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Ameaças envolvendo o Bitcoin, e criptomoedas em geral
Olá pessoal, sabemos que o bitcoin é uma criptomoeda, a mais famosa delas.Sua integridade é mantida por meio de criptografia e redes peer-to-peer, e todas as transações são armazenadas no blockchain. Uma moeda decentralizada, embora priovada mas não anônima, pode trazer benefícios devido a praticidade, mas também pode atrair todo o tipo de fraude. No entanto, para evitar fraudes listamos algumas ameaças que envolvem não só o Bitcoin, mas também outras criptomoedas
- Páginas falsas: a primeira delas,e não tão desconhecida pelos usuários mais atentos, são as páginas falsas, o famoso phishing também atinge corretoras de bitcoin. Para aprimorar os cuidados com páginas falsas de corretoras, siga as dicas de segurança contra phishing, na nossa série introdutória.
-Golpes: com a popularização do bitcoin, do blockchain e de outras criptomoedas, começaram a surgir esquemas de pirâmide usando falsas ofertas como pretexto para enganar clientes. Por aqui temos o exemplo da Unick Forex não é? Por isso, duvide sempre de negócios que pareçam bom demais para ser verdade. Lembre-se: o bitcoin é livre, não sendo necessário envolver terceiros, comprar pacotes de serviços ou coisas do gênero. Promessas de participações em lucros, em dividendos e na criação de novas moedas virtuais também são grandes indicadores de golpes.
-Bitcoins de graça: páginas que prometem dar bitcoin em troca de coisas simples, como views em vídeos, cliques em banners e em propagandas, respostas a questionários, ou formas milagrosas de criação de moedas, também podem ser um golpe. Duvide, sempre.
Serviços: todo tipo de serviço que oferece a movimentação ou outras opções para seus bitcoins pode ser uma fraude. Software e serviços de carteira ou corretoras "desconhecidos", serviços de aconselhamento de investimento em criptomoedas, robôs de investimento automáticos, entre outros, são extremamente arriscados, mesmo que haja opções genuínas. Apenas você pode garantir a segurança de seus bitcoins, e transações são irreversíveis.
Malware: há trojans que atacam corretoras de bitcoin, da mesma forma que atacam bancos. Se você mantém sua carteira em software, com você ou em uma corretora, fique atento a ataques por malware.
OBS: Peer-to-peer é uma arquitetura de redes de computadores onde cada um dos pontos ou nós da rede funciona tanto como cliente quanto como servidor, permitindo compartilhamentos de serviços e dados sem a necessidade de um servidor central.
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BTC abriu nesta quarta em 9.399,90, momento é cotado a 9.377,10 USD uma variação de -0,13%, mas como é praticamente final de mês recomendo cautela, pode haver um grande pico seguido de queda.
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Coronavirus afeta mercado de criptos?
Considerando as tendências negativas da economia atual, os chamados ativos alternativos como, por exemplo, criptomoedas tem estado alta diante da instabilidade econômica provocada pelo Coronavírus. O Bitcoin, principal ativo do criptomercado teve uma alta superior a 8% nas últimas horas, o que tem animado diversos investidores.
Segundo especialistas, em momentos onde a economia global está instável, suas moedas tendem a chamar menos a atenção do mercado de investimentos.Assim, os ativos como Bitcoin e outras criptomoedas são considerados um porto seguro para os investidores. E, pelo que estamos vendo, continuará assim por um bom tempo.
O BTC /USD está sendo cotado a 9309.80 USD no mercado aberto uma variação de -2,54%
Abertura de 9510.84 Volume de 3.796K
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Olá pessoal, sabemos que o bitcoin é uma criptomoeda, a mais famosa delas.Sua integridade é mantida por meio de criptografia e redes peer-to-peer, e todas as transações são armazenadas no blockchain. Uma moeda decentralizada, embora priovada mas não anônima, pode trazer benefícios devido a praticidade, mas também pode atrair todo o tipo de fraude. No entanto, para evitar fraudes listamos algumas ameaças que envolvem não só o Bitcoin, mas também outras criptomoedas
- Páginas falsas: a primeira delas,e não tão desconhecida pelos usuários mais atentos, são as páginas falsas, o famoso phishing também atinge corretoras de bitcoin. Para aprimorar os cuidados com páginas falsas de corretoras, siga as dicas de segurança contra phishing, na nossa série introdutória.
-Golpes: com a popularização do bitcoin, do blockchain e de outras criptomoedas, começaram a surgir esquemas de pirâmide usando falsas ofertas como pretexto para enganar clientes. Por aqui temos o exemplo da Unick Forex não é? Por isso, duvide sempre de negócios que pareçam bom demais para ser verdade. Lembre-se: o bitcoin é livre, não sendo necessário envolver terceiros, comprar pacotes de serviços ou coisas do gênero. Promessas de participações em lucros, em dividendos e na criação de novas moedas virtuais também são grandes indicadores de golpes.
-Bitcoins de graça: páginas que prometem dar bitcoin em troca de coisas simples, como views em vídeos, cliques em banners e em propagandas, respostas a questionários, ou formas milagrosas de criação de moedas, também podem ser um golpe. Duvide, sempre.
Serviços: todo tipo de serviço que oferece a movimentação ou outras opções para seus bitcoins pode ser uma fraude. Software e serviços de carteira ou corretoras "desconhecidos", serviços de aconselhamento de investimento em criptomoedas, robôs de investimento automáticos, entre outros, são extremamente arriscados, mesmo que haja opções genuínas. Apenas você pode garantir a segurança de seus bitcoins, e transações são irreversíveis.
Malware: há trojans que atacam corretoras de bitcoin, da mesma forma que atacam bancos. Se você mantém sua carteira em software, com você ou em uma corretora, fique atento a ataques por malware.
OBS: Peer-to-peer é uma arquitetura de redes de computadores onde cada um dos pontos ou nós da rede funciona tanto como cliente quanto como servidor, permitindo compartilhamentos de serviços e dados sem a necessidade de um servidor central.
Prefiro carteiras que possam ser acessadas do PC, no celular é prático, mas a bitcoin.com, por exemplo, se voc~e armazenar BTCs lá que seja retirado rápido, pois se perder o celular lá se vão seus bitcoins.
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Considerando as tendências negativas da economia atual, os chamados ativos alternativos como, por exemplo, criptomoedas tem estado alta diante da instabilidade econômica provocada pelo Coronavírus. O Bitcoin, principal ativo do criptomercado teve uma alta superior a 8% nas últimas horas, o que tem animado diversos investidores.
Segundo especialistas, em momentos onde a economia global está instável, suas moedas tendem a chamar menos a atenção do mercado de investimentos.Assim, os ativos como Bitcoin e outras criptomoedas são considerados um porto seguro para os investidores. E, pelo que estamos vendo, continuará assim por um bom tempo.
O BTC /USD está sendo cotado a 9309.80 USD no mercado aberto uma variação de -2,54%
Abertura de 9510.84 Volume de 3.796K
Toda as vezes que há uma crise no mercado financeiro o investidor procura um porto seguro, isso não é novidade, além do BTC há também a corrida para o Ouro, afinal ninguém quer deixar o dinheiro parado.
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Coronavírus é o Cisne Negro do Bitcoin.
Todos sabemos que a expressão "Cisne Negro" no mercado financeiro refere-se a eventos totalmente imprevisíveis, mas que possuem alto impacto no universo das finanças.Dito esto, podemos afirmar que o novo Coronavírus é o cisne negro do BTC?
Visto que é um imprevisto, e tal evento que saiu do controle na China, e fez com que as Bolsas asiáticas abrissem em baixa nesta segunda-feira,- 03 de fevereiro, podemos afirmar isto, e o BTC está sendo afetado?
Bem, ao meu ver sempre que algo acontece no mercado, um evento impactante que enfraquece determinadas moedas, investidores correm para ativos porto seguros, aquilo que podem investir sem deixar o capital parado. Mas podemos dizer que o BTC com sua alta volatilidade pode ser um ativo porto seguro?No momento, os desafios são muitos, mas além do ouro alguns recerrem as moedas virtuais sim, mas como já li em um post anterior, diversificar a carteira, estudar sobre o ativo é aconselhável para não ter perdas excessivas.
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Mercados de criptos vive mais um dia de valorização
O mercado de criptoativos vive mais um dia de valorização nesta quinta-feira, 06 de fevereiro, após iniciar na quarta-feira uma recuperação em relação às perdas do início da semana. O Bitcoin agora se encontra acima dos US$9.729, enquanto o Ethereum rompe uma importante marca não vista em quatro meses.
A Tezos valorizou novamente, desta vez 7,20%, seguida de Ethereum Classic e Tron, que saltaram respectivamente 5,02% e 4,54%. O restante dos ganhos apresentados pelo top 20 ficou entre 2,03% e 4,18%. O Bitcoin lidera a valorização entre as criptomoedas, A dominância da principal moeda digital está em 64,1%.
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BTC em sua maior alta desde setembro de 2019
O preço do Bitcoin voltou a operar nos níveis de U$ 10000 por unidade, sendo a maior alta desde setembro de 2019. Com movimento forte, cotação da moeda virtual recupera força nas corretoras. A máxima tão esperado foi alcançada em 2020. O recorde estabelecido foi de U$ 10394, segundo informações do CoinPaprika, e só estamos no começo de fevereiro.
Os sinais técnicos de compra para Bitcoin estão positivos, com traders de olho no comportamento nas próximas horas.
No momento o BTC/USD está cotado a 10343,92
Segue o gráfico :
Attachment 5660
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Venezuela aprova a posse de Bitcoin e criptomoedas no País
A Federação de Contadores Públicos da Venezuela aprovou por unanimidade o boletim VEN-NIF 12 versão zero sobre a “posse de ativos criptográficos próprios” que darão conta da legislação sobre o Petro e as criptomoedas no país.
O sindicato aprovou o documento, detalhando como será o tratamento e a apresentação das criptomoedas em uma sessão extraordinária do Diretório Nacional Estendido, realizada neste sábado, 15 de fevereiro, em Caracas.
O boletim estabelece quatro aspectos principais das criptomoedas para reconhecimento, medição, apresentação e divulgação. Cada linha fornece detalhes sobre os métodos que os contadores devem adotar para manter o registro de Bitcoin ou Petro.
O padrão refere-se a pessoas ou empresas que têm controle sobre criptomoedas armazenadas em seus próprios portfólios, ou seja, não cobre, por enquanto, criptomoedas armazenadas em exchanges ou mineração digital.
Jorge Gómez, secretário de estudos e pesquisas da Federação, destacou ainda que este é o primeiro boletim relacionado à propriedade de criptomoedas, mas que outros dois boletins são esperados para 2020.
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BTC / USD em leve correção, e o viés é de alta no momento bom para compra. Última cotação 9644.76 , mas a semana está só no inicio acredito que subirá mais.
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Para quem renegava o BTC bom começo.
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BTC sempre vai e vem segunda feira os mercados ainda estão se definindo, esperaria um pouco também.
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Como posso declarar Bitcoins e outras criptos negociadas?
Prazo para entrega do imposto de renda se aproxima, e o que fazer em relação a criptomoedas?
Bem, segundo a Instrução Normativa nº 1.888/2019 entrou em vigor em 1º de agosto de 2019, é obrigatório declarar imposto de renda em relação à negociação de cripto vativos, tanto por pessoas físicas como empresas, sem exceção de operações realizadas no exterior. Pessoas que negociam criptomoedas no Brasil ou em corretoras estrangeiras devem declarar quando houver movimentações acima de R$ 30 mil.
Neste caso é necessário fazer o download do programa gerador do Documento de Arrecadação da Receita Federal (DARF).
Em relação a tributação, esta varia em 15%, quando não ultrapassarem R$ 5 mil, 17,5 entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, 20% (entre R$ 10 mil e R$ 30 mil) e 22,5% (quando as movimentações não ultrapassam R$ 30 mil). As corretoras brasileiras terão que informar todas as transações feitas por seus clientes.
As doações em criptomoedas estão sujeitas ao Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) se estiverem acima de 2,5 mil UFESP. A data de vencimento desse imposto é o último dia útil do mês em que a doação foi feita. A própria receita federal disponibiliza uma área para esclarecer dúvidas sobre como declarar criptoativos.
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BTC / USD Visão geral
O Bitcoin permanece na zona dos US$9.600, um pouco acima de seu preço de abertura de 9.595,3, enquanto o restante das criptomoedas seguem devagar. Fechamento anterior da moeda virtual foi de 9.595,3. No momento está neutro, prefiro esperar até o final da tarde para definir alguma ação.
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Bitcoin recua à medida que a ameaça dos regulamentos dos EUA se aproxima.
O bitcoin recuou de sua alta de US$ 10.460 para uma baixa de US$ 9,517. Será que esse recuo já pode ser uma reação do mercado à notícia de que Steven Mnuchin, secretário do Tesouro dos EUA, afirmou que novas e “significativas” regulações para cripto estão a caminho?
Bem, mesmo com a força da industria de cripto nos dias de hoje , e com grandes corporações envolvidas neste mercado, não impediu que Steven Mnuchin, secretário do Tesouro dos EUA, anunciasse que regulações “significativas” para criptoativos estão a caminho. O anúncio foi feito na no dia 12 de fevereiro na audiência do Comitê de Finanças no Senado dos EUA.
Segundo Mnuchin existem “alguns novos requisitos significativos na FinCEN (Rede de Combate a Crimes Financeiros) para certificar que a tecnologia progrida, mas “criptoativos não são usados para o equivalente a antigos números secretos de contas bancárias na Suíça”.
Mnunchin expressou sua preocupação em relação a falta de transparência nas transações de criptoativos significa que podem ser usadas por agentes maliciosos e anunciou que medidas estão a caminho para solucionar o problema.
Não mundo de criptoativos ainda há vários céticos, por exemplo, Neel Kashkari, presidente da Reserva Federal de Minneapolis, por exemplo, se referiu a criptomoedas como “uma grande lixeira”, meio radical não acham? Trump também tuitou que não é um grande fã de criptos pois a falta de regulamentação pode iniciar transações duvidosas que podem levar a financiamentos de drogas entre outras atividades ilegais.
O fato curioso é que os EUA continuam sendo um dos maiores mercados para cripto, o que significa que regulamentações rigorosas que restringem a atividade de mercado irão afetar negativamente os preços de mercado.
Mas as criptos chegaram para ficar, e este mercado continua firme
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Vantagens da criação de uma cripto própria
As criptos chegaram aqui para ficar, pelo menos mostram resiliência por um período significativo. Afinal, como não há nenhum órgão centralizador por trás das suas transações, isso dá enorme liberdade de uso. Mas, as instituições estão cada vez mais propensas a criar suas criptomoedas, e será que isso é vantagem ou não?
Acredita-se que com a criação da própria moeda, será possível reduzir ainda mais essa a possibilidade, o que é interessante principalmente para os governos. Para alguns isso seria uma distopia, para outros a solução nas contas públicas.
Países como a Venezuela já tem sua criptomeda a "Petro", mas vem enfrentando problemas de adesão, pois os compradores não querem sofrer sanções dos EUA.
A China tem sido o principal país a querer implementar a tecnologia de blockchain e emitir sua moeda, “DCEP” (moeda digital/pagamento eletrônico). O Japão também quer emitir seu próprio iene digital, e um grupo de Bancos Centrais quer estudar possíveis casos de uso das moedas centralizadas.
A Alemanha, por sua vez, está bem receptiva ao uso de criptomoedas, conforme o aplicativo Bison atingiu a marca de 81 mil usuários em apenas um ano de existência e diversos bancos alemães se inscreveram para a obtenção de uma licença para ofertar serviços de custódia de criptoativos.
Na terra do Tio Sam, apesar das rejeições, especialmente expressas pro Trump, há “cripto, sim”, como a proposta de lei de uma deputada de Nova Jersey para que criptoativos sejam bem-regulamentados, e não restritos.
De fato, ainda há muito a entender sobre as limitações e vantagens oferecidas por este tipo de ativo, além das já conhecidas. Certamente, há muitas vantagens em ter sua própria criptomoeda, como, por exemplo, a mitigação de atividades criminosas, resiliência contra sanções governamentais, neste caso é o que a Venezuela tenta fazer.
Outra grande vantagem é uma maior variedade de pagamentos para os seus clientes, e rapidez nas transações, além do baixo custo de taxas. Afinal, muitos negócios já aceitam o pagamento com Bitcoins, por exemplo, e têm uma boa adesão,e quanto mais meios de pagamentos oferecer maiores serão as vendas.
Muitos empreendedores estão criando seus próprios tokens e criptomoedas, um tipo de ativo digital que será útil para algum tipo de serviço. Por exemplo, podemos atribuir a um token um número definido de pontos num programa de fidelidade de um determinado produto ou serviço, criado dentro da blockchain, cuja finalidade é facilitar as transações entre os usuários.
O fato é que há muito mais vantagens, pois as criptos chegaram para ficar, e me arrisco a perguntar, será que serão o futuro do dinheiro? É necessário informar-se mais para tirar o proveito máximo da tecnologia, e, não cair em armadilhas.
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BTC vs Ouro quem leva melhor? Bitcoin supera o ouro segundo investidor do Shark Tank
É bem óbvio que quando há algum tipo de panico nos mercados financeiros investidores correm para ativos porto seguro. O ouro é o preferido, mas desta evz o Bitcoin e outras moedas virtuais entraram na disputa.
O tubarão, investidor e celebridade canadense Robert Herjavec, que também está no comando do Herjavec Group, foi destaque em um segmento no programa de notícias da empresa de metais preciosos Kitco e aproveitou a oportunidade para declarar seu apoio à principal criptomoeda sobre ouro. O empresário declarou que acredita muito no Bitcoin, e ainda disse que o preço do Bitcoin a longo prazo quintuplicará, acrescentando que um preço de US $ 100.000 e US $ 1 milhão em Bitcoin, meio surreal não acham?
Embora ele seja otimista em relação aos pagamentos eletrônicos, ele afirma que o mercado ainda tem um longo caminho a percorrer, e caracteriza o mercado de criptomoedas como uma “indústria fragmentada”, apontando para altcoins e sugerindo que os investidores sejam cuidadosos.
Será que este tubarão é uma baleia?
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Fed ajuda a injetar dinheiro para BTC?
Para combater um colapso e uma possível recessão, o Federal Reserve deverá cortar as taxas de juros.
Esse corte ajudaria não apenas a estabilizar o mercado, mas também a injetar dinheiro para o bitcoin antes do halving.
Em um momento de volatildiade e incertezas investidores correm para ativos porto-seguro. Enquanto o bitcoin (BTC) é considerado um ativo de refúgio similar ao ouro, o preço do bitcoin foi correlacionado a ativos de risco nas últimas duas semanas e despencou e está sendo negociado em apenas US$ 8,8 mil. ante o dólar. U corte da taxa por parte do Fed pode atrair investidores para ativos mais arriscados. E apesar das características de refúgio do bitcoin, a criptomoeda ainda pode ser classificada como um ativo de risco.
Ainda não se sabe quais serão os efeitos da epidemia do coronavírus nos mercados cripto mas, como “ouro digital” e moeda alternativa, o bitcoin parece bem-posicionado para enfrentar a tempestade à frente.
Em relação as criptos investidores estão otimistas, apesar da queda da capitalização de mercado total para criptoativos cair cerca de 16%, uma perda de US$ 25 bilhões em valor. Mas foi compensada pela queda das ações. Recomendo acompanhar o que vem por aí esta semana.
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Bitcoin despenca em meio a volatilidade nos mercados
O bitcoin despencava nesta quinta-feira em meio a uma volatilidade intensa nos mercados de criptomoedas disparada por venda generalizada de ativos diante de temores de que os efeitos da pandemia de coronavírus persistam.
A moeda digital despencou 25% mais cedo e às 11h52 (horário de Brasília) mostrava queda de 23,1%, a 6.100 dólares, rumando para a maior perda diária em cinco anos.
O bitcoin acumulou perda de mais de 30% nos últimos cinco dias, superando perdas acentuadas de ativos como petróleo e ações.
A segunda mais importante moeda digital, ethereum, recuava 28%, enquanto a XRP, usada pelo sistema de pagamentos Ripple, afundava cerca de 21%.
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Bitcoin despenca 32% em fortes vendas
Pela manhã o Bitcoin era negociado nesta sexta-feira a US$ 5.571,6. O selloff provocado pelo mau humor dos investidores afundou a capitalização de mercado do Bitcoin para US$ 103,1 bilhões, ou cerca de 0,00%.
O Ethereum era negociado a US$ 130,69 segundo o Investing.com Index, queda de 1,89% no dia.
O XRP era vendido a US$ 0,15378 de acordo com o Investing.com Index, perda de 21,83%.
A capitalização de mercado do Ethereum totalizava US$14,6 bilhões, enquanto XRP possuía valor de mercado de US$ 6,8 bilhões.
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Bitcoin pode se beneficiar com novo QE
O BTC/USD está em queda o último valor cotado foi de 5.379,2 uma variação de -77,6 (1,32%)e indicando forte compra forte. A moeda virtual está em queda há duas semanas, sofrendo o impacto do Covid-19.
Um novo programa de afrouxamento quantitativo (QE) foi anunciado pelo banco central dos Estados Unidos (Fed) nesta semana. O programa deve injetar US$ 700 bilhões na economia, com o objetivo de prover mais liquidez ao mercado e mitigar os impactos da pandemia de coronavírus. E o BTC pode se beneficiar tanto em termos de sua reputação como uma proteção contra mudanças centralizadas no sistema financeiro, quanto diretamente em seu preço, conforme os preços dos ativos aumentam gradualmente.
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Bitcoin avança em comparação ao mercado de ações
O BTC se beneficiou do estímulo do Fed e disparou muito mais do que outros ativos. O preço da moeda digital subiu que 10% em 24 horas, seguindo um caminho contrário do mercado de ações que reagiu bem nesta terça-feira.
Muitos acreditam que este é um ativo diferente de qualquer outro já criado, principalmente pelo fato de não ter uma entidade por trás. A política monetária do Bitcoin foi definida desde sua criação por Satoshi Nakamoto.
As altcoins também se beneficiaram do bom momento, mas o BTC lidera.Hoje o Bitcoin está com seu preço em torno de U$ 6800 por unidade, ou R$ 33700.
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Por que insistir no Bitcoin neste momento
O preço do Bitcoin vem caindo cerca de 40% desde de março, e o “ouro digital” não funcionou como um ativo de refúgio quando todos os ativos de risco afundaram, decepcionando muitos. A questão é: Será que é uma péssima ideia operar com o BTC?
Os preço de ativos refletiu essa questão desde que ficou claro que o coronavírus não era mais um problema global, mas sim uma crise global. As economias estão desacelerando, e o Bitcoin não consegue atuar como porto seguro, apesar de sua decentralização. O fato é que o preço do Bitcoin pode cair ainda mais.
Mas vejamos o lado bom de tudo isso, se você retém bitcoin em uma carteira pessoal da qual você possui as chaves privadas, aquele dinheiro é seu e apenas seu. Ninguém pode acessá-lo. Desde que você possua as chaves, é seu dinheiro.
Especialistas ainda acreditam que é a melhor escolha, não desista do bitcoin, pois ele poderá te salvar caso o sistema global entre em colapso e os bancos tomem os seus fundos reter o BTC é ainda uma boa escolha. Além disso, diferente do ouro, o bitcoin também pode ser usado de forma efetiva como uma moeda. Se o sistema financeiro tradicional entrar em colapso, a adesão do bitcoin provavelmente decolaria para comerciantes e varejistas em todo o país, o que poderia ser uma salvação para você, sua família e seu negócio. Parece meio sombrio, mas é melhor estar preparado do que seguir a deriva no mercado.
Fonte: Artigo autor Brave New Coin
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Bitcoin pode retornar a zona de US$ 6.000
Após entrar o final de semana quase na zona dos US$ 6.500, o Bitcoin sofreu uma queda brusca e fechou o domingo sem sequer conseguir se manter acima dos US$ 6.000. Mas esta segunda-feira (30.03), o criptoativo de maior demanda do mercado conseguiu apresentar uma leve recuperação, seguida de perto pelo restante das outras criptomoedas.
A mínima intradia do criptoativo ficou em US$ 5.920,09, ao passo em que a mais alta foi exibida nos US$ 6.250,47. A cotação atual representa o retorno do BTC à zona dos US$ 6.000
No momento da escrita a moeda digital era cotada a 6.377,00 ante o USD.
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Saídas estão superando as entradas em exchanges
Segundo uma análise publicada da Glassnode a quantidade de Bitcoins depositados nas exchanges de criptomoedas caiu quase 7% no mês de março. O relatório destacou que a saída excedeu a entrada devido às fortes flutuações que o mercado de criptomoedas sofreu nas últimas duas semanas.
Vamos concordar que o BTC caiu no início de março e não voltou mais as suas máximas anteriores, e o tão esperado Halving ainda não aconteceu, e se acontecer até quando esperar.
De acordo com esta análise, em janeiro deste ano, as exchanges Binance, Bitcoin.de, Bitfinex, Bitstamp, Bittrex, Coinbase, Gemini, Hitbtc, Huobi, Kraken, Okex e Poloniex, mantiveram um saldo de 2,41 milhões de Bitcoin em suas plataformas e, em março, este saldo caiu para 2,25 milhões de BTC, ou seja, uma redução de cerca de 160.000 Bitcoins em cerca de 15 dias, queda de 6,64%.
Ou seja, as saídas estão superando as entradas. A análise também comprova que há uma disparidade entre o número de depósitos nas exchanges e o volume de depósitos, que é “extraordinariamente grande”. Ou seja, normalmente, em média, os traders transferem cerca de 1 BTC para as exchanges de criptomoedas. No entanto, após 12 de março, quando o preço do Bitcoin caiu perto de 40% em questão de horas, a média dos depósitos excedeu a barreira dos 5 BTC. Atualmente, a média é de 1,88 BTC, ainda acima do comportamento tradicional.
Bem, a resposta ara isso seria maiores retiradas principalmente devido à queda do preço. Especula-se que investidores estão consolidando posições de longo prazo e/ ou uma redução na liquidez do BTC.
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Covid-19 hora do BTC provar seu valor.
A COVID-19 continua causando estragos a um ritmo alarmante, afetando milhões de pessoas em todo o mundo, e suas respectivas economias. Mas a questão é: Como o BTC está se saindo?
O BTC assumiu liderança no mercado de criptos, solidificando-se e se tornando a moeda virtual mais popular da terra.O Bitcoin sofreu algumas quedas desde o inicio de março de 2020.
BTC caiu para US$ 8.000, apesar de atingir a alta de US$ 10.000 em fevereiro, e, em 16 de março o BTC estava US$ 4000 e em 20 de março, o BTC voltou a quase US$ 7000.
Segundo especialistas o BTC tem uma oferta finita e pode manter seu valor à medida que os valores da moeda fiduciária caem devido à inflação, com a constatação de pandemia pela OMS, as pessoas tem preferido pagamentos eletrônicos e moedas virtuais,e alguns bancos começaram a oferecer serviços com moedas digitais. Segundo estatisticas do Google, os investidores estão realmente comprando mais BTC em vez de vender seus ativos, apesar da queda do preço da moeda digital, e do halving que muitos aguardam. Houve uma melhora no preço desde o final de março e inicio de abril, mas nada comparado ao valor anterior, ainda. Mas acreditamos que é u grande momento para se educar mais sobre a moeda virtual, e outros ativos, afinal, o globo para, mas não totalmente.
Este texto é de cunho informativo, e não constitui aconselhamento de investimento ou uma oferta para investir. Nosso intuito é informar sempre.
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Bitcoin continua avanço e atinge os US$ 7.400
O Bitcoin (BTCUSD) em mais um dia de valorização está sendo negociado por US$ 7.450,00 com alta de 1,55%.
O mercado de cripto ativos no geral aproveitou o avanço da criptomoeda dominante, e alguma criptos seguem a mesma direção.
Ethereum e EOS exibiram avanços de dois dígitos, saltando respectivamente 12,97% e 11,31%. O restante das moedas digitais também exibiu valorizações entre 5,75% e 9,57%.
Cardano e Dash também deram saltos significativos, agregando ao seu valor, respectivamente, 8,67% e 7,39%. A dominância do BTC está em 64,3% até o momento da escrita.
Chainlink (LINK/USD) foi a criptomoeda com a maior valorização de forma disparada, ao valorizar 18,41%
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Bilionários da industria de cripto de 2020
A lista de bilionários da industria de criptos foi atualizada, esta tem 4 novos membros, segundo a Forbes.Os quatro membros da indústria de criptoativos também apareceram nessa lista totalizam US$ 8,7 bilhões:
– Micreen Zhan (US$ 3,3 bilhões) e Jihan Wu (US$ 1,8 bilhão), cofundadores da Bitmain;
– Chris Larsen (US$ 2,6 bilhões), cofundador da Ripple; e
– Brian Armstrong (US$ 1 bilhão) diretor executivo da Coinbase.
Nesta lista, Jeff Bezos, CEO da Amazon, é o primeiro colocado, com um patrimônio líquido de US$ 113 bilhões, seguido do fundador da Microsoft Bill Gates, magnata da indústria da moda Bernard Arnault e o investidor estadunidense Warren Buffett.
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Bitcoin: vale a pena investir? Principais riscos envolvidos.
A volatilidade deste mercado é grande, e a instabilidade e golpes são os principais riscos envolvidos com o investimento em Bitcoin. Mas quais o riscos que envolve operar com o Bitcoin e moedas virtuais.
- Ataques cibernéticos e golpes de falsos investimentos em Bitcoin que prometem lucros extraordinários e enriquecimento rápido.
Lembre-se ganhos rápidos não existe, lucro vem depois de ações pensadas e estudo de mercado. Procure corretoras e ou exchanges com boa reputação.
- Entenda sobre a evolução da moeda e como é o funcionamento da venda de pessoa para pessoa, é aconselhável que realizar as suas primeiras compras em uma exchange que, seja de sua confiança e de boa reputação, para que possa fazer operações seguras.
- Verifique as opiniões de clientes,e vejam se elas têm fundamentos sólidos, e se não é alguém pago para desinformar em prol de alguma empresa, existe muito disso no mercado.
- Não invista todo seu dinheiro e uma carteira, invista um percentual, afinal não devemos investir o que não podemos nos dar ao luxo de perder.
Moedas virtuais, em especial o Bitcoin é um dos ativos que mais se valorizam no mundo, mas sua decentralização ainda é uma barreira
Bitcoin oferece grandes vantagens enquanto ativo alternativo é a sua descentralização. Mas o principal receio por parte do mercado, ainda é por sua imprevisibilidade que o faz oscilar entre ganhos e perdas.
**O intuito desta postagem é informar, e não constitui em uma sugestão para operar ou fechar alguma transação. Para tanto, devemos nos informar a partir de diferentes fontes.
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BTC mãe das criptos não tem tido dias favoráveis.
Os últimos dias não tem sido tão favoráveis para criptos e para a principal delas o BTC nem se fala. Hoje a cotação do BTC/USD também se 6725.77 as médias móveis indicam venda, enquanto os osciladores indicam compra com viés neutro.
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Exchanges brasileiras registram aumento de volume em março
Em meio a crise do coronavírus surge um corportamento atípico, as exchanges brasileiras tiveram aumento de até 30% dos clientes. As principais exchanges como, Foxbit, Mercado Bitcoin, BitcoinTrade e Binance registraram alta de 15 a 30% de novos clientes em comparação com a média de clientes mensais em 2019. Estas ressaltam, porém, que cerca de 1/3 dos cadastrados opera ativamente nas plataformas.
A Foxbit, registrou um aumento de 10% nos registros, contando 10.753 novos clientes em uma base trismestral.
A Binance registrou que o número de novos clientes foi 16% maior que no ano passado, além de aumento de 24,9% em novos clientes no panorama global em comparação com o último trimestre de 2019.
A BitcoinTrade teve aumento de 30% de novos clientes em março, e também teve um aumento em volume de depósitos. A maior exchange do país, oMercado Bitcoin, teve aumento de 20% dos clientes em relação aos últimos meses, e espera fechar o mês de abril com quasse 100.000 novos clientes em 2020, de acordo com o diretor Fabrício Tota.
De acordo com a Cointrader Monitor, a ferramenta de análise que monitora os preços do Bitcoin nas exchanges do Brasil, a Mercado Bitcoin revela que o volume negociado dobrou em março e, por certo período, chegou a cinco vezes a média diária negociada na exchange em 2019.
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Lideres do mercado de criptos otimistas com próximo halving do BTC em maio
Bitcoin é negociado em queda de -0,88%, valendo US$ 7.041,16 no momento da escrita. Apesar da queda, a moeda virtual tem se saido bem durante a crise causada pela disseminação da Covid-19 que assola o mercado.Contudo, lideres do mercado se mostram otimistas com o próximo halving que deverá ser em maio. Bem todos estamos contando com isso, segundo especialistas como por exemplo, Xu Weizhuo, investidor em educação tradicional, o fornecimento "produção" de BTC poderá diminuir globalmente, mas a demanda a por Bitcoin permanecerá a mesma e pode até aumentar. Nesta relação dinâmica de oferta e demanda, o modelo de deflação do Bitcoin aumentará seu preço e valor
Xu também acredita que o halving tirará do mercado empresas de mineração de médio e pequeno porte com custos de mineração mais altos.
O CEO da Hashrate Club, Sis V, acredita que paralelos podem ser traçados entre a tecnologia blockchain e a internet dos anos 2000; ambos cheios de oportunidades e inovações, o halving eliminará várias máquinas antigas desatualizadas e pequenas e médias mineradoras com baixa eficiência de mineração.
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Primeiro fundo de bitcoin regulamentado de Hong Kong é lançado
Arrano Capital, o “braço” de blockchain da gestora de ativos de Hong Hong Venture Smart Asia Limited, lançou o primeiro fundo regulado de bitcoin do país.
Segundo oCEO da Arrano Capital, Avaneesh Acquilla, o fundo foi criado para atender à demanda do mercado, de investidores profissionais que estão, cada vez mais, focando em bitcoin como uma reserva alternativa de valor.
O fundo terá apoiadores importantes, como por exemplo, BitGo e Grant Thornton , que será um parceiro de auditoria.
A gestora de ativos Venture Smart Asia Limited é licenciada pela Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC, na sigla em inglês) de Hong Kong para operar fundos de criptoativos.
Fonte: https://www.theblockcrypto.com/linke...-gets-launched
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Hong Kong ganha seu primeiro fundo cripto regulamentado
A Arrano Capital, o “braço” de blockchain da gestora de ativos de Hong Hong Venture Smart Asia Limited, lançou o primeiro fundo regulado de bitcoin do país, para atender a demanda do mercado.
Segundo a Arrano, o fundo, que rastreia o preço do bitcoin, fornece acesso ao bitcoin por meio de uma estrutura de fundo tradicional a investidores institucionais.
O fundo possui importantes contrapartes: BitGo realizará a custódia e Grant Thornton será uma parceira de auditoria. O fundo espera ter US$ 100 milhões em ativos totais sob gestão em seu primeiro ano.
Venture Smart Asia Limited é licenciada pela Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC, na sigla em inglês) de Hong Kong para operar fundos de criptoativos.
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Cuba ganha sua primeira exchange descentralizada de Bitcoin
A maioria das empresas de criptoativos e e blockchain ficam fora de Cuba. Os motivos são muitos, mas o principal deles é a incertezas regulatórias e pesadas sanções americanas o interesse dos cubanos pelo criptoativo já é conhecido. Em setembro de 2019, o CriptoFácil relatou que muitos cubanos utilizavam o Bitcoin para ter acesso à economia global e, com isso, escapar das sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos nos últimos 60 anos. E, o interesse dos cubanos pelo criptoativo já é conhecido, apesar dos vários problemas enfrentados na adesão.
Assim, o empresário ítalo-cubano Mario Mazzola desenvolveu e inaugurou a Qbita, primeira exchange de Bitcoin (BTC) do país. O empresário acredita que a Qbita servirá como uma ferramenta para comprar, vender, usar e armazenar Bitcoins com facilidade e segurança.
A Qbita é a primeira exchange de Bitcoin inaugurada em Cuba. O país conta com outros serviços de exchange e carteira de criptomoedas, como Paxful e LocalBitcoins, mas Mazzola disse que cada um deles tem “um pequeno problema”. Paxful está bloqueando ativamente os acessos de Cuba, a LocalBitcoins está pedindo identificação de cliente (KYC), impossibilitando os habitantes da ilha a etilizarem estes sistemas.
Desde o lançamento da Qbita, o número de downloads do aplicativo subiu de 850 para 1.100, um aumento de 30% em apenas uma semana. Mazzola tem uma visão otimista, os cubanos em breve verão o potencial do Bitcoin em transações nacionais e internacionais.
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Bitcoin poderá ser o novo ouro digital do mercado?
De acordo com projeções recentes da Blomberg , o Bitcoin amadurecerá como uma reserva de valor semelhante ao ouro este ano. O relatório “Bitcoin Maturation Leap” , o salto do Bitcoin para maturidade, observou que a criptomoeda está pronta para uma corrida de alta, depois de ser temporariamente arrastada pela queda do mercado de ações induzida pela pandemia de coronavírus. Mas, segundo alguns seu halving está bem próximo, agora em maio.
Nem precisamos falar que a economia está fragilizada com toda esta situação gerada pela disseminação mundial da Covid-19, o que leva os governos a aumentar os estímulos para reavivar as economias. De acordo com o relatório, apesar da volatilidade anualizada do BTC, em média, cerca de 5x a do S&P 500 no ano passado, este ano a criptomoeda caiu 5% em dólar contra 22% no índice de ações em 2 de abril, ou seja, uma queda bem menor se comparada.
Neste relatório o mercado testemunhará um declínio duradouro das demais altcoins, o BTC é considerado um ativo de hedge, que será apreciado. Ou seja, os efeitos macroeconômicos do coronavírus aceleram o processo de ganho de valor do bitcoin em relação a outras criptomoedas.
Com sua correlação entre o salto do ouro e máximas recordes, será que o BTC está pronto para fazer a transição de um ativo especulativo de risco para a versão do metal dourado no mercado de criptomoeda? Bem, de acordo com o relatório sim, mas dada a volatilidade, será que o BTC mãe das criptos, consegue mesmo ser o novo "ouro digital"no mercado?
Vamos acompanhando a sua evolução.
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Preço do BTC perto da máxima histórica ante real
Na madrugada desta quinta-feira o Bitcoin chegou a bater US$9 mil em exchanges do exterior, no Brasil a criptomoeda está perto de chegar em sua alta histórica (ATH – All Time High) em valores nominais.
O dólar parece estar ajudando a impulsionar a moeda digital, e no momento da escrita o BTC é cotado a R$48.352,00, uma variação de cerca de 7.73%, já ultrapassando a mínima do dia de R$ 44.960,00 e chegando bem perto da máxima de R$ 48.500,00.
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Mercado de criptos começa maio em alta
O BTC começou maio em alta, o preço do BTC subiu cerca de 14%. O preço dos ativos número dois e três, ether (ETH) e ripple (XRP), tiveram uma alta de 5% e uma baixa de 11%, respectivamente. O mercado de criptoativos como um todo aumentou cerca de 13%.
No geral, os mercados de criptoativos continuam com preços positivos a curto prazo na última semana. Diversos ativos de grande capitalização, incluindo bitcoin (BTC) e ripple (XRP) tiveram ótimos ganhos na casa das dezenas.
No momento da escrita o BTC era cotado a 8,835.4225 segundo cotação da Coinbase. Mas, segundo especialistas, a primeira semana de maio parece ser positivo para o mercado de criptos.
Vamos acompanhar ao longo da semana.
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Contagem regressiva para o Halving do BTC
O halving do Bitcoin acontece a cada quatro anos e marca um novo período de emissão e oferta da criptomoeda no mercado. Em 2020, a previsão aponta para o dia 12 de maio, segundo a contagem dos blocos que restam para serem minerados.
Cada etapa do halving é dimensionada pelo número de blocos disponíveis na mineração do Bitcoin, sendo que em breve essa atividade completará 630 mil blocos minerados desde 2016, inaugurando assim o halving de 2020. A contagem regressiva para o evento foi iniciada após restarem apenas mil blocos para serem minerados, assim irá encerrar quando completar 630 mil blocos minerados nos últimos quatro anos.
Restam 6 dias, e, segundo as previsões de especialistas apostam que o ativo pode ser cotado em até US$ 1 milhão, com a redução da recompensa para 6,25 (BTC) por cada bloco minerado.
Segundo especialistas, o preço do BTC pode valer até US$ 248 mil, se repetir a valorização acumulada que teve após o halving de 2016.
Assim, nos resta aguardar o tão esperado halving.
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Bitcoin muito volátil antes do Halving
O Bitcoin tem estado muito volátil antes do seu halving, crescendo exponencialmente a moeda virtual chegou bem próxima de u nos R$ 55.000 na semana passada. Mas, o criptoativo iniciou uma correção no domingo, voltando à zona dos R$ 50.300 nesta segunda-feira (11). O mercado de criptoativos, no geral, sofreu quedas com a correção do BTC.
Segundo dados da ferramenta Coinmarketcap, o BTC avançou 0,09% nas últimas 24 horas contadas da escrita desta matéria, atualmente cotado a R$ 50.307,45. Sua máxima intradiaria foi registrada em R$ 54.886,71, muito próxima dos R$ 55.000.
Em relação a outras moedas virtuais o Ethereum Classic, Stellar e Cardano caíram, respectivamente, 2,11%, 2,92% e 1,91%. Para o restante do grupo, as perdas variaram entre 1,10% a 1,37%.
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BTC volta a bater R$56K, mas até quando?
O Bitcoin voltou a subir fortemente no final da manhã desta quarta-feira (13). Após iniciar o dia na casa dos R$ 52 mil, a criptomoeda subiu e passou rapidamente de R$ 53 mil de média. O movimento, no entanto, pouco tem a ver com a valorização real do ativo.
No mercado internacional, o Bitcoin valoriza, em cerca de 3,5%, alcançando novamente a casa dos US$ 9,1 mil da semana "pré-halving". No entanto, o movimento no mercado brasileiro é maior, de cerca de R$ 3,8% de alta. Em algumas exchanges, o preço do ativo alcança R$ 56 mil, dobrando a valorização para a casa dos 7,7%, segundo o Cointrader Monitor. no momento da escrita a moeda virtual e cotada a R$54.900.
Ante o dólar o BTC é cotado a US$9.366,06. Geralmente a alta do dólar impulsiona o BTC, pela manhã ante o BRL estava fraco, mas no final da tarde devolveu as perdas e voltou a subir. Mas falando em BRC, será que a cotação da moeda virtual vai chegar a seu preço recorde de 2017?
Vamos acompanhar o mercado.
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Mike_Mike
O Bitcoin voltou a subir fortemente no final da manhã desta quarta-feira (13). Após iniciar o dia na casa dos R$ 52 mil, a criptomoeda subiu e passou rapidamente de R$ 53 mil de média. O movimento, no entanto, pouco tem a ver com a valorização real do ativo.
No mercado internacional, o Bitcoin valoriza, em cerca de 3,5%, alcançando novamente a casa dos US$ 9,1 mil da semana "pré-halving". No entanto, o movimento no mercado brasileiro é maior, de cerca de R$ 3,8% de alta. Em algumas exchanges, o preço do ativo alcança R$ 56 mil, dobrando a valorização para a casa dos 7,7%, segundo o Cointrader Monitor. no momento da escrita a moeda virtual e cotada a R$54.900.
Ante o dólar o BTC é cotado a US$9.366,06. Geralmente a alta do dólar impulsiona o BTC, pela manhã ante o BRL estava fraco, mas no final da tarde devolveu as perdas e voltou a subir. Mas falando em BRC, será que a cotação da moeda virtual vai chegar a seu preço recorde de 2017?
Vamos acompanhar o mercado.
Segundo alguns especialistas o halving vai tirar os mineradores fracos do mercado e só permanecerão os grandes, mas como fica o preço do BTC após o halving? em relação o BTC/USD vai acompanhar os USD, as questões políticas e demais conflitos nos EUA vão afetar seu valor?