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Thread: Política

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    Política

    Discurso de Janaína Paschoal surpreende e irrita aliados de Bolsonaro



    Cotada nos últimos dias para concorrer como vice na candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República nas eleições 2018, a advogada Janaína Paschoal (PSL) foi a segunda pessoa mais aplaudida ao chegar à convenção nacional do Partido Social Liberal (PSL). Contudo, seu discurso desagradou a aliados de deputado e ao próprio Bolsonaro, que não escondeu a irritação quando ela falou que "as pessoas não precisavam seguir ele". A advogada disse que ainda não se decidiu se aceita o convite feito pelo deputado.
    A indecisão de Paschoal, a terceira opção do parlamentar fluminense para compor a chapa presidencial, reflete o isolamento político e a dificuldade de Bolsonaro agregar apoio do mundo político à sua campanha. Janaína disse que "não é possível decidir (sobre ser vice) em dois dias. "Estamos dialogando", afirmou.
    Janaína discursou aos partidários de Bolsonaro pedindo moderação e tolerância. Ela criticou a defesa de um pensamento único e defendeu que é necessário pensar na governabilidade. "Não se ganha a eleição com pensamento único. E não se governa uma nação com pensamento único", disse Janaína. "A minha fidelidade não é ao deputado Jair Bolsonaro. A minha fidelidade é ao meu País", completou.

    Segundo ela, é preciso pensar na campanha, mas também na governabilidade caso saiam vitoriosos do pleito. "Enquanto procuramos pessoas que estejam dentro da totalidade do nosso pensamento, eles estão se unindo", alertou ela.
    A advogada também tocou sobre assuntos como drogas e aborto, sobre o qual ela disse que se trata de uma discussão sobre direito. Ela também recomendou aos presentes na convenção que não era necessário sair "falando para as pessoas acreditarem em Deus" A fala irritou alguns pastores evangélicos presentes ao ato.
    Recebido sob gritos de "Mito!" e "Eu vim de graça!", Jair Bolsonaro se emocionou com a recepção calorosa de seus partidários e chorou quando foi executado o hino brasileiro. Também serão oficializadas na ocasião as candidaturas de Flávio Bolsonaro ao Senado e demais escolhidos pelo partido para concorrer aos cargos de deputado estadual e federal pelo Rio de Janeiro.
    O senador Magno Malta (PR-ES), que também já teve o nome cotado para figurar como vice na chapa de Bolsonaro, discursou em apoio ao presidenciável durante a convenção do PSL. Malta preferiu se candidatar novamente ao Senado do que concorrer na chapa com o PSL.
    "O que o Brasil quer e o que eu quero é um homem de mãos limpas, e você tem mãos limpas. E um homem cristão, você é cristão. O Brasil quer um homem que tem sangue no olho para enfrentar vagabundo", disse Malta a Jair Bolsonaro.
    Acusada por alguns de pertencer a partidos de esquerda, a advogada defende um governo de tolerância, e, pois em primeiro lugar se governa para o país. Bolsonaro por sua vez, é criticado por ser um fantoche a serviço de corruptos, ainda que não tenha surgido nenhum fato que colocasse em dúvida sua imagem como político no setor público, apesar de suas declarações polêmicas. Radicalismos a parte, o que o Brasil precisa é de um candidato que tenha como meta o crescimento do país, e não o retrocesso.

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    Presidente do México apela a lado "anti-establishment" de Trump e busca reformulação

    O presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo uma conclusão rápida das negociações sobre o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) e dando a entender que os dois líderes podem trabalhar bem devido ao seu estilo anti-establishment, disseram autoridades mexicanas no domingo.

    A carta foi entregue durante uma reunião recente com autoridades norte-americanas de alto escalão no México, e detalhes foram revelados assim que Trump a recebeu, disse López Obrador, político de esquerda que venceu a eleição presidencial mexicana de 1º de julho com ampla vantagem.
    Marcelo Ebrard, indicado do presidente eleito a ministro de Relações Exteriores, leu uma cópia da carta em uma coletiva de imprensa com López Obrador segundo a qual o objetivo do novo governo será "iniciar um novo capítulo no relacionamento entre o México e os Estados Unidos, baseado no respeito mútuo".

    Trump tem se referido ao México com palavras duras no tocante ao comércio e à imigração desde que tomou posse.
    Apesar de suas visões políticas contrastantes, López Obrador se mostrou otimista em relação ao seu relacionamento de trabalho com Trump.
    "Fico encorajado pelo fato de que nós dois sabemos fazer o que dizemos, e nós dois enfrentamos a adversidade com sucesso", escreveu López Obrador. "Conseguimos colocar nossos eleitores e cidadãos no centro e deslocar o establishment."
    López Obrador, que toma posse em 1º de dezembro, também pediu que os dois países redobrem seus esforços para encerrar as conversas para modernizar o Nafta de 25 anos entre EUA, México e Canadá.

    "Prolongar a incerteza pode frear o investimento no médio e longo prazo, o que certamente dificultaria o crescimento econômico", escreveu López Obrador na carta.

    As tratativas para reformar o Nafta começaram quase um ano atrás, depois que Trump pediu que o acordo seja reformulado para servir melhor aos interesses dos EUA.

    As negociações, que na prática travaram por causa das ressalvas mexicanas e canadenses para acomodar as exigências norte-americanas de grandes mudanças, serão retomadas em Washington na quinta-feira.

    Será que esta nova abordagem fará Trump amolecer e cooeprar para uma reformulação do Nafta?

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    Alckmin reafirma que não há possibilidade de volta do imposto sindical

    O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, reafirmou nesta terça-feira que "não há hipótese" de retorno do imposto sindical caso ele seja eleito na eleição de outubro.
    Em evento na Câmara Americana de Comércio (Amcham) em São Paulo, Alckmin se disse favorável à reforma trabalhista, quando indagado sobre a medida, e negou a possibilidade de volta do tributo.
    "Não há nenhuma hipótese de voltar imposto sindical. Nenhuma hipótese", disse o tucano, sendo aplaudido pela plateia de empresários.
    A volta do imposto sindical seria uma das condições para que Alckmin obtivesse o apoio do chamado blocão --grupo formado por PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade--, que na semana passada fechou um acordo para apoiar o tucano nas eleições.
    Na sexta-feira, um tuíte no perfil do tucano descartou essa possibilidade. "Ao contrário do que está circulando nas redes, não vamos revogar nenhum dos principais pontos da reforma trabalhista. Não há plano de trazer de volta a contribuição sindical."
    Diante da reação do deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, do Solidariedade, Alckmin admitiu depois a busca para uma alternativa para o financiamento dos sindicatos, segundo relato do próprio deputado.
    Alckmin também comemorou o acerto com o grupo de partidos do blocão, que lhe dará o maior tempo de TV na propaganda eleitoral, e rebateu adversários que chegaram a negociar com o blocão e o criticaram pelo acerto.
    "É como o rapaz mal-educado que paquerou a moça, quis namorar a moça, levou o fora e saiu falando mal da moça", comparou.
    O apoio do blocão a Alckmin, fechado na semana passada, deverá ser anunciado oficialmente na próxima quinta-feira.
    Como muitos candidatos a presidência Alckim não definiu seu vice ainda, o empresário Josué Gomes disse que não será candidato a vice na chapa do ex-governador de São Paulo.
    Com o apoio do chamado blocão – Alckmim consegue mais apoio, mas ainda não está forte o suficiente nas pesquisas.

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    Temer destaca papel do Brics na quarta revolução industrial

    Em discurso na abertura da 10ª Cúpula do Brics, o presidente Michel Temer declarou hoje (26) que o maior objetivo do bloco deve ser compartilhar desenvolvimento. Para Temer, o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul tem papel de destaque no novo cenário imposto pela chamada quarta revolução industrial.

    Em sua fala, Temer destacou o tema da quarta revolução industrial como relevante para a agenda comum dos países do bloco. O presidente ressaltou que o Brics tem peso nos fluxos globais de comércio e de capitais e “é um espaço privilegiado” para análise nesse novo cenário.

    “Todos conhecemos a lógica que permeia essa nova revolução. A informação, o conhecimento e a dimensão digital passaram a constituir, definitivamente, o cerne da atividade econômica”, disse Temer em Joanesburgo nesta quinta-feira (26).

    O presidente também sinalizou que o protecionismo não condiz com o cenário de desenvolvimento de novas tecnologias. ‘Hoje, a regra geral é esta: só somos competitivos quando somos abertos. Abertos a insumos mais sofisticados, a tecnologias mais avançadas, a ideias mais arejadas. Abertos, enfim, a mais investimentos e a mais comércio”

    O presidente enfatizou ainda o setor produtivo está sendo reformulado e as transformações alteram as relações econômicas internacionais e a rotina dos profissionais. Temer destacou que neste processo de mudanças é fundamental investir em educação e na qualificação técnica e acadêmica dos recursos humanos.

    “Profissionais, empreendedores, pesquisadores, estudantes, formuladores de políticas públicas – todos temos que estar preparados para um mundo mais veloz e mais flexível. Um mundo no qual o ativo maior de um país é a capacidade de seus cidadãos de assimilar conhecimentos e articulá-los de forma pertinente, ágil e criativa. Com a quarta revolução industrial, é essa capacidade que traz vantagens competitivas em ciência, tecnologia, inovação. É essa capacidade que traz crescimento sustentado e empregos de qualidade.”, declarou Temer.

    O presidente também elencou a necessidade de maior integração entre os blocos econômicos e citou como exemplo as negociações entre o Brasil e países da Ásia, da América do Norte, o Mercosul, a Aliança do Pacífico e União Europeia.

    “Nunca estivemos tão perto de concluir o acordo Mercosul-União Europeia. Buscamos maior abertura e, com ela, a constante modernização de nossa economia”, disse.

    Temer apontou que a disseminação da tecnologia digital é uma das respostas aos desafios da quarta revolução industrial e destacou que no Brasil as micro e pequenas empresa tem peso de quase 30% do Produto Interno Bruto (PIb) brasileiro, e que o ambiente para as startups “floresce no Brasil”. “Apenas este ano, vimos surgir três empresas desse tipo que já valem mais de 1 bilhão de dólares”, reiterou.

    O presidente participa da 10ª Cúpula dos Brics desde ontem, em Joanesburgo, na África do Sul. O presidente teve reuniões bilaterais com outros chefes de estado do bloco, como a China. Amanhã (27.07.2018) está previsto encontro de Temer com líderes de países do continente africano.

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    Bernie Sanders e outros 28 congressistas americanos criticam perseguição a Lula

    Um grupo de 29 congressistas norte-americanos, incluindo o senador Bernie Sanders, pré-candidato do partido Democrata nas eleições presidenciais de 2016, assinam carta enviada ao governo brasileiro nesta quinta-feira (26) na qual denunciam a "intensificação do ataque à democracia e aos direitos humanos no Brasil". Eles questionam a condenação e prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva baseada em "acusações não comprovadas" e cobram explicações sobre a morte da vereadora Marielle Franco.

    "Acredito que é importante, como membro do Congresso, me manter engajado em temas da democracia e dos direitos humanos nas Américas", afirmou o deputado democrata Mark Pocan, do estado de Wisconsin, autor do documento.

    Na carta, os parlamentares norte-americanos afirmam que "a luta contra a corrupção não deve ser usada para justificar a perseguição de opositores políticos ou negar-lhes o direito de participar livremente das eleições", e também apontam que Lula é o "principal candidato presidencial" nas eleições de outubro deste ano.

    Sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março no Rio de Janeiro, os congressistas cobram uma investigação internacional independente sobre o caso, pois, segundo eles, "evidências críveis sugerem que membros das forças de segurança do Estado podem estar implicados no crime".

    Os políticos classificam ainda o governo Temer como de "extrema-direita", e criticam os cortes de gastos sociais e a dita "reforma" trabalhista, que revogou direitos conquistados.

    Parece que políticos de outros países insistem em interferir em outras nações, cremos que deveriam investigar os fatos adequadamente, antes de interferirem na política de outros países. Será que eles estão cientes da situação na Venezuela, que por sí só é grave, e, necessita de atenção mundial?

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    Putin diz que convidou Trump a Moscou e está disposto a visitar Washington

    O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta sexta-feira que convidou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Moscou, e que ambos os líderes estão prontos para realizar novas reuniões, mas que as condições precisam ser as corretas para que uma nova cúpula aconteça.
    Putin e Trump se reuniram em Helsinque na semana passada, e o presidente norte-americano enfrentou uma avalanche de críticas em seu país pela forma como tratou o encontro.

    Falando a repórteres durante cúpula do grupo Brics na África do Sul, Putin disse que telefonemas entre Moscou e Washington são insuficientes, e que ambos os lados precisam se encontrar para discutir questões como o programa nuclear do Irã, conflitos no Oriente Médio e tratados de controle de armas.
    "Com relação às nossas reuniões, eu entendo muito bem o que o presidente Trump disse. Ele tem o desejo de ter mais reuniões, realizar novas reuniões. Estou pronto para isso. Precisamos que as condições apropriadas existam, sejam criadas, inclusive em nossos países", disse Putin em uma coletiva de imprensa.
    "Estamos prontos para essas reuniões. Estamos prontos para convidar o presidente Trump a Moscou. A propósito, ele já tem esse convite", acrescentou.
    "Estou pronto para ir a Washington. Repito mais uma vez, se as condições certas para o trabalho forem criadas."

    Putin disse que, enquanto isso, é possível que ele e Trump se encontrem à margem da cúpulas do Grupo dos 20, ou durante outros eventos internacionais.
    Em referência à reação dentro dos Estados Unidos após o desempenho de Trump na cúpula de Helsinque, Putin disse: "Apesar das dificuldades, neste caso particular as dificuldades ligadas à situação política interna nos Estados Unidos, a vida continua e nossos contatos continuam."

    Na semana passada, Trump disse que esperava receber Putin nos EUA ainda neste ano. No entanto, o convite foi adiado para 2019 por conta da investigação especial conduzida pelo promotor Robert Mueller sobre a interferência russa nas eleições presidenciais de 2016 e a suposta conexão de pessoas ligadas a Trump com a Rússia. O presidente americano acredita que o encontro nos EUA deve acontecer depois que a investigação termine, segundo disse seu assessor.

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    Indefinição sobre vices pressiona partidos na reta final da costura de alianças



    Presidenciáveis e seus partidos esticam a corda e vão utilizar os últimos dias permitidos pela lei eleitoral para fechar alianças e definir os candidatos a vice, prorrogando o clima de incertezas que permeia o quadro eleitoral.

    Pré-candidato que conseguiu costurar o maior arco de alianças para a disputa pelo Palácio do Planalto, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) disse nesta quinta-feira que não tem pressa para a definição do vice e que tem até a convenção do partido, em 4 de agosto, para isso.

    Mas o chamado blocão --formado por PP, DEM, PR, PRB e SD-- já estava reunido para discutir o assunto nesta tarde quando houve o anúncio público de que o empresário Josué Gomes tinha recusado o convite para ser o companheiro de chapa do tucano.

    Sem consenso para indicar um outro nome, os líderes do grupo decidiram designar o presidente do DEM e prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, para negociar com Alckmin a vaga.

    Além dos cinco partidos do blocão, Alckmin também já tem acertado o apoio de PTB, PSD, PPS e PV. Segundo ACM Neto, as conversas irão incluir todos esses partidos.

    Os demais presidenciáveis ainda não conseguiram selar alianças, o que tem restringido os nomes disponíveis na hora da escolha do candidato a vice.

    A pré-candidata pela Rede, Marina Silva, no entanto, tem dito que o partido tem boa "prata da casa" e já citou o professor Ricardo Paes de Barros, um dos idealizadores do Bolsa Família, e do presidente do Flamengo, Bandeira de Mello, como opções para a vaga de companheiro de chapa.

    Mas a falta de alianças pode deixar a ex-senadora na difícil missão de enfrentar a disputa eleitoral com pouquíssimo espaço na TV e no rádio. Por isso mesmo, diz uma fonte próxima da pré-candidata, boa parte da campanha terá as redes sociais como foco.


    Formalizado candidato na convenção do PDT na semana passada, Ciro Gomes aposta quase todas suas fichas numa aliança com o PSB para não terminar isolado na disputa.

    O PDT espera com apreensão uma decisão do PSB, mas os socialistas, que dariam uma resposta após uma reunião do diretório no dia 30, aumentaram o suspense ao cancelar o encontro e deixar a decisão para a convenção do partido em 5 de agosto, último dia permitido pela legislação.

    Ciro já havia dito que seu perfil predileto para vice seria um empresário do sudeste do país e, se fechar o acordo com o PSB, a vaga deve ficar com o ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda.

    O PDT também tenta convencer o PCdoB a abrir mão da candidatura de Manuela D’Ávila e se associar a Ciro. Na falta do PSB, a vaga de vice poderia ser oferecida à deputada estadual gaúcha.

    O presidente do PDT, Carlos Lupi, explica que as negociações com o PCdoB são "delicadas" porque o partido tem candidata e seu partido não quer interferir no processo interno de decisão. Além disso, o PCdoB também é assediado pelo PT, que deseja manter o aliado de várias eleições presidenciais.

    E a indefinição da situação do PT tem atrapalhado nas negociações do partido.

    A liderança petista tem dito que vai registrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas como ele foi condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no processo do tríplex do Guarujá deve ter seu nome barrado pela Justiça eleitoral devido à Lei da Ficha Limpa.

    Diante desse cenário, possíveis aliados, como PSB e PCdoB, pedem que o PT anuncie qual será o plano B do partido no caso do provável impedimento de Lula. Sem isso, as alianças não avançam. Isso inclui o PR, do empresário Josué Gomes, que além de ser cobiçado pelo blocão para vice de Alckmin também era desejado pelo ex-presidente para ser seu companheiro de chapa.

    Com dessas dificuldades, o PT deve escolher entre seus filiados alguém para acompanhar Lula na chapa à Presidência --um nome que possa eventualmente substituí-lo se e quando a candidatura do ex-presidente for impugnada, disse à Reuters uma fonte com conhecimento do assunto.

    "O PCdoB não desata, a conversa também não andou", explica a fonte. "O nome vai vir do próprio PT, mas é o Lula que vai decidir", disse, acrescentando que não há conversas internas ainda concretas sobre um nome porque o partido espera uma decisão de Lula.

    Os ISOLADOS

    O já oficializado candidato do PSL, deputado Jair Bolsonaro, também pode se ver sem alianças na disputa de outubro e sofreu reveses nas tentativas de definição de um vice.

    De início, quando lançou sua prá-candidatura à Presidência, cortejava o senador Magno Malta (PR-ES), mas o parlamentar disse que pretende concorrer à reeleição para o Senado e seu partido, integrante do blocão, fechou com Alckmin.

    Bolsonaro partiu então à procura de um novo nome, e o candidato chegou perto de anunciar o general da reserva do Exército Augusto Heleno, do PRP, como seu companheiro de chapa. Mas a cúpula do PRP considerou melhor investir em sua bancada federal e não embarcar na empreitada.

    Outro nome cogitado foi o da advogada Janaína Paschoal que ficou nacionalmente conhecida por ter sido uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

    O "plano C" teria sido abandonado após discurso da advogada em tom moderado na convenção do partido levarem pessoas próximas a Bolsonaro a aconselharem a escolha de outro quadro.

    Também isolado e sem conseguir atrair aliados tradicionais, que preferem distância do rejeitado governo do presidente Michel Temer, o MDB pode acabar tendo que compor uma chapa puro-sangue. O partido tem insistido em conversar com partidos maiores, como o PTB e o PRB, que já prometeram apoio a Alckmin, mas sem muita esperança de sucesso.

    "Eles têm insistido em conversar, mas nós não vamos romper o acordo", disse uma fonte de um dos partidos.

    Sobram ao MDB negociações concretas com partidos menores, como o PMN, o PHS e o Pros, relatou uma fonte. Desses, apenas o Pros teria tamanho e opções para um candidato a vice, no caso, o ex-deputado Maurício Rands, que ocupa hoje uma secretaria na Organização dos Estados Americanos (OEA).

    "Ele é ex-PT, nordestino e não tem nenhum escândalo no currículo. Mas é tudo muito incipiente ainda", disse a fonte.

    É bem provável, no entanto, que o partido acabe escolhendo um vice de suas próprias hostes e que possa complementar o candidato Henrique Meirelles --um nome do Nordeste, por exemplo.

    "Mas nem isso surgiu ainda", confessa a fonte.

    Para nos eleitores, tudo ainda parece o mais do mesmo, sem uma mudança profunda do velho para o novo no horizonte. Ou devemos dizer que alguns candidatos a senadores, que descrevem como o novo e que representam uma mudança, trazem velhos lobos da política por trás de si. Nos resta esperar pelas opções.

  12. #8
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    Em entrevista ao programa Roda Viva, Bolsonaro ignora escravidão e golpe

    O Brasil não tem dívida histórica com a escravidão. Essa foi uma das opiniões polêmicas manifestadas pelo candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), durante o programa de entrevistas Roda Viva, da TV Cultura, quando questionado se seria favorável à manutenção da ação afirmativa de cotas raciais nas universidades. Segundo Bolsonaro, os portugueses não pisavam na África e “eram os próprios negros que entregavam os escravos”. Ele afirmou: “Que dívida é essa, meu Deus do céu. Um negro não é melhor do que eu, nem eu sou melhor do que ele. Por que cotas?”, indagou, assinalando que terminar com a política de cotas dependeria do Congresso Nacional, mas que ele proporia a diminuição dos percentuais.

    Não foram poucos os “equívocos” e as distorções de fatos históricos citados por Bolsonaro para voltar a defender pessoas como o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do Doi-Codi do II Exército (1970-1974), um dos órgãos que operou na repressão política durante a ditadura militar (1964-1985). Em 2008, Ustra se tornou o primeiro militar condenado pela prática de tortura e, embora reformado, continuou politicamente ativo nos clubes militares, em defesa da ditadura. “De acordo com a nossa Constituição, ninguém poderá ser declarado culpado sem sentença transitado em julgado, o que não aconteceu com Ustra”, disse Bolsonaro. Segundo ele, o mundo vivia a guerra fria e as pessoas “pendiam” para um lado ou para outro. “Esses que se diziam torturados o faziam para conseguir indenizações, votos, piedade, poder. Só se ouve um lado da história, outro não. Se tivéssemos perdido, hoje o Brasil seria uma Cuba”, afirmou.

    Indagado se abriria, caso se eleito, os arquivos da ditadura em posse das Forças Armadas, Bolsonaro disparou: “Não tem mais arquivo nenhum da ditadura. A Lei da Anistia sepultou. Essa é uma ferida que tem de ser cicatrizada. É daqui pra frente”, disse, desconversando sobre a necessidade de se conhecer a história. “Não vou abrir nada, os papéis já sumiram”, afirmou. “Os papéis têm prazo de validade nas Forças Armadas”, acrescentou. Em seguida, ele criticou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT): “Onde Dilma esteve na semana passada? Representando o Foro de São Paulo em Cuba. Acha que ela lutou pela democracia? O primeiro marido dela sequestrou avião e foi pra Cuba.”

    Em sua leitura muito particular da história, o candidato disse que em 1964 não houve golpe de estado com a participação militar, civil, empresarial e do capital multinacional. “Golpe é quando mete o pé na porta e tira o cidadão lá”, afirmou, dizendo que João Goulart teria deixado o governo, quando, na verdade, Jango estava no Rio Grande do Sul em busca de apoio de aliados, já que estava na iminência de ser detido pelos articuladores do golpe. Aliás, esse foi o argumento utilizado pelo senador Auro de Moura Andrade para, em 2 de abril de 1964, destitui-lo do cargo, abrindo caminho para a instalação do regime militar e a posse do marechal Castelo Branco na Presidência.

    Entre as declarações polêmicas, o candidato confirmou, ao responder pergunta elaborada pelo jurista José Gregori, ter declarado na tribuna da Câmara dos Deputados que um dos maiores erros daquela que ele chama de “Revolução de 64” foi não ter “mandado fuzilar Fernando Henrique Cardoso”. Segundo Bolsonaro, a imunidade parlamentar lhe dá garantia de dizer o que bem entender. Ele negou ter sugerido também o fuzilamento de Gregori, alegando que ele não seria uma pessoa importante, portanto, não “mereceria” a sua atenção.

    Polêmicas a parte, para alguns o que aconteceu não foi uma entrevista. Foi um aglomerado de militantes fazendo ataques pessoais e mesclando com notícias falsas a respeito do candidato. Não foi perguntado absolutamente nada a respeito dos planos de Bolsonaro para governar o país, que é o assunto que realmente interessa os leitores e audiência da suposta entrevista. O que nos leva a questionar, será que todas aas questões abordadas aos candiatos, serão sobre sua vida pessoal e sobre o que pensa, ou sobre seu futuro governo e suas propostas para governar o país?
    Last edited by Martha Santos; 08-09-2018 at 03:12 PM.

  13. #9
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    Governo envia ao Congresso projeto sobre tributação de fundo exclusivo

    O governo enviou ao Congresso Nacional projeto de lei com alteração na cobrança de Imposto de Renda incidente sobre rendimentos de aplicações em fundos de investimento. No Diário Oficial de hoje (31), há uma mensagem de encaminhamento do projeto de lei pelo presidente Michel Temer.

    No ano passado, o governo tentou alterar a tributação sobre fundos financeiros fechados, chamados de fundos exclusivos, com uma medida provisória, que perdeu a validade. Esses fundos, destinados a grandes clientes, são fechados e não têm livre adesão.

    A tributação sobre os rendimentos será paga duas vezes ao ano, em vez de somente no momento do fechamento ou resgates das cotas, como ocorre com outros fundos de investimento.

    “A presente proposta tem por objetivos reduzir as distorções existentes entre as aplicações em fundos de investimento e aumentar a arrecadação federal por meio da tributação dos rendimentos acumulados pelas carteiras de fundos de investimento constituídos sob a forma de condomínio fechado, os quais se caracterizam pelo pequeno número de cotistas e forte planejamento tributário”, disse o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, nas explicações sobre motivo da elaboração do projeto de lei.

    Segundo ele, a expectativa é aumento da arrecadação de Imposto de Renda em 2019, no valor total de R$ 10,720 bilhões. Para ter validade no próximo ano, o projeto precisa ser aprovado ainda em 2018.
    Variação cambial

    O projeto também estabelece mudança na tributação da variação cambial da parcela do valor do investimento realizado por instituições financeiras em sociedade controlada no exterior.

    “O objetivo da proposta é diminuir as distorções resultantes da assimetria de tratamento tributável entre as variações cambiais das participações de investimentos no exterior e sua proteção cambial no Brasil a partir de 2020, num prazo total de quatro anos”, afirmou Rachid, no documento.

    Uma instituição financeira com investimento em controlada no exterior faz hedge (proteção) dessa posição no Brasil para neutralizar os efeitos da variação cambial no seu patrimônio.

    Além do hedge, é necessária uma proteção excedente ao valor do investimento. Segundo a Receita, a proposta visa tributar de maneira conjunta os investimentos no exterior e as operações de cobertura (hedge), assegurando neutralidade para o conjunto da operação.

    O efeito na arrecadação com essa medida será nulo. “No caso da variação cambial da parcela do valor do investimento controlada no exterior (art. 10) não haverá efeito na arrecadação, pois essa variação cambial é isenta de tributação com base no art. 77 da Lei nº 12.973, de 2014, passando, a partir de 2020, a ser tributada na mesma proporção em que se reduz a necessidade da proteção excedente ao hedge, tendendo a zero os efeitos no lucro tributável”, afirmou Rachid.

    fonte: Reuters

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    Presidente do STF diz ser "absolutamente inaceitável" descumprir ordens da Justiça

    A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, afirmou na manhã desta quarta-feira, em pronunciamento da volta dos trabalhos da corte, ser "absolutamente inaceitável" um eventual descumprimento de ordens da Justiça.

    “Gostaria de afirmar que, neste tempo de grandes preocupações para nós, brasileiros, de grandes dificuldades, mas também de possibilidades, eu desejo que nós todos, como cidadãos, como juízes, sejamos cada vez mais como temos sido e nos encaminhado, responsáveis nas nossas competências com o Brasil, prudentes nas nossas decisões e, principalmente, comprometidos entre nós com um país no qual o Estado de Direito prevaleça, uma vez que é absolutamente inaceitável qualquer forma de descumprimento ou de desavença com o que a Justiça venha a determinar”, disse.

    Durante o recesso, o STF foi alvo de protestos. Primeiro, jogaram uma tinta vermelha em uma de suas entradas.

    Além disso, um grupo protocolou no Supremo um manifesto informando que iria iniciar uma greve de forme em defesa da libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva --preso desde abril cumprindo condenação e que lidera as pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto-- e afirmando que o fim do protesto depende da decisão dos ministros do STF.

    Há uma pressão de petistas para que haja uma decisão judicial que permita ao ex-presidente participar da disputa presidencial, mesmo provavelmente sendo enquadrado como ficha suja em razão da condenação em segunda instância no processo do tríplex do Guarujá.

    Cármen passa o comando do Supremo em setembro para o ministro Dias Toffoli. Ela deve seguir para a 2ª Turma, colegiado responsável por julgar pedidos referentes à operação Lava Jato no STF.

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