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Thread: Presidente Trump 2017 - 2021

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    "ANO CHEIO"

    Assolado pela pior recessão em um século, o Brasil está ansioso para expandir suas exportações e está pronto para agarrar oportunidades de comércio com os países que enfrentam retrocessos em seu acesso ao mercado dos EUA.
    O comércio com o México, a maior economia da América Latina depois do Brasil, tem potencial para crescer à medida que a relação EUA-México se agrava.

    "Vemos isto como uma oportunidade para ampliar nossas discussões comerciais, e espero que eles tenham a mesma visão. Seria bom para o Brasil mas sobretudo para eles porque quem está pressionado são eles", disse Pereira.
    O ministro também saiu do Fórum Econômico Mundial em Davos na semana passada, convencido de que a UE está mais propensa do que nunca para chegar a um acordo com o Mercosul.

    Segundo ele, um acordo poderia ser acertado politicamente no início do próximo ano, deixando questões espinhosas como a resistência francesa e irlandesa para reduzir as barreiras agrícolas a serem trabalhadas mais tarde.
    O Brasil está em negociações de livre comércio com a Associação Europeia de Livre Comércio que agrupa Noruega, Islândia, Suíça e Liechtenstein --países não membros da UE--, bem como com o Canadá.

    O governo Trudeau no Canadá também sinalizou que quer negociar uma solução para uma disputa sobre os subsídios para a fabricante de aviões Bombardier que o Brasil ameaçou recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC), disse Pereira.
    "Vai ser um ano divertido no mínimo, de bastante diálogo com esses players, para tentar substituir esse aumento do protecionismo que vem aí e agora ficou mais robusto por conta da postura do novo presidente americano", resumiu.

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    Putin e Trump devem discutir sanções à Ucrânia em telefonema, diz Casa Branca

    WASHINGTON/MOSCOU (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, provavelmente irão debater as sanções que Washington impôs a Moscou devido ao conflito na Ucrânia quando os dois líderes conversarem por telefone no sábado, disse uma assessora do primeiro escalão da Casa Branca.


    Anteriormente Trump disse que, como parte da reaproximação que busca com a Rússia, está preparado para rever as sanções que seu antecessor, Barack Obama, impôs aos russos em 2014 em reação à anexação da península ucraniana da Crimeia.


    Essa medida irá encontrar resistência de figuras influentes em Washington e de líderes estrangeiros que acreditam que as sanções só deveriam ser amenizadas se Moscou atender as condições ocidentais em relação à Ucrânia.


    Entre as sanções dos EUA que vêm prejudicando mais a Rússia estão aquelas que visam seus serviços financeiros, já que limitam a capacidade da economia russa de elevar sua dívida, e suas empresas de energia.


    No mesmo dia em que tratar com Putin, Trump terá uma conversa telefônica com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e com o presidente da França, François Hollande, informou o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, em um tuíte. Tanto Hollande quanto Merkel argumentaram que é prematuro suavizar as sanções.


    A principal assessora de Trump, Kellyanne Conway, disse em entrevistas a redes de televisão norte-americanas nesta sexta-feira que Trump e Putin provavelmente irão debater uma variedade de temas, inclusive esforços conjuntos para combater o terrorismo.
    Solicitada no programa "Fox & Friends", do canal FOX News, a comentar as insinuações de que as sanções do governo Obama irão estar na pauta, Kellyanne respondeu: "Tudo isso está sendo cogitado".

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  6. #23
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    Agências da ONU pedem que Trump permita entrada de refugiados nos EUA

    GENEBRA (Reuters) - A agência da ONU para refugiados e a Organização Internacional para Migração (IOM, na sigla em inglês) pediram neste sábado que a administração Trump continue oferecendo asilo a pessoas que fogem de guerras e perseguições, dizendo que o programa de reassentamento dos Estados Unidos é vital.


    O presidente dos EUA, Donald Trump, suspendeu na sexta-feira por quatro meses a autorização para que refugiados entrem no país e barrou temporariamente viajantes da Síria e outros seis países de maioria muçulmana, dizendo que busca proteger os norte-americanos de ataques terroristas.


    "As necessidades dos refugiados e migrantes ao redor do mundo nunca foram tão grandes e o programa de reassentamento dos EUA é um dos mais importantes do mundo", disseram as duas agências, sediadas em Genebra, em um comunicado conjunto.


    As duas agências da ONU disseram que permanecem comprometidas em trabalhar com a administração dos EUA mirando o objetivo comum de garantir "reassentamento seguro e programas de imigração".


    Cerca de 25 mil refugiados foram recebidos nos Estados Unidos entre outubro e fim do ano passado sob o programa da ONU para os mais vulneráveis.

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    Trump vai reverter regras de Obama para o sector financeiro


    O presidente dos Estados Unidos vai suspender a regra fiduciária que obrigaria os gestores de activos a trabalharem para o melhor interesse dos clientes e ordenar uma revisão da lei Dodd-Frank para o sector financeiro.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai dar cumprimento esta sexta-feira, 3 de Fevereiro, à sua promessa de aliviar a regulação do sector financeiro, através de duas ordens executivas para reverter medidas da administração Obama.

    Em primeiro lugar, vai travar a chamada regra fiduciária – uma regra que exige que as empresas que gerem as poupanças para a reforma trabalhem para o melhor interesse dos seus clientes – que entraria em vigor em Abril. A administração Obama defendia que esta regra iria proteger milhões de reformados de serem direccionados para investimentos inapropriados, envolvendo grandes riscos ou custos, que geram mais lucros para as corretoras.

    Desde que foi aprovada pelo Departamento do Trabalho, no ano passado, a medida enfrentou uma forte oposição de bancos, gestoras de activos e seguradoras que alegam que a regra aumentaria os custos de prestar aconselhamento e tornaria mais difícil servir os clientes com baixos rendimentos.

    Além disso, o presidente dos Estados Unidos vai ordenar uma revisão das leis de Dodd-Frank, promulgadas em resposta à crise financeira de 2008.

    Na segunda-feira, Trump defendeu que esta legislação penalizou o "espírito empreendedor" do país e o acesso ao crédito. "O regulamento foi realmente horrível para as grandes empresas, mas tem sido pior ainda para as pequenas empresas", disse o presidente. "Dodd-Frank é um desastre".

    Segundo avança a Bloomberg, citando um responsável da Casa Branca, as duas ordens serão assinadas esta sexta-feira pelo presidente, após uma reunião com mais de uma dezena de empresários, entre os quais o CEO da Blackstone Steve Schwarzman.

    De acordo com o responsável da Casa Branca, a revisão da legislação de Dodd-Frank incluirá mudanças de pessoal nos reguladores financeiros como forma de cumprir os objectivos da nova administração.

    Questionado sobre se Trump iria retirar Richard Cordray do cargo de director do gabinete de protecção financeira do consumidor, o responsável respondeu apenas que a nova administração acredita que algumas das regras criadas no âmbito da legislação de Dodd-Frank podem ter sido inconstitucionais, incluindo a criação de algumas agências.

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    Trump diz que EUA trabalharão com Kiev e Moscou para encerrar conflito

    WASHINGTON/KIEV (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar disposto a trabalhar com Kiev e Moscou para resolver um conflito separatista no leste da Ucrânia, após um telefonema com o presidente ucraniano Petro Poroshenko no sábado.


    A ligação foi o primeiro contato direto entre os dois líderes desde a posse de Trump, cuja intenção de melhorar as relações com o Kremlin alarmou Kiev enquanto o conflito de quase três anos continua sem solução.


    O contato ocorreu após novos ataques de artilharia na região de Donbass, na Ucrânia, que quebrou uma calmaria nos bombardeios em um ponto quente da linha de frente que havia aumentado as esperanças de que a pior escalada do conflito em meses estivesse diminuindo.


    "Trabalharemos com a Ucrânia, Rússia e todas as outras partes envolvidas para ajudá-los a restaurar a paz ao longo da fronteira", disse Trump em comunicado da Casa Branca após falar com Poroshenko.


    A aberta admiração de Trump pelo presidente russo Vladimir Putin e a promessa de campanha de reparar os laços com Moscou levantaram questões sobre o comprometimento de sua administração de manter as sanções contra a Rússia por seu envolvimento no combate e na anexação da Criméia pela Ucrânia.
    O escritório de Poroshenko afirmou que a conversa com Trump prestou atenção especial ao "ajuste da situação em Donbass e a atingir a paz por vias políticas e diplomáticas."


    "Os dois lados discutiram o fortalecimento da parceria estratégica entre Ucrânia e os Estados Unidos", disse em comunicado.


    As sanções dos Estados Unidos e da UE contra a Rússia estão relacionadas às acusações de Kiev e da Otan de que o Kremlin estimulou o conflito ao apoiar os separatistas com tropas e armamento - uma acusação que o país nega.


    A Rússia diz que a Ucrânia instigou o último conflito para firmar o apoio do Ocidente, enquanto Kiev acusa o Kremlin de agitar a violência para testar a vontade da nova administração dos EUA de se envolver na crise.


    Trump afirmou que seu respeito por Putin não afetaria sua política externa.


    "Eu respeito muitas pessoas, mas isso não significa que eu vou me dar bem com ele. Ele é um líder de seu país. Eu digo que é melhor se dar bem com a Rússia do que não se dar", disse Trump em entrevista à Bill O'Reilly, da Fox News, no sábado.

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    Trump e primeiro-ministro japonês participam de golfe diplomático

    JUPITER, Flórida (Reuters) - O presidente Donald Trump e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, estreitaram o relacionamento durante uma partida diplomática de golfe neste sábado.


    Ambos praticaram o esporte no Trump National Golf Club em Jupiter, na Flórida. A Casa Branca não informou se havia outros jogadores no evento cuja participação dos repórteres não foi permitida.


    Abe viajou à Flórida com o novo presidente dos EUA, no Air Force One, após uma reunião mais formal na Casa Branca, na sexta-feira. A excursão deste fim de semana é a primeira no qual Trump utilizou seu resort para entreter um líder internacional.


    Washington e Tóquio informaram que a viagem deste fim de semana é um sinal da importância que os dois líderes pontuam na relação EUA-Japão.
    Abe, em particular, procurou aliviar as preocupações do Japão sobre o destino da aliança de décadas sob a gestão Trump, que levantou preocupações sobre os gastos militares dos EUA no Japão durante a campanha eleitoral presidencial de 2016.


    Na coletiva de imprensa na sexta-feira, Trump e Abe focaram em áreas de interesse comum, com Trump deixando de lado as promessas de campanha para forçar Tóquio a pagar mais pela defesa dos EUA e Abe prometendo ajudar os Estados Unidos na criação de trabalhos.

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    Trump diz que EUA apoiam "100%" o Japão após Coreia do Norte lançar míssil


    PALM BEACH, Flórida (Reuters) - O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na noite de sábado
    que os Estados Unidos apoiam plenamente o Japão, em declaração feita logo após lançamento de míssil feito
    pela Coreia do Norte.


    "Eu quero que todo mundo entenda, e saiba plenamente, que os Estados Unidos da América apoiam o Japão,
    nosso grande aliado, 100 por cento", disse Trump a jornalistas durante uma declaração conjunta com o
    primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, sem fazer nenhum outro comentário.

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    Trump volta a procurar conselheiro de Segurança Nacional após recusa de novo indicado

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que está com dificuldades para encontrar um novo conselheiro de Segurança Nacional depois de demitir o primeiro e ser esnobado por outro candidato, disse nesta sexta-feira que está analisando quatro pessoas, entre elas o interino no cargo, Keith Kellogg.


    Trump demitiu Michael Flynn na segunda-feira devido a uma controvérsia a respeito dos contatos do tenente-general aposentado com a Rússia, e na quinta-feira o vice-almirante aposentado Robert Harward recusou a oferta do presidente para substituir Flynn.
    Em uma postagem no Twitter nesta sexta-feira, Trump escreveu que está estudando quatro candidatos em potencial para a posição.


    "O general Keith Kellogg, que conheço há muito tempo, está totalmente no páreo para a (Agência de Segurança Nacional) NSA – como estão outros três", disse, sem citar os outros nomes.
    Kellogg, tenente-general aposentado que atualmente é chefe de gabinete do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, assumiu como conselheiro da área de forma interina após a demissão de Flynn.
    O general aposentado David Petraeus, que ocupou altos postos de comando nas guerras do Iraque e do Afeganistão e serviu como diretor da CIA no governo do ex-presidente Barack Obama, também foi mencionado anteriormente por uma autoridade da Casa Branca como possível ocupante do cargo.


    Petraeus renunciou à chefia da CIA em 2012 e se declarou culpado do delito de administrar mal materiais confidenciais relacionados a documentos que deu à sua biógrafa, com quem teve um caso.
    A rede NBC News noticiou que outros dois militares aposentados também estão sendo cogitados: o general James Jones, ex-comandante supremo aliado na Europa e conselheiro de Segurança Nacional de Obama entre 2009 e 2010, e o general Keith Alexander, ex-diretor da NSA.


    Harward, executivo sênior na empresa Lockheed Martin (NYSE:LMT) e ex-fuzileiro naval, recusou a vaga em parte porque queria levar sua própria equipe, de acordo com duas fontes a par da decisão.
    O chefe de gabinete da Casa Branca, Reince Priebus, disse ao canal Fox News na quinta-feira que a família de Harward não "deu aval" para ele assumir o emprego.

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    Após comentários de Trump, secretário de Defesa dos EUA diz não ter problemas com a imprensa

    ABU DHABI (Reuters) - O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Jim Mattis, se distanciou neste domingo dos comentários do presidente Donald de Trump de que a mídia é "o inimigo do povo americano", dizendo durante sua primeira visita ao Oriente Médio que não tem problemas com a imprensa.


    Mattis, general da reserva dos fuzileiros navais visto como uma das vozes de maior influência no gabinete de Trump, não mencionou o presidente por nome. Mas perguntado sobre publicação de Trump no Twitter na sexta-feira, na qual definiu a mídia como inimiga dos EUA, Mattis assumiu um posicionamento diferente.


    "Tive alguns momentos bem controversos com a mídia. Mas não, a imprensa, até onde sei, é um eleitorado que temos que lidar", disse a repórteres que viajavam com ele nos Emirados Árabes Unidos. "E eu não tenho nenhum problema com a imprensa, pessoalmente”, acrescentou Mattis.


    Desde que assumiu a Presidência, em 20 de janeiro, Trump criticou duramente diversos veículos da mídia que relataram revelações pouco favoráveis ou outros problemas na Casa Branca.
    Ele descreveu os veículos como "mentirosos", "corruptos" e "fracassados" e na sexta-feira disse que a mídia é "o inimigo do povo americano".
    Perguntando sobre o comentário mais recente, o chefe de gabinete da Casa Branca, Reince Priebus, disse ao programa "Face the Nation", da rede CBS: "Acho que vocês deveriam levar (o comentário de Trump em publicação no Twiter) a sério".
    "Certamente nunca iríamos tolerar violência. Mas penso que toleramos pensamento crítico", disse Priebus, acrescentando que a mídia, em alguns casos, precisa "se organizar".

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    Trump faz primeira condenação pública a incidentes antissemitas nos EUA

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez sua primeira condenação pública a incidentes antissemitas nos EUA nesta terça-feira, na esteira de uma nova leva de ameaças de bomba a centros comunitários judeus de todo o país e de grandes atos de vandalismo em um cemitério judeu.

    Vários dos centros foram esvaziados durante algum tempo na segunda-feira depois de receberem as ameaças, informou a Associação JCC da América do Norte. Vândalos ainda derrubaram dezenas de lápides do cemitério Chesed Shel Emeth Society em St. Louis, no Estado do Missouri, durante o final de semana.

    "As ameaças antissemitas visando nossa comunidade judia e centros comunitários são horríveis e são dolorosas e um lembrete muito triste do trabalho que ainda precisa ser feito para extirpar o ódio e o preconceito e o mal", disse Trump aos repórteres.

    Ele falava ao final de uma visita ao Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana em Washington, que disse mostrar "por que temos que combater a parcialidade, a intolerância e o ódio em todas as suas formas muito feias".
    Os comentários assinalaram uma mudança de Trump, que não repudiou explícita e publicamente as ameaças contra judeus quando indagado a seu respeito na semana passada. Ao invés disso, ele falou de maneira mais genérica sobre suas esperanças de tornar a nação menos "dividida".

    Sua filha Ivanka, que se converteu ao judaísmo e é uma das assessoras mais próximas de Trump, reagiu às ameaças mais recentes com uma mensagem postada em sua conta de Twitter na noite de segunda-feira.

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