Já vi A história da Eternidade, recomento!
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Já vi A história da Eternidade, recomento!
Muito interessante esse Podres de Ricos.
Vou escrever uma breve resenha sobre o filme Homem Aranha de volta ao lar.
Toni Stark e Piter Park formaram a dupla perfeita. Toni constrói um novo uniforme para o spider man, com muito mais atributos que os uniformes em versões passadas, teias eletricas e até granada de teias. Piter, mais jovem e ainda no colegial, tem sua credibilidade testada por Stark quando o garoto passa por cima das regras impostas pelo mentor, e sozinho vai atrás dos vilões que tentam roubar as armas que Toni cria. Interessante, tomara que haja mais versões neste estilo nos próximos lançamentos da Marvel.
Polêmico e repleto de significações. Este é mãe!, suspense estrelado por Jennifer Lawrence e que acaba de chegar ao Telecine Play. Dirigido por Darren Aronofsky, o longa traz questões como o fanatismo religioso e o culto à celebridade.
A trama reúne o profano e o sagrado para mostrar como as vidas de uma mulher (Lawrence) e seu marido (Javier Bardem) mudam com a chegada de inesperados visitantes em sua casa. As estranhas presenças, na verdade, escondem o verdadeiro motivo para estarem no local. O filme ainda conta com as participações de Michelle Pfeiffer e Ed Harris no elenco.
O Festival de Veneza começa nesta quarta-feira (29) com uma viagem íntima e repleta de desafios no filme "O primeiro homem", do diretor americano Damien Chazelle. A trama tem Ryan Gosling no papel do astronauta Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua.
Com as poucas imagens existentes do evento histórico de julho de 1969, dominada pela respiração e os silêncios de quem sabe que cumpre uma missão única, o filme combina todos os elementos para se tornar um sucesso de bilheteria: desafios, dor, competição, sonhos, poder e até os protestos que aconteceram naquele período.
"É incrível hoje em dia que se tenha tão poucas imagens desse episódio: uma ao vivo pela televisão, em preto e branco, de baixa definição", brincou o diretor de 33 anos, responsável também por "Whiplash" (2014) e "La La Land" (2016).
O filme, que abre a mostra competitiva de Veneza, reconstitui os sentimentos de um piloto reflexivo e reservado, o comandante da Apolo 11.
https://cdn.ome.lt/tPOYQ_x2bQ5qch07f...-honesto-2.jpgPolítica não é um dos assuntos mais fáceis de se trabalhar, qualquer que seja a mídia. Mas, em um período em que os humores estão tão sensíveis, a tarefa pode se provar ainda mais difícil. Leandro Hassum, o diretor Roberto Santucci e o roteirista Paulo Cursino já mostraram que sabem combinar o tema com a comédia em O Candidato Honesto e, quatro anos depois, continuam sem pudor para fazer piadas com os escândalos de corrupção.
Novamente em ano eleitoral, o trio volta a brincar com os desdobramentos da história recente do Brasil para narrar mais uma tentativa de João Ernesto de assumir a presidência. Dessa vez, porém, a honestidade não é o principal empecilho nos planos do antigo deputado, e sim o próprio jogo político.
O grande mérito de O Candidato Honesto 2 está na proposta de fazer humor pela identificação. Presente já no primeiro filme, as referências a pessoas e eventos estão agora ainda mais fortes dentro da narrativa. Na realidade, Cursino praticamente pauta os rumos da história do seu protagonista a partir dos momentos mais emblemáticos do noticiário político. Assim, João encarna ora o ex-presidente Lula no depoimento a um juiz federal, ora Dilma Rousseff em uma guerra perigosa com o seu vice. Mesmo os personagens que orbitam essa jornada são também paródias de players importantes do cenário político - Michel Temer, por exemplo, é o vampiresco Ivan Pires, enquanto Jair Bolsonaro é Pedro Rebento.
Com essa estratégia e se valendo do improviso de Hassum, o longa constrói um subtexto crítico divertido que cumpre o que se propõe, isto é, gera uma reflexão sobre o absurdo dos últimos acontecimentos. No entanto, na ânsia de incluir tantos episódios, a trajetória de João Ernesto fica cansativa e picotada, quase como se fosse uma combinação de várias esquetes. Faltou síntese para que a trama fosse mais uniforme. Não só no roteiro, mas também na direção dos humoristas - mais de uma vez o improviso se estende demais e a piada perde a graça.
Porém, talvez a falha mais visível do roteiro seja a narrativa que corre em paralelo, centrada na jornalista Amanda. Toda a esperteza para as piadas políticas passa longe da jornada idealista da personagem, que de tão inocente chega a ser boba. Essa é uma questão que se estende desde o longa de 2014 e, no fundo, tem como origem o fato de que a repórter é mal escrita e pouco interessante. Rosanne Mulholland, que assumiu o papel a partir desse filme, faz o que pode, mas é difícil quando o material de base não ajuda. Embora a ideia seja que Amanda sirva como a consciência do João Ernesto e um eventual par romântico, no final ela é bastante descartável.
Em contrapartida, a adição de Cassio Pandolfh como Ivan Pires é mais do que bem-vinda. O personagem é facilmente um dos melhores elementos da sequência, não somente por brincar com uma comparação recorrente nas redes sociais, mas porque cria um contraste muito claro com a figura do João Ernesto. Pandolfh, mais do que imitar bem Temer, traz uma seriedade ao caos cômico que, ironicamente, é muito engraçada.
Nesse sentido, O Candidato Honesto 2 tem tiradas melhores, mas, ainda assim, não se livra dos problemas do primeiro filme. Além de repetir as piadas sobre a orientação sexual de Marcelinho (Victor Leal), como se ser gay fosse motivo de riso, a continuação extrapola ao reproduzir outros preconceitos e estereótipos.
Considerando que João Ernesto é uma pessoa comum, é compreensível que ele tenha suas imagens pré-concebidas sobre a sociedade. Mas, sem que ele tenha um momento de realização sobre como nem tudo é preto no branco, a decisão de ser “politicamente incorreto” se prova nada revolucionária. Somente, em algumas ocasiões, desrespeitosa com o próprio público.
meio que apropriado para esta época de eleições aqui.
No mínimo interessante.
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O ex-guerrilheiro e ex-presidente uruguaio José Mujica chegou n último domingo (2) ao Festival de Veneza para a estreia do documentário do diretor sérvio Emir Kusturica, "El Pepe, una vida suprema", dedicado à sua visão de mundo, suas convicções políticas e éticas.
Mujica, de 83 anos, que está há quase uma semana na Itália, onde se reuniu com políticos e participou de encontros públicos em diferentes cidades para apresentar o seu livro em italiano "Una oveja negra en el poder", desembarcou no Lido de Veneza no dia da estreia de outro filme inspirado em sua vida: "La noche de 12 años", do uruguaio Álvaro Brechner.
O filme sobre os horrores da ditadura, cuja exibição não assistiu, conta seu dramático e longo encarceramento em condições terríveis, sua luta para sobreviver, o valor da introspecção, da profunda solidão em que viveu por mais de um década nos calabouços da ditadura militar.
"Você aprende com o que você vive, não com o que contam.", explicou Mujica em uma entrevista à rádio italiana na qual falou sobre a América Latina, Europa e sua relação com o poder.
https://cabanadoleitor.com.br/wp-con...adaptation.jpgO ator que já foi o superman no cinema Henry Cavill será protagonista de “The Witcher” no papel de Geralt de Rivia. A série é uma adaptação da saga literária de mesmo nome do polonês Andrzej Sapkowski Dream.
Na trama de The Witcher, o personagem de Cavill é um caçador de monstros solitário, que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas são piores que as feras. Quando o destino leva Geralt de Rivia a uma poderosa feiticeira e a uma jovem princesa com um perigoso segredo, os três precisam aprender a cruzar juntos o volátil Continente.
A série será gravada no Leste Europeu, principalmente na Polônia, e tem previsão de estreia para 2020.
A direção dos oito episódios da primeira temporada será dividida por Alik Sakharov ("House of Cards"), Alex Garcia Lopez ("Demolidor") e Charlotte Brändström ("Johan Falk"). A produção executiva é de Lauren Schmidt Hissrich.
"A freira", terror derivado do universo de "Invocação do mal", dominou as bilheterias brasileiras no primeiro fim de semana de exibição.
Entre quinta-feira (6) e este domingo (9), mais de 1,5 milhão de pessoas compraram ingressos para assistir à história da assombração, que apareceu pela primeira vez em "Invocação do mal 2" (2016). O faturamento no período chegou aos R$ 25 milhões.
"Os Jovens Titãs em ação! Nos cinemas", sátira dos filmes de super-heróis que liderou na última semana, caiu para o segundo lugar. A animação acrescentou R$ 3,9 milhões à arrecadação, com 261 mil espectadores no feriadão.
A lista segue com "Alfa" (R$ 3,2 milhões), "Crô em família" (R$ 2.3 milhões), "O candidato honesto 2" (R$ 1,8 milhão), "Megatubarão" (R$ 1,2 milhão), "Deus não está morto - Uma luz na escuridão" (R$ 845 mil), "O protetor 2" (R$ 564 mil), "Mamma mia: Lá vamos nós de novo!" (R$ 299 mil) e "Slender Man - Pesadelo sem rosto" (R$ 293 mil).
http://img.dgabc.com.br/Imagens/2018...pg?largura=945“O Grande Circo Místico” é o filme indicado pelo Brasil para disputar uma vaga no Oscar 2019. O longa de Cacá Diegues concorreu com outras 21 obras e tenta agora um entre os cinco lugares na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira da premiação.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (10), na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A divulgação do filme brasileiro escolhido para a disputa foi feito após uma reunião da Comissão Especial de Seleção.
Ela é formada por membros indicados pela Academia Brasileira de Cinema: Lucy Barreto (presidente), Bárbara Paz, Flavio Ramos Tambellini, Jeferson De, Hsu Chien Hsin, Katia Adler e Claudia Da Natividade.
Os indicados ao prêmio serão revelados no dia 22 de janeiro e o Oscar 2019 será em 24 de fevereiro.
"O Grande Circo Místico" é estrelado por brasileira Mariana Ximenes, Bruna Linzmeyer, Jesuíta Barbosa, Juliano Cazarré e Antonio Fagundes. O filme é inspirado em um poema de Jorge de Lima e estreia em 15 de novembro nas telas. As músicas são de Chico Buarque e Edu Lobo.
Rodado em 2015, em Lisboa, o longa é uma coprodução Brasil, Portugal e França. A história é sobre cinco gerações de uma família dona de um circo criado em 1910.
Um dos personagens centrais é Celaví (Jesuíta Barbosa), o mestre de cerimônias. A trama mostra a família Kieps, do início do envolvimento com a arte circense, passando pela decadência e pelos dias atuais.
Além de tentar a vaga no Oscar, "O Grande Circo Místico" foi exibido no Festival de Cannes, dentro da Sessão Especial da 71ª edição, e abriu o Festival de Gramado.
Confira a lista dos 22 filmes que estavam na disputa:
"Além do Homem", de Willy Biondani
"Alguma Coisa Assim", de Esmir Filho e Mariana Bastos
"O Animal Cordial", de Gabriela Amaral Almeida
"Antes que Eu Me Esqueça", de Tiago Arakilian
"Aos Teus Olhos", de Carolina Jabor
"As Boas Maneiras", de Juliana Rojas e Marco Dutra
"Benzinho", de Gustavo Pizzi
"Canastra Suja", de Caio Soh
"Como é Cruel Viver Assim", de Julia Rezende
"Dedo na Ferida", de Silvio Tendler
"Encantados", de Tizuka Yamasaki
"Entre Irmãs", de Breno Silveira
"Ex-Pajé", de Luiz Bolognesi
"Ferrugem", de Aly Muritiba
"Não Devore Meu Coração!", de Filipe Bragança
"O Caso do Homem Errado", de Camila de Moraes
"O Desmonte do Monte", de Sinai Sganzerla
"O Grande Circo Místico", de Cacá Diegues
"Paraíso Perdido", de Monique Gardenberg
"Talvez uma História de Amor", de Rodrigo Bernardo
"Unicórnio", de Eduardo Nunes
"Yonlu", de Hique Montanari
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/i...SOIOjUaAojeGpATodos fomos pegos de surpresa na última quarta-feira (13), quando o THR liberou uma matéria dizendo que Henry Cavill não mais seria o Superman. Desde então, a própria Warner Bros lançou uma declaração oficial afirmando que o ator ainda está em negociações no estúdio, mas não houve nenhuma afirmação propriamente dita sobre a renovação de contrato do ator.
Agora, uma nova informação surgiu de fonte do Revenge of the Fans, que chegou a acertar algumas informações anteriormente, como uma possível aparição do Superman em Shazam (o que não deu certo, mas foi negociado) e o foco da Warner em um filme da Supergirl.
“Há muitas coisas acontecendo. Não é uma decisão final. Alguém falou cedo demais nessas negociações. Alguma coisa aconteceu na noite passada é o que estou escutando”, revelou a fonte do site.
Parece, como foi dado a entender na declaração da Warner, que o estúdio ainda negocia com Cavill, que pode ou não continuar no papel. Considerando que não há filmes planejados do Superman, pode ser que se passe um bom tempo até descobrirmos mais sobre o futuro do ator nos filmes da DC.
Segundo a reportagem original, a Warner estava tentando fazer com que Henry Cavill tivesse uma participação especial em Shazam!, mas as negociações entre os representantes do ator e a Warner não deram certo, fechando as portas para futuras aparições de Cavill como o Superman.
Nicolas Cage poderia ou pode ser o superman, mas segundo o astro prefere não correr atrás.
Houve uma época em que Nicolas Cage quase interpretou o Superman nos cinemas. Isso aconteceria nos anos 1990 no longa Superman Lives, que seria dirigido por Tim Burton e mostraria um herói diferente do usual.
Embora o projeto tenha sido cancelado há muito tempo, algumas pessoas ainda estão curiosas em saber se Cage aceitaria interpretar o herói no cinema (o personagem é o herói favorito do ator, que deu o nome de Kal-El ao seu filho).
Entretanto, em entrevista à Variety, Cage foi curto e grosso: “Não, não mesmo”.
O ator, porém, não deixou de demonstrar entusiamos quando questionado se viu o filme da Liga da Justiça, demonstrando ainda ser fã dos heróis: “Eu vi. Eu achei divertido. É tudo que vou dizer” disse o ator. Você já imaginaram o ator de Superman, no mínimo diferente, vocês não acham?
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https://observatoriodocinema.bol.uol...02/joaquin.jpgTodd Phillips, diretor do próximo longa sobre o Coringa, ainda sem título oficial, compartilhou em suas redes sociais neste domingo (16) a primeira imagem do ator Joaquin Phoenix como o personagem —antes de sua "transformação".
Na foto, Phoenix aparece ainda com a cara lavada, sem a característica maquiagem de Coringa. Na legenda, o diretor escreveu "Arthur", nome do personagem antes de se transformar no vilão.
Marc Maron e Zazie Beetz também integram o elenco do longa. Robert De Niro negocia uma possível participação no papel de um apresentador de TV, segundo a revista Variety. O filme deve estrear no final de 2019.
Enquanto isso, o personagem pode ser visto em outras produções, a mais recente delas da Warner, que adapta às histórias da DC. Em "Esquadrão Suicida" quem dá vida ao vilão é Jared Leto —que foi confirmado para o papel em um longa sobre o Coringa que também será produzido pela Warner.
Deste modo, é possível que, nos próximos anos, possamos acompanhar diversas versões da história passada do personagem, o que não deve ser um problema. Criado como vilão dos quadrinhos do Batman, existem diversas especulações sobre quem teria sido Arthur antes de se transformar.
Uma das versões mais aceitas é a criada pelo cartunista Alan Moore, na graphic novel "Batman: A Piada Mortal", em 1988. Nela, Arthur seria um químico descontente que larga seu trabalho para seguir carreira como comediante.
Frustrado e sem dinheiro, ele aceita então participar de um assalto à sua antiga empresa. No dia do assalto, seu filho e sua esposa morrem e ele é coagido a participar da emboscada. Durante o crime, ele tem a face deformada e, depois disso, enlouquece e passa a ser o Coringa que conhecemos.
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Este filme surpreendeu-me muito. A primeira vista deduzi que fosse algo como La casa de papel, ou Assalto ao Bancon Central. Mas enganei-me. O filme é uma aula sobre arte e no roteiro há obras artisticas incríveis com monalisa, pontilismo e até o primeiro livro impresso por Gutemberg em 1450. Confere a sinopse.
"Crunch Calhoun (Kurt Russell), um motociclista e ocasionalmente ladrão, é preso após ser traído por Nicky Calhoun (Matt Dillon), seu irmão e parceiro no crime. Algum tempo depois, ele deixa a cadeia e logo se reúne com Nicky para um novo e audacioso golpe: O roubo dos livros mais valiosos do mundo."
Se tens um tempo livre, vale a pena assisti-lo.
O filme é inspirado na história real de Bernard Madoff, também conhecido como Bernie Madoff, um dos maiores investidores de Wall Street. Condenado por uma das mais longas fraudes já descobertas, ele foi responsável por uma sofisticada operação, conhecida como Esquema Ponzi, considerada a maior fraude financeira da história dos Estados Unidos. Fica claro entender como funciona o esquema de pirâmide financeira, que promete rendimentos altos, mas no fundo não passa de um golpe.
É interessante ver como ele conseguiu manter o esquema por tantos anos, enganar tantas pessoas com suas mentiras, inclusive reguladores norte-americanos. E como se deu a descoberta da fraude por uma jornalista o que levou a prisão e condenação de Madoff a 150 anos em uma cadeia de segurança máxima.
O renomado ator Robert De Niro interpreta Madoff no papel principal. O filme ainda conta com atuações de Michelle Pfeiffer como a esposa de Madoff, Ruth. Vale a pena assistir!
http://www.jedinews.co.uk/wp-content...ny-696x467.jpgApós semanas de negociações e notícias, a The Walt Disney Company confirmou hoje a compra de algumas divisões da 21st Century Fox.
No comunicado oficial, as empresas confirmam que o acordo inclui a Twentieth Century Fox Film, Fox Searchlight Pictures, Fox 2000, os estúdios de TV, junto com os negócios internacionais de TV a cabo. O valor aproximado da negociação é de US$ 52.4 bilhões. A Disney afirma no texto que a compra possibilitará a criação de mais conteúdos, possivelmente para seu serviço de streaming, que tem lançamento previsto para 2019.
Já a 21st Century Fox vai separar empresas como Fox News Channel, Fox Business Network, FS1, FS2 e Big Ten Network e formar uma nova companhia, que será divulgada para seus acionistas em breve. Dentro da negociação, a Disney também confirma que assumirá algumas dívidas da Fox, estimadas em US$ 13.7 bilhões.
Sobre as produções em si, o comunicado cita que a Disney tem agora filmes e franquias remonadas do estúdio, como Avatar, X-Men, Quarteto Fantástico, Deadpool, A Forma da Água, novo longa de Guillermo del Toro, entre outras. Na parte de TV, que inclui FX, Twentieth Century Fox Television e Fox21, o acordo inclui The Americans, This is Us, Modern Family, O Simpsons, entre outras produções. A Disney também assume a Fox Sports e as partes da Fox no Hulu.
"A compra dessa estelar coleção da 21st Century Fox reflete o aumento da demanda dos consumidores por uma rica diversidade de experiências de entretenimento, que são mais convincentes, acessíveis e convenientes do que nunca", afirmou Robert A. Iger, chefe executivo da The Walt Disney Company.
Para finalizar, o comunicado diz que essa é uma oportunidade para a Disney reunir X-Men, Quarteto Fantástico e Deadpool com a "família Marvel".
http://clubedaspipocas.com.br/wp-con...e-752x440.jpegO filme é uma adaptação do primeiro da coleção de John Bellairs, um dos mais consagrado autores juvenis dos Estados Unidos.O mistério do relógio na parede é um de seus livros mais conhecidos.
Qual o mistério no incessante tique-taque das paredes da mansão do assustador bruxo Izard? Lewis, um esperto garoto de dez anos, seu tio Jonathan, expert em magia, e a enxerida vizinha Sra. Zimmermann vão tentar desvendar este enigma.
O mistério do relógio na parede é história de aventura e mistério que é em partes um tanto engraçada… Tudo começa quando um garoto de dez anos, chamado Lewis Barnavelt, se muda para casa de seu tio, Jonatham, pois segundo este seus pais haviam morrido em um acidente de carro.
Rapidamente, Lewis se apega com seu tio e sua vizinha a Sra. Zimmerman, uma senhora um pouco fora do comum… Certo dia por acaso, Lewis Barnavelt encontra na mansão de seu tio uma biblioteca cheia de livros mágicos e não se dando bem na escola, com medo de perder seu único amigo, decide realizar um feitiço para trazer os mortos de voltas afim de impressioná-lo e tornar-se merecedor de sua amizade.
É aí que se inicia uma grande aventura cheia de mistério, suspense e acontecimentos cômicos. Para quem gosta do gênero, e devorou os livros e assistiu a todas as aventuras do bruxinho Harry Potter é uma boa opção!
Uma adaptação cinematográfica da obra dirigida por Eli Roth tem estréia prevista para 20 de setembro de 2018. Owen Vaccaro viverá o protagonista Lewis Barnavelt e contracena com Jack Black, no papel do tio, e Cate Blanchett, como a vizinha Sra. Zimmerman. Ansiosos?!
Os planos da Disney de adiar o lançamento de projetos futuros de "Star Wars" foram aprovados pelos fãs, que também esperam que os novos filmes da franquia multibilionária sejam mais criativos.
Surpreendendo ao admitir que a sequência de filmes e derivados do universo "Star Wars" podem estar cansando os fãs, o executivo-chefe da Walt Disney, Bob Iger, disse que foi um erro lançar um filme novo a cada ano.
"Acho que o erro que cometi – assumo a culpa – foi (lançar) um pouco demais e rápido demais", disse Iger à revista Hollywood Reporter em uma entrevista publicada na quinta-feira. "Podem esperar uma certa desaceleração, mas isso não significa que não faremos filmes".
"Acho que seremos um pouco mais cautelosos com o volume e o cronograma", acrescentou.
Scott Collura, editor-executivo do site de entretenimento IGN, considerou a redução do ritmo "uma vitória para os fãs", lembrando da expectativa que existia no passado quando havia intervalos longos entre os filmes.
"Não vai nos matar não ter um novo filme 'Star Wars' em 2020", escreveu Collura em um artigo.
Desde 2015 a Disney lançou dois de três títulos planejados com base em personagens criados pelo diretor George Lucas em 1977, além de dois filmes derivados da saga.
O comentário de Iger veio na esteira da reação decepcionante ao lançamento de maio "Han Solo: Uma História Star Wars", que trata das origens do contrabandista Han Solo. A produção rendeu 400 milhões de dólares em todo o mundo, bem menos do que os 2 bilhões de "Star Wars: O Despertar da Força", de 2015, e do 1,3 bilhão de "Star Wars: Os Últimos Jedi", de 2017.
Aqueles que têm a imagem de David Harbour como o doce e corajoso detetive Hopper, de Stranger Things, podem ficar um pouco chocados com o físico e a imagem do ator após se transformar no icônico Hellboy.
O novo filme do anti-herói terá como base o arco A Ascensão da Rainha de Sangue, nos quais o protagonista precisará enfrentar Nimue, vivida por Milla Jovovich (Resident Evil).
Na trama, Nimue, conhecida como a Rainha de Sangue, era considerada uma das maiores bruxas britânicas a viver na era do Rei Arthur. Em uma relação com Merlin, ela aproveitou a afeição do feiticeiro para aprender alguns de seus feitiços e o aprisionou.
Após a morte de Merlin, contudo, ela enlouqueceu e até as outras bruxas decidiram que seria melhor matá-la, para evitar tudo que a vilã pode fazer.
Além do pôster, outras duas imagens já tinham dado uma prévia do visual do protagonista.
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Além de Harbour e Jovovich, o elenco ainda conta com nomes como Ian McShane (American Gods). A direção é assinada por Neil Marshall (Westworld, Constantine, Game of Thrones).
Hellboy tem estreia marcada para o dia 12 de abril de 2019.
https://static.gamespot.com/uploads/...untitled-4.jpgEddie Brock, personagem vivido peço ator indicado ao oscar Tom Hardy, é um jornalista investigativo, que tem um quadro próprio em uma emissora local. Um dia, ele é escalado para entrevistar Carlton Drake (Riz Ahmed), o criador da Fundação Vida, que tem investido bastante em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais para a humanidade. Após acessar um documento sigiloso enviado à sua namorada, a advogada Anne Weying (Michelle Williams), Brock descobre que Drake tem feito experimentos científicos em humanos.
Ele resolve denunciar esta situação durante a entrevista, o que faz com que seja demitido. Seis meses depois, o ainda desempregado Brock é procurado pela dra. Dora Skirth (Jenny Slate) com uma denúncia: Drake estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos, muitos deles mortos como cobaias.
Lá ele é infectado, e a criatura e o infectado se misturam, sem saber quem domina quem, segundo a critica o filme tem efeitos questionáveis e uma narrativa absolutamente esquemática.
Melhor conferir naas telas e tirar suas própias conclusões!
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A história de super-heróis "Venom", com Tom Hardy no papel principal, arrecadou 80 milhões de dólares, superando as previsões iniciais.
"Venom" quebrou o recorde de lançamento para o mês de outubro, superando os 55,8 milhões de dólares de "Gravidade". "Venom" e o aclamados pela crítica "Nasce uma Estrela" foram capazes de atrair espectadores bem além de seus públicos principais.
As estreias levaram o valor total arrecadado no fim de semana a cerca de 174 milhões de dólares, ou 15 por cento acima da antiga melhor marca para o mês, de 151,5 milhões de dólares, em 2015, quando "Perdido em Marte", de Matt Damon, foi lançado, segundo a comScore.
https://cdn.ome.lt/bO26v-er-Dwq82QVo..._is_born_2.jpg“Talento todos têm. A diferença está em quem tem algo a dizer”, explica Jackson Maine (Bradley Cooper) sobre o que define uma estrela. Ele enxerga esse algo mais em Ally (interpretada por Lady Gaga), uma cantora resignada ao espaço que tem para se apresentar em um bar de Drag Queens.
A história de Nasce uma Estrela é clássica, não só por ser esse o quarto filme a contá-la (depois das versões anteriores de 1937, 1954 e 1976). É um conto de fadas. A fama assume o lugar da fantasia e o felizes para sempre é um momento, não a eternidade. Ally é a Cinderela e Jackson é tanto fada-madrinha como príncipe encantado.
Na sua estreia como diretor, Bradley Cooper mantém essa estrutura, mas seu interesse está mais nas relações entre seus personagens - entre si ou com a música - do que nos percalços da fama. Isso garante ao novo Nasce Uma Estrela profundidade emocional ímpar, mas limita seu alcance pelas obrigações de uma história que já foi contada.
Enquanto Ally ascende, Jackson decai, mas essa transição se torna desimportante. É no palco, durante as canções, ou nos diálogos íntimos, seja entre amantes, pais ou irmãos, que o filme se sobressai. A palavra, dita ou cantada, é a fundamental no longa, assim como a sua entrega. Gaga, Cooper, Sam Elliot (Bobby, o irmão mais velho de Jackson) e Andrew Dice Clay (Lorenzo, o pai de Allie) dominam cada nota, mesmo quando não cantam uma palavra em cena. Nasce Uma Estrela segue a cartilha musical dentro de um drama: os personagens se desenvolvem em pequenos momentos catárticos, seja no palco ou dentro de um carro.
Cooper, ancorado pela direção de fotografia de Matthew Libatique, capta o apelo da performance pela perspectiva de quem está no palco e também do público. O filme não apenas diz que seus protagonistas são estrelas, mostra. A direção musical, somada ao alcance da voz de Gaga e o talento inesperado de Cooper como cantor, elevam essa constatação visual: o filme é um espetáculo de fato.
A ascensão de Ally, contudo, é mais interessante do que seu sucesso. Conforme o longa segue as linhas estabelecidas pelos seus predecessores, Nasce uma Estrela perde a intensidade. Há um grande esforço para distanciar Gaga da sua personagem, mas quando a narrativa a transforma em diva pop, a versão ficcional se torna uma paródia da cantora. Se no primeiro e segundo atos a estrela de Ally brilha, no terceiro se torna questionável. Suas escolhas não parecem suas, mesmo quando ela diz que são. Do outro lado, a decadência de Jackson a torna ainda mais alheia ao que acontece ao seu redor.
A nova versão de Nasce uma Estrela poderia ter se atualizado para além da inclusão de celulares e redes sociais, tornando a Estrela do título menos reativa. Ainda assim, a habilidade de Cooper para criar vínculos afetivos em tela, com seus personagens e com a música, torna o filme mais do que um remakeque tem para dizer vale a pena ser ouvido.
https://s2.glbimg.com/fMLqPNlIoajQ2w...eiro-homem.jpgEm O Primeiro Homem, Damien Chazelle toma o caminho oposto para narrar a chegada do homem à Lua. Pela ótica de Neil Armstrong, o filme observa calmamente a trajetória de oito anos até que o grande passo para a humanidade fosse dado.
É uma abordagem sustentada tanto pelo protagonista - um homem de pouquíssimas palavras e expressões -, como pelas escolhas de Chazelle e do roteirista Josh Singer (baseado no livro de James R. Hansen). O diretor, Linus Sandgren dá preferência para luz natural e simula um documentário para fugir da idealização dos eventos - o ponto de vista é próximo, reproduzindo a percepção dos envolvidos. As situações registradas são pessoais e também burocráticas, o que acentua a noção de que a chegada à Lua foi um processo longo, difícil e, em boa parte do tempo, chato.
Pode-se notar que é um momento cuja importância depende da longa preparação que o antecede para ser mais do que mero conceito. Chegar à Lua foi a realização de muito trabalho e sacrifício, não de algumas doses de heroísmo. O mais importante, é entender como um homem rompeu barreiras para todo um planeta e continuou a ser apenas humano.
Essa relação está implícita na famosa frase de Armstrong - “Um pequeno passo para o homem, um grande passo para humanidade”. O feito coletivo é grandioso e histórico, mas sua realização depende de esforços individuais, tanto de astronautas e engenheiros, como das suas famílias.
Mantendo o senso prático, o filme constrói uma base emocional sólida sem recorrer a clichês. Feito do roteiro, que evita discursos sentimentais fabricados, e do elenco. Se Ryan Gosling se encaixa perfeitamente no charme inexpressivo de Armstrong, Claire Foy dá força para a representação de Janet, sua esposa. Dramas cotidianos se misturam a conquista do espaço em plena Guerra Fria, reforçando as contradições de um homem corajoso o suficiente para realizar o impossível, mas incapaz de ter uma conversa franca com os filhos.
O filme não pode ser uma biografia propriamente, mas não popde-se dizer que é pura ficção cientifica. Mas, o resultado, contudo, deixa uma marca tão duradoura quanto as pegadas de Armstrong e Aldrin, que permanecem até hoje na superfície lunar.
Curioso para tirar as suas próprias conclusões, confira filme.
http://www.ilsussidiario.net/img/_TH...umb660x453.jpg
Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros, Brian May, Roger Taylor e John Deacon mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas.Assim, se resume o enredo da Biografia que retrata a história da banda britânica.
O elenco principal conta com Rami Malek (Freddie Mercury), Ben Hardy (Roger Taylor), Gwilym Lee (Brian May) e Joseph Mazzello (John Deacon). O filme acompanha a banda desde começo até a apresentação histórica no Live Aid em 1985.
A 20th Century Fox Music divulgou um vídeo revelando o processo de mixagem da versão da música que dá título ao filme Bohemian Rhapsody. Para a versão do longa, a música contou com frases enviadas por fãs. Confira aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Ijxu...ature=youtu.be
Bryan Singer foi substituído por Dexter Fletcher na direção do longa, que terá Brian May e Roger Taylor como produtores-executivos. A estreia está marcada para 1º de novembro.
https://i-invdn-com.akamaized.net/tr...PEE9M1NN_L.jpgNa última temporada de "House of Cards", da Netflix (NASDAQ:NFLX), Frank Underwood está fisicamente ausente, depois de ter morrido inesperadamente durante o sono. Mas o fantasma do político inescrupuloso interpretado por Kevin Spacey assombra sua esposa e sua jovem presidência.
Os roteiristas da aclamada série dramática tiveram que repensar a história depois das acusações de abusos sexuais contra Spacey que levaram à sua saída da série que transformou a Netflix em um grande representante da produção nobre da televisão. O final da saga dos Underwoods, que segundo os produtores é uma temporada de "avaliação", chegará à plataforma no dia 2 de novembro.
Na conclusão da última temporada, a esposa de Frank, Claire, interpretada pela atriz Robin Wright, olhava para a câmera e declarava "Minha vez", marcando uma alternância de poder enquanto ela se tornava a primeira mulher presidente dos Estados Unidos.
Depois da saída de Spacey, os produtores executivos e roteiristas Frank Pugliese e Melissa James Gibson disseram que os envolvidos no programa sentiam que queriam continuar com uma sexta e última temporada.
"Parecia impossível, inaceitável acabar daquele jeito", disse Pugliese em uma entrevista.
Os oito novos episódios não giram em torno da ausência de Frank. O primeiro episódio revela sua morte durante o sono no início, mas deixa a causa da morte como o assunto de um mistério permanente.
"Seria muito desonesto tentar apagá-lo essencialmente como um personagem", disse Gibson. "Eu acho que isso não honraria as raízes da série".
Spacey foi indicado cinco vezes ao Emmy por seu papel em "House of Cards". Mas em novembro do ano passado a Netflix rapidamente cortou seus laços com o ator após alegações de abusos sexuais aparecerem. Ele foi acusado por mais de 20 homens e não disse nada publicamente sobre as acusações desde um pedido de desculpas ao seu primeiro acusador em outubro de 2017.
https://www.cafecomfilme.com.br/imag...alloween03.jpgHalloween (2018) e uma continuação direta do filme original, lá de 1978, e comeca depois dos eventos da fatídica noite de terror em que Michael Myers saiu em um rompante homicida. Dezesseis anos se passaram e com o maníaco preso em uma instituição mental, uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para gravar seu podcast em uma série de reportagens sobre Michael Myers e suas vítimas.
Depois de um encontro pouco produtivo com Myers e seu novo psiquiatra, Dr. Sartain (Haluk Bilginer) — que assumiu os cuidados de Michael depois da morte do Dr. Loomis — a dupla resolve entrevistar o outro lado dessa psicose, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis). Depois de sobreviver ao ataque, a garota desenvolveu uma paranoia que obviamente afetou, e ainda afeta, toda e qualquer forma de relacionamento, especialmente com sua filha Karen (Judy Greer) e neta Allyson (Andi Matichak). Reclusa, Laurie treina e prepara a sua casamata na qual espera sempre alerta por um eventual retorno de seu atormentador.
Como era de se esperar, bem a tempo da noite do Dia das Bruxas, Michael Myers escapa da prisão e retoma seu caminho de sangue até Laurie, deixando uma boa quantidade de corpos pelo caminho. Agora, Laurie, que já é avó, e sua família tem que encarar o seu maior medo, o retorno do bicho-papão em pessoa, Michael Myers, o monolítico psicopata silencioso com a sua máscara inexpressiva de William Shatner.
O filme está longe de ser um fracasso, é, é recheado de sangue,e assassinatos, pois se trata de um assasino real e não um suposto fantasma.
O filme tem muitas temas a abordar, mas prefere focar em Myers e Laurie, mas, o positivo de tudo isso, o momento de empoderamento intergeracional feminino, colocando mãe, filha e neta juntas para superar um terror do passado. No fim, não há nada de novo no fronte, Halloween (2018) tem algumas boas ideias, mas se quer se dá ao trabalho de explorá-las Uma pena, visto que tecnicamente, a direção de David Gordon Green traz alguns elementos muito interessantes na fotografia, no ritmo (obviamente inspirado no estilo de Carpenter) e especialmente no plano sequência que acompanha um dos ataques de Michael,e uma trilha sonora interessante. No mais, confira nas telas, e expresse sua própria opinião sobre a trama.
https://www.hindustantimes.com/rf/im...8d9ee048bd.PNGO veterano comediante inglês Rowan Atkinson, o Mr. Been, retorna pela terceira vez ao personagem do atrapalhado agente secreto Johnny English.
Quando inúmeros atentados cibernéticos acontecem na Inglaterra, é exposta na internet a identidade de todos os agentes da ativa. Assim, restam poucas opções a não ser chamar de volta alguns dos profissionais que saíram de cena, como English. Este é agora um pacato professor de escola primária.
De volta à ativa, o veterano espião dispensa as últimas novidades tecnológicas, como um celular e carros novos. Prefere continuar analógico, usando recursos como um exoesqueleto, dardos explosivos e outras bugigangas hoje fora de uso, mas eficientes. Também conta com a parceria de seu bom e velho amigo Bough (Ben Miller), que será seu motorista a bordo de um belo Aston Martin V8 Vantage.
No caminho do espião e seu comparsa, aparecem uma bela espiã russa (Olga Lurylenko), um milionário do mundo digital (Jason Lacy) e também a primeira-ministra inglesa, interpretada por uma impagável Emma Thompson e a melhor coisa do filme.
Diversão é garantida!
O Filme ou cinebiografia é fantástico para quem curte, ou curtia a banda independente da geração. Rami Malek encarnado como Freddie Mercury, está fantástico, mas precisava aqueles dentes todos (rs), Freddie não era tão dentuço assim.
Marketlady. Queen tinha um vocalista que melhor sabia interpretar as canções e passar o sentimento a quem escuta, esse documentário deve ser belo. Sobre os dentes? deixa pra lá. (rs)
https://i-invdn-com.akamaized.net/tr...PEEA51BZ_L.jpgÀ primeira vista, a nova produção de Steve McQueen, "As Viúvas", parece um filme de assalto em ritmo acelerado, mas o premiado diretor britânico diz que quis que o filme rodado em Chicago mergulhasse mais fundo no atual clima político e sócio-econômico.
Adaptado de uma série de televisão dos anos 1980 da escritora de policiais britânica Lynda La Plante, "As Viúvas" acompanha um grupo de mulheres que planejam um assalto para saldar uma dívida enorme deixada pelos crimes de seus falecidos maridos.
Gênero, raça, crime e política são assuntos abordados no título, estrelado por Viola Davis, vencedora do Oscar, Michelle Rodriguez, da franquia "Velozes e Furiosos" e Elizabeth Debicki, de "O Gerente Noturno".
"A ideia toda deste assalto que é uma montanha-russa era... abraçar aquela ideia do escapismo e... todo aquele aspecto de um suspense, mas sem negar o ambiente sócio-econômico político atual em que vivemos hoje", disse McQueen à Reuters em uma entrevista.
O cineasta nascido em Londres, conhecido por "12 Anos de Escravidão" e "Shame", disse que decidiu situar o filme "em... uma cidade ocidental intensamente contemporânea", e por isso escolheu Chicago, a terceira maior cidade dos Estados Unidos.
"Quero levar... esta ficção e grampeá-la na realidade de nosso cotidiano", afirmou.
"O que vem em primeiro lugar no meu trabalho é entreter... em segundo espero que esclareça, espero que lance luz sobre coisas que estão acontecendo todos os dias e que algumas pessoas podem reconhecer".
"Torço para que este filme consiga fazê-lo, ainda que seja só com uma pessoa", completou.
https://cdn.ome.lt/P11EDWshqiAdIJWd_...cadeuscrop.jpgO quinto episódio do nono ano da nona temporada de The Walking Dead intitulado "What Comes After", tomou conta dos trending topics no twitter e em algumas mídias, pois, a anunciada saída de Andrew Lincoln, o protagonista Rick Grimes. A série vinha passando por temporadas de qualidade discutível e de medidas radicais questionáveis - é completamente normal que o público fique com o pé atrás sobre a saída do protagonista. Contudo, apesar das dúvidas sobre se a despedida do ex-xerife seria a última pá de terra que o programa precisava, Angela Kang, a nova showrunner, conseguiu fazer desse momento, ao contrário, a série aparentemente tomou fôlego já que vinha se enterrando lentamente. A despedida - ou o até logo de Rick - (não está ainda muito claro) foi digna de um final de temporada.
Todo o episódio do adeus de Rick fez magistralmente algo que a série, nos últimos três anos, vinha fazendo de forma homeopática e, portanto, quase imperceptível: brincar com o emocional do público. Durante muito tempo a série se apoiou em coisas como cenas onde personagens irrelevantes corriam risco de vida, portanto, foi bom ver a série apostado onde de fato há drama. O episódio inteiro se desenvolveu em uma montanha-russa de sensações sem se restringir, é claro, somente ao medo da perda do seu personagem mais importante. Para quem sobreviveu à queda de qualidade que, infelizmente, acabou se tornando padrão nas temporadas mais recentes do drama de zumbis da AMC, foi um alento ver tantos rostos queridos sendo tratados com merecido respeito em seus breves retornos.
Shane (Jon Bernthal), Hershel (Scott Wilson) e Sasha (Sonequa Martin-Green) ficaram marcados por protagonizarem algumas das mortes mais trágicas dos nove anos de The Walking Dead - foi catártico para o público vê-los em paz, ainda que em um delírio de Rick, após o último contato com o público ter acontecido em despedidas tão dolorosas. Depois da revelação de que o ex-melhor amigo do ex-xerife não seria a única presença vip do episódio, é claro que um gostinho amargo começou a brotar na boca da audiência: seria bom ter reencontrado também figuras icônicas como Glenn (Steve Yeun), Carl (Chandler Riggs), Andrea (Laurie Holden) nessa viagem alucinógena do xerife. Mas o que foi oferecido já foi um prato acima da média; querer mais é justo, mas é também reclamar de barriga cheia.
Um acerto do episódio, aliás, foi não focar apenas na despedida de Rick, como era de se imaginar. O público aprendeu, ao longo dos anos, a esperar episódios absolutamente monotemáticos da atração da AMC - sabe aqueles episódios onde uma única cena realmente importante fica espremida no meio de várias outras que não levam a lugar nenhum? Exatamente, é disso que estamos falando. The Walking Dead - ou Angela Kang, que resolveu colocar um pouco de bom senso na mistura - aprendeu que prender o público durante minutos a fio na expectativa de algo isolado não é realmente bom quando a série tem a opção ser uma sucessão de eventos impactantes. Isso é basicamente não subaproveitar suas subtramas - ponto para a nova showrunner.
É interessante - e quase inacreditável, ver The Walking Dead trilhando um caminho extremamente independente ao dos quadrinhos (Carl morto, Rick desaparecendo em um helicóptero - what, Robert Kirkman?) sem deixar de dar presentes para os fãs do material original. A série consegue se distanciar das HQs por um lado e, por outro, se manter fiel ao que aconteceu por lá. A cena de Maggie (Lauren Cohan) com Negan (Jeffrey Dean Morgan, que, verdade seja dita, não apresentou seu melhor desempenho em uma cena que exigia um pouco mais de emoção dele) foi um presente para os fãs dos quadrinhos e todo o contexto que levou a ela foi coerente e bem trabalhado.
Muito foi falado sobre a nona temporada ser dominada pelo protagonismo feminino e, pela primeira vez até agora, isso ficou claro. No episódio anterior o público já tinha matado brevemente a saudade da Michonne (Danai Gurira) de antigamente - parece que a personagem voltará às origens que fizeram dela uma dos personagens mais fortes do mundo de The Walking Dead -, mas "What Comes After" deu boas cenas para Carol (Melissa McBride), para Jadis (Pollyanna McIntosh) e, é claro, para Maggie. Ainda que a líder de Hilltop também esteja de saída, ter pontuado a força dessas mulheres na série justo no episódio de despedida de Rick Grimes mostra que a série ficará em boas mãos na ausência do ex-xerife.
Ausência que, é claro, não deverá durar muito: Andrew Lincoln falou repetidas vezes que estava largando o papel para viver outras coisas e passar mais tempo com a família. Basicamente, ele estava precisando de férias. The Walking Dead conseguiu fazer um alarde substancial com sua saída de cena e, daqui algumas temporadas, voltará a colocar seus holofotes na potência máxima na hora de trazê-lo de volta. É claro que, nesse meio tempo, muita coisa vai acontecer: o episódio terminou com mais um salto temporal, onde Judith agora tem a idade que Carl tinha quando tudo começou e os Sussurradores finalmente entrarão em cena. Até Lincoln sentir saudade de dar machadadas em algumas cabeças mortas ambulantes, muita água deve rolar. E se mantiver a qualidade que vem apresentando desde o retorno em sua nona temporada, aliás, melhor do que as anteriores (7º e 8º) valerá a pena sobreviver para assistir.
http://br.web.img3.acsta.net/r_599_7...33/5797687.jpgTempos vão e tempos vêm, mas a hacker Lisbeth Salander é maior do que todos as crises. Criada pelo falecido autor sueco Stieg Larsson, a rebelde personagem foi desenhada para servir como um contraponto ao jornalista Mikael Blomkvist, o protagonista da saga best-seller "Millennium" (ed. Companhia das Letras) — mais de 80 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo. Mas a maior prova de que Salander tomou precedência sobre seu colega da literatura é o fato de que ela está mais em destaque do que nunca por causa do lançamento de Millennium: A Garota na Teia de Aranha.
Agora interpretada por Claire Foy, de The Crown e O Primeiro Homem, a hacker já foi vivida nas telonas por Noomi Rapace (Prometheus) e por Rooney Mara (Carol) na trilogia de adaptações cinematográficas suecas e no "solitário" filme de David Fincher (Garota Exemplar) respectivamente. Dessa vez, no entanto, existem outras diferenças, mais especificamente no que se refere à autoria da obra original: A Garota na Teia de Aranha é a primeira adaptação de um romance da saga de Larsson que não foi escrito pelo próprio.
Baseado no quarto livro da saga, assinado por David Lagercrantz, o filme de Fede Alvarez (O Homem nas Trevas) promove uma espécie de reboot/sequência da saga Millennium nos cinemas — assim como na literatura. Enquanto Fincher, Mara e Daniel Craig — que interpretou Blomkvist na versão estadunidense, de 2011 —, desejavam retomar as obras suecas após Os Homens que Não Amavam as Mulheres, a bilheteria não inspirou os executivos responsáveis. Assim, sete anos após o primeiro longa americano de Millennium, a franquia volta repaginada em A Garota na Teia de Aranha.
Após os relatos de suas atividades na revista Millennium, de Blomkvist (agora vivido por Sverrir Gudnason, de Borg vs McEnroe), Salander tornou-se conhecida como uma espécie de anti-heroína, responsável por punir homens que cometem crimes contra mulheres. Ciente das habilidades da hacker, Frans Balder (Stephen Merchant) a contrata para que Salander recupere um poderoso programa de computador, desenvolvido para o governo dos Estados Unidos e que pode ser usado para ferir milhões de pessoas. O problema é que as coisas nunca são fáceis para a protagonista na saga Millennium, especialmente quando ela se depara com os Aranhas, uma sociedade secreta de criminosos que também deseja o software.
Em A Garota na Teia de Aranha, Foy praticamente desaparece, dificultando a memória de seus trabalhos na série The Crown e na cinebiografia O Primeiro Homem. Coberta por muita maquiagem, adotando um modo de agir muito particular e com o olhar penetrante, característico de Salander, a premiada atriz descreveu sua personagem como uma espécie de "super-heroína sem poderes". E assim como Rapace e Mara, Foy revelou que trabalhou bastante para assumir o papel, que atingiu um status de ícone da recente cultura popular.
Basta
O Grinch, animação baseada no livro livro How the Grinch Stole the Christmas, escrito por Dr. Seuss, é a maior estreia dessa semana. O longa segue o monstrinho verde que não suporta o natal e, todo ano, precisa aturar que os habitantes da cidade vizinha de Quemlândia. Decidido a acabar com a festa, ele resolve invadir os lares dos vizinhos e roubar tudo o que está relacionado ao Natal.
Válido notar que já tivemos uma versão para os cinemas em 2000 onde Jim Carey interpretava o monstrinho rabujento e sua batalha para acabar com o natal.
Grinch é um filme de comédia e fantasia, e uma boa pedida para a época natalina que já está chegando.
Confira aqui o trailer oficial: https://www.youtube.com/watch?v=epuD_8V9nxM
https://i-invdn-com.akamaized.net/tr...PEEA80XB_L.jpgFãs da saga Harry Potter tiveram a chance de assistir a sequência de "Animais Fantásticos" na quinta-feira, durante pré-estreia do filme em Paris --o cenário da aventura mágica mais recente da escritora britânica J.K. Rowling.
Eddie Redmayne, que interpreta o zoólogo mágico Newt Scamander, e Jude Law, que estreou como a versão jovem de Albus Dumbledore, diretor de da Escola de Hogwarts, atravessaram um tapete vermelho decorado com enormes varinhas de condão douradas.
"Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald" é o segundo de cinco filmes planejados que se passam cerca de 70 anos antes dos livros e filmes de imenso sucesso da franquia "Harry Potter".
Redmayne homenageou os fãs dizendo que sua "energia, entusiasmo e paixão por este mundo (e) estas histórias é realmente interessante. É realmente sincero. Não é só fanático".
"J.K. Rowling, além do escapismo e da mágica, ela também cria histórias que cativam as pessoas que talvez se sintam um pouco ignoradas ou marginalizadas", disse à Reuters TV.
"Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald" entra em cartaz em todo o mundo no dia 14 de novembro.
https://s3.portalt5.com.br/imagens/s...20181112161633Stan Lee, criador de heróis como o Homem-Aranha, Homem de Ferro, o Hulk e uma legião de outros super-heróis da Marvel Comics que se tornaram figuras míticas da cultura pop de sucesso estrondoso nas bilheterias, morreu aos 95 anos, disse sua filha nesta segunda-feira.
Stanley Martin Lieber nasceu em Nova York, nos EUA, em 28 de dezembro de 1922. Ele era o criador de alguns dos mais importantes personagens da Marvel.
Lee foi editor-chefe da Marvel e constantemente fazia aparições nos filmes do estúdio. Ele foi um dos responsáveis pelo começo da popularidade da Marvel, em 1961, a partir do lançamento da revista "Quarteto Fantástico".
Como escritor e editor, Lee foi fundamental para a ascensão da Marvel, a titã das histórias em quadrinhos na década de 1960, quando, em colaboração com outras pessoas, ele criou super-heróis que encantariam gerações de jovens leitores.
Qual é o seu herói preferido criado por Stan Lee?
No filme, Pokémon: Detetive Pikachu, comandado por Rob Letterman (Goosebumps - Monstros e Arrepios), o pai do personagem de Justice Smith é sequestrado e ele une forças ao Pikachu para descobrir o mistério. O elenco ainda conta com Kathryn Newton (Big Little Lies), que vive uma jornalista que os ajuda na missão. A estreia está marcada para 9 maio de 2019.
Justice Smith, o protagonista do longa, participará do painel da Warner Bros. na CCXP 2018 no domingo, dia 9 de dezembro. Conhecido por The Get Down e Jurassic World: Reino Ameaçado, Smith dará uma prévia do primeiro live-action de Pokémon, revelando um pouco dos bastidores com Ryan Reynolds, que o dubla Pikachu. Confira o trailer do filme já disponível:
https://www.youtube.com/watch?v=79D66DegRjE
https://abrilveja.files.wordpress.co...rip=info&w=920Na trama, Newt Scamander interpretado por Eddie Redmayne reencontra os queridos amigos Tina Goldstein interpretada dpor Katherine Waterston, Queenie Goldstein personagem de Alison Sudol e Jacob Kowalski vivido por Dan Fogler. Ele é recrutado pelo seu antigo professor em Hogwarts, Alvo Dumbledore (Jude Law), para enfrentar o terrível bruxo das trevas Gellert Grindelwald (Johnny Depp), que escapou da custódia da MACUSA (Congresso Mágico dos EUA) e reúne seguidores, dividindo o mundo entre seres de magos sangue puro e seres não-mágicos.
Melhor do que dar continuidade a uma grande história, é rever sua origem, cavando segredos do passado, e oferecendo aos fãs detalhes saborosos do todo. É o que tem feito J.K. Rowling com seu grande hit da literatura e do cinema, Harry Potter, e a nova franquia Animais Fantásticos, que estreou seu segundo filme nesta quinta-feira, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald.
A trama se passa setenta anos antes dos acontecimentos da saga do bruxo adolescente. Não é preciso ter assistido aos oito filmes da franquia Harry Potter para entender a nova história. Algumas passagens, no entanto, ficam mais saborosas para quem tem um conhecimento prévio da saga anterior.
Algumas semelhanças com Harry Potter
https://abrilveja.files.wordpress.co...=70&strip=info
Alguns detlhes nos fazem lembrar de Harry Potter, como por exemplo a familia Dumbledore, Harry Potter conhece Dumbledore como o solitário diretor do colégio Hogwarts. Apenas no último filme da franquia do bruxo adolescente, é revelado que o diretor teve uma família — que dá as caras em Animais Fantásticos em momentos no mínimo relevantes. A morte de Dumbledore chama a atenção de toda a comunidade bruxa no universo de Harry Potter.
As Relíquias da Morte — que dão nome ao último livro da saga Harry Potter — são três objetos que tornam o dono, supostamente, imortal: a Varinha das Varinhas, imbatível em combate; a Pedra da Ressurreição, que, como o nome diz, é capaz de trazer os mortos de volta a vida, e a Capa da Invisibilidade, que torna seu usuário indetectável. Antes de Dumbledore, Grindelwald foi o mestre da Varinha das Varinhas, no período retratado em Animais Fantásticos.
Para quem gosta do estilo, é uma boa opção.
http://assets.papelpop.com/wp-conten....30.56-AM.jpeg Spike Lee venceu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2018 com esta história extraordinária, incrivelmente inspirada em fatos reais e retratada com toda garra pelo diretor de “Faça a Coisa Certa” e “Malcolm X”.
Baseado no livro de Ron Stallworth, o enredo de “INFILTRADO NA KLAN” focaliza a incrível experiência deste que foi o primeiro policial afro-americano de um departamento em Colorado Springs que bolou, nos anos 1970, uma ousada infiltração na proscrita, mas nunca extinta, Ku Klux Klan.
Falando por telefone com sua seção local, Ron (John David Washington, filho de Denzel Washington) convence esse ninho do extremismo branco de que odeia negros e judeus na mesma medida, portanto, de que ele é um deles – usando todo vocabulário intolerante e odioso que faz a turma do capuz branco sentir-se em casa.
Evidentemente, Ron, um negro de cabeleira afro, nunca poderia comparecer pessoalmente às reuniões do Klan para tornar-se um novo sócio. A saída é infiltrar um colega branco e que, por coincidência, é judeu, Flip (Adam Driver), outro grupo odiado pela Klan. Parece mentira mas aconteceu – a vida real, não raro, é mais louca do que a ficção.