IMI Casa em ruínas recebe nota máxima de conforto
Os erros repetem-se na avaliação extraordinária do Imposto Municipal de Imóveis, sendo que casas em ruínas avaliadas com nota máxima de conforto são prova disso. Um imóvel visivelmente desmoronado, em Silvares, Fundão, foi apenas penalizado por não ter rede de gás, quando não apresentava também electricidade, água, esgotos ou quaisquer instalações sanitárias, quanto mais cozinha, avança o Sol.
Um imóvel em ruínas obteve 0,98 no índice de qualidade e conforto, sendo que nota máxima seria de 1. Os 0,02 pontos perdidos, de uma casa que não tem água, electricidade ou rede de esgotos, ficaram a dever-se à falta de gás.
Associação Condomínios começaram a ter "dívidas incobráveis" devido à crise
O presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC), Vítor Amaral, afirmou esta sexta-feira que a crise originou dívidas incobráveis, que eram inexistentes há três anos e que têm aumentado progressivamente.
“Sempre tive muitas acções em tribunal, mas não tinha uma única situação incobrável. Com esta crise, desde há três anos para cá já tenho vários casos”, admitiu o dirigente, que está no sector há 19 anos.
Na véspera do 1.º Congresso Nacional de Condomínios, Vítor Amaral explicou tratar-se de pessoas que “não têm por onde pagar (…), não trabalham, não têm um carro, não têm bens penhoráveis”.
Os apartamentos estão já na posse do banco, onde foi pedido o crédito, ou pertencem a outra pessoa, disse.
Quando o apartamento ainda é propriedade da pessoa tende a haver uma hipoteca por “um valor superior ao valor real” da casa, cujo valor da venda “vai todo para o credor hipotecário, deixando os outros sem nada”, indicou.
Imobiliário Vendedores conseguem mais de 5 mil euros por mês
Ainda vale a pena ser vendedor imobiliário? Apesar da crise, os especialistas contactados pelo jornal i acham que sim e que a profissão continua a ser lucrativa “sem sombra de dúvida”.
Vale a pena ser vendedor imobiliário, concluem os especialistas contactados pelo jornal i, mesmo apesar dos tempos de crise que Portugal enfrenta.
“Um angariador produtivo, após completar a sua formação profissional gera, em média, mais de cinco mil euros por mês”, defende o director-geral da Century 21 Portugal, Ricardo Sousa, ao jornal.
O seu colega da ERA Miguel Poisson, aponta que, para isso, é necessário que o vendedor seja proactivo, ambicioso e goste de trabalhar por objectivos. Sem querer arriscar números, o responsável adianta que o que se consegue “é variável. Depende da dinâmica e do perfil do vendedor”.
O director-geral da Predimed, Miguel Ribeiro, afirma, por seu turno, que, para ter sucesso, o consultor também tem de ter “vontade” de aprender, evoluir e ter sucesso. “Os restantes 90% são trabalho”, afirma o responsável. http://www.noticiasaominuto.com/econ...s#.UWYLyRxwobw
11-04-2013, 11:06 PM
Trader Lusitano
INE Custos da construção de habitação mantêm aumento em Fevereiro
A variação homóloga do índice de custos de construção de habitação nova manteve-se estável nos 1,8% em Fevereiro, com o abrandamento da componente de materiais a ser compensado pela aceleração dos custos da mão-de-obra, divulgou esta terça-feira o INE.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a variação homóloga do índice da componente materiais fixou-se em 1,6% em Fevereiro, menos 0,5 pontos percentuais (p.p.) do que em Janeiro, enquanto o índice da componente mão-de-obra acelerou 0,4 p.p. para uma taxa de variação homóloga de 1,9%.
O índice relativo a apartamentos registou uma taxa de variação homóloga de 1,7% em Fevereiro, idêntica à do mês anterior, e o referente a moradias desceu 0,1 p.p., para uma taxa de 1,8%.
Relativamente ao índice de preços de manutenção e reparação regular da habitação, apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,8% em Fevereiro, menos 0,2 p.p. face à taxa de Janeiro. http://www.noticiasaominuto.com/econ...o#.UWdnELVwobw
11-04-2013, 11:18 PM
Trader Lusitano
OTOC Avaliações para IMI vão "penalizar fortemente" proprietários
O bastonário da Ordem dos Técnicos de Contas (OTOC), Domingues Azevedo, afirmou esta terça-feira que o efeito directo das avaliações para efeitos do Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI) vai “penalizar fortemente” os proprietários dentro de dois anos.
"Faço minhas as palavras do Provedor da Justiça, Alfredo de Sousa, que disse tratar-se de um processo [avaliações para efeitos de pagamento do IMI] que não tem preocupações de equidade fiscal, tem preocupações para recolher dinheiro e reforço o que foi dito realçando que vai penalizar fortemente os proprietários daqui a dois anos", afirmou o bastonário.
Domingues Azevedo, que falava à margem do "Observatório da fiscalidade portuguesa - Tributação do Património Imobiliário", que se realizou em Lisboa, disse que os efeitos directos para os cidadãos “não vão ser perceptíveis já, mas apenas em 2015, quando terminar a cláusula de salvaguarda do IMI”.
O bastonário da OTOC referiu também que o processo de avaliação do património imobiliário não tem na sua base “preocupações de verdade e rigor tributário”.
Já Carlos Baptista Lobo, antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do Governo liderado pelo primeiro-ministro José Sócrates, considerou ser “lamentável que em Portugal, em 2013, não haja um cadastro da propriedade”.
Número de edifícios muito degradados diminuiu 36% em 10 anos, diz INE
O número de edifícios muito degradados decresceu 36%, entre os anos 2000 e 2011, tendo diminuído também 40,4% o número de edifícios com necessidade de grandes reparações, revela informação do Instituto Nacional de Estatística (INE).
A evolução observada correspondeu a uma diminuição de 1,3 pontos percentuais (p.p.) e 2,4 p.p., respectivamente, no peso dos "muito degradados" e dos que apresentam necessidade de grande intervenção face ao total, evidenciando uma redução do edificado em mau estado de conservação, também devido ao aumento de 12,2% do número de edifícios clássicos.
Ainda, de acordo com o relatório Reabilitação do Parque Habitacional divulgado nesta segunda-feira pelo INE, os edifícios com três ou mais alojamentos encontravam-se em melhores condições de conservação em 2011. Entre os edifícios com um ou dois alojamentos, os isolados «revelavam um melhor estado de conservação». Por outro lado, os edifícios exclusivamente residenciais «estavam melhor conservados que as restantes tipologias de ocupação», detalha a fonte.
As regiões de Grande Lisboa, Tâmega e Algarve registaram o maior número de obras de reabilitação licenciadas entre 2001 e 2011, indica aind o relatório publicado no site do instituto
16-04-2013, 06:44 AM
The Money Man
Construtora Casais fatura 70% no exterior e em Portugal foca-se na reabilitação
A área internacional representou em 2012 mais de 70% dos 207 milhões de euros de faturação da construtora Casais, que antecipa «um novo reforço da presença internacional» este ano e que em Portugal aposta na reabilitação.
Em comunicado, o Grupo Casais diz ter faturado no ano passado cerca de 148 milhões de euros no exterior na área da engenharia e construção, dos quais 70% em África, que descreve como «o grande motor do grupo, onde têm surgido oportunidades de negócio adjacentes à construção».
A aposta da Casais na área internacional consolidou-se a partir de 2011, face à contração do mercado interno, tendo desde então a construtora passado de um rácio de 65% mercado nacional/35% internacional para 30% nacional/70% internacional.
Dinheiro Digital / Lusa
As vendas de casas existentes cairam inesperadamente
O valor do indicador de vendas de imóveis existentes caiu inesperadamente no mês passado de acordo com dados industriais mostrados na Quinta.
Em um relatório, a Associação Nacional de Corretores de Imóveis informou que o valor das vendas de casas existentes caiu para um ajuste sazonal de 4,92M partindo de 4,95M no mês anterior valor que foi revisto caiu de 4,98M.
Analistas esperavam aumento do valor das vendas de casas existentes para 5,01M no mês passado.
02-05-2013, 05:29 PM
The Money Man
As vendas de casas existentes cairam inesperadamente
O valor do indicador de vendas de imóveis existentes caiu inesperadamente no mês passado de acordo com dados industriais mostrados na Quinta.
Em um relatório, a Associação Nacional de Corretores de Imóveis informou que o valor das vendas de casas existentes caiu para um ajuste sazonal de 4,92M partindo de 4,95M no mês anterior valor que foi revisto caiu de 4,98M.
Analistas esperavam aumento do valor das vendas de casas existentes para 5,01M no mês passado.
09-05-2013, 01:26 PM
Trader Lusitano
1º trimestre Entrega de imóveis aos bancos diminui 72% este ano
O número de imóveis entregue aos bancos pelas famílias portuguesas por falta de capacidade para pagar o financiamento diminuiu 72% no primeiro trimestre deste ano, face ao mesmo período de 2012, anunciou esta terça-feira a associação imobiliários.
De acordo com a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), entre Janeiro e Março deste ano foram entregues 639 imóveis como forma de liquidar o financiamento (dação de pagamento), menos 72,6% do que no primeiro trimestre de 2012.
Esta quebra deve-se, segundo o presidente da APEMIP, à renegociação de créditos entre famílias e bancos.
A redução de dações em pagamento é justificada “pela mudança de actuação da banca junto das famílias”, que passou a ter “mais sensibilidade a tratar este assunto, apostando na renegociação dos créditos como primeira opção”, afirmou Luís Lima, num comunicado hoje divulgado.
O presidente da associação alertou, no entanto, que, ao mesmo tempo que as dações em pagamento das famílias diminuem, as dos promotores imobiliários aumentam.