde meados de 2014, levando as empresas de energia a reduzir a exploração e os produtores a reduzir a produção.
    Os países-membros da Opep, bem como um grupo de outros produtores liderados pela Rússia, concordaram em reduzir a produção em 1,8 milhão de barris por dia até março de 2018 para apoiar os preços.

  5. #64
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    OPEP prepara extensão dos cortes juntamente com estratégia de saída


    O cartel deverá negociar um prolongamento dos cortes na produção de petróleo até ao final de 2018, ao mesmo tempo que prepara uma estratégia de saída para evitar choques no mercado.

    A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai negociar a extensão dos actuais cortes na produção até ao final do próximo ano, juntamente com uma estratégia de saída para evitar choques no mercado aquando da retirada do seu plano de controlo da oferta.

    A Bloomberg, que cita fontes próximas das negociações, adianta que a estratégia de saída deverá ser abordada na próxima reunião do cartel em Viena, a 30 de Novembro, ainda que o plano só deva ser conhecido em 2018.

    O objectivo da OPEP é garantir uma retirada gradual para que o mercado não seja "inundado" quando terminarem os cortes na produção, o que poderia desequilibrar novamente os níveis de oferta em relação à procura e penalizar os preços.

    A agência noticiosa destaca que, apesar das evidências de que o mercado está a recuperar, os traders temem um regresso aos níveis de produção que desencadearam o colapso dos preços em 2014. Quando a OPEP acordou a primeira extensão dos cortes por nove meses, em Maio, o crude caiu, em parte devido à falta de uma estratégia clara de saída.

    A OPEP e os seus aliados, que controlam, em conjunto, mais de metade da produção mundial de petróleo, têm dado sinais de que o seu acordo – que foi prolongado até Março do próximo ano - será novamente estendido até ao final de 2018.

    Inicialmente, o cartel – a que se juntaram mais 11 produtores, incluindo a Rússia - acordou reduzir a produção durante seis meses, a começar em Janeiro. No entanto, o excedente diminuiu de forma mais lenta do que era esperado, obrigando os produtores a prolongarem o acordo. Estimativas da OPEP apontam para uma eliminação desse excedente no terceiro trimestre do próximo ano.

    A notícia de que está a ser preparada uma estratégia de saída está a impulsionar os preços da matéria-prima nos mercados internacionais, juntamente com a expectativa de que as reservas de crude nos Estados Unidos terão caído em 3 milhões de barris na semana passada.

    Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, ganha 0,73% para 52,28 dólares, enquanto o Brent, transaccionado em Londres, valoriza 0,71% para 57,78 dólares.

  6. #65
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    Secretário da Opep diz que falas de Arábia Saudita e Rússia acabam com incertezas antes de reunião


    LONDRES (Reuters) - Não há mais incertezas antes da próxima reunião de políticas da Opep, com Arábia Saudita e Rússia declarando seu apoio à extensão do acordo global para redução da produção por mais nove meses, disse o secretário-geral da Opep à Reuters nesta sexta-feira.


    A Organização dos Países Exportadores de Petróleo, junto com a Rússia e outros nove produtores, reduziram a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia para acabar com um excesso de oferta. O pacto é válido até março de 2018, e as nações estão considerando estendê-lo.


    O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammad bin Salman, disse esta semana que era a favor da extensão do período do acordo para mais nove meses, seguindo observações semelhantes feitas pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, em 4 de outubro.


    "A Opep saúda a diretriz clara do príncipe herdeiro da Arábia Saudita sobre a necessidade de atingir mercados de petróleo estáveis e sustentá-los para além do primeiro trimestre de 2018", disse à Reuters o secretário-geral da Opep, Mohammad Barkindo, nos bastidores de uma conferência.
    "Junto com a declaração do presidente Putin, isso acaba com as incertezas a caminho de Viena, em 30 de novembro."

  7. #66
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    OPEP quer estender cortes na produção de petróleo até ao final de 2018. Rússia não se compromete


    O cartel e seus aliados vão debater o prolongamento dos cortes na oferta por nove meses na reunião de quinta-feira, em Viena.

    Todos os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) querem prolongar os cortes na produção desta matéria-prima por nove meses – ou seja, até ao final de 2018 – enquanto a Rússia, que também faz parte do acordo, ainda não se comprometeu com a extensão.


    A notícia é avançada pela Bloomberg dois dias antes da reunião do cartel e seus aliados, em Viena, onde será debatida a possibilidade de prolongar a redução na oferta além do prazo previsto (Março).


    De acordo com fontes citadas pela agência noticiosa, Moscovo mantém os receios sobre a manutenção do barril de petróleo acima dos 60 dólares, que poderá beneficiar os rivais norte-americanos.


    A situação traduz o dilema enfrentado pelas mais de duas dezenas de produtores de petróleo que fecharam um acordo histórico para reduzir a produção conjunta, no final do ano passado. Ainda que os esforços tenham dado frutos – o excedente global está a diminuir e os preços subiram para máximos de dois anos – os membros da OPEP não conseguem antecipar a forma como os produtores de petróleo de xisto norte-americanos responderão se o cartel continuar a restringir a sua própria produção até ao final do próximo ano.


    Até recentemente, tanto a Rússia como o Kuwait insistiam que a decisão de prolongar os cortes por mais nove meses devia ser adiado para o início de 2018, para ter uma perspectiva mais clara sobre a evolução do mercado.


    "O mercado está numa posição muito melhor do que no ano passado" graças ao acordo, afirmou o ministro da Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail Mazrouei, no Dubai. "Esperamos um novo ano de correcção e recuperação".


    Recorde-se que, no final de 2016, a OPEP e um conjunto de aliados acordaram reduzir a produção de petróleo em 1,8 milhões de barris por dia, para reduzir o excedente global e equilibrar os preços. Em Maio, após se tornar claro que seis meses não seriam suficientes para eliminar o excedente, os países acordaram uma extensão do acordo até Março de 2018. Agora, ponderam um novo prolongamento, que será decidido na reunião do dia 30 de Novembro.


    Apesar da subida dos preços da matéria-prima e do maior equilíbrio entre a oferta e a procura, os inventários de crude nos países industrializados continuam 140 milhões de barris acima da média de cinco anos, segundo avançou o secretário-geral da OPEP, Mohammad Barkindo, na segunda-feira.


    Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, desliza 0,83% para 57,63 dólares, enquanto o Brent, transaccionado em Londres, recua 0,70% para 63,39 dólares.

  8. #67
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    OPEC em pista para extensão de corte de óleo com uma provisão



    A OPEP ea Rússia estão se movendo para ampliar seus cortes de produção de petróleo para a totalidade de 2018, mas com uma opção para reavaliar o acordo em junho, de acordo com fontes da OPEP na terça-feira, depois que Moscou manifestou preocupações de que o mercado poderia superaquecer. A advertência foi recomendada por um comitê conjunto de delegados da OPEP e não-OPEP, que incluiu a Rússia, mas ainda está pendente de aprovação pelos ministros do comitê e depois por uma reunião completa da OPEP na quinta-feira, disseram pessoas familiares às negociações. Os preços do petróleo aumentaram sua queda de dois dias no relatório, que o mercado poderia ver como uma extensão dos cortes de oferta em apenas três meses até junho de 2018 em vez de um ano completo. A OPEP, juntamente com o principal produtor mundial da Rússia e outros nove produtores, estão reduzindo a produção de petróleo em cerca de 1,8 milhão de bpd até março de 2018 e, na quinta-feira, os ministros do petróleo vão falar sobre a extensão do negócio. O ministro da Energia dos Emirados Árabes, Suhail bin Mohammed al-Mazroui, disse que a reunião não será fácil e vários cenários poderão ser considerados. Ele disse que a redução da produção em todo o ano de 2018 ainda era o cenário principal sendo retratado, mas não era o único.


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  9. #68
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    Os preços do petróleo corroam-se à medida que o pipeline Keystone retoma a operação



    Os preços do petróleo retrocederam no início do comércio asiático sobre as expectativas de um aumento na oferta, já que o gasoduto Keystone retomou suas operações e em meio à incerteza sobre uma possível extensão dos cortes de produção pela OPEP. Os futuros de transição de WTI dos EUA caíram 35 centavos a US $ 57,76 por barril, depois de deslizar 1,4 por cento na sessão anterior. Enquanto isso, US WTI crude atingiu US $ 59,05 por barril na sexta-feira, o seu nível mais alto desde meados de 2015, impulsionado pela interrupção do gasoduto Keystone, uma das maiores rotas de exportação de petróleo do Canadá para os EUA. No entanto, a TransCanada Corp. disse nesta semana que reiniciaria o gasoduto a uma pressão reduzida na terça-feira depois de obter a aprovação dos reguladores. Membros da OPEP e outros grandes produtores se reunirão no dia 30 de novembro para falar sobre se prolongar os cortes depois de chegarem a um consenso em janeiro passado para limitar 1,8 milhão de barris de produção. Incerteza se a Rússia se juntará a outros grandes produtores de petróleo na extensão dos limites de produção bruta além dos mercados afetados em março. A economia russa foi profundamente afetada em outubro pelos freios de produção em curso, de acordo com o ministro da Economia, Oreshkin, em 23 de novembro. Moscou concordou em reduzir a produção em 300 mil bpd.

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  10. #69
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    Emirados Árabes dizem que Opep definirá em junho saída estratégica para pacto de cortes de produção


    ABU DHABI (Reuters) - O ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail bin Mohammed al-Mazroui, disse nesta segunda-feira que produtores integrantes e não integrantes da Opep planejam anunciar em junho uma saída estratégica do pacto global de corte de produção, mas que isso não significará um fim do acordo.


    Mazroui afirmou ser prematuro discutir como se dará essa saída estratégica antes de junho, quando a Opep, Rússia e outros produtores farão o próximo encontro para reavaliar o pacto, cujo objetivo é dar sustentação aos preços internacionais do petróleo.


    "Vamos anunciar... uma estratégia na reunião de junho. Isso não significa que vamos sair em junho. Isso significa que vamos encontrar uma estratégia", disse o ministro a jornalistas em Abu Dhabi.


    "Espero que o mercado esteja em uma posição muito melhor para podermos anunciar uma estratégia de saída", acrescentou.
    "Qual é essa estratégia? Ninguém pode dizer como será feita antes da reunião de todos. Cada voz dentro do grupo conta. É injusto alguém fazer previsões."
    Os Emirados Árabes Unidos irão presidir a Organização dos Países Exportadores de Petróleo em 2018.

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  12. #70
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    OPEP espera novo aperto dos mercados de petróleo apesar da expansão do xisto dos EUA

    A Opep informou que o excesso de estoque de petróleo está quase chegando ao fim, citando a forte demanda de energia e seus próprios cortes de produção, ao mesmo tempo em que revisa suas estimativas de produção de concorrentes que se aproveitaram dos altos preços do petróleo.

    No ano passado, a produção de ações dos EUA cresceu desde que o cartel de produtores reduziu sua produção junto com a Rússia para elevar os preços globais do petróleo.

    No entanto, como a produção de petróleo entrou em colapso na Venezuela, ainda enfrenta problemas de produção em países como Líbia e Angola, o grupo ainda está bombeando petróleo abaixo de suas metas, o que significa que o mundo precisa utilizar estoques para atender à crescente demanda.

    O cartel dos exportadores de petróleo informou em seu relatório mensal que os estoques de petróleo no mundo desenvolvido recuaram 17,4 milhões de barris em fevereiro para 2,854 bilhões de barris, cerca de 43 milhões de barris acima da média dos últimos cinco anos.

    De acordo com o secretário-geral da OPEP, Mohammad Barkindo, o nível de conformidade do grupo sob o acordo de redução de oferta atingiu 150 por cento. Ele disse que o excesso de oferta sofreu uma contração significativa de nove décimos desde o início de 2017. Barkindo disse que o grupo observou um encolhimento acelerado de estoques de altas sem precedentes de cerca de 400 milhões de barris para cerca de 43 milhões acima da média de cinco anos.

    Os níveis de estoques estão atualmente 207 milhões de barris abaixo de seu nível em fevereiro do ano passado, com estoques de petróleo bruto excedentes de 55 milhões de barris e estoques de produtos com um déficit de 12 milhões.

    A Opep disse que sua produção coletiva diminuiu 201 mil bpd para 31,96 milhões bpd em março em relação ao mês anterior. O valor mensal está abaixo dos 32,6 milhões de bpd que a OPEP percebe como demanda por seu petróleo bruto durante todo o ano.

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