PMI de manufatura da Zona do Euro aumenta inesperadamente
O valor do PMI de manufatura da Zona do Euro subiu inesperadamente no mês passado de acordo com dados mostrados na Quinta.
Em um relatório, a Markit Economics informou que o valor do PMI de manufatura da Zona do Euro subiu para um ajuste sazonal de 48,8 partindo de 48,7 no mês anterior.
Analistas esperavam permanecem inalterados do valor do PMI de manufatura da Zona do Euro em 48,7 no mês passado.
10-07-2013, 10:12 AM
Trader Lusitano
PMI de manufatura do Reino Unido aumenta mais que o esperado
O valor do PMI de manufatura do Reino Unido subiu mais que o esperado no mês passado de acordo com dados mostrados na Quinta.
Em um relatório, a Markit/CIPS informou que o valor do PMI de manufatura do Reino Unido subiu para um ajuste sazonal de 52,5 partindo de 51,5 no mês anterior valor que foi revisto subiu de 51,3.
Analistas esperavam aumento do valor do PMI de manufatura do Reino Unido para 51,5 no mês passado.
10-07-2013, 10:12 AM
Trader Lusitano
Os empréstimos líquidos do Reino Unido cairam inesperadamente
O valor da quantidade de novos créditos concedidos aos consumidores pelo Banco da Inglaterra caiu inesperadamente no mês passado de acordo com dados oficiais mostrados na Quinta.
Em um relatório, o Banco da Inglaterra (BoE) informou que o valor dos empréstimos líquidos do Reino Unido caiu para 1,0B partindo de 1,3B no mês anterior valor que foi revisto caiu de 1,4B.
Analistas esperavam aumento do valor dos empréstimos líquidos do Reino Unido para 1,6B no mês passado.
10-07-2013, 10:12 AM
Trader Lusitano
A taxa de desemprego da zona euro aumenta menos que o esperado
O valor da taxa de desemprego da zona euro subiu menos que o esperado no mês passado de acordo com dados oficiais mostrados na Quinta.
Em um relatório, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) informou que o valor da taxa de desemprego da zona euro subiu para um ajuste sazonal de 12,1% partindo de 12,0% no mês anterior valor que foi revisto caiu de 12,2%.
Analistas esperavam aumento do valor da taxa de desemprego da zona euro para 12,3% no mês passado.
10-07-2013, 10:13 AM
Trader Lusitano
IPC da Zona do Euro aumenta
O valor da inflação de preços ao consumidor na Zona do Euro subiu no mês passado de acordo com dados oficiais mostrados na Quinta.
Em um relatório, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) informou que o valor do IPC da Zona do Euro subiu para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 1,6% partindo de 1,4% no mês anterior.
Analistas esperavam aumento do valor do IPC da Zona do Euro para 1,6% no mês passado.
10-07-2013, 10:18 AM
Trader Lusitano
IPP da Zona do Euro cai mais que o esperado
O valor da inflação dos preços ao produtor da Zona do Euro caiu mais que o esperado no mês passado de acordo com dados oficiais mostrados na Quinta.
Em um relatório, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) informou que o valor do IPP da Zona do Euro caiu para um ajuste sazonal de -0,3% partindo de -0,6% no mês anterior.
Analistas esperavam redução do valor do IPP da Zona do Euro -0,2% no mês passado.
10-07-2013, 10:29 AM
Trader Lusitano
PMI de serviços da Zona do Euro cai inesperadamente
O valor da atividade do setor de serviços da Zona do Euro caiu inesperadamente no último trimestre de acordo com dados industriais mostrados na Quinta.
Em um relatório, a Markit informou que o valor do PMI de serviços da Zona do Euro caiu para 48,3 partindo de 48,6 no trimestre anterior.
Analistas esperavam permanecem inalterados do valor do PMI de serviços da Zona do Euro em 48,6 no último trimestre.
10-07-2013, 10:31 AM
Trader Lusitano
As vendas no varejo da Zona do Euro subiram mais que o esperado
O valor das vendas no varejo na zona do euro subiu mais que o esperado no mês passado de acordo com dados industriais mostrados na Quinta.
Em um relatório, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) informou que o valor das vendas no varejo da Zona do Euro subiu para 1,0% partindo de -0,2% no mês anterior valor que foi revisto subiu de -0,5%.
Analistas esperavam aumento do valor das vendas no varejo da Zona do Euro para 0,2% no mês passado.
10-07-2013, 10:49 AM
Trader Lusitano
PIB da Zona Euro cai mais que o esperado
O valor do produto interno bruto da Zona do Euro caiu mais que o esperado no último trimestre de acordo com dados industriais mostrados na Quinta.
Em um relatório, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) informou que o valor do PIB da Zona Euro caiu para um ajuste sazonal de -0,3% partindo de -0,2% no trimestre anterior.
Analistas esperavam redução do valor do PIB da Zona Euro -0,2% no último trimestre.
Zona euro: produção industrial sobe 0,7%
em junho, recuando 2,8% em Portugal
A produção industrial na zona euro subiu 0,7% em junho, face ao mês anterior, e recuou 2,8% em Portugal, de acordo com os dados do Eurostat, gabinete de estatísticas da União Europeia, hoje divulgados.
Face ao mesmo mês de 2012, a produção industrial nos países que têm a moeda única cresceu 0,3% e aumentou 2,2% em Portugal.
No universo dos 27 países que compõem a União Europeia, a produção industrial aumentou 0,9% em junho, face a maio, e 0,4% em termos homólogos.
Em termos mensais, a produção industrial de bens duráveis cresceu 4,9% na zona euro e 4,2% na UE27, enquanto na energia recuou 1,6% no universo dos países da moeda única e recuou 1,3% na UE.
Entre os Estados-membros cuja informação está disponível, a produção industrial aumentou em 14 e caiu em oito. Os maiores aumentos em cadeia (face ao mês anterior) foram registados na Irlanda (+8,7%), Roménia (+5,7%), Polónia (+3,1%), Alemanha e Grécia (ambas +2,5%).
Os maiores recuos foram registados na Holanda (-4,1%), em Portugal (-2,8%) e França (-1,5%).
Eurozona sai da recessão: PIB cresce 0,3% no 2º trimestre
A economia da eurozona cresceu 0,3% no segundo trimestre do ano, o que representa o fim de um ano e meio de recessão, segundo informou nesta quarta-feira o Eurostat, Gabinete de Estatística da União Europeia (UE).
A recuperação foi impulsionada principalmente pela Alemanha, que teve um aumento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,7%, e pela França, que cresceu 0,5%. No entanto, algumas economias continuam em recessão, como a Espanha, que teve queda de PIB de 0,1%.
No conjunto da UE, o crescimento do PIB entre abril e junho também foi de 0,3%. No primeiro trimestre, o PIB tinha caído 0,3% na eurozona e 0,1% no conjunto da UE.
Em termos anualizados, o PIB da eurozona tinha caído 0,7% no primeiro trimestre e 0,2% em todo o bloco. Na Espanha, a redução foi de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Apesar do dado geral positivo, no segundo trimestre continuavam em recessão pelo menos seis países da UE (ainda não há dados disponíveis para todos), entre eles algumas das maiores economias do euro, como a Itália, que teve queda de 0,2%.
Também registraram recessão a Bélgica (-0,2%), Suécia (-0,1%), Bulgária (-0,1%) e Chipre (-1,4%).
Dos países resgatados, Portugal registrou um crescimento de 1,1% no segundo trimestre, a maior de toda a eurozona. O Eurostat ainda não dispõe de informação sobre a Grécia e a Irlanda. EFE
Zona euro cresce 0,3% e Portugal destaca-se na UE - Eurostat
A economia da zona euro apresentou comportamento positivo no segundo trimestre de 2013, sinalizando uma inversão dos números da recessão, com Portugal a destacar-se na UE ao apresentar melhor desempenho relativo do PIB e a Espanha a preocupar, indicam dados provisórios do Eurostat nesta quarta-feira.
O Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro e da UE-27 aumentou 0,3%, em volume e corrigido da sazonalidade, invertendo-se o cenário de recessão a um ritmo superior ao esperado por economistas.
De acordo com os dados do gabinete europeu de estatística, Portugal destacou-se com um aumento de 1,1%, apresentando o crescimento mais forte de todas as economias da UE, em base sequencial, depois de ter encolhido 0,4% nos primeiros três meses do ano.
Ainda que estes números sejam preliminares e careçam de confirmação na segunda metade do ano, o cenário de saída da recessão na Europa e em Portugal parece ter acontecido desde o final da Primavera e está a ganhar alguma consistência, apesar do cenário ainda negativo nos números de Espanha.
Ainda, em termos da evolução homóloga, a economia europeia – e a portuguesa – mantêm-se em terreno negativo, ou seja, a gerar menos riqueza do que em igual período de 2012. O PIB da zona euro encolheu 0,7% no 2º trimestre, enquanto o produto português decresceu 2,0%.
Estes dados também são menos negativos do que os do primeiro trimestre do ano, quando a zona euro encolheu 1,1% e Portugal derrapou 4,1%.
14-12-2013, 08:46 PM
OMGJ
Mario Draghi
União bancária "não é remédio" para estabilizar zona euro O presidente do banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, afirmou hoje que a união bancária "não é o remédio" para eliminar a fragmentação no mercado financeiro e estabilizar plenamente a zona euro.
"A união bancária não é a panaceia para eliminar a fragmentação no mercado financeiro e estabilizar completamente a zona euro. É uma condição necessária, mas não suficiente para romper o vínculo entre a dívida soberana e a banca e para restaurar um crescimento económico sustentável", sublinhou Draghi durante um debate perante o plenário do Parlamento Europeu.
Zona euro: sentimento económico sobe pela primeira
vez em quatro meses
O índice de sentimento económico da zona eur subiu, em outubro, pela primeira vez depois de quatro meses de estagnação ou declínio, indica o relatório mensal da Direcção Geral de Assuntos Económicos e Finanças, da Comissão Europeia.
O índice ESI (Economic Sentiment Indicator) aumentou 0,8, para os 100,7 pontos na zona euro, melhorando 0,5, para os 104,0 no conjunto da União Europeia.
Por países, compensando o declínio observado em Espanha, o ESI subiu na Alemanha, em França, Itália e Holanda. Em Portugal, o índice divulgado por Bruxelas, aumentou de 101,6 (setembro), para 103,1 em outubro, uma melhoria de 2,5 pontos.
De acordo com o relatório DGAEF , a confiança dos consumidores europeus mostrou-se amplamente estabilizada (+0,3), refletindo avaliações mais positivas sobre o futuro da situação global da economia e do emprego.
Zona euro: clima empresarial indica melhoria
muito ligeira em Outubro
O índice de clima de negócios na zona euro registou uma variação muito ligeira em outubro, face ao mês precedente, mantendo-se «virtualmente inalterado», segundo resultados do inquérito mensal da Comissão Europeia.
De acordo com o relatório divulgado nesta quinta-feira pela Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Finanças da Comissão Europeia (DGAEF), o BCI (Business Climate Indicator) passou de 0,02 (setembro), para 0,05 pontos em outubro, praticamente estabilizado depois dos 0,16 pontos da leitura obtida em agosto, quando somou três meses consecutivos de uma queda entretanto interrompida em setembro.
De acordo com a Comissão Europeia, em outubro, os responsáveis das empresas melhoraram as respectivas avaliações sobre expectativas de produção futura e das carteiras de encomendas para exportação, mantendo inalteradas as opiniões sobre a evolução dos stocks de produto acabado.
Zona euro: índices Markit de gestores de compras
decepcionam em novembro
O índice PMI compósito, da Markit, para a zona euro vltou a enfraquecer em novembro, com os resultados dos inquéritos a gestores de compras a mostrarem-se mais frágeis do que o esperado por analistas.
Segundo divulgado nesta quinta-feira, o PMI preliminar de novembro indica uma queda nas carteiras de encomendas, pela primeira vez em mais de um ano. O PMI compósito, que agrupa os indicadores da indústria manufatureira e dos serviços,desceu aos 51,4 pontos, contra 52,3 em outubro.
A componente dos serviços caiu para os 51,3, enquanto a da indústria desceu para os 50,4, mantendo-se ambos acima dos 50, limiar que separa a tendência de contração (abaixo de 50) dos valores que traduzem expansão.
Nota para o indicador de novas encomendas à manufatura da zona euro, que caiu para os 49,9, pela primeira abaixo de 50 desde julho de 2013.
Quanto à distribuição geográfica deste PMI preliminar de novembro, a Alemanha sinaliza um crescimento de atividade ao ritmo mais fraco de 16 meses, o PMI compósito a recuar de 53,9 (em outubro), para 52,1 pontos em novembro, com a componente do setor manufatureiro a descer para fronteira crítica dos 50,0.
Quanto à França, segunda maior economia da zona euro, o PMI-Markit compósito recuperou ligeiramente de 48,2 (outubro), para 48,4, apesar de agravamento na componente do setor manufatureiro. Com o valor provisório do índice compósito, a França soma sete meses consecutivos a sinalizar contração.
Área euro: clima empresarial sai de mínimos de um ano
O índice de clima empresarial na zona euro registou uma variação positiva em novembro, depois ter oscilado por mínimos anuais entre setembro e outubro, revelam dados divulgados pelos serviços da Comissão Europeia nesta quinta-feira.
O BCI – Business Climate Indicator da área de integração monetária da UE avançou uns moderados 0,12, face a outubro, para os 0,18 pontos, em novembro, colocando-se ao melhor nível desde junho de 2014.
Embora ligeira, a variação observada no sentimento dos empresários da moeda única, retira o indicador dos níveis mais baixos de praticamente um ano.
De acordo com os resultados dos inquéritos setoriais (indústria, serviços, retalho e construção) recolhidos junto de milhares de empresas, as respostas dos gestores de negócios sobre o andamento das carteiras de encomendas; produção e pedidos para exportação melhorou 'visivelmente', melhorando também - de alguma forma - a avaliação sobre os stocks de produto acabado.
No entanto, a componente de expectativas de produção ficou inalterada.
Zona euro: inflação recua para 0,3% em Novembro,
estima Eurostat
A taxa de inflação anual da zona euro baixou em Novembro para 0,3%, face aos 0,4% registados em Outubro, segundo uma estimativa rápida hoje divulgada pelo Eurostat.
De acordo com o flash do gabinete oficial de estatísticas da União Europeia, o sector da energia é o que deve apresentar a menor taxa de inflação (-2,5%, face aos -2,0% de Outubro) e o dos serviços o que apresenta a mais elevada (1,1%, que comparam com os 1,2% de Outubro).
A informação definitiva sobre o indicador, incluíndo os dados para os Estados-membros, tem publicação agendada para o dia 17 de dezembro.
Dinheiro Digital com Lusa
02-01-2015, 10:59 AM
The Money Man
Zona euro: Indústria e serviços recuperam ligeiramente em Dezembro
O índice que mede a atividade da indústria e serviços na zona Euro recuperou ligeiramente em dezembro face a novembro, para 50,6 pontos, mas ficou abaixo das expetativas dos analistas, divulgou hoje a Markit Economics.
Em comunicado, a empresa de serviços de informação financeira adianta que o seu índice de gestores de contas (PMI na sigla em inglês) subiu de 50,1 pontos em novembro para os 50,6 pontos em dezembro, refletindo a "quase estagnação" das taxas de crescimento da produção, das encomendas e do emprego e situando-se abaixo das previsões de 50,8 pontos.
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A evolução de dezembro assume-se como a mais lenta dos últimos 18 meses, durante os quais o índice da Markit Economics tem vindo a registar uma expansão, o que acontece sempre que supera a marca dos 50 pontos.
No último mês do ano, o índice PMI continuou a abrandar na França e em Itália, sendo que no caso italiano contraiu para um mínimo de 19 meses.
Na Alemanha, o índice PMI para a produção industrial cresceu para 51,2 pontos em dezembro, depois de ter caído para 49,5 em novembro, o valor mais baixo dos últimos 17 meses.
Em sentido oposto, segundo o índice da Markit, as economias da Irlanda, Espanha e Holanda registaram "sólidas" melhorias no último mês do ano.
Dinheiro Digital com Lusa
O indicador de conta corrente da Zona do Euro 18,1B vs. estimativa de 21,3B
Investing.com - O valor da conta corrente da Zona do Euro caiu inesperadamente no mês passado de acordo com dados industriais mostrados na Segunda.
Em um relatório, o Banco Central Europeu informou que o valor da conta corrente da Zona do Euro caiu para um ajuste sazonal de 18,1B partindo de 19,5B no mês anterior valor que foi revisto caiu de 20,5B.
Analistas esperavam aumento do valor da conta corrente da Zona do Euro para 21,3B no mês passado.
O índice ZEW de expectativa da Zona do Euro 45,2 vs. estimativa de 37,6
- O valor do índice ZEW que mede as expectativas para a economia na Zona do Euro subiu mais que o esperado no mês passado de acordo com dados oficiais mostrados na Terça.
Em um relatório, o ZEW informou que o valor do índice ZEW de expectativa da Zona do Euro subiu para um ajuste sazonal de 45,2 partindo de 31,8 no mês anterior.
Analistas esperavam aumento do valor do índice ZEW de expectativa da Zona do Euro para 37,6 no mês passado. Fonte-Investing.com
Confiança dos consumidores estabilizou em junho na zona euro
A confiança dos consumidores manteve-se estável, em junho, face a maio, na zona euro e melhorou na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.
De acordo com a Direção-Geral de Assuntos Económicos e Financeiros, o indicador da confiança dos consumidores estabilizou nos -5,6 pontos na zona euro e subiu 0,7 pontos para os -3,3 no conjunto dos 28 Estados-membros.
O indicador de sentimento económico calculado por Bruxelas mede a confiança e as expectativas dos consumidores e empresas quanto à evolução da economia.
Dinheiro Digital com Lusa
Zona euro: atividade segue ao melhor nível de quatro
anos 'ignorando' a crise grega
A atividade económica no setor privado da zona euro progride ao melhor nível dos últimos quatro anos, 'indiferente' à deterioração da crise na Grécia, indicam resultados de um inquérito realizado em junho junto de empresas europeias.
De acordo com o relatório do índice compósito da Markit, para a indústria e o setor de serviços na economia do euro, a leitura final de junho (54,2 pontos) melhora a estimativa preliminar (54,1) e assinala uma clara melhoria face aos 53,6 pontos, de maio. O valor calculado em junho estabelece um máximo de quatro anos. Note-se que, à semelhança de outros indicadores que recolhem opiniões de gestores de compras, quaisquer leituras acima dos 50 pontos traduzem expansão da atividade.
Segundo Chris Williamson, economista-chefe da Markit, «apesar do agravamento da crise grega durante a segunda quinzena de junho», o resultado final do índice PMI permite concluir que os problemas gerados com o drama da Grécia tiveram, «até agora, um impacto bastante limitado na economia real».
De acordo com a mesma fonte, os resulatdos do inquérito realizado a centenas de empresas nas principais economias do euro permitem antecipar que o PIB terá crescido uns 0,4%, na área euro, com a dinâmica de expansão a ser liderada pela Espanha e a Irlanda, e o suporte de um crescimento robusto na Alemanha, complementado ainda com dinâmicas positivas em França e Itália.
Schäuble diz que sem programa não se pode ajudar
Atenas dentro do euro
O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, disse hoje que sem um programa de reformas não é possível «ajudar a Grécia» dentro da zona euro.
"Não há espaço para ajudar a Grécia sem um programa", afirmou o responsável pelo tesouro alemão, à entrada para a reunião dos ministros da zona euro, em Bruxelas.
Este encontro antecede a cimeira do final a tarde, que reunirá os chefes de Estado e de Governo dos países que partilham a moeda única e que servirá para perceber o caminho a seguir em relação à Grécia após o claro 'não' dos gregos no referendo no domingo às últimas propostas dos credores.
Dinheiro Digital / Lusa
Parlamento grego aprova 2º pacote de medidas estipulado com zona do euro
Atenas, 23 jul (EFE).- O parlamento grego aprovou na madrugada desta quinta-feira (data local), com amplia maioria e apesar das dissidências no governista Syriza, o segundo pacote de medidas estipulado com os sócios da zona do euro.
Sua aprovação era um requisito prévio para iniciar as negociações sobre o terceiro resgate ao país.
Bruxelas diz ser «falso» que 'troika' controle o sistema fiscal grego
A porta-voz da Comissão Europeia Mina Andreeva disse hoje que são «falsas» e «infundadas» as informações que dão conta de que a 'troika' controla o sistema de receita fiscal da Grécia, garantindo que as instituições apenas dão apoio técnico.
«Alegar que a 'troika' controla simplesmente não é verdade», afirmou Mina Andreeva depois de questionada por jornalistas sobre declarações do ex-ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis.
A porta-voz garantiu que a intervenção das instituições - Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional - é apenas de «assistência técnica».
Dinheiro Digital / Lusa
A taxa de desemprego da zona euro ficou nos 11,1% em junho, o mesmo valor registado em maio e abaixo dos 11,6% de junho do ano passado, divulgou hoje o Eurostat.
Para o total da União Europeia, o gabinete estatístico europeu estimou, neste caso, que a taxa de desemprego corrigida das variações sazonais foi de 9,6% em junho. Este valor significa que o desemprego também está estável quando comparado com o mês anterior, mas melhor face aos 10,2% de junho de 2014.
Quanto a Portugal, o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou na quinta-feira que a taxa de desemprego manteve-se inalterada em junho face a maio, nos 12,4%.
Dinheiro Digital / Lusa
Grécia: acordo para 3º resgate prevê venda rápida de aeroportos, portos e rede energética
O acordo alcançado entre Atenas e os credores internacionais prevê a venda ou privatização rápida de infraestruturas de transportes (portos e aeroportos regionais) e da empresa que gere a rede de distribuição de energia na Grécia.
De acordo com o Memorando de Entendimento, um documento de 29 páginas onde ficou resumido o acordo que assegura à Grecia um financiamento de aproximadamente 86 mil milhões de euros durante os próximos três anos (3º resgate internacional desde 2010), as receitas das privatizações deverão totalizar 6 400 milhões de euros entre 2015 e 2017.
Entre as medidas enumeradas no documento visto pela Reuters e citado na imprensa internacional, o governo de Alexis Tsipras deve dar 'passos irreversíveis' até outubro próximo, para privatizar a ADMIE, empresa que opera a rede energética, caso não encontre, até lá, medidas alternativas que produzam efeito equivalente.
Os prazos para as propostas vinculativas para a gestão dos portos de Piréus e de Tessalónica também ficou estabelecido para final de outubro. Junto com estas orientações, os aeroportos regionais da Grécia deverão ser entregues no mesmo prazo a adjudicatários selecionados.
A inflação homóloga na zona euro, medida pela variação do índice harmonizado de preços no consumidor, registou uma variação de 0,2% em julho, sem alterações face ao mês precedente, revelou o Eurostat nesta sexta-feira indicando uma taxa mensal negativa de 0,6%.
De acordo com o gabinete europeu de estatística, a inflação no conjunto da UE28 aumentou 0,1%, igualmente estabilizada face à variação homóloga de junho, e queda mensal cifrada em 0,5% no Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC).
Enquanto Portugal registo um aumento homólogo de 0,7% no IHPC (0,8% em junho), onze países da UE registaram variação negativa na inflação homóloga em julho.
Segundo a mesma fonte, as contribuições positivas mais significativas para a evolução da inflação na zona euro resultaram da subida dos preços dos restaurantes e cafés, tabaco, e alugueres, enquanto os combustíveis dos transportes e laticínios deram os contributos negativos mais destacados.
Zona euro: PIB desacelera e cresce 0,3% no segundo trimestre
O Produto Interno Bruto da zona euro (EA19) aumentou 0,3% no segundo trimestre, em termos ajustados da sazonalidade e em cadeia, uma décima menos face ao crescimento do primeiro trimestre, indicou o Eurostat nesta sexta-feira.
De acordo com a estimativa do gabinete europeu de estatística, a taxa de variação homóloga alcançou 1,2%, duas décimas por cima do valor observado no trimestre precedente.
O conjunto da União Europeia (EU28) registou uma expansão de 0,4%, igualando a variação do trimestre anterior, com a taxa de variação homóloga estimada em 1,6%, uma décima mais relativamente ao valor do primeiro trimestre.
Enntre as grandes economias da área euro, a Espanha destacou-se com variação homóloga de 3,1%, enquanto a Alemanha expandiu-se 1,6% e a França apontou variação de 1,0%.
Alargando a perspectiva ao conjunto da UE, a República Checa e a Polónia destacaram-se com taxas homólogas de 4,4% e 3,6%, respetivamente, enquanto o Reino Unido cresceu 2,6%.
A Finlândia foi o destaque negativo, sendo a única economia do bloco europeu a mostrar crescimento negativo.
Acordo de resgate da Grécia confirma postura da
Alemanha, diz Schaeuble
O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, afirmou numa entrevista à Deutsche Welle que o novo acordo para o terceiro resgate à Grécia supõe uma confirmação da postura defendida pela Alemanha.
Segundo Schäuble, o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, acabou por reconhecer que se a Grécia quer permanecer no euro terá que se esforçar.
«É o que tenho dito há vários anos. A Grécia só pode continuar como membro da eurozona se realizar esforços extraordinários», disse.
Dinheiro Digital / Lusa
Schauble diz que seria irresponsável não ajudar a Grécia
O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, afirmou hoje que seria «irresponsável» se o Parlamento do país rejeitasse o terceiro plano de assistência financeira internacional à Grécia, ao defender o acordo pouco antes da votação prevista na Câmara.
«Não há garantias de que tudo isto vá funcionar, e podem sempre existir dúvidas», admitiu o ministro no início dos debates no Bundestag (Parlamento), que deve aprovar o novo pacote de resgate da Grécia, de 86 mil milhões de euros, em troca de reformas, ajustes e privatizações.
«Mas como o Parlamento grego já aprovou uma grande parte das medidas (de reformas), seria irresponsável não aproveitar a oportunidade para um novo começo na Grécia», disse ainda.
O índice PMI relativo à atividade económica do setor privado na zona euro registou variação positiva em agosto, segundo a estimativa preliminar da empresa Markit, enquanto a leitura obtida na China apontou um declínio e os dados recolhidos na economia do dólar sinalizam abrandamento, indica informação publicada nesta sexta-feira.
O PMI compósito, índice de gestores de aprovisionamento elaborado com base em inquéritos junto de milhares de empresas industriais e de serviços, aumentou dos 53,9 (julho), para um valor ainda provisório de 54,1 pontos.
Decompondo os dados recolhidos nas duas maiores economias do euro, o índice Markit que mede a atividade na Alemanha cresce, pelo 28º mês consecutivo, dos 53,7 (julho, para os 54,0 em agosto.
No entanto, dados homónimos recolhidos em França apontam um declínio, dos 51,5 para 51,3, entre julho e agosto. Estes valores do índice compósito, embora apontando uma desaceleração ainda traduzem crescimento (leituras acima dos 50 pontos significam expansão da atividade), escondem uma quebra na atividade no setor manufatureiro, o qual desceu dos 49,6 (julho), para os 48,6 (agosto).
-- Atividade na China degrada-se e EUA abrandam expansão
Já o PMI da atividade manufatureira na China registou significativa deterioração em agosto, estabelecendo-se no pior nível em mais de seis anos (77 meses). O PMI manufatureiro da economia do yuan desceu dos 47,8, para 47,1 pontos, segundo dados da Caixin-Markit.
Já os dados divulgados nos EUA indicam uma leitura preliminar de 52,9, contra os 53,8 obtidos em julho no PMI manufatureiro elaborado pela empresa privada de estudos económicos (Markit).
Embora mantendo-se num patamar de expansão, o indicador aponta algum abrandamento da atividade, a situar-se ao nível mais fraco desde outubro de 2013, o que é explicado por variáveis que condicionam as perspectivas futuras de negócios, tais como a apreciação do dólar e alguma prudência em recrutar mais trabalhadores.
A taxa de desemprego na zona euro foi, em julho, de 10,9%, a mais baixa desde fevereiro de 2012, tendo Portugal registado a quarta maior queda, segundo dados divulgados hoje Eurostat.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, o desemprego na zona euro recuou em julho, quer na comparação com os 11,6% do mesmo mês em 2014, quer com os 11,1% de junho, e a taxa de 10,9% é a mais baixa registada desde fevereiro de 2012.
Também na UE, o indicador diminuiu em julho para 9,5%, face aos 10,2% do período homólogo e aos 9,6% de junho.
O desemprego de julho, no conjunto dos 28 Estados-membros, é o mais baixo desde junho de 2011.
A taxa de desemprego caiu, na comparação homóloga, em 23 Estados-membros, tendo Portugal registado o quarto maior recuo (de 14,1% em julho de 2014 para 12,2%), depois da Bulgária (de 11,5% para 9,4%), Espanha (24,3% para 22,2%) e Grécia (27,0% para 25,0% entre maio de 2014 e maio de 2015).
A Alemanha (4,7%), a República Checa e Malta (5,1% cada) apresentam as menores taxas de desemprego, enquanto a Grécia (25,0% em maio) e a Espanha (22,2%) têm as mais altas.
Em relação à taxa de desemprego jovem, esta foi, em julho, de 21,9% na zona euro e de 20,4% na UE, tendo diminuído em ambos os casos, quer na comparação homóloga (23,8% e 22%, respetivamente) quer na em cadeia (22,3% e 20,6%).
Portugal registou a quinta maior taxa de desemprego jovem (31%), em baixa face julho de 2014 (34,8%), e também a junho de 2015 (31,6%).
As mais altas taxas de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos verificaram-se na Grécia (51,8% em maio de 2015), Espanha (48,6%), Croácia (43,1% no segundo trimestre do ano) e em Itália (40,5%).
Dinheiro Digital com Lusa
Economia da zona euro cresce 1,5% em termos
homólogos e 0,4% face ao trimestre anterior
O Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro cresceu 0,4% no segundo trimestre do ano face ao trimestre anterior e 1,5% em termos homólogos, precisamente os mesmos valores registados pela economia portuguesa, revela hoje o Eurostat.
De acordo com os dados do gabinete oficial de estatísticas da União Europeia, a economia do conjunto dos 28 Estados-membros subiu também 0,4% em cadeia (face ao primeiro trimestre do ano) e 1,9% em termos homólogos, ou seja, em comparação com o mesmo trimestre de 2014.
O crescimento em cadeia da economia europeia é ligeiramente mais brando que no primeiro trimestre do ano -- entre janeiro e março havia crescido 0,5% tanto no espaço do euro como no conjunto da UE -, mas mais robusto em termos homólogos (havia crescido, respetivamente, 1,2 e 1,7% no primeiro trimestre face ao mesmo período do ano passado).
Dinheiro Digital / Lusa
Confiança dos consumidores baixa em Setembro na UE e na zona euro
A confiança dos consumidores baixou em setembro na União Europeia (UE) e na zona euro, segundo dados divulgados hoje pela Comissão Europeia.
Segundo a estimativa da Comissão Europeia, a confiança dos consumidores baixou 0,8 pontos na UE para 5,5 pontos negativos em relação a agosto.
Na zona euro, o índice de confiança registou apenas uma ligeira diminuição de 0,2 pontos para 7,1 pontos negativos.
O indicador relativo à confiança dos consumidores é divulgado mensalmente pela Comissão Europeia.
Dinheiro Digital com Lusa
Zona euro com taxa de inflação negativa
de -0,1% em setembro - Eurostat
A taxa de inflação homóloga registou em setembro um valor negativo de -0,1%, face aos 0,1% de agosto e os 0,3% de setembro de 2014, segundo a estimativa rápida do Eurostat.
Os cálculos do gabinete oficial de estatísticas, os setores da alimentação, álcool e tabaco registaram a maior taxa de inflação (1,4%, face aos 1,3% de agosto), seguindo-se o dos serviços (1,3%, que compara com 1,2% de agosto), bens industriais (0,3%, face a 0,4% do mês anterior) e a energia (-8,9%, que compara com -7,2% de agosto).
O Eurostat divulga a 16 de outubro dados mais detalhados sobre o indicador.
Dinheiro Digital / Lusa
Fitch alerta para desemprego elevado até 2017 e
riscos de deflação na zona euro
A Fitch espera que a zona euro cresça 1,5% em 2015 e 1,6% nos dois anos seguintes, mas alerta que «os riscos de deflação podem reintensificar-se» e antecipa que o desemprego permaneça acima dos 10% até 2017.
No 'Global Economic Outlook', hoje publicado pela Fitch, a agência de notação financeira estima que a zona euro cresça 1,5% (depois de em junho ter antecipado um crescimento de 1,6%) e prevê que, em 2016 e em 2017, os países da moeda única europeia cresçam em conjunto 1,6% e 1,7%, respetivamente.
De acordo com a Fitch, esta recuperação é apoiada por «uma taxa de câmbio fraca, pelos baixos preços do petróleo e pelas condições de financiamento impulsionadas pelo programa de 'quantitative easing' do Banco Central Europeu».
Dinheiro Digital / Lusa
Crescimento da atividade privada desacelera na zona euro em Setembro
A atividade privada desacelerou mais do que o inicialmente previsto em setembro, segundo a Markit, levantando mais preocupações face às perspetivas.
Segundo a empresa de serviços de informação financeira Markit, o PMI (Purchasing Managers Index) revisto da atividade desacelerou para 53,6 pontos em setembro, contra uma primeira estimativa de 53,9 pontos em setembro e 54,3 pontos em agosto, quase o valor mais alto em quatro anos.
Um índice PMI inferior a 50 pontos significa contração, enquanto um superior indica expansão da atividade.
Os analistas tinham saudado a estimativa do PMI para setembro, mas também se mostraram preocupados com a queda do PMI e advertiram que o Banco Central Europeu (BCE) provavelmente teria de acelerar o já massivo programa de estímulos caso a desaceleração se mantivesse.
O economista chefe da Markit, Chris Williamson, afirmou que estes dados sugerem que a economia da zona euro deverá crescer 0,4% no terceiro trimestre, o mesmo valor do registado no trimestre anterior.
«Contudo, o facto da economia não ter ganho velocidade no verão vai ser um desapontamento para o BCE, especialmente com a criação de emprego a cair para um mínimo de oito anos», adiantou Williamson.
Dinheiro Digital com Lusa
Zona euro: Taxa de poupanças das famílias sobe para 12,8% no segundo trimestre
A taxa de poupança das famílias na zona euro fixou-se nos 12,8% no segundo trimestre de 2015, um ligeiro aumento face aos 12,7% do primeiro trimestre, segundo a primeira estimativa do Eurostat.
O gabinete de estatísticas da União Europeia estima, por outro lado, que a taxa de investimento das famílias foi de 8,3% entre abril e junho, que compara com os 8,4% do trimestre anterior.
Um segundo boletim sobre o indicador, já com dados sobre os Estados-membros, será publicado no dia 28.
Dinheiro Digital / Lusa