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Thread: Presidente Trump 2017 - 2021

  1. #1
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    Críticas de Trump só fazem europeus cerrar fileiras, diz ministro francês




    PARIS (Reuters) - As críticas do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, só servem para fortalecer a solidariedade europeia, disse nesta terça-feira o ministro das Finanças francês, Michel Sapin.


    "Quanto mais ele (Trump) fizer esse tipo de declaração, mais os europeus irão cerrar fileiras", disse Sapin a repórteres.
    Trump disse que a chanceler alemã, Angela Merkel, cometeu um "erro catastrófico" com sua política de portas abertas para imigração, de acordo com entrevistas publicadas no domingo pelo jornal The Times, de Londres, e Bild, da Alemanha.


    Sapin disse que tal criticismo é inaceitável. "O ataque à chanceler não é um argumento que podemos aceitar como franceses ou como europeus".

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  3. #2
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    China pede aos EUA que não permitam delegação de Taiwan na posse de Trump



    PEQUIM (Reuters) - A China solicitou nesta quarta-feira aos Estados Unidos que não permitam a presença de uma delegação taiwanesa na cerimônia de posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump.

    Trump quebrou com décadas de precedentes no mês passado ao atender a uma ligação telefônica de cumprimentos da presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, após vencer a eleição presidencial. Ele também disse que a política de "China única" está aberta a negociações.

    Uma delegação taiwanesa, liderada pelo ex-premiê e ex-líder do partido governista Yu Shyi-kun, e incluindo um assessor de segurança nacional de Taiwan e alguns parlamentares, irá participar da posse na sexta-feira, informou nesta semana o Ministério das Relações Exteriores de Taiwan.
    É comum que Taiwan envie uma delegação para posses presidenciais norte-americanas.

    Um porta-voz da presidente Tsai Ing-wen disse que não há encontros planejados com a nova administração de Trump enquanto a delegação taiwanesa estiver no país para o evento.

    A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China Hua Chunying disse que a China se opõe a Taiwan usar quaisquer desculpas para enviar pessoas aos Estados Unidos para se "engajar em atividades para intervir ou danificar relações entre China e EUA".

    "Nós novamente pedimos às partes relevantes dos Estados Unidos para não permitirem que a autoridade de Taiwan envie a chamada delegação aos Estados Unidos para participar da posse presidencial, e que não tenha qualquer forma de contato oficial com Taiwan", disse Hua a repórteres durante entrevista coletiva.
    "A posição da China já foi dada precisa e inequivocamente à administração dos EUA e equipe de Trump", acrescentou Hua.

  4. #3
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    Trump escolhe ex-governador da Geórgia Perdue como secretário da Agricultura


    WASHINGTON (Reuters) - O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, irá nomear nesta quinta-feira o ex-governador da Geórgia Sonny Perdue como secretário da Agricultura, disse na quarta-feira uma autoridade da equipe de transição.

    Perdue, de 70 anos, fez parte do comitê de assessoria de Trump para o setor de agricultura durante campanha presidencial. A nomeação, que precisa ser confirmada pelo Senado, irá completar o gabinete proposto por Trump pouco antes de o republicano tomar posse, na sexta-feira.

    Ao nomear um ex-governador de um Estado do Sul, Trump se afastou de candidatos de Estados do Cinturão Agrícola do Meio-Oeste dos EUA, responsável pela maior parte das colheitas do país, como milho, soja e trigo. A Geórgia é grande produtora de cultivos como algodão e amendoins.

    Durante seu período como governador da Geórgia, Perdue teve que lidar com uma forte seca em 2007, durante a qual ele tomou medidas para corte de gastos de água e em um momento liderou uma cerimônia religiosa para rezar por chuva.

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    womanspeculator (10-06-2017)

  6. #4
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    Nomeado para secretário do Comércio dos EUA diz que renegociar Nafta é prioridade para Trump


    WASHINGTON (Reuters) - A renegociação do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês) com o Canadá e o México será a prioridade na área comercial da administração do presidente eleito Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira o secretário indicado do comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, em sua audiência de confirmação.

    Ross também afirmou ao Comitê de Comércio, Ciência e Transporte do Senado que a China é o país "mais protecionista" entre as grandes economias.
    Trump tem criticado o Nafta e as práticas comerciais da China, acusando ambos de provocar perdas de milhões de empregos na indústria dos Estados Unidos. Ele tem prometido renegociar o Nafta para ser mais favorável à indústria norte-americana, ou deixará o pacto comercial de 23 anos.

    "O Nafta é logicamente a primeira coisa com a qual vamos lidar", disse Ross. "Temos que solidificar as relações da melhor maneira que pudermos em nosso território antes de irmos para outras jurisdições."

    Ross afirmou que, trabalhando em conjunto com o representante de comércio dos EUA e o novo Conselho de Comércio Internacional da Casa Branca, ele buscará reduzir as barreiras da China ao comércio.

    Ele acrescentou que as autoridades chinesas "falam muito mais em comércio livre do que realmente praticam. Gostaríamos de nivelar esse campo e deixar as realidades um pouco mais próximas da retórica."

  7. #5
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    Trump e o "Twittonomics” acertaram uma, diz UBS


    Money Times - O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, acertou uma. Em um comentário feito ao The Wall Street Journal afirmou que o “dólar está muito forte” e que os EUA precisam “trazer o dólar para baixo” caso uma mudança nos impostos o deixe mais fortalecido. “Ter um dólar mais forte certamente tem as suas vantagens, mas também tem muitas desvantagens”, disparou Trump.

    “O UBS concorda que o dólar está sobrevalorizado. A incerteza criada pelos tweets de Trump podem aumentar os problemas do dólar, uma vez que a incerteza pode levar a uma abordagem ‘esperar e ver’ para investir nos EUA”, analisa Paul Donovan, economista global do UBS em seu comentário matutino diário.

    De fato, o “Twittonomics” de Trump surtiu efeito no mundo real e a moeda americana caiu para o seu menor nível em um mês. O movimento ganha uma importância ainda maior porque tradicionalmente o dólar se comporta com força antes de uma nova administração. E Trump já disse que irá manter o uso da sua conta pessoal porque tem sido tratado “desonestamente” pela mídia.

    Além disso, uma pesquisa realizada pela Câmara de Comércio dos EUA na China e divulgada hoje mostra que as companhias americanas já estão alterando os planos de investimentos no país asiático com medo de sanções impostas pelo novo ocupante da Casa Branca.

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    womanspeculator (10-06-2017)

  9. #6
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    ONU projeta que crescimento mundial vai acelerar em 2017, mas vê ameaças com Trump e Brexit


    GENEBRA (Reuters) - O crescimento econômico global vai acelerar a 2,7 por cento este ano e 2,9 por cento em 2018, depois de ter crescido 2,2 por cento em 2016, afirmou a Organização das Nações Unidas (ONU) em sua projeção econômica anual nesta terça-feira.

    Entretanto, a ONU vê incertezas criadas pela decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, e a expansão britânica deve cair de 2,0 por cento em 2016 para 1,1 por cento em 2017 e 1,3 por cento em 2018.

    Políticas tributárias defendidas pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, podem também ter efeitos adversos sobre a economia mundial, disse Alfredo Calcagno, chefe de políticas de desenvolvimento e macroeconomia da agência econômica da ONU, a Unctad.

    "Isso pode gerar um déficit no curto prazo...e isso pode nos levar na direção de um desafio para a economia global", disse ele em entrevista à imprensa em Genebra.
    "O outro elemento da reforma tributária...é se esse sistema tributário significará um topo de maior proteção para os produtores norte-americanos. Assim, isso vai incorporar um enorme desafio para o sistema multilateral e a Organização Mundial do Comércio."

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    womanspeculator (10-06-2017)

  11. #7
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    Escolhido de Trump para Comércio mandou 2.700 postos de trabalho para fora dos EUA desde 2004


    WASHINGTON (Reuters) - O bilionário Wilbur Ross, escolhido por Donald Trump para ajudar a implementar a agenda comercial do próximo governo dos Estados Unidos, fez fortuna, em parte, ao gerenciar negócios que levaram milhares de empregos para fora dos Estados Unidos, de acordo com dados do Departamento de Trabalho obtidos pela Reuters.

    Como um investidor de alto risco há uma década, Ross se especializou em revitalizar companhias com problemas, em uma época em que a economia dos EUA estava perdendo mais de 100 mil empregos por ano por conta do comércio global.

    Uma audiência de confirmação do Senado sobre sua nomeação para secretário do Comércio está marcada para quarta-feira.

    Apoiadores dizem que Ross salvou milhares de empregos nos EUA ao resgatar empresas da falência. Dados obtidos pela Reuters através da Lei de Acesso à Informação dos EUA mostram que esses esforços de resgate vieram com um preço: companhias têxteis, de finanças e de peças de automóveis controladas por ele eliminaram 2.700 postos de trabalho nos EUA desde 2004, por conta do envio da produção para outros países, de acordo com um programa do Departamento de Trabalho que dá assistência a trabalhadores que perderam seus empregos por conta do comércio global.

    Os dados inéditos correspondem a uma pequena fração da economia dos EUA, a qual tem visto os dados de emprego flutuarem a cada mês. Mas o histórico de Ross conflita com a promessa de Trump de proteger trabalhadores norte-americanos da globalização.

    Recentemente, Trump foi elogiado por salvar 800 empregos na empresa Carrier, em Indiana, até mesmo fazendo um tour pela fábrica para apertar as mãos de funcionários. O presidente eleito também tem pressionado a Ford (B:F) e outras montadoras a manterem empregos nos EUA.
    Ross não respondeu a diversos pedidos de comentários. As atividades do executivo não são incomuns em uma época em que a globalização tem reduzido as fronteiras internacionais de comércio.

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    womanspeculator (10-06-2017)

  13. #8
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    Escolhida de Trump para ONU repete críticas de presidente eleito, mas faz alguns elogios

    BRASÍLIA (Reuters) - A escolhida de Donald Trump para embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas vai repetir as críticas do presidente eleito ao tratamento da ONU quanto a Israel durante audiência de confirmação no Senado nesta quarta-feira, embora também vá oferecer elogios à uma entidade que Trump tem desacreditado.

    Nikki Haley, uma estrela em ascensão no Partido Republicano, vai enfrentar duros questionamentos do Comitê de Relações Exteriores do Senado sobre sua falta de experiência em política externa e no governo federal. Nikki, que fará 45 anos na sexta-feira, quando Trump tomar posse, é governadora da Carolina do Sul desde 2011.

    Em um discurso preparado visto pela Reuters, Nikki apoia críticas feitas por Trump e muitos republicanos e até alguns democratas sobre o tratamento da ONU dispensado a Israel, especialmente uma resolução do Conselho de Segurança no mês passado que exige o fim da construção de assentamentos israelenses.

    “A aprovação no mês passado da Resolução da ONU 2334 foi um erro terrível, tornando um acordo de paz entre israelenses e palestinos mais difícil de alcançar”, diz ela nos comentários preparados.

  14. #9
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    Medidas de Trump podem ser remédio errado para economia dos EUA


    WASHINGTON (Reuters) - Cortes de impostos, desregulamentações e mais gastos federais defendidos pela administração Trump são um remédio clássico para a estagnação econômica e longas filas de desemprego.

    Mas esse remédio pode ser forte demais para uma economia que tem crescido há oito anos, com salários agora subindo e a taxa de desemprego perto do que muitos economistas consideram pleno emprego.

    Análise da Reuters sobre dados de empregos regionais e tendências históricas sugere que o estímulo pode aumentar a demanda para trabalhadores em regiões onde já há aperto do mercado. Isso, por sua vez, pode provocar inflação, forçar o Federal Reserve, banco central norte-americano, a elevar os juros mais do que o esperado e aumentar a ameaça de recessão.

    O que a economia precisa agora, segundo economistas e autoridades do Fed, é de uma pequena cirurgia: políticas focadas em regiões em situação complicada em suas áreas rurais e industriais, que saíram de sincronia com a economia global e surgiram como principal base de Trump, ajudando-o a conquistar a Presidência.
    "Quando se pensa no que Trump está herdando, é uma economia na qual grande parte da crise recente foi resolvida", disse o economista-chefe do site de empregos indeed.com, Jed Kolko.

    "Os desafios que permanecem são aqueles mais difíceis de consertar", disse ele, citando como exemplos a queda no cinturão de carvão ou o aumento do uso de drogas entre a comunidade de classe média.

    Trump assume o cargo nesta sexta-feira prometendo fortalecer a classe média e colocar milhões de trabalhadores de volta no mercado de trabalho, gastando muito em infraestrutura, sendo duro no comércio e cortando impostos para elevar o investimento.

  15. Fb
  16. #10
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    Trump deve visitar sede da CIA no primeiro dia na presidência


    WASHINGTON (Reuters) - No primeiro dia como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump fará uma visita, neste sábado, à sede da CIA, sinalizando um esforço de reparar o relacionamento com as agências de espionagem, após críticas à investigação sobre a invasão russa durante as eleições.


    Antes da posse, Trump se envolveu em uma disputa sem precedentes com a CIA e as agências de inteligência dos EUA, mas seu porta-voz, Sean Spicer, sugeriu que Trump teria uma recepção amigável ao falar para mais de 300 pessoas no evento na CIA.
    "Animado por agradecer aos homens e mulheres da comunidade da inteligência", disse o porta-voz da Casa Branca, Spicer, no Twitter. Ainda não está claro quando Trump viajaria para a CIA.


    Trump criticou duramente os oficiais de inteligência depois de concluírem que o presidente russo Vladimir Putin direcionou hackers para invadir e-mails de democratas numa tentativa de impulsionar a campanha de Trump.
    Trump acusou as agências de inteligência de envolvimento em táticas que lembravam a Alemanha nazista, ao vazar um dossiê não fundamentado compilado por uma empresa de segurança privada, sugerindo que Moscou tinha informações comprometedoras sobre ele.

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