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Thread: | América do Sul - Notícias |

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    | América do Sul - Notícias |

    Internet contribui com até 2,5% do PIB de Brasil, México e Argentina

    Bogotá, 29 nov (EFE).- Um estudo da empresa de consultoria Mckinsey & Company apresentado nesta quinta-feira pelo Google Colômbia aponta que a internet representa entre 2% e 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) de Brasil, Argentina e México, uma percentagem que em breve será alcançada por outros países da região.

    O relatório, apresentado pela gerente de Assuntos Públicos do Google Colômbia, Ana Lucía Lennis, mostra que se o negócio de internet fosse uma indústria, na Argentina equivaleria a todo o setor de hotéis e restaurantes.

    "No México se encontraria entre as dez maiores empresas do país e se falamos do Brasil seria comparável a toda a indústria mineradora", disse Ana Lucía à Efe.

    O estudo aponta que um índice de 10% de penetração de banda larga em um país aumenta o PIB em uma média de 3,2% e incrementa a produtividade em 2,6%.

    "A aposta dos governos em acabar com a exclusão digital para que mais pessoas estejam conectadas tem um impacto direto no crescimento econômico dos países", afirmou a direção do Google.

    Ana Lucía sustentou que o fato de que as empresas na América Latina ou em outros países em desenvolvimento possam começar a fundamentar seu negócio na internet lhes está permitindo uma evolução muito mais veloz que a que os países desenvolvidos tiveram para progredir em alguns campos.

    A gerente declarou que, por exemplo, os pagamentos móveis no Quênia são muito mais eficientes e mais rápidos que os que se podem ser feitos no Kansas (EUA) porque na África se detectou uma necessidade e se utilizou a tecnologia para solucioná-la.

    Por sua parte, a gerente geral do Google Colômbia, Laura Camacho, lembrou que o motor da América Latina vai ser a inovação e que grande parte dela vai chegar acompanhada pelas tecnologias digitais e pelas telecomunicações, embora haja certos obstáculos a serem superados.

    O relatório também ressalta que, por cada posto de trabalho perdido nas pequenas e médias empresas na Argentina e no México, a internet cria 3,2 trabalhos em comparação com os 1,6 criados nos países desenvolvidos.

    Segundo a Mckinsey & Company, a cada ano são criadas 150 mil novas empresas relacionadas à rede e na América Latina, onde as pequenas e médias empresas representam entre 20% e 35% da economia, promover seu uso no setor tem um alto impacto.

    As pequenas e médias empresas que utilizam internet crescem 9% mais rápido e vendem 7% mais, de acordo com o estudo.

    Além disso, assinala que nos seis mercados emergentes mais importantes do mundo, 1,3% dos trabalhos estão relacionados com internet e que, das duas bilhões de pessoas conectadas no mundo, quase metade delas estão em economias emergentes. EFE

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    América Latina mira aumento de exportações de maior valor agregado à China

    Pequim, 30 nov (EFE).- A China apresentará uma mudança considerável em seu modelo de desenvolvimento nos próximos anos, uma oportunidade que a América Latina pode aproveitar para equilibrar sua troca comercial e aumentar suas exportações em direção a este país com produtos de maior valor agregado, além das matérias-primas.

    Após registrar um resfriamento em seu crescimento, depois de anos de fortes altas em seu PIB, a China se vê obrigada a adotar novas posturas em seu modelo de desenvolvimento, até agora centrado nas exportações.

    Estas mudanças afetarão o comércio, o investimento no exterior e, inclusive, o mercado interno, advertiu o pesquisador do Instituto de Estudos Latino-Americanos da Academia de Ciências Sociais da China (CASS), Zhang Fan.

    Segundo Fan, a "América Latina deve aproveitar esta oportunidade para equilibrar sua troca comercial e seus investimentos".
    O diretor do Programa sobre o Mundo em Vias de Desenvolvimento do Centro para as Políticas Globais Carnegie-Tsinghua, Matt Ferchen, também se mostra de acordo com esta mudança na estratégia de crescimento econômico chinês, que, de um país exportador e de investimento estatal, passará a impulsionar mais o consumo interno.

    "O risco mais óbvio para a América Latina é que, devido ao fato da economia chinesa se afastar de seu forte desenvolvimento industrial estatal, pode ser que a demanda de matéria-prima, como ferro e cobre, seja reduzida", explicou Ferchen.

    No entanto, se a China passar a priorizar seu consumo interno também dará oportunidades às empresas latino-americanas exportar produtos de maior valor agregado e expandir seus investimentos no país asiático, considerou.

    Em 2011, o comércio entre a China e a América Latina foi de US$ 241 bilhões. No mesmo ano, o país asiático efetuou investimentos não-financeiros de US$ 10,1 bilhões na região, o que a transformou no segundo maior destino dos investimentos estrangeiros diretos da República Popular.
    A China já é o terceiro parceiro comercial da América Latina - e o primeiro parceiro comercial de Brasil, Chile e Peru - e a terceira fonte de investimentos da região, de acordo com as fontes oficiais chinesas.

    "Em nível comercial e econômico, a relação entre Peru e China se aproximou dos US$ 13 bilhões em 2011. Este ano vai ser um pouco maior com um déficit para o Peru, mas que esperamos recuperar", declarou à Agência Efe o embaixador do Peru na China, Gonzalo Gutiérrez.
    Seu país espera buscar uma diversificação da oferta agrícola com valor agregado na China, já que atualmente são poucos os produtos peruanos que ingressam no país asiático.

    O embaixador do Chile na China, Luis Schmidt, também acredita que a relação entre seu país e China deverá aumentar consideravelmente.
    "Esperamos que toda esta abertura e reforma tenha sequência com as novas autoridades", apontou Schimidt, que ressaltou que seu país também se interessa em diversificar sua oferta exportadora à China.

    Atualmente, a mineração representa quase 85% das exportações chilenas, "mas nossas exportações com produtos de valor agregado estão aumentando", completou o embaixador chileno, antes de detalhar que seu país ocupa "a 14ª ou 15ª posição dos países com maiores exportações de alimentos". Segundo Schimidt, a carne de cordeiro, os vinhos e as frutas frescas ganham grande destaque neste aspecto.

    O embaixador da Argentina na China, Gustavo Martino, disse à Agência Efe que seu governo é muito otimista sobre as perspectivas de crescimento que oferece a relação política e econômica com a China, reiterando o interesse de seu país em diversificar sua oferta.

    "Alcançamos convênios em setores-chave para a China, como carnes, lácteos, genética bovina, desenvolvimento conjunto de vacinas (...) Meu governo quer diversificar sua oferta com produtos de maior valor agregado pelo lado dos alimentos e manufaturas de origem agropecuária, assim como os produtos industrializados em segmentos que nosso país é mais competitivo", explicou Martino.

    Esta aposta também é compartilhada pelo Brasil, cuja Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA) abriu na última semana um escritório em Pequim para aumentar seu comércio com a China e atrair novos investimentos.

    Em 2016, a China teria uma demanda de 55% e 46% a mais do que atualmente importa de carne de frango e carne de porco, respectivamente, enquanto a soja, bandeira das exportações argentinas e brasileiras, poderá registrar um aumento de até 67%, segundo números da CNA.
    "Em 2025, a China deverá triplicar seu consumo", ressaltou na ocasião a presidente da CNA, Katia Abreu. EFE

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    O valor de Taxa de Desemprego Chilena subiu inesperadamente

    Forexpros - A taxa de desemprego do Chile subiu inesperadamente no mês passado de acordo com dados industriais divulgados Sexta.

    Em um relatório, Instituto Nacional de Estatísticas do Chile informou que Taxa de Desemprego Chilena subiu para uma taxa anual de 6.6% de 6.5% no mês anterior.

    Analistas esperavam redução do valor de Taxa de Desemprego Chilena para 6.4% no mês passado.

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    O valor de Confiança do consumidor do México subiu mais que o esperado

    Forexpros - O nível atual de confiança do consumidor no México subiu mais que o esperado no mês passado de acordo com dados oficiais divulgados Terça.

    Em um relatório, INEGI informou que Confiança do consumidor do México subiu para um ajuste sazonal de 94.20 de 94.90 no mês anterior.

    Analistas esperavam aumento do valor de Confiança do consumidor do México 94.10 no mês passado.

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    Partido Comunista do Chile celebra 100 anos de fundação com seminário internacional

    O Partido Comunista do Chile realiza a partir desta quarta-feira (5) até a sexta (7) um seminário para celebrar o seu centenário de fundação. Diversas lideranças políticas e delegações estrangeiras participarão das atividades que serão realizadas na capital Santiago durante o seminário internacional "Cien años de historia, cien años de lucha, cien años de ideas".
    Da programação constam painéis que tratam de temas importantes para o fortalecimento dos movimentos sociais, dos partidos de esquerda e com relação ao desenvolvimento e a integração da América Latina.http://www.noodls.com

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    Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012

    Bolsa da Colômbia: IGBC fecha em alta de 0,64%

    Bogotá, 5 dez (EFE).- O índice geral da Bolsa de Valores da Colômbia (IGBC) fechou nesta quarta-feira
    em alta de 0,64%, para 14.395,64 pontos.

    O giro financeiro da sessão foi de 204,1 bilhões de pesos (US$ 112,5 milhões) em 3.047 operações. EFE

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    Bolsa do México: IPC fecha em alta de 0,19%

    Cidade do México, 5 dez (EFE).- O Índice de Preços e Cotações (IPC) da Bolsa Mexicana de Valores (BMV)
    echou nesta quarta-feira em alta de 0,19% aos 42.416,29 pontos.

    No pregão foram negociados 426 milhões de títulos, com giro financeiro de 14,8 bilhões de pesos
    (US$ 1,148 bilhão). EFE

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    Bolsa de Santiago: IPSA fecha em alta de 0,13%

    Santiago (Chile), 5 dez (EFE).- O principal indicador da Bolsa de Valores de Santiago do Chile, o
    IPSA, fechou nesta quarta-feira em alta de 0,13%, aos 4.149,50 pontos.

    O índice geral da bolsa chilena (IGPA) subiu 0,12%, para 20.366,31 pontos. EFE

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    Brasil deve ser 5ª economia do mundo em 2013, prevê Citi

    O Brasil deverá ser a quinta maior economia do mundo em 2013, prevê o Citibank. O País deve terminar este ano em sétimo lugar e as projeções do banco norte-americano são de que ele ultrapasse o Reino Unido, sexta posição, e a França, quinta, no ano que vem, para entrar no rol das cinco maiores economias globais, liderado pelos EUA. Em 2025, a China deverá ser a maior economia do planeta.

    A subida do Brasil no ranking é reflexo não só da recuperação do crescimento do País prevista pra 2013, mas também ocorre porque grandes economias desenvolvidas, sobretudo na Europa, devem ficar virtualmente estagnadas ou crescer muito pouco em 2013 e no ano seguinte, como consequência da crise na região.

    Nas projeções do Citi, o Brasil deve se recuperar depois de um desempenho fraco em 2012, e o crescimento econômico deve ficar em 3,9% no ano que vem e em 4% no seguinte, como reflexo do conjunto de medidas de estímulo que o governo está tomando para reaquecer a economia.

    Já a França deve recuar 0,2% em 2013 e crescer apenas 0,2% em 2014, de acordo com as estimativas do banco norte-americano. O Reino Unido deve se expandir em 0,8% e 1% nos mesmos períodos. Por isso, os dois países devem perder posições no ranking não apenas para o Brasil, mas também para a Índia, que deverá ser a sexta maior economia do mundo em 2015.

    O Brasil foi um dos países emergentes que mais ganharam posições nos rankings das maiores economias mundiais nas últimas décadas. O Citi comparou o ranking das dez maiores economias do planeta em vários períodos, começando por 1980. Naquele ano o Brasil não aparecia, a Argentina era a décima maior economia do mundo e o México, a oitava.

    Em 2000, o Brasil já figurava na décima posição, mas depois caiu para o 13º lugar, em 2004, para se recuperar em seguida e chegar em 2012 ao sétimo lugar. Já a Argentina nunca mais voltou ao ranking das dez maiores. O México também saiu da lista e, pelas projeções, não deve voltar.

    "Este ano, quatro das dez maiores economias mundiais são mercados emergentes", destaca o analista do Citi e autor do estudo, Michael Saunders.
    A projeção do banco norte-americano é de que esses países respondam por 50% do PIB global em 2020 e cerca de 60% em 2025. Naquele ano, a China já deverá ser a maior economia mundial, ultrapassando os EUA. A previsão é que a Índia seja a terceira.

    A estimativa do Citi é de que em 2013, o investimento da China seja maior que o dos EUA e da zona do euro combinados. A Índia vai investir em 2014 mais do que Reino Unido e França juntos.

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    Equador quer criar centro de arbitragem para investimentos no Mercosul

    Brasília, 7 dez (EFE).- O presidente do Equador, Rafael Correa, sugeriu nesta sexta-feira a criação de um centro regional para a resolução de controvérsias sobre investimentos a fim de evitar que os países do Mercosul tenham que enfrentar organismos internacionais de arbitragem criados, em sua opinião, para favorecer o capital.

    "Precisamos denunciar esses tratados (de arbitragem) porque são realmente de submissão. Aqui o que requereremos é uma ação conjunta", afirmou Correa em seu discurso perante a plenária da Cúpula do Mercosul realizada em Brasília.

    O governante do Equador, país que é membro associado do Mercosul e negocia sua inclusão como membro pleno, assegurou que o bloco necessita adotar políticas comuns em diferentes áreas "para que não seja o capital transnacional que imponha as condições".

    O presidente assegurou que um acordo dos países para impedir que as arbitragens apenas favoreçam às transnacionais e não aos Governos é necessário para que o Mercosul "realmente ofereça benefícios pragmáticos" para seus povos.

    O líder se referiu a uma decisão do Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos (Ciadi), ligado ao Banco Mundial, que condenou em outubro passado o Equador a pagar uma indenização de US$ 2,3 bilhões à companhia petrolífera americana Oxy.

    Correa, que já tinha se referido aos problemas que o Equador enfrenta por ter o dólar como moeda, também pediu aos países do Mercosul a criação de uma moeda comum para fortalecer a integração não só do bloco, mas de toda América do Sul e América Latina.

    "Para que possamos ter uma tarifa comum e acordos de livre-comércio com outros países e blocos, como a União Europeia, necessitamos uma moeda regional", comentou.

    O Equador adotou o dólar como moeda em 2000 e Correa manteve essa decisão em seus seis anos de Governo apesar de considerá-la um erro.

    O líder equatoriano também advertiu que, apesar da atual crise, as negociações de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia têm que levar em conta que as diferenças sociais e econômicas entre Europa e América Latina ainda são enormes.

    "Não podemos dizer que a Europa empobreceu. Segue gerando riquezas. Há uma brecha gigantesca entre Europa e América Latina", concluiu. EFE

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