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Thread: Inteligência Artificial

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    Inteligência Artificial




    DeepMind, da Alphabet, cria unidade de ética no uso de inteligência artificial


    A DeepMind, empresa do Google focada na inteligência artificial, anunciou o lançamento da unidade "ética e sociedade" para estudar o impacto das novas tecnologias na sociedade.

    O anúncio do grupo londrino, adquirido pela Alphabet em 2014, é o esforço mais recente no setor da tecnologia para aliviar as preocupações com que a robótica e a inteligência artificial saiam do controle humano.

    "Como cientistas que desenvolvem tecnologias de IA, temos a responsabilidade de conduzir e apoiar a pesquisa aberta e a investigação sobre as implicações mais amplas do nosso trabalho", disseram na terça-feira Verity Harding e Sean Legassick, da DeepMind, em uma publicação do blog.

    "Na DeepMind, partimos da premissa de que todas as aplicações de IA devem permanecer sob controle humano significativo e ser usadas para fins socialmente benéficos. Compreender o que isso significa na prática requer uma investigação científica rigorosa sobre os desafios mais sensíveis que enfrentamos".

    O texto indica que o foco será garantir usos "verdadeiramente benéficos e responsáveis" para a inteligência artificial.

    "Se as tecnologias de IA são para servir a sociedade, elas devem ser moldadas pelas prioridades e preocupações da sociedade", escreveram.

    Google e DeepMind são membros da Parceria de IA para Beneficiar as Pessoas e a Sociedade, que inclui o Facebook, Amazon, Microsoft e outras empresas de tecnologia.

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  2. The Following User Says Thank You to Paulo Santos For This Useful Post:

    Trader Lusitano (07-10-2017)

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    Inteligência artificial "ameaça existência" do jornalismo


    A inteligência artificial já entrou no mundo do jornalismo e promete transformar o sector, constituindo "uma ameaça à sua existência", revela este sábado um estudo do Instituto do Futuro Hoje.

    O Instituto do Futuro Hoje revelou este sábado um estudo que revela que a inteligência artificial constitui uma ameaça à existência do jornalismo.

    O estudo debruça-se sobre as organizações que já utilizam a inteligência artificial para escrever artigos a partir, por exemplo, de dados como os resultados desportivos e informações financeiras.

    O desenvolvimento de processos automatizados irá, "num futuro não muito distante", gerar, sem a intervenção dos jornalistas, artigos que não se ficarão por mais pelos dados, mas que gerarão uma análise, sublinha o trabalho.

    Para este instituto, criado por Amy Webb, especialista em tendências no domínio das tecnologias emergentes, a ameaça mais preocupante e grave terá a ver com a evolução da relação entre o indivíduo e a tecnologia.

    Segundo as previsões do instituto, em 2023, metade da interacção entre os indivíduos e os computadores será feita através de voz.

    O assistente de voz, quer se trate de Alexa (Amazon), Siri (Apple), Cortana (Microsoft) ou do Assistente (Google), é a "manifestação mais visível" desta tendência, salienta o estudo.

    Os autores acreditam, portanto, que o modo como os meios de comunicação social se posicionarem sobre este novo canal de comunicação será crucial para o seu futuro.

    Para o instituto, a emergência Inteligência Artificial "constitui uma ameaça existencial para o futuro do jornalismo" se os órgãos de comunicação social não capturarem o assunto.

    Se certos órgãos de comunicação social não iniciaram experiências com o Alexa e o Google Home, o mundo "do jornalismo não participará activamente na constituição do "ecossistema da Inteligência Artificial", salienta o estudo.

    "Os meios de comunicação são clientes, não contribuem de forma significativa", insistem os autores do estudo que alerta para o facto de, além da inteligência artificial, as máquinas vão também "mudar significativamente" muitas das práticas jornalísticas nos próximos anos.

    Para o instituto, os editores e as organizações profissionais devem fazer parcerias promovendo a colaboração com as experiências de inovação e desenvolvimento dos gigantes da internet.

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    Boeing aposta em pilotos-robôs e táxis que voam sozinhos

    A Boeing está a adquirir a sua parceira de longa data Aurora Flight Sciences, ganhando assim um portefólio de tecnologia futurista que engloba por exemplo os táxis aéreos não tripulados que poderão um dia voar pelos céus das cidades com o selo da Uber Technologies.

    Com esta aquisição, a Boeing está a apostar em aviões mais inteligentes, nos quais os algoritmos de computador e a inteligência artificial desempenham um papel cada vez mais importante na cabina de voo. A Aurora Flight Sciences lidera o ramo de voos autónomos com produtos como um co-piloto robótico e um software capaz de sensoriar as pistas de aterragem.

    "Não podemos prever como será esse futuro. Mas, independentemente da forma que será assumida pelas viagens, queremos ser líderes", afirmou Greg Hyslop, director de tecnologia da Boeing, numa transmissão pelo Facebook após o anúncio da aquisição na passada quinta-feira, 5 de Outubro.

    O acordo ressalta o foco da Boeing em transacções menores e direccionadas, enquanto concorrentes como a Northrop Grumman e fornecedores como a United Technologies procuram fusões de grande escala. A Boeing afirmou que a compra da Aurora, que tem sede em Manassas, Virgínia (EUA), e que conta com 550 funcionários, não afectará sua orientação financeira. Os termos do acordo não foram revelados no comunicado das empresas, na quinta-feira.

    A Aurora projectou, produziu e operou mais de 30 veículos aéreos não tripulados desde a fundação da empresa, em 1989. As suas aeronaves usam tecnologia autónoma, incluindo percepção, aprendizagem automática e sistemas avançados de controlo de voo. Há por exemplo o Centaur, uma "aeronave opcionalmente pilotada", e um co-piloto robótico que operou um simulador de voo do Boeing 737.

    Táxi aéreo
    Em Abril, a empresa operou com sucesso um protótipo de táxi aéreo que descola e aterra verticalmente, útil para chegadas e partidas em coberturas de edifícios. A Aurora pretende entregar 50 aeronaves do tipo até 2020 para serem testadas pela Uber Elevate, a iniciativa da empresa de boleias partilhadas voltada para carros voadores. A Uber, que também conta com a Textron e a Embraer como parceiras, vislumbra clientes urbanos a viajarem rapidamente com aeronaves chamadas através de computadores ou telefones celulares.

    A autonomia terá que desempenhar um papel crucial se a tecnologia for bem sucedida, disse John Langford, CEO da Aurora, no webcast no Facebook. Para serem viáveis economicamente, as futuras frotas de táxis aéreos e drones envolverão redes de veículos com um único controlador que operará "dezenas" de aviões, disse ele.

    A experiência da Aurora com aeronaves que voam sozinhas também beneficia a Boeing, que intensificou sua pesquisa na área num momento em que a escassez de pilotos ameaça limitar o crescimento das empresas aéreas. A fabricante de aviões com sede em Chicago estuda uma tecnologia baseada em inteligência artificial que permitirá que um único piloto se mantenha nos controlos durante um voo longo, um possível passo em direcção aos voos totalmente autónomos.

    Quando a aquisição for finalizada, a Aurora irá transformar-se numa subsidiária da Boeing Engineering, Test & Technology conhecida como Aurora Flight Sciences, A Boeing Company. A empresa manterá um "modelo operacional independente", afirmou a Boeing.

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    Inteligência artificial ao serviço das vendas

    Potenciar as vendas e tornar mais ágil e eficaz o serviço ao cliente são apenas algumas vantagens dos “chatbots” programados para interagir com os seres humanos.

    O cliente tem sempre razão. Esta é uma velha máxima dos negócios, uma ideia que chega de tempos imemoriais, mas que continua a fazer sentido nos dias de hoje… embora o atendimento ao cliente se torne cada vez mais complicado.

    Uma dificuldade que deriva, em grande parte, pela pressão do tempo e pela facilidade de acesso que as novas tecnologias trazem, colocando os clientes mais próximos das empresas, mas tornando a capacidade de resposta destas cada vez mais difícil.

    É nesse sentido que a automação do atendimento se assume como a solução ideal para organizações que se querem concorrenciais e procuram manter o seu negócio no rumo certo. Neste campo, a grande novidade de apoio ao cliente e às vendas chama-se "chatbots" (usados especialmente nas vendas online, mas não só).

    E quando falamos de "chatbots" estamos, no fundo, a falar de sistemas de inteligência artificial desenhados e pensados para terem a capacidade de interagir com os seres humanos, através da internet. Assim sendo, um "chatbot", por ser um sistema digital, tem a plena capacidade de lidar com o fluxo de informações de vários milhares de utilizadores em simultâneo, criando para cada um deles mensagens personalizadas através da interacção que ambos vão construindo. Além disso, os "chatbots" têm ainda uma clara capacidade de ir aprendendo com a sua própria experiência, o que lhes permite enriquecer os diálogos e as respostas que vão dando, a cada momento, ao cliente.

    Falamos aqui do recurso à tecnologia de inteligência artificial em toda a sua plenitude, facilitando, por exemplo, a identificação de factos como nomes de produtos e imagens.

    Ideais para pequenas, médias ou grandes empresas, os "chatbots" podem ser mais simples ou altamente sofisticados. Os primeiros asseguram pequenas automatizações, fornecem respostas e opções de alguns serviços para orientar os clientes.

    Por seu lado, as versões de "chatbots" mais sofisticadas integram avançados recursos de inteligência artificial, dando-lhes a capacidade de aprender com exemplos de atendimento, disponibilizar informações sobre os produtos e serviços oferecidos e, até mesmo, assegurar a integração entre o "chatbot" e os sistemas legados de uma organização.

    De uma forma ou de outra, a verdade é que os "chatbots" "mantêm o potencial de um dia substituir as tarefas de muitos trabalhadores", defende a Juniper Research.

    A empresa de estudos de mercado refere que estes se estão a tornar "cada vez mais influentes no dia-a-dia" das organizações ajudando numa variedade de indústrias, desde transacções bancárias simples até consultas de saúde.

    Contas feitas, a Juniper prevê que os "chatbots" venham a ser responsáveis ??pela redução de custos de mais de 8 mil milhões de dólares por ano, nas empresas, até 2022.

    Diz ainda a Juniper que o sector bancário "é o que está mais preparado para o lançamento imediato de ‘chatbots’ em comparação com outras indústrias" podendo dar, para já, resposta a perguntas simples como "qual é o meu saldo?" ou "quando é que devo pagar a minha conta da luz?".

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    Os algoritmos que decidem compras e namoros


    Namorados, trabalho ou redes sociais: Pedro Domingos explica em livro como os algoritmos nos influenciam.


    Está em quase tudo o que fazemos: quando abrimos a caixa de email e a maior parte do spam não aparece; quando entramos no Facebook e vemos primeiro certas actualizações; ou quando navegamos na Amazon e facilmente encontramos livros de que gostamos. A aprendizagem automática está cada vez mais presente no nosso quotidiano. Através de algoritmos, que integram computadores, smartphones e outros sistemas tecnológicos e que funcionam com base em inferências feitas a partir de dados, a tecnologia tem-se adaptado a cada indivíduo. Já não é preciso explicar aos computadores o que têm de fazer. Eles programam-se a si próprios. Mas que efeitos tem isso? De que forma nos condiciona? A inteligência artificial dominará o mundo?


    Para responder a esta e a outras questões sobre o tema, o português Pedro Domingos - professor de Ciências da Computação na Universidade de Washington, EUA - escreveu A Revolução do Algoritmo Mestre - Como a Aprendizagem Está a Mudar o Mundo. O livro foi recomendado por Bill Gates, fundador da Microsoft, e chegou agora a Portugal.

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