Fabricado pela Nestlé, a versão brasileira da marca americana Milkmaid acabou se tornando sinonimo de leite condensado no Brasil. O produto americano era importado dos Estados Unidos desde 1890, mas era chamado informalmente pelos consumidores como "leite da mocinha" ou "leite da moça", em referência ao desenho da camponesa na embalagem. Em 1931, ele seria fabricado no país, e com o nome Moça adotado oficialmente.
A lã de aço chegou no mercado brasileiro na década de 50 e nos anos seguintes emprestou sua nomenclatura para todos os produtos similares. O nome também batiza a compahia de produtos de higiene e limpeza que a fabrica, nascida em 1948, em São Paulo.
Os cereais em flocos ficaram mais conhecidos no Brasil como sucrilhos, marca da americana Kellogg’s, fundada em 1906. Todo o setor de cereais matinais, incluindo produtos da concorrência como a Nestlé e a Alca Foods, responde ao nome.
O nome “Durex” foi usado pela primeira vez para batizar fitas adesivas em 1946, por causa do produto fabricado pela empresa de mesmo nome no Brasil. O filme plástico é feito de celofane e entre outros nomes formais, pode ser chamada de fita gomada ou fita-cola - mas na prática a marca prevaleceu no imaginário dos consumidores.
Para proteger a pele de pequenos ferimentos, um funcionário da Johnson & Johnson criou, em 1920, um curativo auto-colante, esterilizado e capaz de manter a umidade natural da pele. A marca escolhida, Band-aid, tornaria-se mais tarde sinonimo de curativos adesivos.
O caso mais recente de adoção de uma marca para nomear todo um setor o do nome registrada pela Kawasaki para “moto aquática”, o Jet-Ski, no Brasil. A montadora chegou a reclamar formalmente do uso de sua propriedade intelectual registrada para designar genericamente os veículos numa cobertura de acidentes em 2012.
O ácido acetilsalicílico sintético, fabricado pela Bayer, é marca registrada em 80 países, entre eles o Brasil, onde acabou tornando-se sinônimo para o principio ativo. Na Europa, a indústria perdeu os direitos de uso após a Primeira Guerra Mundial, como reparação de guerra aos países aliados no Tratado de Versailles.
São Paulo - Olympus, Volvo, o e-reader Nook e a Mitsubishi estão entre as marcas que podem desaparecer em 2014. A afirmação vem da publicação 24/7 Wall St., que aponta, anualmente, as dez marcas que podem ser riscadas das prateleiras e lojas num período de 12 meses.
Segundo a publicação, a lista desse ano reflete “a natureza brutalmente competitiva de certas indústrias e a importância de não ficar para trás em eficiência, imagem e inovação”.
De câmeras fotográficas que perdem espaço para celularesà e-readers que se esvaneceram diante da concorrência, setores novos e antigos ficam lado a lado com o sinal vermelho ligado. Confira a seguir a lista completa de quem está quase finado - e os motivos da crise.
30-07-2013, 02:40 PM
Trader Lusitano
Olympus
A maré continua cinzenta para as empresas de câmeras fotográficas. Enquanto líderes do segmento, como Canon e Nikon, continuam lutando para se manter rentáveis, o mercado viu suas vendas mundiais caírem 18%. Para a Olympus, o cenário não é nada melhor: a marca, que tem 7% do market share mundial, espera queda de quase metade de suas unidades vendidas.