MERCADOS AGITADOS
A perda do selo de bom pagador, que o Brasil tinha conquistado junto à S&P em 2008, eleva os custos de financiamento para o governo e as empresas locais, assim como pode reduzir o fluxo de entrada de dólares no país.
A moeda norte-americana já acumula alta de mais de 40 por cento ante o real no ano, principalmente em razão das turbulências domésticas, e agentes econômicos estimam que o dólar poderá até superar os 3,90 reais na quinta-feira, o que significaria uma alta de mais de 2,5 por cento no dia.
O estrategista-chefe da Icap, Juliano Ferreira, chamou a atenção para a velocidade da ação da S&P, "que havia revisado a perspectiva há pouco tempo, o que mostra a total falta de credibilidade do Brasil com as agências".
Em um sinal claro de perspectiva de um dia agitado nos pregões domésticos, o Credit Suisse encaminhou aos clientes e-mail lembrando as regras para 'circuit breaker' da Bovespa, mecanismo de interrupção dos negócios na bolsa em caso de quedas expressivas a partir de 10 por cento.





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