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Dólar supera R$ 5,13 com sentimento global frágil.
O dólar subia nesta sexta-feira, depois de cair no começo do pregão, com investidores mantendo o prêmio de risco recém-adicionado na esteira da crise geopolítica agravada pela invasão russa sobre o território ucraniano.
Às 11h08 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,48%, a 5,1293 reais na venda. após oscilar entre 5,133 reais (+0,55%) e 5,0789 reais (-0,51%). A cotação chegou a operar na casa de 4,99 reais na quarta-feira.
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Dólar fecha em alta, pressionado durante todo o dia pela forte aversão ao risco.
O dólar comercial fechou em alta de 0,99%, cotado a R$ 5,1550. A moeda norte-americana foi pressionada durante todo o dia pela forte aversão global ao risco devido ao confronto na Ucrânia, revertendo as perdas da semana.
O dia foi tenso devido aos conflitos geopolíticos entre Ucrânia e Rússia. Não se sabe como isso tudo evoluirá. Duas coisas que poderiam ser muito preocupantes seriam sanções específicas para as empresas russas de energia e a expulsão da Rússia do Swift (sistema internacional de transações bancárias). Isso causaria um impacto na inflação global do petróleo, além de uma bomba atômica financeira.
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Dólar em queda ante real.
O dólar tinha queda frente ao real pelo segundo pregão consecutivo nesta quinta-feira, com o mercado brasileiro acompanhando tendência internacional de valorização de divisas de países exportadores de commodities, cujos preços têm disparado após a invasão da Ucrânia pela Rússia.
Às 9:43 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,38%, a 5,0898 reais na venda. Na mínima do dia, o dólar chegou a cair 0,64%, a 5,0768 reais.
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Dólar tem pouca alteração ante real.
O dólar oscilava entre tímidas altas e baixas contra o real logo após a abertura desta terça-feira, conforme investidores monitoravam o noticiário em torno da guerra na Ucrânia e em meio a temores de que eventuais medidas do governo para controlar os preços dos combustíveis possam afetar a credibilidade fiscal do Brasil.
Às 9:09 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,06%, a 5,0763 reais na venda.
A moeda norte-americana à vista encerrou o último pregão com variação positiva de 0,02%, a 5,0795 reais na venda.
Neste pregão, o Banco Central fará leilão de até 15 mil contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 2 de maio de 2022.
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Dólar sobre ante real com foco em combustíveis
O dólar subia na manhã desta quinta-feira, afastando-se ainda mais de patamares abaixo da marca psicológica de 5 reais atingidos na véspera, com operadores monitorando discussões domésticas sobre controles dos preços dos combustíveis e sem perspectiva de fim para a guerra na Ucrânia.
desdobramentos na Ucrânia continuavam ditando o sentimento global nesta quinta-feira, com o dólar subindo no exterior após negociações de alto nível entre autoridades russas e ucranianas não mostrarem qualquer progresso. Já no âmbito doméstico, o Senado adiou novamente, para esta quinta-feira, a pedido da liderança da Casa, a votação de dois projetos que miram na alta dos preços dos combustíveis.
Um segundo dia de reunião no Palácio do Planalto para discutir subsídios para conter aumentos de preços de combustíveis terminou sem decisão na quarta-feira
Às 9:35 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,50%, a 5,0376 reais na venda.
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Dólar avança 0,76% e é negociado a R$ 5,05.
Se o dia começou bem, com o dólar chegando até a ser negociado abaixo dos R$ 5,00, o otimismo teve vida curta e rapidamente a moeda americana passou a ser negociada em alta.
O dólar terminou o dia negociado a R$ 5,0541, alta de 0,76%. O euro fechou as negociações praticamente estável com valorização sensível, de 0,01% e vale R$ 5,5180.
Durante o dia, o dólar registrou máxima de R$ 4,9851 e mínima de R$ 5,0586. Já o euro oscilou entre R$ 5,4945 e R$ 5,5393.
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Dólar volta a ganhar força e rompe os R$ 5,10
Após chegar muito perto do patamar dos R$ 5,00 o dólar subiu alguns degraus e agora passa a ser negociado mais próximo dos R$ 5,10.
Nesta segunda-feira, a divisa ganhou terreno frente ao real e se valorizou 1,3% e terminou o pregão valendo R$ 5,1200.
O boletim Focus desta segunda-feira (14) indicou que os agentes econômicos esperam que o dólar fique em R$ 5,30 neste ano. Há uma semana a expectativa era de R$ 5,40, há um mês R$ 5,58.
Ainda assim, os investidores seguem atentos ao que acontecerá na reunião de quarta-feira do Copom, já que o cenário desde o último encontro mudou consideravelmente.
Durante o dia, o dólar registrou máxima de R$ 5,1401 e mínima de R$ 5,0374. Já o euro oscilou entre R$ 5,4945 e R$ 5,5393. Já o euro teve máxima de R$ 5,6339 e mínima de R$ 5,5039.
O DXY, que mede a força do dólar contra as principais moedas internacionais registrou leve recuo nesta segunda-feira.
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O dólar à vista fechou em alta pelo quarto pregão seguido na sessão desta terça-feira, 15, e atingiu o patamar de R$ 5,15. Operadores atribuem a perda de fôlego do real, que vinha exibindo o melhor desempenho entre as divisas emergentes, a uma correção técnica induzida pela baixa das commodities. Novo surto de covid-19 na China lança dúvidas sobre a demanda global e parece se esgotar o excesso especulativo em torno dos preços das matérias-primas provocado pela eclosão da guerra na Ucrânia. O preço do minério de ferro fechou em baixa superior a 5% no porto de Qingdao, na China. As cotações do petróleo caíram mais de 6% no mercado internacional, rompendo o piso de US$ 100.
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Dólar recua contra real - Rússia-Ucrânia acalmam sentimento.
O dólar recuou ante o real nesta quarta-feira, embora tenha se afastado das mínimas do dia, antes das decisões de política monetária dos bancos centrais de Brasil e Estados Unidos, enquanto sinais de avanço nas negociações de paz Rússia–Ucrânia e novo apoio da China aos mercados de capitais pareciam ajudar a confiança dos investidores.
Às 10:03 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,17%, a 5,1496 reais na venda, desacelerando as perdas em relação à mínima do dia, quando caiu 0,79%, a 5,1179 reais.
A moeda norte-americana também registrava perdas no exterior, com o índice do dólar frente a uma cesta de pares fortes em baixa de 0,3%. O conflito geopolítico entre Rússia-Ucrânia ainda são foco no mercado, mas a possibilidade de um cessar fogo no horizonte, acalma e traz mais otimismo para o investidor.
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O dólar oscilava sem direção clara contra o real .
O dólar oscilava sem direção clara ante o real nesta quinta-feira, alternando ganhos e perdas conforme investidores repercutiam a decisão do Banco Central de elevar a taxa Selic em 1 ponto percentual, a 11,75%, ao mesmo tempo que avaliavam as perspectivas de posicionamento mais duro do Federal Reserve nos Estados Unidos.
Às 10:58 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,16%, a 5,1000 reais na venda. A moeda oscilou entre 5,0710 reais na mínima (-0,41%) e 5,1040 reais no pico do dia (+0,24%).
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Dólar avançava contra o real nesta sexta-feira.
O dólar avançava contra o real nesta sexta-feira, acompanhando recuperação da divisa norte-americana no exterior em dia de menor apetite por risco, conforme investidores avaliavam as perspectivas para a política monetária do Federal Reserve e monitoravam os desdobramentos envolvendo a guerra na Ucrânia.
Às 10:34 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,76%, a 5,0756 reais na venda.
Com a aceleração de seus ganhos ante a mínima do dia, de 5,0383 reais, o dólar ficava a caminho de marcar seu primeiro ganho semanal desde a semana finda em 25 de fevereiro, depois de fechar a última sexta-feira em 5,0540 reais.
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Dólar sai de mínimas após flertar com R$ 4,90, mas cai pelo 5° dia seguido.
O dólar afastou-se das mínimas do dia após flertar com a marca de 4,90 reais nesta terça-feira de negociações voláteis, em meio a um cenário doméstico atraente para investidores estrangeiros, mas a divisa continuava a caminho de registrar seu quinto pregão seguido de desvalorização.
Às 11:25 (horário de Brasília), o dólar à vista recuava 0,35%, a 4,9262 reais na venda. Na mínima do dia, a divisa chegou a cair 0,77%, a 4,9053 reais; caso mantivesse esse comportamento até o fim dos negócios, a moeda registraria um piso para encerramento desde 9 de junho de 2020 (4,8885).
Mas após tocar esse nível, o dólar ganhou fôlego e chegou a devolver completamente as perdas ante o real, atingindo 4,9450 reais no pico da sessão, variação positiva de 0,03%.
A divisa norte-americana ainda dava sequência a uma tendência de desvalorização vista desde o início do ano, em que acumula baixa de 11,6% frente ao real, deixando a moeda brasileira com a melhor desempenho global no período. O dólar caiu em nove das 11 semanas completas de negociação de 2022. O que torna o Brasil mais interessante aos olhos de agentes estrangeiros está o ciclo de aperto monetário iniciado em março do ano passado pelo Bacen, que levantou a taxa Selic de uma mínima histórica de 2% para o patamar atual de 11,75%.
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Dólar fecha com queda, impactado pela alta global das commodities.
O dólar comercial fechou R$ 4,9140, com queda 0,60%. A moeda norte-americana operou em baixa durante toda a sessão, impactada alta global das commodities e intenso fluxo estrangeiro na bolsa. a busca por ativos de proteção continua em meio a conflitos geopolíticos, levando a alta das commodities.
Especialistas acreditam que o mercado já precifica um aumento mais agressivo na próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), em maio: Os dirigentes do Federal Reserve teem tido uma posição de falcão e têm preparado o mercado para um aumento de 0,5%, que também deve se repetir na reunião seguinte.
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O dólar voltou a mostrar expressiva queda nesta quinta-feira, chegando a romper a linha dos 5,40 reais, em meio a um novo rali de moedas de risco patrocinado por otimismo sobre a China e acomodação nas taxas de juros nos EUA, enquanto o mercado local aproveitou para seguir desmontando posições contra a divisa brasileira atento ao cenário político.
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Dólar chega ao 6° dia de perdas e fica abaixo de R$ 4,90
O dólar tinha queda nesta quarta-feira, engatando seu sexto dia seguido de desvalorização e chegando a ir abaixo do suporte de 4,90 reais à medida que investidores continuavam a enxergar ambiente doméstico atraente para investimentos.
Às 10:15 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,21%, a 4,9050 reais na venda. Na mínima do dia, a moeda chegou a cair 0,47%, a 4,8920 reais na venda, e, caso mantivesse esse patamar até o fim dos negócios, registraria o menor patamar para um encerramento desde 9 de junho de 2020 (4,8550).
Na B3, às 10:15 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,14%, a 4,9180 reais.
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Dólar tem volatilidade ante real em dia de Ptax.
O dólar alternava altas e baixas na manhã desta quinta-feira, em sessão que promete ser volátil devido à formação da Ptax de fim de março, com a moeda norte-americana a caminho de registrar seu pior desempenho mensal contra o real desde outubro de 2018 e a maior queda trimestral desde o período de abril a junho de 2009.
A Ptax é uma taxa de câmbio calculada pelo Banco Central, que serve de referência para liquidação de derivativos, e, no fim de cada mês, agentes financeiros costumam tentar direcioná-la para níveis mais convenientes às suas posições.
Às 10:16 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,38%, a 4,7672 reais na venda. A divisa oscilou entre 4,8141 reais na máxima (+0,60%) e 4,7455 reais na mínima do dia (-0,84%).
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Dólar mais alto após dados robustos de empregos nos EUA
O dólar subiu na sexta-feira após os dados mostraram que o crescimento do emprego nos EUA continuou em ritmo acelerado em março, com a taxa de desemprego caindo para um mínimo de dois anos e os salários reacelerando, aumentando as expectativas de um aumento de meio ponto percentual na próxima reunião do Federal Reserve.
O relatório da folha de pagamento não agrícola mostrou um aumento de 431.000 empregos no mês passado, contra as expectativas de 490.000, enquanto os dados para fevereiro foram revisados para mostrar 750.000 empregos adicionados dos 678.000 anteriormente relatados. A taxa de desemprego caiu para 3,6%, a mais baixa desde fevereiro de 2020, de 3,8% em fevereiro.
O relatório apontou um sólido impulso econômico diante do aumento da inflação, o aperto da política monetária e a guerra da Rússia contra a Ucrânia, que está pressionando ainda mais as cadeias de abastecimento globais e aumentando as pressões sobre os preços.
O Fed decidirá a política a seguir em uma reunião de 3-4 de maio, com a ferramenta FedWatch do CME Group (NASDAQ:CME) mostrando uma chance de 68,8% de um aumento de meio ponto percentual na taxa. Isso se seguiria a um aumento de um quarto de ponto em 16 de março, quando o Fed embarcou em um novo ciclo de aperto.
O índice do dólar DXY, que mede o dólar contra seis moedas homólogas, incluindo o euro, subiu 0,311% a 98,624 às 9h20 da manhã EDT, aumentando na subida de 0,50% na quinta-feira.
A moeda dos Estados Unidos também se beneficiou dos fluxos de moedas seguras.
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Dólar vai a R$4,60
O dólar abandonou a estabilidade vista nos primeiros negócios desta segunda-feira e era negociado abaixo dos 4,65 reais, com participantes do mercado continuando a enxergar oportunidades de investimento no Brasil diante da alta das commodities e do patamar elevado dos juros locais, embora houvesse alguma cautela em relação à greve dos servidores do Banco Central.
Às 11h (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,93%, a 4,6140 reais na venda, rondando as mínimas do dia.
Essa é a 11ª queda semanal do dólar, que foi marcada na sexta-feira passada, a moeda norte-americana spot aprofundava suas perdas no ano para 16,75%. No final de março, a divisa já havia registrado seu pior trimestre contra o real --líder global de desempenho no ano-- desde 2009, com queda de 14,55%.
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Dólar em direção a R$ 4,50, será que é hora de comprar a divisa?
O dólar subia 0,18% na abertura do pregão desta terça-feira (5), a R$ 4,6011, em dia sem grandes impulsionadores para a moeda.
Segundo análise técnica da Ágora Investimentos, o dólar atingiu mais um objetivo de baixa ao tocar os R$ 4,60 e, caso perca também este nível nos próximos dias, pode seguir recuando em direção aos R$ 4,50.
Porque o dólar está tão baixo?
Há várias razões que podem explicar, mas entre as principais podemos considerar a alta da taxa Selic, que agora esta em 11,75%, mas o Banco Central já sinalizou que deve aumentar até 12,75%. Portanto, o investidor estrangeiro aproveita as altas taxas de juros para investir, pois não consegue essas taxas em outro país.
Será que é hora de comprar dólar, ele vai cair mais?
Para analistas, projeções em relação ao dólar são extremante difíceis de realizar pois há diversos fatores, tanto internos como externos, e estes podem impactar a cotação da moeda. Apesar da valorização recente do Real, o dólar vem se valorizando diante de outras moedas fortes pois o Federal Reserve (Banco Central Americano) já anunciou que deve continuar o aumento da taxa de juros, que pode tornar investimentos de renda fixa mais atrativos para o investidor estrangeiro.
A longo prazo, o dólar tende a se valorizar em relação ao real devido ao menor risco da moeda. Além disso, é considerado o “porto seguro” para investidores do mundo todo. Nesses momentos de valorização do real, o ideal é que o investidor brasileiro vá aumentando exposição da sua carteira em dólares, pois historicamente o dólar consegue diminuir a volatilidade de um portfólio bem diversificado.
Segundo analistas, considerando o momento atual, o maior risco é para aqueles investidores que não possuem dólar ou ativos dolarizados na carteira.
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Dólar amplia recuperação ante real.
O dólar avançava frente ao real na manhã desta quarta-feira, estendendo uma recuperação depois de na véspera ter pausado uma sequência de perdas, com investidores aguardando a divulgação da ata da última reunião de política monetária do banco central dos Estados Unidos e o anúncio de novas sanções contra a Rússia.
Às 10:10 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,76%, a 4,6935 reais na venda, nas máximas do dia.
Na B3, às 10:10 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,75%, a 4,7205 reais.
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Dólar oscila ante real.
O dólar oscilava entre estabilidade e leve queda contra o real nesta quinta-feira, em dia de clima mais ameno nos mercados internacionais, que sofreram na véspera com um posicionamento agressivo do banco central norte-americano na ata de sua última reunião.
Às 9:55 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,43%, a 4,6944 reais na venda, rondando as mínimas do dia, depois de passar boa parte das primeiras negociações perto da estabilidade. Na máxima do dia, a divisa chegou a subir 0,20%, a 4,7243 reais na venda.
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O dólar ampliou em alta na sexta-feira, atingindo um novo pico de quase dois anos contra uma cesta de pares e uma alta de um mês contra o euro, apoiado pela perspectiva de um ritmo mais agressivo de aumentos das taxas de juros do Federal Reserve.
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Dólar começa a semana em alta ante real.
O dólar começou esta segunda-feira negociado em alta, impulsionado pela incerteza sobre a variante ômicron Covid e pelas expectativas de que a Reserva Federal rapidamente apertará a política monetária, enquanto o euro enfraqueceu após ordens decepcionantes das fábricas alemãs.
Às 2:50 ET (07:50 GMT), o índice do dólar, que acompanha o dólar contra uma cesta de seis outras moedas, subiu 0,3% para 96.365, não muito longe do pico de 16 meses de novembro de 96.938.
Às 10:21 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,34%, a 4,6960 reais na venda. Mais cedo, a moeda chegou a subir 0,61%, a 4,7404 reais.
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Dólar acompanha exterior e supera R$4,70 .
O dólar começou a subir contra o real, que acompanhava a movimentação de seus pares de países emergentes diante da força internacional da moeda norte-americana nesta quarta-feira, após dados de inflação recentes manterem a perspectiva de que o banco central dos Estados Unidos acelerará o ritmo de aumentos de juros por lá.
Às 10:54 (horário de Brasília), o dólar à vista avançava 0,44%, a 4,6968 reais na venda, rondando os maiores patamares do dia, depois de ter ido a 4,6518 reais na mínima da sessão, queda de 0,52%.
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Dólar enfraquece
A alta do dólar parou, à medida que os participantes do mercado reavaliam as perspectivas para movimentos agressivos do Federal Reserve após os dados de inflação ao consumidor de março, quando uma ligeira queda no núcleo da inflação forneceu a primeira medida de alívio em meses do que se tornou uma tendência cada vez mais alarmante em preços.
Às 08h07, o índice de dólar futuros recuava 0,23%, a 99,680, quase um ponto percentual abaixo do pico atingido no início da semana.
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Dólar oscila sem direção clara ante real.
O dólar oscilava sem direção clara contra o real nesta segunda-feira, de olho na estabilidade da moeda norte-americana no exterior em volta da Páscoa marcada por dados da China, enquanto o foco local ficava nas perspectivas fiscais do Brasil.
Às 10:10 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,20%, a 4,6871 reais na venda. A moeda oscilou entre 4,7098 (+0,28%) e 4,6764 reais (-0,43%) ao longo das primeiras negociações. Agentes do mercado chamavam a atenção para a possibilidade de instabilidade nos mercados internacionais de câmbio no dia, com a liquidez reduzida por feriado na Europa.
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Dólar oscila ante real nesta terça-feira.
O dólar oscilava contra o real nesta terça-feira, com investidores à espera de novos comentários de autoridades do Federal Reserve em meio à expectativa de que o banco central dos Estados Unidos será mais agressivo em seu aperto monetário, enquanto o foco doméstico recaía sobre o cenário fiscal.
Às 11h (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,05%, a 4,6550 reais na venda. O foco de investidores ao redor do mundo deve recair sobre falas do presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, que podem oferecer mais pistas sobre os próximos passos do banco central.
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Dólar oscila ante real de olho em fraqueza da moeda no exterior.
O dólar perdia algum terreno contra o real nesta quarta-feira, embora tenha mostrado instabilidade ao longo das primeiras negociações, de olho na fraqueza da moeda norte-americana no exterior à medida que os rendimentos dos títulos soberanos dos Estados Unidos pausavam um rali recente.
Às 10:43 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,54%, a 4,6414 reais na venda. A moeda mudou de sinal várias vezes ao longo da primeira hora de pregão, tendo chegado a 4,6811 reais na máxima (+0,31%).
O dólar recuava contra a maioria das principais moedas globais nesta quarta-feira, com seu índice frente a uma cesta de rivais de países ricos perdendo 0,5%, mas ainda perto de máximas em dois anos. A moeda tem sido impulsionada por um rali nos rendimentos dos Treasuries, que fazia uma pausa nesta quarta-feira.
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Dólar dispara acima de R$ 4,70.
O dólar chegou a saltar mais de 2% e superar com folga a marca de 4,70 reais nesta sexta-feira, impulsionado globalmente por apostas em maior agressividade do banco central dos Estados Unidos em seu aperto monetário, enquanto o noticiário político local elevava a cautela de investidores.
Às 10:31 (de Brasília), o dólar à vista avançava 1,82%, a 4,7028 reais na venda. Na máxima da sessão, a moeda chegou a tocar 4,7129 reais, alta de 2,04%. O real liderava as perdas globais no dia.
O chair do Fed, Jerome Powell, afirmou na quinta-feira que um aumento de 0,5 ponto percentual nos juros estará “sobre a mesa” quando o Fed se reunir em maio, acrescentando que seria apropriado “agir um pouco mais rapidamente”. Este comentário que consolida a ampla expectativa de que o banco central norte-americano intensificará a dose de aperto monetário diante da inflação mais alta em quatro décadas, e fortalece a divisa norte-americana.
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O real brasileiro voltou à lista das piores moedas entre seus pares com duas sessões de pesadas perdas, sofrendo um golpe do dólar em alta depois de se beneficiar de um carry trade lotado, com o aumento das tensões em Brasília dando aos traders um motivo para sair.
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Dólar supera R$ 5,00 com força da moeda no exterior.
O dólar subia pelo quarto pregão consecutivo nesta quarta-feira, e foi negociado confortavelmente acima dos 5 reais nas máximas do dia, alinhado à força da moeda norte-americana no exterior, enquanto investidores digeriam dados de inflação domésticos mais fracos que o esperado para abril, embora a leitura ainda tenha sido a mais forte para o mês em quase 30 anos.
Às 10:40 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,42%, a 5,0110 reais na venda. No pico da sessão, a moeda chegou a saltar 1,03%, a 5,0412 reais.
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Dólar sobe a R$ 5.
O mercado de câmbio amplia posições compradas e o dólar retoma os R$ 5,00. A demanda é estimulada pela contínua valorização do dólar no exterior além do avanço há pouco dos retornos dos títulos do Tesouro norte-americano com busca de proteção.
Nesta manhã, o dólar atingiu maior nível em 19 anos na comparação com seis rivais fortes. No radar está a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deve aumentar o ritmo do aperto da política monetária na reunião da próxima semana. A moeda abriu abaixo de R$ 5,00, embora em alta, de olho na desaceleração do IGP-M de abril. Mas rapidamente ampliou os ganhos e atingiu máxima a R$ 5,0173.
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Dólar supera R$ 5,00 ante BRL com força da moeda no exterior
A divisa norte-americana vem de um rali nas últimas três sessões, período em que acumulou valorização de 8,04%, deixando o real com o pior desempenho global ante o dólar nos últimos dias e levando o Banco Central a intervir no mercado de câmbio tanto na sexta passada quanto na véspera.
Os investidores ajustam posições em meio ao avanço dos retornos dos Treasuries e uma piora dos índices futuros de Nova York há pouco, com investidores na expectativa de que o Federal Reserve (o banco central norte-americano) poderá elevar em 0,50 ponto os juros nos Estados Unidos no fim de seu reunião de política monetária, nesta quarta-feira.
No Brasil, os investidores aguardam também a decisão de política monetária do Copom, na quarta, e a aposta majoritária é de alta da Selic de 1 ponto, a 12,75% ao ano.
O dólar ganha força, após subir na sexta e acumular ganhos de 3,81% em abril. Além da valorização do DXY, o ajuste local precifica ainda os PMIs chineses negativos e a queda forte do petróleo.
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O dólar caminhava para a quinta semana de vitórias contra os principais pares na sexta-feira, antes do relatório de empregos dos EUA, observado de perto, que provavelmente apoiará o caso de um aperto agressivo da política monetária.
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Dólar dispara a R$ 5,11 com investidores digerindo dados de emprego dos EUA
O dólar engatava nova alta nesta sexta-feira, chegando a superar os 5,11 reais nos picos do dia, em meio a sentimento ainda frágil no exterior por temores de que o banco central dos Estados Unidos será forçado a elevar os juros de maneira mais rápida, apesar dos vários riscos enfrentados pela economia global.
A moeda mostrou alguma instabilidade nesta manhã, à medida que investidores digeriam dados de emprego norte-americanos melhores que o esperado.
O dólar chegou a operar no vermelho pouco após a publicação da leitura –que mostrou a abertura de 428 mil postos de trabalho fora do setor agrícola dos EUA em abril, contra expectativa em pesquisa da Reuters de 391 mil–, mas o movimento foi muito breve e o dólar logo ganhou fôlego.
Às 10:46 (de Brasília), o dólar à vista avançava 1,85%, a 5,1094 reais na venda, após tocar 5,1104 reais no pico do dia, alta de 1,87%. Caso mantivesse esse preço até o fim das negociações, a divisa dos EUA registraria seu maior patamar de encerramento contra o real desde 15 de março passado (5,1584 reais).
Nesta semana, o Fed elevou sua taxa básica em 0,5 ponto, a dose mais forte de aperto em mais de duas décadas. O endurecimento de sua postura no combate à inflação vem num momento delicado para a economia global, que está enfrentando, ao mesmo tempo, os efeitos da guerra na Ucrânia e lockdowns da Covid-19 na China, o que tem gerado temores de estagflação: desaceleração do crescimento sem trégua na disparada dos preços.
Tudo isto impulsiona o dólar contra uma cesta de rivais fortes para seu maior patamar desde 2002, o que contaminou os mercados de câmbio em todo o mundo.
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Dólar sai de mínimas após dados de inflação.
O dólar saiu de suas mínimas na quarta-feira e ficou brevemente positivo no dia seguinte a dados econômicos mostrarem que é improvável que a inflação faça com que o Federal Reserve ajuste seu caminho agressivo de política monetária.
O índice de preços ao consumidor subiu 0,3% no mês passado, o menor ganho desde agosto do ano passado, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira, contra o aumento mensal de 1,2% do IPC em março, o maior avanço desde setembro de 2005.
Em uma base anual, o IPC subiu 8,3%, acima da estimativa de 8,1%, mas abaixo dos 8,5% do mês anterior.
O índice do dólar, que atingiu uma baixa de quatro sessões de 103,37 antes do relatório, imediatamente se fortaleceu para uma alta de 104,13 após os dados, logo abaixo da alta de duas décadas de 104,19 alcançada na segunda-feira.
"Muito mais forte do que o esperado, especialmente na medida de núcleo, sugere que as pressões inflacionárias subjacentes permanecem bastante fortes e bastante persistentes", disse Karl Schamotta, estrategista-chefe de mercado da Cambrdige Global Payments (NYSE:GPN) em Toronto.
"O dólar está esmagando todo o resto e o apetite ao risco está sendo demolido aqui, vimos os índices de ações se venderem acentuadamente, suas moedas de alto beta ou vinculadas a commodities também estão vendendo e essa fuga para o dólar continua aqui."
Ainda assim, o dólar estava instável e recuou de suas altas e caiu 0,279% em 103,640, com o euro subindo 0,23%, para US$ 1,0551.
O dólar subiu mais de 8% este ano, à medida que os investidores gravitaram em direção ao porto seguro devido a preocupações sobre a capacidade do Fed de conter a inflação sem causar uma recessão, além de preocupações com a desaceleração do crescimento decorrente da guerra na Ucrânia e o aumento do COVID-19. casos na China.
Depois que o Fed elevou sua taxa de juros overnight em 50 pontos base na semana passada, o maior aumento em 22 anos, os investidores têm tentado avaliar o quão agressivo o banco central será. As expectativas estão completamente precificadas para outro aumento de pelo menos 50 pontos-base na reunião do banco central de junho, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.
Os investidores terão uma nova olhada nos dados de inflação na quinta-feira na forma do índice de preços ao produtor para abril, com expectativas de um aumento mensal de 0,5% contra o salto de 1,4% em março. Em uma base anual, as expectativas são de um salto de 10,7% em comparação com o aumento de 11,2% no mês anterior.
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Dólar caminha para 4ª alta semanal ante real
O dólar oscilava entre estabilidade e leve queda frente ao real na manhã desta sexta-feira, mas ainda estava a caminho de marcar sua quarta valorização semanal seguida, depois de ter sido apoiado nos últimos dias por receios sobre aumentos mais acentuados dos juros nos Estados Unidos e riscos de desaceleração da economia global.
Às 10:26 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,06%, a 5,1392 reais na venda, depois de mais cedo chegar a cair 0,51% a 5,1164 reais.
A divisa norte-americana alternava estabilidade e leve alta no exterior, onde operava abaixo de picos em duas décadas contra uma cesta de rivais de países desenvolvidos.
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Dólar cai mais de 1% ante real.
O dólar tinha queda contra o real nesta quinta-feira, alinhando-se a movimento internacional de recuperação de moedas consideradas arriscadas após uma forte onda de vendas na véspera, quando temores sobre inflação, aperto monetário e possível desaceleração econômica aumentaram a busca por segurança.
Às 10:27 (de Brasília), o dólar à vista recuava 1,12%, a 4,9257 reais na venda, e chegou a cair 1,41% na mínima da sessão, a 4,9107 reais. O enfraquecimento do dólar também refletia uma queda nos rendimentos dos títulos soberanos dos EUA.
As perdas acompanhavam a queda de cerca de 0,8% do índice do dólar no exterior, no que alguns participantes do mercado avaliavam como um ajuste técnico depois de a moeda ter avançado 0,55% contra pares de países ricos na véspera, encerrando uma série de três dias de baixa. O enfraquecimento do dólar também refletia uma queda nos rendimentos dos títulos soberanos dos EUA.
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Dólar cai pelo 3° pregão seguido ante real.
O dólar caía pela terceira sessão consecutiva frente ao real nesta segunda-feira, conforme a divisa norte-americana continuava se afastando de picos em duas décadas contra uma cesta de rivais fortes no exterior.
Às 11:11 (de Brasília), o dólar à vista recuava 1,54%, a 4,8034 reais na venda, depois de já ter cedido mais de 2% no acumulado das últimas duas sessões. A divisa estava sendo negociada bem abaixo de sua média móvel linear de 50 dias, um patamar técnico importante que, quando cruzado, pode disparar ordens automáticas de venda do dólar.
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Dólar sai de máximas ante real, com fraqueza no exterior.
O dólar devolveu ganhos registrados mais cedo nesta terça-feira, com a fraqueza da divisa no exterior passando a pesar no mercado brasileiro, enquanto investidores digeriam dados de inflação domésticos mais elevados que o esperado.
Às 10:49 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,39%, a 4,7887 reais na venda, e foi a 4,7816 reais na mínima da sessão, queda de 0,54%, depois de mais cedo ter chegado a subir 0,65%, a 4,8389 reais.
O arrefecimento da moeda norte-americana em relação aos maiores patamares do dia frente ao real estava em linha com a fraqueza do índice do dólar contra uma cesta de rivais fortes, que caía 0,2% nesta manhã. Negociado em torno de 102,00 no dia, o índice se afastava cada vez mais de um pico em duas décadas de mais de 105,00 atingido em meados deste mês.
veja o desempenho do dólar nos últimos dias:
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