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Após atingir máxima histórica dólar opera em queda
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (3), após atingir um novo recorde nominal (sem considerar a inflação) registrado na sexta-feira, e pressionado pela menor aversão a risco no exterior devido à falta de novas notícias negativas sobre o coronavírus. Às 10:52, o dólar recuava 0,62%, a 4,2525 reais na venda, sofrendo ajuste para baixo. Na semana, o dólar acumulou alta de 2,42%. Em janeiro, subiu 6,86%. Foi a maior alta para qualquer mês desde agosto de 2019 (8,51%) e a mais intensa para meses de janeiro desde 2010 (8,86%).
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Dólar opera em queda nesta terça-feira
O dólar opera em queda nesta terça-feira, 4, com foco no Copom e coronavírus. Sendo cotado a R$ 4,2296. a moeda norte americana fechou na segunda -feira a 4,24 após atingir sua maior alta da década em janeiro de 4,28.
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Dólar opera em queda após fechar próxima de 4,26 no pregão anterior
Depois de fechar próximo de 4,26 reais na terça-feira, o dólar começou esta quarta-feira operando em queda acentuada contra o real nesta quarta-feira, em dia marcado pelo impulso no sentimento de risco global devido à redução dos temores sobre o coronavírus.
A epidemia chinesa fez com que a moeda norte americana disparasse na semana passada chegando a níveis próximos de 4,30 reais, no entanto, nesta quarta-feira notícias sobre possíveis remédios e vacinas contra o vírus também animavam os investidores, embora a Organização Mundial da Saúde tenha descartado a existência de “tratamentos eficazes conhecidos”.
No cenário doméstico, a decisão do Copom sobre a política monetária brasileira — com ampla expectativa de corte da Selic a nova mínima histórica, — também concentrava as atenções dos investidores.
Às 10:29 o dólar recuava 0,53%, a 4,2313 reais na venda.
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Depois de atingir alta histórica, dólar opera em queda
O dólar opera em baixa nesta segunda-feira (3), depois de atingir um novo recorde nominal (sem considerar a inflação) registrado na sexta-feira, e pressionado pela menor aversão ao risco no exterior devido à falta de novas notícias negativas sobre o coronavírus. Às 10:52, o dólar recuou 0,62%, para 4,2525 reais na venda, sofrendo um ajuste em baixa. Durante a semana, o dólar acumulou alta de 2,42%. Em janeiro, subiu 6,86%. Foi o maior aumento em qualquer mês desde agosto de 2019 (8,51%) e o mais intenso em meses de janeiro desde 2010 (8,86%).
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Dólar opera em queda nesta quinta-feira
O dólar opera em queda nesta quinta-feira, 6, com com a decisão do Banco Central (BC) de reduzir a taxa básica de juros, a Selic, de 4,5% para 4,25% ao ano. Sendo cotado a R$ R$ 4,2185 às 9h. A moeda norte americana fechou a cotação de ontem a R$4,23.
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Dólar opera em alta nesta sexta-feira com expectativa do relatório de emprego Payroll
O dólar operava em alta contra o real no pregão desta quarta-feira, chegando renovar sua máxima recorde histórica acima de 4,30 reais, acompanhando a força da moeda norte-americana no exterior, com expectativa do relatório de emprego Payroll dos Estados Unidos, e de olho nos dados desta sexta-feira sobre a inflação brasileira.
Às 10:41, o dólar avançava 0,31%, a 4,2960 reais na venda, mas, na máxima, logo após a abertura, a cotação bateu 4,3015 reais, recorde histórico intradia. O dólar futuro de maior liquidez operava em alta de 0,22% neste pregão, a 4,296 reais.
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A folha de pagamento não agrícola é uma expressão do nível de emprego em uma economia. A razão pela qual o emprego agrícola é excluído é que é altamente sazonal. Se você olhar para as estatísticas não ajustadas a cada outono / inverno, muitos países entram em uma grande recessão e surgem assim que a primavera começa. Este é o resultado de um emprego amplamente sazonal.
A razão pela qual move o mercado é que é um forte indicador do nível de emprego em uma economia. Quanto mais pessoas empregadas existem, maior a probabilidade de gastar, o que leva a maiores lucros para as empresas. Uma vez que um desempregado encontra um emprego, eles tendem a gastar um pouco mais que a média no curto prazo, quando começam a substituir as coisas que deveriam ter impedido de substituir (talvez um carro, talvez algo tão simples quanto atualizar seu guarda-roupa de trabalho .) Como um grande aumento nas folhas de pagamento não agrícolas pode significar maiores lucros para as empresas. O inverso também é verdadeiro: se você ficar desempregado, começará a reduzir suas compras rapidamente
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O dólar segue com cautela de investidores
Depois de fechar na máxima histórica de 4,3210 reais no último pregão, o dólar opera em leve queda contra o real nesta segunda-feira, mas seguia acima de 4,30 em meio a temores generalizados sobre o impacto econômico do surto de coronavírus na China.
Às 10:13, o dólar recuava 0,17%, a 4,3135 reais na venda, a cautela ainda continua no mercado.
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O dólar era negociado em queda contra o real logo após a abertura desta terça-feira, com os agentes do mercado reagindo à ata da reunião de política monetária do Copom e ao maior apetite por risco no exterior.
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Apesar do apetite por risco no exterior, o dólar ampliava a alta contra o real na manhã desta quarta-feira, chegando a renovar sua máxima recorde intradia após dados decepcionantes do varejo brasileiro divulgados nesta quarta-feira.
As vendas no varejo recuaram 0,1% em dezembro na comparação com o mês anterior e subiram 2,6% sobre um ano antes, de acordo com dados do IBGE, em resultado abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters.
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Dólar supera R$4,35 atingindo nova máxima histórica
O dólar voltou a subir e fechou em nova máxima histórica de 4,3506 reais na venda nesta quarta-feira, uma alta de 0,56% seu maior valor nominal já registrado, com o real mantendo-se entre as divisas de pior desempenho no dia, sob pressão do exterior e de dados locais indicando recuperação econômica mais hesitante.
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Depois de operar em alta no início da sessão e chegar a renovar sua máxima recorde intradia acima de 4,38 reais, o dólar passava a recuar marginalmente contra o real após o Banco Central anunciar leilão extraordinário para esta quinta feira.
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Após máximas durante a semana dólar opera em queda nesta sexta-feira
Depois de renovar máximas recordes várias vezes no decorrer da semana, o dólar era negociado em queda contra o real nesta sexta-feira.
Na quinta feira (13.02), o dólar chegou a tocar a máxima histórica intradia de 4,3840 no início da sessão na esteira de comentários de Guedes que definiam os atuais patamares do câmbio como o novo normal.
Às 10:18, o dólar recuava 0,13%, a 4,3301 reais na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro tinha queda de 0,52%, a 4,330 reais.
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Depois de operar em alta no início da sessão e chegar a renovar sua máxima recorde intradia acima de 4,38 reais, o dólar passava a recuar marginalmente contra o real após o Banco Central anunciar leilão extraordinário para esta quinta feira.
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Dólar inicia semana com leve alta ante BRL
No início do pregão na segunda-feira (17)o dólar operava com leve alta ante o BRL, permanecendo em torno de 4,30 reais, com os investidores atentos a medidas de estímulo anunciadas pelo banco central da China em dia de volumes reduzidos por um feriado nos Estados Unidos.
Às 9:26, o dólar avançava 0,40%, a 4,3145 reais na venda. O dólar futuro registrava alta de 0,%, a 4, reais.
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O dólar comercial opera em alta frente ao real desde a abertura dos negócios em dia de liquidez reduzida em meio ao feriado nos Estados Unidos. Aqui, investidores observam que o Banco
Central (BC) não anunciou nenhuma operação após duas sessões seguidas de intervenção da autoridade monetária, o que ajudou a aliviar a pressão da moeda na semana passada, quando renovou máximas históricas sucessivas.
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Dólar sobe ante real em meio a temores sobre o novo conorona vírus
A aversão ao risco retornou aos mercados financeiros nesta terça-feira (18) estimulando ganhos para o dólar que operava em leve alta, em meio a preocupações sobre a extensão dos danos causados pelo coronavírus na China.
Às 10:05, o dólar avançava 0,27%, a 4,3410 reais na venda, enquanto o contrato mais negociado de dólar futuro subia 0,29%, a 4,342 reais.
O dólar à vista fechou em alta de 0,66%, a 4,3295 reais no último pregão.
O Banco Central ofertará nesta terça-feira até 13 mil contratos de swap tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020, para rolagem de contratos já existentes.
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Dólar abre em alta ante real e ultrapassa 4.36
O dólar subiu ante o real na abertura desta quarta-feira, com a cotação superando 4,36 reais, em meio à expectativa de investidores pela ata da última reunião do banco central norte-americano e atentos ao noticiário do coronavírus.
Às 9:33, o dólar avançava 0,29%, a 4,3680 reais na venda, enquanto o contrato mais negociado de dólar futuro subia 0,37%, a 4,346 reais.
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Dólar avança ante o real nesta quinta-feira
O dólar iniciou esta quinta-feira avançando ante o real brasileiro chegando a uma máxima recorde de máxima recorde de 4,3921 reais. A moeda norte americana avançava 0,55%, a 4,3897 reais na venda Às 10:23. Na B3, o dólar futuro registrava alta de 0,5%, a 4,388 reais.
O Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic a mínimas históricas sucessivas, chegando a 4,25%, o que diminui o rendimento da moeda brasileira para investidores estrangeiros, algo que muitos analistas enxergam como responsável pelo estresse do dólar aos patamares recordes atuais.
No pregão desta quinta-feira, o Banco Central ofertará até 13 mil contratos de swap cambial tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020, para rolagem de contratos já existentes.
Estamos vivendo uma outra realidade, juros caindo, e um dólar mais alto, o rendimento da moeda brasileiro está menor, a pergunta que fica no ar é - O dólar vai subir mais? Chegará a 4,50 ou pode ultrapassar?
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- O dólar até chegou a arrefecer a alta contra o real durante a manhã desta quinta-feira, mas voltava a ganhar força e seguia em alta, já se aproximando de 4,40 reais em meio aos ganhos da moeda norte-americana no exterior e à falta de perspectivas positivas para o real no cenário doméstico.
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Dólar avança ante real nesta sexta-feira
O dólar superou pela primeira vez a marca de 4,40 reais nesta quinta-feira, em meio a um ambiente externo ainda cauteloso e à percepção de que autoridades locais desejam uma cotação mais alta.
Às 11:09, o dólar avançava 0,20%, a 4,4002 reais na venda contra o real.
Na máxima, o dólar chegou a tocar 4,4073 reais, novo pico recorde intradia.
Na última quinta-feira, o dólar à vista encerrou na máxima recorde para fechamento de 4,3916, após alta de 0,59%.
O Banco Central ofertará neste pregão até 13 mil contratos de swap cambial tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020, para rolagem de contratos já existentes.
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Dólar fecha próximo da estabilidade ante o real
O dólar ficou perto da estabilidade ante o real no fechamento desta sexta-feira, foi influenciado por uma perda de vigor da moeda no exterior e por alguma realização de lucros no mercado local depois de mais cedo a cotação ter superado 4,40 reais pela primeira vez.
A variação positiva da moeda norte americana foi de 0,04%, a 4,3932 reais na venda, após oscilar entre um novo recorde intradia de 4,4073 reais (+0,36%) e 4,3726 reais (-0,43%).
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Dólar recupera-se de mínimas de 2 semanas
O primeiro caso de coronavírus foi confirmado em São Paulo. Devido ao feriado de carnaval, a bolsa brasileira vai abrir às 13 horas, sob expectativa de perdas do Ibovespa após dois dias de tombo – no ETF que contém as principais ações brasileiras na bolsa de Nova York.
Após se fortalecer na segunda-feira o dólar perdeu sua força nesta terça-feira. Com isso, o mercado aguarda a movimentação do dólar em relação ao real, com expectativa de como o Banco Central vai realizar intervenções em uma alta abrupta na moeda americana.
Contra o BRL o dólar era cotado a 4,3900, uma variação de +0,05%.
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O dólar operava em alta contra o real na primeira sessão da semana, renovando máxima histórica acima de 4,43 reais mesmo após o Banco Central anunciar dois leilões de swap tradicional extraordinários, em meio a temores dos investidores sobre a rápida disseminação do coronavírus.
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Dólar supera R$ 4,45
O dólar renovou mais uma vez sua máxima histórica na abertura desta quinta-feira, superando 4,45 reais pela primeira vez e subindo pela sétima sessão consecutiva em meio a temores sobre a expansão do coronavírus, lembrando que o primeiro caso da infecção não relacionado a China foi confirmado.
Às 9:16, o dólar avançava 0,23%, a 4,4545 reais na venda. O principal contrato de dólar futuro subia 0,04%, a 4,453 reais.
Na véspera, a divisa norte-americana à vista havia subido 1,16%, a 4,4441 reais na venda, máxima recorde para fechamento.
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Dólar abre em máxima recorde de 4,4930
O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira disparado acima de 4,50 reais na abertura desta sexta-feira, subindo pela oitava sessão consecutiva à medida que a disseminação do coronavírus para fora da China levantava temores de uma recessão econômica global.
Às 9:30, o dólar avançava 0,13%, a 4,4930 reais na venda. O dólar futuro de maior liquidez tinha alta de 0,30%, a 4,502 reais.
Na véspera, o dólar interbancário fechou em novo recorde máximo para fechamento, a 4,4751 reais.
O Banco Central volta a atuar nos mercados nesta sexta- feira, realizando oferta líquida de até 20 mil contratos de swap cambial tradicional.
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- O dólar até chegou a arrefecer a alta contra o real durante a manhã desta quinta-feira, mas voltava a ganhar força e seguia em alta, já se aproximando de 4,40 reais em meio aos ganhos da moeda norte-americana no exterior e à falta de perspectivas positivas para o real no cenário doméstico.
Melhor acostumar porque a tendência é continuar aumentando.
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Dólar sobe alta contra real em meio receios dos investidores
A semana começou, e depois de registrar o maior avanço para fevereiro em 5 anos o dólar opera em alta nesta segunda-feira, 02, sendo cotado a R$ 4,4913 às 10h14.
os investidores ainda continuam temerosos em relação ao impacto econômico do coronavírus e de olho em possíveis medidas de estímulos de bancos centrais.
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Dólar não para de subir, ascensão continua pela 10º pregão consecutivo
O dólar subia contra o real nesta terça-feira mesmo depois de ensaiar queda no início das negociações, com a expectativa de corte de juros pelo Banco Central brasileiro, pressionando o BRL em um momento em que os mercados externos sofrem o impacto do Coronavírus.
Às 10:22, o dólar avançava 0,57%, a 4,4997 reais na venda. O dólar futuro tinha ganho de 0,58%, a 4,5085 reais.
Os investidores continuam atentos ao noticiário sobre o vírus chinês que já se espalhou para mais de 60 países, levantando temores de uma nova recessão global, pressionando os Bancos centrais e Ministros das finanças a agirem contra os efeitos do vírus.
o Banco Central ofertará até 13 mil contratos de swap cambial tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020, para rolagem de contratos já existentes.
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Dólar se mantém acima de R$ 4,50
O dólar estava próximo da estabilidade ante o real na manhã desta quarta-feira, mas renovou máxima histórica intradiaria acima de 4,52 reais logo após a abertura, com investidores de olho nos próximos passos do Banco Central do Brasil após corte de juros surpresa do Federal Reserve.
Pela manhã o dólar recuava 0,02%, a 4,5153 reais na venda, enquanto o contrato mais líquido de dólar futuro operava em queda de 0,19%, a 4,5155 reais. A moeda norte-americana fechou em alta de 0,54%, a 4,5109 reais ua nova máxima histórica para encerramento pela nona consecutiva.
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Dólar supera 4,60 mercado aposta em novo corte da Selic
O dólar superou a marca de 4,60 reais contra o real logo após a abertura desta quinta-feira, continuando sua trajetória ascendente pelo 12° dia consecutivo em meio a expectativas de corte de juros pelo Banco Central devido aos riscos econômicos do coronavírus.
Ontem, quarta-feira (4) o dólar interbancário registrou salto de 1,55%, a 4,5806 reais na venda. No iníico do pregão o dólar avançava 0,42%, a 4,5997 reais na venda, enquanto o dólar futuro de maior liquidez avançava 0,34%, a 4,6075 reais.
O Banco Central ofertará neste pregão até 20 mil contratos de swap cambial tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020.
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Dólar dispara novamente e BC anuncia nova venda de dólar à vista
O dólar começou a semana em disparada acentuada contra o real, chegando a superar 4,79 reais na máxima em meio à onda de aversão a risco global, apesar das tentativas do Banco Central de frear a disparada recente da moeda norte-americana.
Às 9:22, o dólar avançava 2,92%, a 4,7686 reais na venda, e chegou a tocar a máxima recorde de 4,7931 logo após a abertura. Enquanto isso, o dólar futuro saltava 3,5%, a 4,796 reais.
Nesta segunda-feira o BC anunciou a venda de dólar à vista de até 3 bilhões de dólares, cancelando o anúncio de venda de até 1 bilhão feito na sexta-feira.
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Dólar recua ante real nesta terça-feira
O dólar recuou mais de 1% contra o real logo após a abertura desta terça-feira, dia de recuperação no sentimento global em meio à recuperação dos preços do petróleo e à sinalização de estímulos de autoridades para combater o impacto econômico do coronavírus.
No início da manhã a moeda norte americana recuava 1,41%, a 4,6591 reais na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro operava em queda de 1,35%, a 4,6695 reais.
O Tesouro Nacional informou na segunda-feira o cancelamento do leilão primário de títulos prefixados (LTN e NTN-F) previsto para quinta, “considerando as condições mais restritivas do mercado financeiro”, enquanto o Banco Central voltou a comunicar leilão para esta terça-feira de até 2 bilhões de dólares em moeda à vista, em uma medida extraordinária para controlar a impulsividade do dólar.
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Usd brl
O dólar caminhava para a maior queda diária ante o real em cerca de um ano e meio nesta terça-feira, captando algum alívio visto nos mercados globais nesta sessão depois da turbulência da véspera que contaminou o câmbio local e empurrou a moeda norte-americana a novas máximas históricas frente à brasileira.
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Dólar volta a subir a R$ 4,66
Após registrar a sua maior queda na sessão passada o dólar volta subir contra o real nesta quarta-feira.
Às 10:52, o dólar (USDBRL) avançava 0,45%, a 4,6667 reais na venda, depois de chegar a subir para 4,6750 reais. O dólar futuro de maior liquidez operava em alta de 0,47%, a 4,6765 reais.
Os players de mercado ainda adotam um tom mais cauteloso à medida que acompanham a rápida expansão do surto de coronavírus, que forçou vários governos e bancos centrais a anunciar medidas de emergência para evitar que a doença leve a uma nova recessão
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Dólar supera 5 reais
O dólar superou os 5 reais pela primeira vez logo após a abertura desta quinta-feira, subindo mais de 6%, com os mercados tomados pela aversão a risco depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, proibiu viagens da Europa para os Estados Unidos, agravando as preocupações sobre o impacto econômico do coronavírus.
A moeda norte americana disparou,pela manhã por volta das 10h00, avançava 2,90%, a 4,9590 reais na venda. O contrato mais negociado de dólar futuro tinha alta de 3,88%, a 5,0105 reais. Em meio ao caos e disparada do dólar, o Banco Central realizou nesta quinta-feira leilão de venda à vista de até 2,5 bilhões de dólares, em que vendeu 1,278 bilhão de dólares depois de cancelar o anúncio de venda de até 1,5 bilhão de dólares feito no dia anterior.
Depois de não conseguir vender o total da oferta, o BC anunciou novo leilão de até 1,25 bilhão de dólares em moeda à vista, vendendo apenas 332 milhões de dólares e, em seguida, outro leilão de até 1 bilhão em que nenhuma proposta foi aceita.
Muita coisa pode acontecer hoje ainda, e o dólar pode subir ainda mais.
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Dólar volta a se aproximar dos 4,70
Os mercados param para respirar em meio a estímulos de bancos centrais em todo o mundo, após encerrar a quinta-feira em 4,7857, o dólar registrava ampla queda contra o real nesta sexta-feira, voltando a se aproximar de 4,70.
Às 10:22, o dólar recuava 2,02%, a 4,6889 reais na venda, e na mínima do dia tocou 4,6820 reais, queda de 2,167%. O principal contrato de dólar futuro tinha baixa de 2,04%, a 4,705 reais.
A melhora do sentimento em todo o mundo vem na esteira de medidas de diversos bancos centrais para injetar liquidez nos mercados e tentar aliviar o impacto da pandemia de coronavírus sobre a economia.
Por aqui, o Banco Central do Brasil recorreu a uma terceira ferramenta de intervenção cambial nesta sexta-feira ao ofertar até 2 bilhões de dólares por meio de leilões de linhas de venda com compromisso de recompra. Apesar das medidas tomadas por vários mercados, a volatilidade e incerteza ainda pairam no mercado.
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O dólar registrava ampla queda contra o real nesta sexta-feira, voltando a se aproximar de 4,70 reais após disparar a 5 reais na véspera, com os mercados parando para respirar em meio a estímulos de bancos centrais em todo o mundo.
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Dólar salta a quase R$ 5,00 após FED se pronunciar sobre pandemia
O dólar começou a semana em alta acentuada ante o real, voltando a se aproximar de 5 reais, relembrando na sexta-feira a moeda norte americana à vista subiu 0,57%, a 4,8128 reais na venda marcando uma nova máxima no encerramento. Nesta segunda-feira os investidores reagem à decisão do Federal Reserve no domingo(15) de cortar sua taxa de juros a zero, o que destaca o amplo impacto econômico da pandemia.
Resta saber se a moeda dos EUA vai encerrar com nova máxima recorde?
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Dólar ronda estabilidade nesta rerça-feira
O dólar rondava a estabilidade ante o real logo após a abertura desta terça-feira, dando uma pausa no rali após superar 5 reais no fechamento de ontem (16), com os investidores reagindo a leilões do Banco Central e à espera da decisão de juros pelo Copom.
Por volta das dez o dólar (USDBRL) subia 0,49%, a 5,0254 reais na venda.