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Dólar inicia 2021 em queda
O dólar começou o ano operando em queda ante o real na primeira sessão de 2021, depois de fechar o ano anterior com forte ganho acumulado, acompanhando a euforia dos mercados internacionais nesta segunda-feira em meio a esperanças de que as vacinas contra a Covid-19 impulsionem uma recuperação econômica generalizada.
Considerando o cenário externo, com notícias sobre o avanço da vacinação, aumento das atividades industrias da China, às 10:29 o dólar recuava 0,56%, a 5,1636 reais na venda, enquanto o contrato mais líquido de dólar futuro tinha queda de 0,61%, a 5,1655 reais.
No Brasil, os investidores entravam em 2021 ainda de olho na situação fiscal, depois que temores de que o governo pudesse furar seu teto de gastos para este ano ajudaram o dólar a disparar 29,37% no acumulado do ano passado. Dentre eles, estão no radar a notícia de que o presidente Jair Bolsonaro sancionou na quinta-feira a Lei de Diretrizes Orçamentárias vetando, entre outros pontos, um dispositivo que impedia a limitação de gastos em ações vinculadas à produção e disponibilização de vacinas contra a Covid-19. A demora para início da vacinação da população no Brasil, pode ser um fator de impulso para o dólar nesta semana, apesar do clima otimista no exterior.
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Dólar dispara ante o real nesta terça-feira
O dólar disparou ante o real na manhã desta terça-feira, depois de ter saltado acentuadamente na sessão anterior, a primeira de 2021, enquanto os operadores monitoravam o avanço da Covid-19 pelo mundo, a imposição de novos lockdowns na Europa e a disputa pelas últimas cadeiras no Senado dos Estados Unidos.
No cenário doméstico, todos os olhares se voltavam para a eleição para presidente da Câmara dos Deputados, em meio à ansiedade dos mercados pela retomada da agenda de reformas e controle de gastos.
Às 10:36, o dólar avançava 1,40%, a 5,3438 reais na venda, depois de ter tocado 5,3553 na máxima do dia, enquanto o principal contrato de dólar futuro subia 0,86%, a 5,347 reais.
Internamente, os investidores estão cautelosos, as reformas prometidas por Bolsonaro ainda não aconteceram. O Reino Unido iniciou seu terceiro lockdown nacional nesta terça-feira de forma a limitar a disseminação da Covid-19, em meio a uma nova variante mais infecciosa da doença.
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Dólar volta a subir com força ante real
O dólar voltava a subir com força ante o real nesta quinta-feira, com investidores de olho na recuperação da moeda norte-americana no exterior, na consolidação de uma maioria democrata no Senado dos Estados Unidos e no caminhar da campanha de imunização da população contra o coronavírus no Brasil.
Às 12:10, o dólar avançava 1,03%, a 5,3582 reais na venda. Depois de chegar a disparar para 5,3712 (+1,28%) reais na máxima do dia, alcançada nos primeiros de negociação, a moeda norte-americana chegou a devolver os ganhos e cair para 5,2997 reais (-0,07%), antes de retomar o movimento de alta.
O radar dos investidores internacionais era dominado pelas manchetes políticas nesta manhã, após a invasão ao capitólio e a turbulência causada por esta, os democratas garantiram na quarta-feira a vitória das duas cadeiras do Senado dos Estados Unidos em disputa no segundo turno das eleições na Geórgia, dando ao partido o controle do Congresso e aumentando as perspectivas para a agenda legislativa do presidente eleito, Joe Biden. A vitória do novo presidente eleito foi certificada ainda na quarta-feira.
Enquanto isso, o Brasil falhava em fornecer motivos de alívio para sua moeda, com o avanço da Covid-19 preocupando investidores em meio ao atraso na vacinação da população.
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O dólar comercial, hoje (07/01), fechou em alta de +1,82% sendo cotado a R$5,399 para venda e a R$ 5,398 para compra, é a maior valorização percentual diária desde 23 de setembro, quando o dólar subiu 2,18% a R$ 5,4353.
Às 17h30, o dólar futuro de fevereiro estava sendo negociado em alta de 1,8% R$5,4048 para compra e R$ 5,4078 para venda.
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Dólar inicia a semana em alta
O dólar começou a semana em forte alta, rompendo uma resistência atrás da outra e superando 5,50 reais, nas máximas em dois meses, reflexo de ajuste negativo em ativos de risco no exterior por temores sobre a pandemia de Covid-19 e a recente alta nos juros de mercado nos Estados Unidos.
Às 9h29, o dólar à vista saltava 1,44%, a 5,4946 reais na venda, depois de alcançar 5,5003 reais (+1,54%) na máxima até o momento.
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O dólar opera em queda nesta terça-feira (12), em meio às expectativas de um estímulo maior nos Estados Unidos sob o comando do presidente eleito Joe Biden.
Às 10h02, a moeda norte-americana caía 0,71%, vendida a R$ 5,4639. Veja mais cotações.
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Dólar tem reviravolta e começa a cair ante o real nesta quarta-feira
O dólar passou a cair ante o real nesta quarta-feira, com fluxo positivo ajudando na continuação de um movimento de realização de lucros que na véspera levou a moeda à maior queda em dois anos e meio.
Às 11h08, o dólar à vista caía 0,86%, a 5,2762 reais, depois de cair 0,92%, a 5,2716 reais, na mínima da sessão, atingida por volta de 11h. Na máxima, alcançada logo no começo do pregão, a cotação ganhou 0,65%, a 5,3556 reais.
investidores seguiam reavaliando cenários após a inflação pelo IPCA em 2020 ter ficado no maior nível em quatro anos, reforçando discussão sobre o momento de alta de juros no Brasil , isso pode aumentar a rentabilidade do real e elevar a atratividade da moeda brasileira.
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Dólar em sua terceira queda consecutiva ante o real
O dólar recuou 0,16% ontem, e hoje engata a sua a terceira queda nesta quinta-feira, com investidores dando sequência a um movimento de retirada de prêmio de risco depois das fortes altas da primeira semana do ano, com o real beneficiado nesta sessão por expectativas de mais estímulos nos Estados Unidos.
Às 9h42, o dólar spot caía 0,90%, a 5,2640 reais na venda.
O dólar entrou em rota descendente no mundo puxado pelo anúncio de massivos estímulos por bancos centrais e governos globais para enfrentamento da pandemia.
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Dólar sobe ante real, com mercado analisando plano de estímulo de Biden
O dólar iniciou a sexta-feira subindo ante o Real, após amargar três quedas consecutivas. No exterior, um clima desfavorável em meio a temores de mais abalo econômico decorrente de medidas para conter o coronavírus, os quais sobrepujavam o anúncio na véspera de um pacote trilionário de estímulos nos Estados Unidos.
Na Europa, lockdowns mais rígidos na Alemanha e na França, e uma ressurgência de casos de Covid-19 na China, a segunda maior economia global levavam investidores a buscar mercados mais seguros em detrimento de moedas emergentes e petróleo, entre outros ativos de risco.
O real tinha o segundo pior desempenho global, cerca das 10h08, o dólar negociado no mercado interbancário subia 0,91%, a 5,2585 reais na venda. A cotação vem de três baixas, nas quais acumulou perda de 5,29%, quase zerando os ganhos no ano. No momento da escrita era cotado a 5,28 ante o BRL.
Apesar da alta desta sexta-feira, o dólar caminho para uma queda semanal de 2,9%, após saltar 4,34%.
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Dólar começa a semana com variações moderadas
O dólar começou a semana com variações moderadas ante o real nesta segunda-feira, já tendo oscilado entre altas e quedas, com investidores atentos ao início da vacinação contra Covid-19 no Brasil em semana que trará a decisão de política monetária por aqui e a posse de Joe Biden nos Estados Unidos.
Às 11h30, o dólar à vista tinha variação positiva de 0,07%, a 5,3075 reais na venda. Na máxima, a cotação subiu 0,38%.
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Dólar cai para mínimas próximas de R$ 5,25
O dólar dos Estados Unidos opera em queda nesta terça-feira, 19, com mínimas próximas de R$ 5,25 no mercado doméstico, acompanhando a tendência de baixa a moeda no exterior em meio ao apetite por ativos de risco após o feriado americano. A agenda fraca hoje pode seguir limitando a liquidez.
Em vias da decisão do Copom, os investidores olham a aceleração do IGP-M na segunda prévia de janeiro, a 2,37%, após ter aumentado 1,18% na segunda leitura de dezembro. Com o resultado, o índice acumulou elevação de 2,37% no ano e aumento de 25,46% em 12 meses.
Nos EUA a expectativa pela posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta quarta-feira, 20, anima os investidores, após ele prometer buscar aprovar logo um pacote de estímulos de quase US$ 2 trilhões.
Às 9h34, o dólar à vista caía 0,88%, a R$ 5,2580. O dólar futuro para fevereiro recuava 0,79%, a R$ 5,2590.
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O dólar operava perto da estabilidade ante o real nesta terça-feira, zerando quedas de mais cedo, com investidores reduzindo posições de risco no aguardo de declarações da futura secretária do Tesouro dos Estados Unidos e ex-chair do banco central norte-americano, Janet Yellen.
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Pela primeira vez em 2021, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reunirá nesta quarta-feira (20) para definir o nível da taxa básica de juros. Segundo expectativa dos analistas do mercado financeiro, a taxa deve permanecer na mínima histórica de 2% ao ano.
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Dólar abre em queda ante real
O dólar abriu em queda nesta quinta-feira (21), e o mercado se ajustando às mudanças na comunicação do Comitê de Política Monetária (Copom) de ontem à noite. O Banco Central mantém a Selic em 2% e anuncia o fim da "forward Guidance", que em suma é a controversa sinalização de que os juros ficariam muito baixos por um longo período, retireando assim a bola de ferro que mantinha nos próprios pés, ganhando mais liberdade para agir.
A fraqueza do dólar ante a maioria das emergentes e rivais fortes favorece esse movimento, tendo como contraponto as dificuldades da vacinação em massa e o avanço da transmissibilidade com novas variantes do coronavírus, que aumentam os riscos e a incerteza fiscais no Brasil.
Às 9h33, o dólar desacelerava a queda e marcava máxima aos R$ 5,2625 (-0,93%) no mercado à vista. No futuro, foi aos R$ 5,264 (-0,54%).
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Dólar reverte queda ante o real
O dólar reverte a baixa ante o real indo do melhor desempenho global para o pior diante de uma nova onda de aversão a risco no Brasil, causada por renovadas preocupações fiscais.
O dólar à vista subiu 1,00%, a 5,364 reais na venda. A moeda variou entre queda de 1,49% pela manhã, para 5,2318 reais, e ganho de 1,71%, a 5,4015 reais, à tarde.
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Dólar volta a subir nesta sexta-feira
O dólar voltou a subir a R$ 5,4357 (alta de 1,34%) no mercado à vista após desacelerar R$ 5,4152 (alta de 0,95%). Com investidores de olho na aversão ao risco no mundo por causa da covid-19 e seus impactos na atividade econômica, o que também afeta gravemente o Brasil.
O Estado de São Paulo deve anunciar hoje novas restrições, retomando a fase vermelha da doença, que deve afetar principalmente o setor de serviços e o comércio, mas pesam também os problemas em torno da vacinação no País com pouca oferta, falta de insumos para produção e perspectiva de que possa demorar pelo menos um ano para atender à necessidade de forma adequada. Além do temor de piora do risco fiscal do governo, pela possibilidade de o Congresso vir a aprovar um novo auxílio emergencial, apesar das falas de Bolsonaro de que não haveria mais.
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Dólar encerra a semana em alta
O dólar comercial, hoje (22), fechou em alta de 2,142% sendo cotado a R$ 5,479 para venda e a R$ 5,478 para compra, atingindo a maior alta em quatro meses, impulsionado por ordens automáticas de compras após a moeda romper duas resistências técnicas.
A incerteza no cenário doméstico foi turbinada pela influência negativa do exterior, diante do atraso na vacinação, dos efeitos econômicos da pandemia e de potenciais aumentos de gastos por causa da crise sanitária.
Cerca das 17h20 o dólar futuro de fevereiro (BMF:DOLG21) estava sendo negociado em alta de 2,3% a R$ 5,4767 para compra e R$ 5,4795 para venda.
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Dólar em alta ante o real com cautela de investidores no exterior
O mercado internacional está de olho na decisão de política monetária do Federal Reserve (16h), e o mercado interno está atento ao Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2021.
Ainda no radar dos investidores está o problema fiscal interno, pois o governo pode ficar impedido de pagar salários para não descumprir regra de ouro, que é um mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, como salários, benefícios de aposentadoria, contas de luz e outros custeios da máquina pública. Quando a regra é descumprida, os gestores e o presidente da República podem ser enquadrados em crime de responsabilidade.
Dito isto, o dólar se ajusta em alta ante o real. O dólar à vista subia 0,99%, a R$ 5,3791, após registrar máxima a R$ 5,3936. O dólar futuro para fevereiro subia 0,44%, a R$ 5,3805, ante máxima em R$ 5,3940.
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O dólar comercial, hoje (27), fechou em alta de 1,506% sendo cotado a R$ 5,4071 para venda e a R$ 5,4056 para compra mostrando uma variação de 1,506%, a gangorra no mercado de câmbio se manteve, influenciado pelo ambiente externo conservador, ainda por receios sobre a pandemia e agora por riscos de correção nos mercados globais após o rali dos últimos meses, em meio à sinalização do Federal Reserve.
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Dólar amplia ganhos com cenário doméstico e aversão a risco
O dólar operava em alta ante o real nesta quinta-feira, ampliando os fortes ganhos registrados na sessão anterior, com os investidores acompanhando dados sobre o mercado de trabalho doméstico, os desdobramentos políticos em Brasília e o avanço da Covid-19 no Brasil, em meio à piora no apetite por risco no exterior.
Por aqui, os investidores estão atentos a pistas sobre saúde da economia em meio à disseminação do coronavírus. A pauta fiscal continua sob os holofotes, em meio a incertezas sobre o respeito ao teto de gastos por parte do governo diante das fortes despesas geradas pela pandemia.
Às 10:03, o dólar avançava 0,75%, a 5,4439 reais na venda, ampliando sua alta após fechar a última sessão com salto de 1,50%, a 5,4032 reais na venda.
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Fechamento do dólar x BRL
O dólar comercial, hoje (28), fechou em alta de 0,529% sendo cotado a R$ 5,4357 para venda e a R$ 5,4347 para compra, com o real descolando de pares em meio a compras defensivas da moeda norte-americana e à intensificação de rolagens de posições em derivativos com a aproximação do fim do mês.
Às 17h30 o dólar futuro de fevereiro (BMF:DOLG21) estava sendo negociado em alta 0,3% a R$ 5,4298 para compra e R$ 5,4343 para venda.
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Dólar fecha em queda ante real
O dólar fechou em queda ante o real nesta segunda-feira, com o foco do mercado voltado para as perspectivas sobre reformas econômicas após as eleições para os comandos da Câmara e Senado. O mercado está atento aos candidatos está ligado aos desdobramentos das eleições para a agenda de reformas. A questão fiscal é crucial para os mercados.
O dólar à vista caiu 0,55%, a 5,4486 reais na venda. A moeda variou entre 5,487 reais (+0,15%) e 5,422 reais (-1,03%).
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Dólar segue em queda ante real
O dólar segue em queda nesta terça-feira. Por aqui a pauta econômica continua em foco, com reformas e privatizações no Congresso, após a vitória dos candidatos do presidente Jair Bolsonaro na disputa: o deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
Os investidores estão de olho nas reformas e privatizações no Congresso, após a vitória dos candidatos do presidente Jair Bolsonaro na disputa: o deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
Dito isto, às 9h31, o dólar à vista caía 0,54%, na máxima a R$ 5,4210. O dólar futuro para março recuava 0,26%, a R$ 5,4210, após máxima a R$ 5,4240. Na renda fixa, o DI para janeiro de 2027 marcava 6,94, de 6,99% no ajuste anterior.
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Dólar inicia a semana avançando ante o real
O dólar avançou ante o real brasileiro nesta segunda-feira, a media em que a moeda norte-americana avançava no exterior, em um semana marcada de esperanças de mais estímulo nos Estados Unidos para sanar os danos econômicos causados pela Covid-19.
No Brasil, a atenção ficava nas discussões em torno de mais medidas de auxílio emergencial, em meio a persistentes incertezas fiscais.
O novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), voltou a defender a necessidade de se buscar um formato de assistência social aos mais atingidos pela crise do coronavírus e, ainda assim, respeitar o teto de gastos.
Às 10:16, o dólar avançava 0,36%, a 5,4042 reais na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro tinha alta de 0,59%, a 5,4055 reais.
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Fechamento do dólar em 08.02.2021
O dólar que começou o dia de negociação em alta, fechou essa segunda-feira, em baixa de -0,206% sendo cotado a R$ 5,3726 para venda e a R$ 5,3711 para compra, depois de encerrar janeiro com valorização de 5,37%, na primeira semana de fevereiro o dólar desvalorizou 3,030%.
Mais cedo, o dólar bateu a mínima de R$ 5,3062, com os investidores animados pela perspectiva de aprovação do projeto de autonomia do BC na Câmara e a garantia de Arthur Lira de que enviará a reforma administrativa para a CCJ, amanhã.
No entanto, a agenda econômica foi abalada pelos riscos fiscais à tarde, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, insistindo na urgência para o novo auxílio emergencial, que, segundo ele, “não pode esperar pela aprovação da PEC Emergencial”.
Outra preocupação é a insistência de Bolsonaro de reduzir o PIS/Cofins (imposto federal) sobre o diesel, sem uma compensação de receitas. O empenho do presidente em atender os caminhoneiros amplia as desconfianças com a falta de transparência da política de reajustes da Petrobras, compondo um quadro de desconforto para o investidor.
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Dólar sobe ante real em dia de votação da autonomia do Banco Central
O dólar era negociado em alta contra o real nesta quarta-feira. Na manhã deste dia 10 de fevereiro, a moeda americana permaneceu estável em relação a outras moedas globais.
O pacote de estímulo de US $1,9 trilhão adotado recentemente pode ser um forte fator para a queda do dólar.
Além disso, o otimismo dos mercados internacionais sendo compensado pela cautela com a situação fiscal do Brasil, em dia de votação da autonomia formal do Banco Central. Essa autonomia segundo especialistas pode ser positiva, visto que o Bacen, cuja função é cuidar da estabilidade da inflação, estará menos vulnerável a risco de interferência político-partidária de curto prazo. Válido notar que estas medidas foram adotadas por vários países.
Por volta das 12:00 o dólar era cotado a 5,40 reais na venda, enquanto o dólar futuro de maior liquidez tinha alta de 0,65%, a 5,417 reais.
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Dólar fecha em leve queda nesta sexta-feira 12.02.2021
O dólar spot caiu 0,26%, a 5,3739 reais na venda (Foto: Thinkstock)
O dólar fechou em leve queda nesta sexta-feira, dia mais fraco nas negociações de forma geral e com investidores evitando grandes mudanças de posicionamento antes do feriado bancário que manterá os mercados domésticos fechados durante o Carnaval.
O dólar spot caiu 0,26%, a 5,3739 reais na venda, após oscilar entre 5,4134 reais (+0,47%) e 5,3553 reais (-0,61%).
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Dólar recua ante real com enfraquecimento da moeda no exterior
O dólar operava em leve queda contra o real na manhã desta quinta-feira, dia de retorno pleno aos negócios pós-feriados bancários, refletindo um leve arrefecimento da divisa norte-americana no exterior.
No exterior, o pano de fundo do dólar fraco é a expectativa por uma definição sobre o pacote de estímulos fiscais de US$ 1,9 trilhão.
Às 10:15, o dólar recuava 0,27%, a 5,4010 reais na venda, enquanto o dólar futuro de maior liquidez tinha queda de 0,32%, a 5,3985 reais.
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O dólar fechou em alta contra o real nesta quinta-feira, dia negativo para ativos de risco no mundo em meio a incertezas sobre a recuperação econômica global, alta de rendimentos de títulos de dívida e receios em torno da agenda econômica no Brasil.
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Dólar inicia a semana em alta e vai para 5,50
O dólar desacelerou para uma mínima de R$ 5,5022 (+2,17%) no mercado à vista com o anúncio de leilão de US$ 1 bilhão em swap cambial no mercado futuro, das 11h15 às 11h25. Mas logo voltou a subir mais de 2%, acima dos R$ 5,50 em seguida.
O mercado reagiu de forma intensa à troca de comando da Petrobras (SA:PETR4), as ameaças a outras estatais, além do silêncio do ministro da Economia, Paulo Guedes. Assim a manifestação de Paulo Guedes é aguardada.
E o dólar? este está subindo mais ante o real do que frente outras moedas emergentes e ligadas a commodities no exterior.
Às 11h19, o dólar á vista subia 2,36%, a R$ 5,5116
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Dólar fecha esta terça-feira em leve queda
O Dólar fechou esta terça-feira (23) em leve queda, após um dia de oscilações no mercado. A moeda norte-americana negociada no mercado à vista caiu 0,17% e fechou a R$ 5,4456 na venda, oscilando ao lingo do dia entre R$ 5,485 (+0,55) e R$ 5,4089 (-0,85%).
O mercado externo estava atento ao discurso de Jerome Powell do Federal Reserve, seguido de alívio nas taxas de retorno dos títulos soberanos dos Estados Unidos, que levou a redução da atratividade da moeda norte-americana e aumentando o interesse por ativos mais arriscados.
O mercado cambial também permaneceu atento ao noticiário sobre o governo brasileiro e as supostas "tentativas de interferência "em empresas estatais, além das movimentações em torno da agenda de reformas e do auxílio emergencial na Câmara e no Senado.
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Dólar fecha em queda em sessão calma
O dólar que iniciou as negociações com recuo fechou em queda ante o real nesta quarta-feira cotado a 5,41brl, numa sessão relativamente calma no mercado de câmbio doméstico, em meio a valorização de ativos de risco no exterior por expectativas de contínua liquidez no mundo. No Brasil, o foco estava sobre as informações sobre privatização da Eletrobras (SA:ELET3) e o não fatiamento da PEC Emergencial.
J.Powell do fed repetiu que o mercado não deve esperar mudança na política monetária até que a economia esteja claramente melhorando, endossando seu suporte para a economia.
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Hoje o dólar vôo, ante os pares major e inclusive o real, o preço de 5,50 foi rompido, agora o preço está sendo negociado a 5,57 na bolsa de valores do Brasil.
Na maioria dos gráficos o padrão de alta e de baixa permanece intacto, o preço ainda mostra que tudo não passa de uma correção e a desvalorização da moeda continua a medida que o FED mantém sua política de juros perto de 0.
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Dólar fecha em 5,602
O dólar ficou próximo da estabilidade ante o real nesta segunda-feira, em um dia de oscilação a moeda ficou mais próxima das máximas do que das mínimas, reflexo de receios sobre fatiamento da PEC Emergencial e de potenciais impactos do agravamento da pandemia na atividade econômica.
O dólar à vista teve variação negativa de 0,01%, a 5,602 reais na venda. No pregão, variou de 5,5575 reais (-0,80%) a 5,611 reais (+0,15%).
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Dólar flerta com R$ 5,70
O dólar flerta com R$ 5,70 após o Banco Central vender US$ 1 bilhão no mercado à vista. Na máxima, a moeda atingiu R$ 5,6935 (+1,66%). O estrategista Jefferson Laatus, do Grupo Laatus, afirma que a alta forte responde à fuga de capitais, com estrangeiros saindo do País, após a confirmação do aumento da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos para compensar corte de impostos do diesel e gás de cozinha. Váçido lembrar que a alíquota sobre a renda das instituições no Brasil é a maior do mundo.
O presidente Jair Bolsonaro também decidiu elevar a tributação dos bancos para bancar a desoneração de PIS/Cofins sobre o diesel e sobre o gás de cozinha, medidas prometidas por ele à sua base de apoiadores após sucessivos reajustes no preço dos combustíveis.
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Dólar volta a casa dos R$5,70
O dólar volta a operar na casa dos R$ 5,70, após máxima à vista à R$ 5,7176 (+0,91%).
A alta responde à continuidade das saídas de investidores estrangeiros do País seja por causa da insegurança jurídica com possibilidade de novos aumentos de impostos ou ainda o pior, o risco de criação de novos impostos e em função ainda da vacinação lenta contra a covid-19.
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Dóalr bate R$5,77, mas fecha estável após comentário de Lira
o dólar fechou com pequeno recuo após encostar em R$5,80. A bolsa de valores, que caía 3,5%, quase reverteu o movimento na última hora de negociação e encerrou com leve baixa.
Por volta das 13h30, a divisa estava cotada a R$ 5,74 às 16h30, quando passou a cair após um comentário do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.
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Dólar fecha em alta ante real nesta sexta-feira
O dólar fechou a sexta-feira, 5, acumulando alta de 1,39% nos últimos cinco dias, a terceira semana seguida de ganhos. Assim, em 2021, a moeda norte americana tem u total de ganhos de em 9,54%, com o real mantendo o pior desempenho dos emergentes. Nem o cenário externo nem o doméstico têm ajudado o câmbio nos últimos pregões.
Por aqui a aprovação da PEC Emergencial em dois turnos no Senado, mantendo o Bolsa Família dentro do teto de gastos, trouxe alívio, mas a avaliação é que o risco fiscal segue alta no Brasil, considerando o caráter populista do presidente Jair Bolsonaro.
Nesta sexta-feira, o dólar à vista fechou em alta de 0,45%, cotado em R$ 5,6835. No mercado futuro, o dólar para abril subiu 0,41%, em R$ 5,6965.
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Dólar vai a R$5,84 pós decisão do STF
O dólar avançou contra o real nos primeiros negócios desta terça-feira, chegando a superar a marca de 5,84 reais nos primeiros minutos de pregão, com os investidores elevando a busca por segurança após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin de anular condenações impostas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O que leva a embaralhar a sucessão presidencial de 2022, gerando entre alguns investidores temores de polarização e, entre outros, de fortalecimento ainda maior de uma agenda populista.
Às 9:12, o dólar avançava 0,80%, a 5,8247 reais na venda, enquanto o contrato mais negociado de dólar futuro tinha queda de 0,88%, a 5,830 reais.
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Dólar cai ante real
O dólar norte americano começou esta quinta-feira operando em queda contra o real, em uma sessão marcada pela votação em segundo turno da PEC Emergencial na Câmara dos Deputados e intervenção do Banco Central nos mercados de câmbio, em meio a reação dos agentes do mercado aos dados sobre a inflação doméstica.
Às 10:09, o dólar recuava 0,90%, a 5,6034 reais na venda, enquanto o dólar futuro negociado na B3 perdia 1,15%, a 5,6125 reais.
Os investidores domésticos reagiam à notícia de que o IPCA disparou a uma alta de 0,86% em fevereiro, ante 0,25% no mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE. O episódio Lula não deverá ser tema importante nesse primeiro semestre, visto que as eleições ainda estão longe, e o mercado opera de acordo com os acontecimentos presentes.
No exterior, o dólar caía cerca de 0,2% contra uma cesta de moedas, após um recuo da máxima de três meses de 92,506 atingida na terça-feira, enquanto os rendimentos dos Treasuries operavam em queda. Um dos um maiores pacotes de estímulo econômico na história norte-americana, pois a Câmara concedeu aprovação final do projeto de lei de 1,9 trilhão de dólares em alívio aos efeitos da Covid-19.